Tudo começou no trabalho, bem na hora do almoço. Eu, Sérgio, moreno claro, 1,80m, musculoso, vi pela primeira vez aquela mulher. Mara. Pele negra como ébano polido, olhos que pareciam conter o céu noturno, cabelos lisos e soltos, uma boca generosa que prometia sorrisos lânguidos. Seus seios eram pequenos e firmes, mas era a bunda que chamava a atenção, redonda, perfeita, num corpo de 1,60m que parecia feito para ser adorado.
Joguei um papo, ela caiu. Dias de conversa no WhatsApp, uma dança de palavras e intenções veladas. Até que marcamos de nos encontrar na minha casa.
Ela chegou vestindo um vestido que delineava cada curva, o tipo de coisa que eu mais gosto numa mulher.
“Pensei em ver um filme”, ela disse, a voz um pouco tímida.
“Claro”, respondi, colocando algo qualquer na TV. Sentamos no sofá, e aos poucos, enquanto as cenas passavam, minha mão foi deslizando pela sua perna, um toque leve, depois mais firme. Me aproximei, senti o calor do seu corpo, e comecei a beijar seu pescoço, uma série de beijos suaves, depois mais intensos.
Ela emitiu um suspiro baixo e virou o rosto, nossos lábios se encontraram. Beijamo-nos por um longo tempo, uma dança úmida e voraz. Minhas mãos exploraram seu corpo por cima do vestido, até que deslizei uma palma para entre suas coxas, pressionando o tecido fino contra sua vulva.
“Sérgio…”, ela gemeu contra minha boca.
“Deixa eu te ver, Mara”, sussurrei, enquanto começava a abaixar as alças do vestido. Beijei seus ombros, sua clavícula, até expor seus seios. Eram pequenos, com mamilos escuros e eretos. Comecei a mordiscá-los suavemente, depois com mais força, enquanto ela arqueava as costas, prendendo meus cabelos com as mãos.
“Você é lindo…”, ela disse, ofegante.
Puxei-a para cima de mim, para que sentasse no meu colo. Através do tecido do meu shorts e da sua calcinha, ela pôde sentir minha ereção, firme e pulsante.
“Sente isso? É tudo por você”, murmurei no seu ouvido, movendo meu quadril para friccioná-la.
“Me deixa louca”, ela respondeu, roçando-se contra mim.
A pele dela, negra e quente, o cheiro doce do seu suor… Era intoxicante. Nunca tinha estado com uma mulher negra, e a novidade, a beleza dela, me deixava fora de si.
Depois de alguns minutos daquela dança lasciva, virei-a de costas no sofá. Fiquei entre suas pernas, que se abriram para mim. Com as pontas dos dedos, afastei a parte de baixo do seu vestido e puxei a lateral da sua calcinha.
“Vou te provar agora, Mara”, disse, antes de baixar meu rosto.
Minha língua encontrou seu clitóris inchado de uma vez. Ela deu um salto e um grito abafado.
“Ah, meu Deus!”
Não parei. Lamber, sugar, focar. Fiz tudo com devoção, segurando suas coxas com força enquanto ela se contorcia no sofá.
“Assim… Não para… Por favor, não para!”, ela suplicava, os dedos enterrados no meu cabelo.
Chupei-a por um tempo que pareceu uma eternidade, até sentir seu corpo começar a tremer. Mas eu queria mais. Desviei minha boca para seu ânus, surpreendendo-a.
“O que você… Ahhh!”
Minha língua circulou o músculo tenso, depois a penetrou superficialmente, em movimentos úmidos e insistentes.
“Ninguém nunca… nunca fez isso…”, ela gemeu, esfregando o clitóris contra o sofá em busca de fricção.
Foi quando, perdido no desejo, me levantei sobre ela. Meu pau, já latejando, encontrou a entrada úmida e quente da sua vagina. Eu a apoiei e ia penetrá-la quando, de repente, ela me agarrou com força.
“Sérgio… Espera.”
“O que foi, amor?”
Ela me olhou, os olhos enormes e sérios. “Eu… Eu sou virgem.”
O ar saiu dos meus pulmões. Fiquei paralisado por um segundo. Mas depois, abracei-a forte.
“Tudo bem. Não vou fazer nada que você não queira.”
Ela mordeu o lábio. “E… e agora? O que você vai fazer?”
Um sorriso lento se formou nos meus lábios. “Vou te dar prazer de outro jeito.” Virei-a de bruços, e ela entendeu, ficando de quatro. A visão daquela bunda linda, redonda e negra, quase me fez perder o controle.
Ajoelhei-me atrás dela. Minha língua voltou ao seu cuzinho, lambendo-o profundamente, preparando-o.
“Você… vai colocar aí? Eu nunca…”, ela disse, a voz trêmula de excitação e medo.
“Vou, meu amor. Vou devagar. Vou cuidar de você.” Cuspi na minha mão e lubriquei meu pau e seu ânus. Posicionei a cabeça na entrada apertada. “Relaxa para mim. Confia.”
Ela fechou os olhos, enterrou o rosto no sofá e assentiu.
Empurrei, com uma lentidão extrema. Um centímetro. Dois. Ela estava incrivelmente apertada.
“Ai… dói um pouco…”, ela sussurrou, mas não pediu para parar.
“Respira fundo, Mara. Sente.”
Continuei a penetração, milímetro por milímetro, até que meu pau inteiro, de 18cm, estava dentro do seu reto, profundamente encaixado. Ela estava imóvel, respirando com força.
“Meu Deus… está tudo dentro…”, ela disse, maravilhada.
“Está perfeito”, respondi, também ofegante. A sensação era indescritível, um aperto quente e pulsante que ameaçava me fazer explodir.
Comecei a me mover. Meto… tiro… devagar. Um ritmo constante e cuidadoso.
“Ah… ah… Sérgio…”, seus gemidos começaram, baixos no início, como um sussurro rouco.
Aumentei o ritmo, gradualmente. As socadas ficaram mais firmes. O som da nossa pele colidindo encheu a sala.
“Mais rápido… Por favor!”, ela implorou, empurrando o bumbum contra mim.
Obedeci. Socava agora com força, o prazer crescendo como uma onda dentro de mim. O cu dela, ainda incrivelmente apertado, abraçava cada centímetro meu.
“Vou gozar, Mara! Vou encher seu cuzinho!”, gritei, os dedos cravados nos seus quadris.
“Goza! Goza dentro! Enche-me!”, ela gritou de volta, sua voz um gemido contínuo e agudo.
A onda quebrou. Jorrei com força, jatos e mais jatos dentro dela, enquanto continuava a socar, prolongando o meu próprio orgasmo até a última gota. Meu corpo tremia contra o dela.
Quando me retirei, caí ao lado dela no sofá, exausto. Ela virou-se e olhou para mim, seus olhos brilhando.
“Dói… mas gostei”, disse, com uma sinceridade que me tocou. “Faz… na frente assim?”
Sorri, pegando seu rosto e beijando-a profundamente. “Da maneira que você quiser.”
Após alguns minutos de carícias e beijos, ela desceu pelo meu corpo. Seus lábios encontraram meu pau, que já estava se reanimando. Ela fez um boquete lento, delicioso, sugando com uma mistura de inocência e luxúria que era a coisa mais excitante que eu já vira.
Depois, deitamo-nos lado a lado, na posição 69. Enquanto minha boca mergulhava novamente em sua buceta, agora ainda mais molhada, lambendo seu clitóris e sua entrada vaginal com vontade, ela chupava meus testículos e a base do meu pau com dedicação.
“Agora… tira meu cabaço, Sérgio”, ela pediu, saindo da posição e deitando-se de costas, abrindo as pernas em convite.
Ajoelhei-me entre suas coxas. Desta vez, a penetração foi vaginal. Fui cuidadoso, mas movido por uma luxúria crescente. Ela estava apertada, mas molhada. Quando entrei completamente, ela soltou um gemido longo, de dor e prazer misturados.
“Está bem?”, perguntei, parado.
“Está… perfeito. Mexe… por favor.”
E foi o que fiz. Uma transa lenta no início, depois mais intensa, alternando entre a buceta e o cuzinho já preparado, ambas as entradas oferecendo prazeres únicos. Os gemidos dela eram uma sinfonia contínua. O quarto cheirava a sexo, suor e prazer puro.
O segundo round terminou com ela por cima, cavalgando-me até eu gozar novamente dentro de sua vagina, enquanto ela tremia em um orgasmo violento e vocal.
Deitados, suados e exaustos, nos beijamos novamente, sem pressa.
“Nunca imaginei que fosse assim…”, ela murmurou contra meu peito.
“A primeira vez de muitas”, prometi, sabendo que aquela noite era apenas o começo de algo muito intenso.
Se gostaram, votem e comentem.
Beijinhos e abraços a todos.




