A Primeira Vez de Muitas: O Desejo Proibido



A Primeira Vez de Muitas: O Desejo Proibido

"Você já jantou? Vem dormir comigo... estamos sozinhos, não sei por que dormir cada um em um canto."

Essa frase, dita com um sorriso malicioso e um olhar que percorria todo o meu corpo nu, foi o gatilho. A tensão que vinha crescendo desde que voltei para casa em 2020, durante todo aquele isolamento da pandemia, finalmente explodiu. Minha mãe, com aquele corpo escultural, peitos firmes e a bunda redondinha que eu admirava em segredo através de baby dolls e nudes no celular, agora estava ali, diante de mim, despojada de qualquer roupa ou pudor.

Entramos no quarto em silêncio, a eletricidade no ar era quase palpável. Ela se deitou, e eu, movido por um desejo que não conseguia mais conter, me aproximei. Começamos com beijos lentos, profundos, aqueles que fazem a gente perder o fôlego. Eu sentia o gosto dela, a maciez dos lábios, enquanto minhas mãos exploravam cada curva daquele corpo que eu tanto desejei.

— Meu Deus... como você está gostosa — sussurrei no ouvido dela, sentindo seu perfume.
— Você não tem ideia do quanto eu queria que você me tocasse assim... — ela gemeu, arqueando as costas.

Eu desci os beijos pelo pescoço, passando pelos peitos grandes e duros, lambendo cada centímetro daquela pele macia. Minha mão não abandonava a bunda dela, apertando com vontade, sentindo a firmeza daquela carne. Quando cheguei na intimidade dela, parei por um momento, olhando para aquela buceta linda e inchada.

— Deixa eu provar você, safadinha... — eu disse, e ela abriu as pernas com um gemido de entrega.

Eu mergulhei minha língua ali. Foi um lambe-delícia demorado, explorando cada dobra, bebendo o mel dela. Comecei a lamber o clitóris com movimentos circulares, sentindo ela tremer e se contorcer na cama. Eu não queria pressa; queria que ela sentisse cada segundo da minha língua explorando sua intimidade. Ela gemia alto, gritando meu nome, pedindo para eu não parar.

— Isso... assim mesmo, meu filho... que delícia... — ela suspirou, jogando a cabeça para trás.

Depois de deixá-la quase louca, ela se inclinou e começou a fazer um boquete lento e profundo. Ela olhava nos meus olhos enquanto chupava meu pau, fazendo aquele barulho delicioso de sucção, lambendo a cabeça e descendo com a boca, me deixando em transe. Era a melhor sensação do mundo.

Quando não aguentamos mais, ela se posicionou de quatro. Eu a olhei por trás, admirando aquela bunda redonda, e dei um tapa estalado que a fez saltar.
— Agora eu vou te comer do jeito que você merece — falei, sentindo meu pau pulsar.

Enfiei meu pau na buceta dela, comendo de lado, sentindo a pressão e o calor. O ritmo era frenético, gemidos intensos preenchiam o quarto. Mas eu queria mais. Com cuidado, deslizei para a entrada do cuzinho dela.
— Posso? Quero sentir você apertada aqui também... — perguntei.
— Pode... ah, mete esse pau no meu cu, por favor! — ela implorou.

Com paciência e lubrificação, eu entrei. Foi a primeira vez, profundo e prazeroso. Eu metia e tirava, alternando entre a buceta e o cuzinho, sentindo a diferença de temperatura e pressão. Ela gritava, se contorcendo, enquanto eu a segurava firme pelos quadris.

— Que aperto gostoso! Você é muito gostosa, porra! — eu exclamava, enquanto a velocidade aumentava.

O ápice chegou como uma onda. Eu senti que ia gozar e, num movimento rápido, tirei do cuzinho e finalizei na cara dela, sentindo o prazer explosivo de cada gota. Ela sorriu, lambendo os lábios, e não parou por aí; sentou na minha cara para que eu a chupasse e usasse os dedos até que ela tivesse múltiplos orgasmos, gritando de prazer.

Naquela noite, descobri que a proibição era apenas o tempero para a luxúria mais deliciosa da minha vida. Foi a primeira de muitas.
A sequência desse encontro não foi apenas um evento isolado; tornou-se um ritual silencioso e clandestino que passou a reger a dinâmica da casa. O "proibido" agora tinha cheiro de pele quente e gosto de segredo compartilhado.

Nas semanas seguintes, a tensão não desapareceu — ela apenas mudou de forma. Agora, ela se manifestava nos pequenos gestos: um toque "acidental" no corredor, o modo como ela deixava a porta do banheiro entreaberta enquanto tomava banho, sabendo que eu estava observando, ou a maneira como ela me olhava durante o almoço, com aquele brilho de cumplicidade nos olhos, enquanto imaginava o que faríamos assim que ficássemos sozinhos novamente.

Certa tarde, enquanto ela lia um livro na sala, vestindo apenas uma camiseta larga e sem nada por baixo, eu me aproximei por trás. Não disse nada. Apenas deslizei as mãos por baixo da camiseta, sentindo a pele macia da barriga dela, subindo até apertar seus seios firmes. Ela soltou um suspiro longo, fechando os olhos, e inclinou a cabeça para trás, encostando-a no meu peito.

— Você não consegue ficar longe de mim, não é? — ela sussurrou, com a voz carregada de malícia.

— Eu não consigo parar de pensar em como você geme quando eu te enterro no colchão — respondi, mordendo a curva do seu pescoço.

Ela se levantou abruptamente, puxou-me pelo colarinho e me guiou não para o quarto, mas para a cozinha. A urgência era tanta que as roupas foram descartadas no caminho. Ela subiu na bancada de granito, as pernas abertas, expondo aquela intimidade que eu já conhecia tão bem, mas que ainda me fascinava como a primeira vez.

Eu me ajoelhei diante dela, mergulhando o rosto naquela calidez úmida. A língua trabalhava com precisão, buscando o ponto exato que a fazia arquear as costas e cravar as unhas nos meus ombros. Ela estava encharcada, um convite irrecusável.

— Agora... por favor, agora — ela implorava, movendo o quadril freneticamente contra a minha boca.

Eu me levantei, a ereção pulsando, e a tomei ali mesmo, com as costas dela apoiadas nos armários da cozinha. O impacto do corpo contra o corpo era bruto, orgânico. Cada estocada era acompanhada por um tapa firme na bunda dela, ecoando pelo silêncio da casa. O ritmo era selvagem, desprovido de sutileza. Ela envolvia minhas costas com as pernas, apertando-me, enquanto eu a possuía com uma fome que parecia insaciável.

— Você é minha... — eu rosnava no ouvido dela.
— Sim... faz mais... me usa mais! — ela gritava, perdendo a razão no ápice do prazer.

Quando o orgasmo nos atingiu, foi como uma explosão elétrica. Eu gozei profundamente dentro dela, sentindo cada contração de seus músculos apertando meu pau, prolongando a agonia deliciosa do clímax.

Ficamos ali, ofegantes, suados, envoltos no silêncio que se seguiu ao caos. Olhando para ela, percebi que aquele desejo proibido não era mais um segredo a ser guardado, mas um estilo de vida que acabávamos de adotar. E nós dois sabíamos que aquilo era apenas o começo.

A partir desse momento, a dinâmica da casa mudou. O sexo deixou de ser um evento planejado para a "hora de dormir" e passou a ser um ruído de fundo constante, uma eletricidade que percorria as paredes e os corredores. O desejo tornou-se orgânico, quase instintivo, invadindo a rotina mais banal.

Ela descobriu o poder da sugestão. Começou a circular pela casa usando roupas que eram, na verdade, convites transparentes: camisolas de seda curtíssimas, batas de renda que não escondiam nada, ou simplesmente camisetas largas, sem calcinha, deixando claro para mim o quanto estava úmida apenas de me olhar. Ela não precisava mais de palavras; o modo como arqueava as costas ao pegar algo em uma prateleira alta, ou como deslizava a mão deliberadamente pela minha coxa enquanto eu tentava ler ou trabalhar no computador, era o suficiente para desestabilizar qualquer foco.

Houve tardes em que ela me provocava own a maneira mais cruel e deliciosa. Eu estaria concentrado em alguma tarefa doméstica, e ela passaria por mim, roçando os seios no meu braço, deixando um beijo úmido na minha nuca e sussurrando algo obsceno, para logo em seguida se afastar e me deixar sozinho com a ereção pulsando. Era um jogo de gato e rato onde ambos queriam ser capturados.

O ápice dessa tensão acumulada aconteceu em uma terça-feira chuvosa. Eu estava na lavanderia, organizando as roupas, quando ela entrou. Ela não disse nada, apenas se encostou na parede, observando-me com aquele olhar de fome. Ela usava um robe curto de cetim que, ao abrir-se levemente, revelava a ausência total de roupas íntimas.

— Você parece tão concentrado... — ela murmurou, aproximando-se com passos lentos.

Ela não esperou resposta. Atravessou o espaço entre nós e agarrou meu rosto com urgência, beijando-me com uma voracidade que eu nunca tinha sentido. Era como se todo o desejo acumulado nas tarefas da manhã, nos toques sutis do almoço e nas provocações da tarde tivesse transbordado de uma vez.

Não houve preliminares lentas. O desejo era bruto, quase violento. Eu a levantei, as costas dela batendo contra a parede fria da lavanderia, enquanto minhas mãos agarravam suas coxas, suspendendo-a. O robe caiu no chão, esquecido. Eu a possuí ali mesmo, entre o cheiro de amaciante e o som da máquina de lavar, em um encontro impulsivo onde a necessidade física se tornou tão incontrolável que não conseguíamos esperar nem mais um segundo.

O ritmo era frenético, os gemidos ecoando no espaço pequeno, a pele suada grudando uma na outra. Era a fusão de dois corpos que já não sabiam mais existir separadamente. Naquele momento, a lavanderia tornou-se o nosso santuário de luxúria, e nós dois nos perdemos no prazer de finalmente sermos um só, consumidos por aquela fome que nunca parecia ser plenamente saciada.

Foto 1 do Conto erotico: A Primeira Vez de Muitas: O Desejo Proibido

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
A Primeira Vez de Muitas: O Desejo Proibido

Codigo do conto:
273171

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/09/2026

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