— Você não imagina o quanto eu fico excitado vendo você andar por essa casa, Vera. — A voz de Lucas era um sussurro rouco, quente, quase encostado no meu pescoço.
Eu não esperava por aquilo. A noite estava silenciosa, minha filha tinha ido passar a noite com o pai, e nós dois estávamos sob o efeito do vinho e de uma tensão sexual que já durava meses. Quando eu me levantei tonta e ele me amparou, o mundo pareceu girar. No quarto, depois que ele me ajudou com a toalha, o clima mudou. Não era mais sobre "ajuda", era sobre luxúria pura.
— Poxa, genro... já que está com a toalha, poderia ser mais gentil e me secar todinha... — sussurrei, lançando aquele olhar de quem quer ser devorada.
Lucas não hesitou. Ele jogou a toalha de lado e me agarrou pela cintura, me puxando contra o corpo dele. Eu senti o pau dele, duro e latejante, pressionando contra a minha bunda. Ele começou a beijar meu pescoço, lambendo a pele com uma vontade animal, enquanto suas mãos exploravam cada curva do meu corpo.
— Você é deliciosa, Vera. Que corpo de pecado... — ele murmurou, descendo os beijos pelos meus ombros e atacando meus peitos com a boca.
Eu gemi alto, jogando a cabeça para trás. O beijo dele era urgente, faminto. Ele me virou e me jogou na cama, e antes que eu pudesse processar, ele já estava entre as minhas pernas.
— Olha como você está molhadinha para mim, sua safada... — ele disse, mordendo o lábio inferior.
Ele não perdeu tempo. Lucas mergulhou o rosto na minha bunda, lambendo a entrada da minha xana com uma língua quente e insistente. Eu gritava, sentindo o clitóris ser massageado por seus dedos enquanto a língua dele fazia um serviço demorado, delicioso, me levando ao limite.
— Ahhh! Lucas! Faz isso mesmo! Me come, seu gostoso! — gritei, sentindo o primeiro orgasmo chegar.
Ele subiu, me beijando com paixão, a língua dançando com a minha. Eu estava louca para ver aquele pau. Pedi, implorei, e quando ele tirou a cueca, vi a magnitude: um pau grande, grosso e latejando. Eu não aguentei. Me ajoelhei e dei a ele o melhor boquete da vida. Chupi cada centímetro, lambendo a cabeça, sentindo o gosto dele, fazendo sons de quem estava saboreando a melhor refeição do mundo.
— Puta que pariu, Vera... você me deixa louco! — ele gemia, agarrando meu cabelo enquanto eu trabalhava naquele pau.
Mas eu queria mais. Eu queria sentir tudo. Me coloquei de quatro, empinando a bunda para ele.
— Mete, Lucas! Mete com vontade! — implorei.
Ele segurou meus quadris com força e meteu de uma vez na minha buceta.
— NOSSAAAAA! — gritei, sentindo a pressão deliciosa preenchendo cada espaço.
Ele começou a estocar. Uma, duas, três vezes... ritmo frenético. O som da carne batendo na carne ecoava no quarto. Eu enfiei a cara no travesseiro para não acordar a vizinhança, mas os gemidos escapavam:
— Isso! Assim! Me rasga todinha, seu gostoso!
Quando achei que não aguentava mais de tanto prazer, ele me sussurrou no ouvido:
— Agora eu vou te dar o que você nunca teve, sogrinha...
Ele deslizou a mão para o meu cuzinho. Com cuidado, mas com luxúria, ele lambeu a entrada, deixando tudo lubrificado. Então, ele começou a colocar só a cabecinha... tirava e colocava, provocando meu corpo.
— Por favor, Lucas... enche o meu cu! — eu implorei, quase chorando de tesão.
Ele segurou meus quadris com firmeza e, com um impulso certeiro, enfiou tudo de uma vez no meu cuzinho. Eu dei um urro de desejo, sentindo a profundidade daquele pau me invadindo completamente. Ficamos parados por um segundo, o choque do prazer percorrendo minha espinha.
E então, ele começou a foder com força, num ritmo brutal que fazia a cama rangeu e meu corpo saltar. A sensação era surreal; o aperto do meu cu contra a grossura do pau dele criava uma pressão elétrica que subia até o meu cérebro. Eu não conseguia mais articular palavras, apenas gemidos profundos e guturais.
— Você é muito apertada aqui, Vera... puta que pariu, que delícia! — ele rugia, as mãos cravadas na minha cintura, deixando marcas que eu levaria dias para apagar, mas que eu desejava sentir.
A cada estocada, ele batia a base do pau contra a minha bunda, um som seco e rítmico que servia de trilha sonora para a nossa loucura. Eu sentia que ele estava alcançando lugares que ninguém jamais havia tocado. O prazer era tanto que beirava a dor, e era exatamente isso que me excitava. Eu arqueava as costas, empurrando meu corpo contra o dele, implorando por mais, querendo que ele me atravessasse por completo.
— Agora... agora eu quero que você goze para mim! — Lucas comandou, a voz carregada de luxúria.
Ele mudou a posição rapidamente, me puxando para cima, sentando-me no colo dele enquanto ainda estava enterrado no meu cuzinho. Eu me senti pequena, vulnerável e completamente dominada. Ele começou a me quicar, subindo e descendo com força, enquanto suas mãos apertavam meus peitos, amassando a carne com vontade.
Eu estava no limite. O orgasmo estava vindo como uma onda gigante. Senti meu interior contrair violentamente ao redor do pau dele, e foi nesse momento que Lucas soltou um rugido, enterrando-se o mais fundo possível.
— VOU GOZAR! VOU GOZAR TUDO DENTRO DE VOCÊ, SOGRINHA! — ele gritou.
Senti as pulsações quentes do seu gozo jorrando dentro de mim, preenchendo cada espaço, enquanto eu mesma explodia em um orgasmo devastador que me deixou sem fôlego, tremendo dos pés à cabeça. Ficamos assim por alguns minutos, suados, ofegantes, com os corpos colados e o silêncio da casa retornando aos poucos, quebrado apenas pela nossa respiração descompassada.
Ele me beijou calmamente, um beijo que contrastava com a brutalidade de instantes atrás.
— A gente não pode parar por aqui, Vera... — ele sussurrou, com um sorriso malicioso. — Acho que ainda temos muita coisa para explorar nessa casa.




