Pecado mais Gostoso da Minha Vida



Pecado mais Gostoso da Minha Vida

"Você está estranha comigo, Sara. Ou melhor, eu estou estranho com você?"

Eu disse isso enquanto servia a dose de uísque, sentindo o cheiro do perfume dela invadir meu espaço. Eu estava tentando ser o "irmão responsável", mas por dentro eu era um animal faminto. Fazia três meses que aquela ruiva de pernas grossas e curvas perigosas tinha se mudado para o meu apartamento em São Paulo, e cada segundo ao lado dela era uma tortura de desejo. Eu não via mais a "maninha"; eu via uma mulher foda, que me deixava com o pau duro só de ouvir a risada.

Naquela noite de sábado, a tensão estava tão alta que dava para cortar com uma faca. Dançamos um forró apertado, e eu senti cada centímetro daquela bunda batendo no meu pau. Ela percebeu. Ela sorriu. E quando fomos para o quarto, a máscara de "irmãos" caiu por terra.

— Você sente tesão por mim, Jorge? — ela perguntou, a voz rouca, me puxando pelos cabelos para que nossos olhos se encontrassem.

— Eu estou louco por você, porra! — confessei, perdendo a linha.
Ela não respondeu com palavras. Ela me atacou com a boca. Foi um beijo faminto, cheio de língua, saliva e urgência. Eu a apertei contra a cama, sentindo o corpo dela vibrar. Minhas mãos, que tanto queriam tocá-la, finalmente agarraram aquela bunda perfeita, apertando a carne firme enquanto nossas línguas se embolavam em um beijo que não acabava mais.

Eu não aguentei. Desci com a boca para o pescoço dela, lambendo a pele quente, descendo para os seios que saltavam do sutiã. Quando tirei a roupa dela, o mundo parou. A Sara era uma obra de arte de pele branca e fogo ruivo.

— Começa por aqui, maninho... — ela sussurrou, abrindo as pernas.

Eu me joguei entre as coxas dela. Comecei a lamber a buceta dela devagar, sentindo o gosto doce e excitante. Usei a língua para massagear o clitóris, sentindo-a pulsar contra minha boca. Eu lambia cada dobra, cada centímetro daquela vulva deliciosa, enquanto ela gemia alto, arqueando as costas e puxando meu cabelo.

— Ahhh, Jorge! Assim... não para de lamber, caralho! — ela gritava.
Eu não parei. Fui além, explorando com a língua o caminho até o cuzinho dela, dando lambidas profundas e provocantes que a faziam tremer inteira. Em troca, ela desceu para mim. A boca dela envolveu meu pau com uma técnica divina. Ela chupava devagar, fazendo aquele vácuo que quase me fez gozar ali mesmo, olhando para cima, vendo a luxúria nos olhos da minha própria irmã.

Mas o ápice veio depois. Eu a coloquei de quatro, a visão daquela bunda empinada era demais para qualquer homem. Eu deslizei meu dedo pelo ânus dela, sentindo-a apertada, e ela soltou um gemido gutural.

— Mete, Jorge! Mete tudo agora! — ela implorou.

Eu não usei delicadeza, usei desejo. Encaixei meu pau na buceta dela com força, sentindo o aperto delicioso. A gente começou a sarrar, um ritmo frenético, beijos roubados enquanto eu a penetrava. Então, num impulso de loucura e prazer, eu mudei o ângulo e enterrei meu pau no cuzinho dela.

— Meu Deus! — ela gritou, a voz sumindo no travesseiro.

Foi profundo, quente e visceral. Eu ia e voltava, metendo e tirando do cuzinho, depois voltando para a buceta, alternando o prazer enquanto ela gritava own nome e o meu. O quarto estava quente, cheio de suor e cheiro de sexo.
— Eu quero gozar, Jorge! Quero sentir você dentro de mim! — ela gemia, enquanto usava os próprios dedos no clitóris para acelerar o orgasmo.

Eu acelerei as estocadas, segurando a cintura dela com tanta força que deixaria marcas. Quando o orgasmo veio, foi como uma explosão que apagou qualquer resquício de razão. Eu senti as paredes da buceta dela contraírem violentamente, sugando meu pau em espasmos frenéticos enquanto ela gritava, enterrando as unhas nas minhas costas. Eu gozei fundo, sentindo cada jato de sêmen preencher o ventre dela, enquanto meu corpo tremia em um arco de puro êxtase.

Ficamos ali, imóveis por alguns segundos, apenas o som da respiração pesada e o bater dos corações ecoando no silêncio do quarto. O suor colava nossos corpos, e o cheiro visceral do sexo impregnava o ar.

Eu me retirei devagar, sentindo o vácuo úmido, e caí ao lado dela. Sara estava com os olhos semicerrados, a boca entreaberta e o rosto corado, a imagem exata do pecado que acabáramos de cometer.

— Que porra a gente fez, Jorge? — ela sussurrou, a voz ainda trêmula, mas sem nenhum sinal de arrependimento.

Eu me virei, olhando para aquelas curvas ruivas espalhadas pelos lençóis bagunçados. Sorri, sentindo a adrenalina ainda correr pelas veias.

— A gente fez o que deveria ter feito há três meses, Sara.

Ela riu, um som baixo e malicioso, e se arrastou para cima de mim, beijando meu pescoço com mordidas leves, deslizando as mãos pelo meu peito.

— E quem disse que eu quero que isso pare por aqui? — ela provocou, sentando-se sobre mim, sentindo que eu já começava a endurecer novamente sob seu peso.

Eu a agarrei pela cintura, puxando-a para baixo em um beijo voraz. A primeira vez tinha sido sobre urgência e descoberta; a segunda seria sobre domínio e luxúria. Eu a virei bruscamente, jogando-a de costas na cama e abrindo suas pernas com força.

— Você não tem noção do quanto eu desejei fazer isso — eu disse, a voz agora um rosnado, enquanto descia a mão para onde ela estava mais molhada. — Agora que eu sei o gosto, eu não vou parar até você esquecer quem somos e quem somos para o mundo.

Ela arqueou o corpo, sentindo meus dedos invadir seu interiormente enquanto eu sussurrava no seu ouvido:

— Esquece que somos irmãos, Sara. Agora, você é só a minha mulher.

E, com um movimento decidido, eu me encaixei nela novamente, recomeçando a dança proibida que transformava nosso apartamento no cenário do crime mais gostoso de nossas vidas.
O ritmo agora era diferente. Não era mais aquela urgência desesperada de quem acaba de descobrir um segredo, mas sim a luxúria deliberada de quem decidiu ignorar todas as regras. Cada estocada era profunda, lenta, feita para sentir cada milímetro de pele contra pele, o suor agindo como um lubrificante natural que fazia nossos corpos deslizarem um no outro com um som úmido e pecaminoso.

Eu a segurava pelos pulsos, prendendo-os acima da cabeça dela, enquanto observava a expressão de Sara. Ela estava com os olhos revirados, a boca aberta, soltando gemidos que não eram mais pedidos, eram ordens.

— Mais... Jorge, mais fundo! — ela implorava, as coxas apertando meus quadris, tentando me puxar para dentro dela com ainda mais força.

Eu mudei a posição, sentando-a no colo, de frente para mim. A visão era hipnotizante: os cabelos ruivos caindo como uma cascata sobre os ombros, os seios firmes balançando a cada movimento, e aquele rosto que eu conhecia a vida toda, agora transformando-se em uma máscara de puro prazer carnal. Eu agarrei as nádegas dela, apertando a carne com força, enquanto ela cavalgava em mim, ditando o ritmo, as unhas cravadas nos meus ombros.

— Olha para mim — eu comando, a voz rouca. — Olha para quem está te fazendo isso.
Ela me olhou, e naquele instante, a conexão foi além do físico. Havia uma cumplicidade perigosa ali, um reconhecimento de que, independentemente do que o mundo dissesse, aquele era o lugar onde nós dois queríamos estar. Ela inclinou o corpo, sussurrando no meu ouvido enquanto acelerava o ritmo, a respiração quente queimando minha pele:

— Eu nunca me senti tão viva... quanto agora, cometendo esse erro com você.

O prazer tornou-se insuportável. Eu a puxei para baixo, virando-a novamente, e a possuí com uma intensidade visceral, quase violenta. O som dos nossos corpos batendo era a única música do quarto. Eu sentia que estava perdendo a consciência, que o mundo lá fora — a família, a moral, a sociedade — tinha simplesmente deixado de existir. Só existia aquele quarto, aquele cheiro de sexo e a pele quente da minha irmã sob as minhas mãos.

Quando o orgasmo veio novamente, foi como um choque elétrico que percorreu cada nervo do meu corpo. Eu gritei o nome dela, sentindo-a contrair own músculos em volta de mim, gozando intensamente, as pernas tremendo, o corpo arqueado em um espasmo longo e delicioso.
Fomos cair juntos, exaustos, suados, com a respiração pesadamente sincronizada. O silêncio que se seguiu não era de arrependimento, mas de satisfação. Olhei para ela, e ela sorriuu — um sorriso cúmplice, malicioso.

Saberíamos lidar com as consequências. Mas, por enquanto, a única coisa que importava era que nós não tínhamos resistido. E, honestamente? Eu faria tudo de novo, mil vezes mais.

Foto 1 do Conto erotico: Pecado mais Gostoso da Minha Vida

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Pecado mais Gostoso da Minha Vida

Codigo do conto:
273389

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/09/2026

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