Desejos Compartilhados:Comendo a esposa e o marido

Desejos Compartilhados:Comendo a esposa e o marido

— Então você, JP, está só na punheta, é?

A pergunta do Marlon me pegou de surpresa enquanto íamos para a casa dele. A conversa, que começou com a frustração de torcer por um time que só dava vexame, deslizou para terrenos muito mais perigosos. Quando ele confessou que a esposa, Cristina, tinha fantasias com outros homens e que ele mesmo sentia prazer em ser penetrado, senti meu pau pulsar violentamente contra o jeans.

Ao chegarmos, o clima já estava eletrizado. Cristina não me deu um beijo no rosto; ela me puxou para um beijo na boca, úmido e faminto, que deixou claro que o acordo já estava firmado. Durante o jantar, nossos olhos se devoravam. Cada risada dela era acompanhada por um olhar sugestivo para as minhas partes íntimas.

Depois que as crianças dormiram, ela surgiu usando apenas uma camisola preta transparente. Seus seios médios e firmes apontavam através do tecido, e a bunda redonda balançava a cada passo.

— O banheiro está livre, querido — ela sussurrou para o Marlon, com um sorriso malicioso. — Vá tomar banho... e leve o JP com você.

No box, a tensão era quase palpável. Quando Marlon saiu, nu e confiante, ele encarou meu membro ereto e soltou um suspiro de desejo:
— Que pau lindo o seu, JP. Não é grosso demais, é perfeito... a Tina vai amar sentir isso dentro dela, e eu também.

Fomos para o quarto. O clique da porta sendo trancada foi o sinal. Marlon arrancou a toalha da minha cintura, expondo meu pau duro como pedra para a esposa.
— Olha, Tina! Olha que coisa linda! Você aguenta esse aqui, não aguenta? — ele provocou.

Cristina, com o rosto corado e os olhos brilhando de luxúria, ajoelhou-se diante de mim. Ela abocanhou meu membro com uma lentidão torturante, sugando cada centímetro, enquanto Marlon observava, excitado. O calor daquela boca era surreal. Eu a puxei pelos cabelos, levando-a aos meus lábios em um beijo profundo, enquanto as mãos de Marlon já preparavam o gel lubrificante.

— Vem, JP... — Marlon gemeu, apoiando-se na cama e empinando a bunda. — Mete em mim. Agora!

Eu nunca tinha sentido tanta vontade de possuir um homem. Encontrei a entrada do seu rabo e empurrei devagar.
— Ahh... meu Deus... — ele gemeu rouco. — É isso... entra tudo!

Eu comecei a bombear com força, sentindo as paredes do seu cu apertarem meu pau. Era quente, visceral. Eu o enrabava com vontade, ouvindo seus gemidos de prazer puro. Ele se masturbava freneticamente enquanto eu o possuía, até que ele explodiu em um orgasmo violento, espirrando porra no lençol.

Mas a noite estava apenas começando. Cristina não aguentava mais esperar. Ela se jogou na cama e eu mergulhei entre suas coxas torneadas. Passei minutos lamber a sua boceta, focando no clitóris com a ponta da língua, fazendo-a arquear as costas e gemer alto.
— Me come, JP! Por favor, me come com força! — ela gritava.

Eu a penetrei com um golpe único e profundo. O encaixe foi perfeito. Eu a foda com luxúria, sentindo cada movimento do seu corpo rebolando para me receber melhor. O som da carne batendo na carne ecoava pelo quarto.
— Você é gostosa demais, Tina! — eu gritava, enquanto ela agarrava meus ombros, clamando por mais.

a tensão atingiu o ápice quando decidimos a loucura final. Ficamos os três em um emaranhado de pernas e desejos. Em um momento de pura luxúria, fizemos um 69 prolongado, onde cada zona erógena era explorada com a língua.

O clímax veio na forma de uma penetração dupla: Marlon, na frente, e eu, atrás. Enquanto ele a possuía, eu me encaixava perfeitamente no cu de Cristina, que gemia em êxtase absoluto ao sentir os dois.
— Isso... ahh... continua! Não para! — Cristina gritava, a voz já rouca de tanto gemer, enquanto sentia a pressão dupla preencher cada espaço de seu corpo.

A sensação era avassaladora. Eu sentia o calor do corpo dela envolto pelo meu, enquanto Marlon, em um ritmo frenético, a possuía por cima. O movimento sincronizado criava uma fricção elétrica; cada estocada dele era complementada pela minha, fazendo com que Cristina entrasse em um estado de transe erótico. Ela era o centro de um redemoinho de prazer, e nós dois éramos os arquitetos daquela entrega.

Marlon, sentindo a proximidade do ápice, inclinou a cabeça para trás, os olhos semicerrados, enquanto sua mão descia para apertar a bunda firme de Cristina, puxando-a ainda mais contra ele. Eu, por minha vez, não conseguia mais conter a vontade de explodir. Enterrei meu rosto na nuca dela, sentindo o cheiro de suor e desejo, e comecei a bombear com força total, ignorando qualquer cansaço.

— Eu vou... eu vou gozar! — Marlon gritou, o corpo tensionando como uma corda prestes a romper.

No exato momento em que ele descarregou dentro dela com um grito de alívio, eu senti a onda de prazer percorrer toda a minha espinha. O aperto do corpo de Cristina, que contraía a vagina e o ânus em espasmos violentos de orgasmo, foi o gatilho final. Eu me senti desmoronar enquanto jorrava todo o meu sêmen dentro dela, preenchendo-a completamente.

Ficamos os três ali, imóveis por alguns segundos, apenas ouvindo a respiração ofegante e o som dos corações batendo acelerados, quase em uníssono. O silêncio do quarto era preenchido apenas pelo aroma pesado de sexo e satisfação.

Lentamente, nos afastamos. Cristina tombou para o lado, exausta, com um sorriso bobo no rosto e os olhos nublados de prazer. Marlon se inclinou e deu um beijo casto na testa dela, depois olhou para mim com um cumprimento silencioso de respeito.

— Cara... — ele começou, recuperando o fôlego. — Acho que esse foi o melhor jantar que já tivemos.

Eu ri, sentindo o corpo relaxar enquanto a adrenalina baixava. Olhei para Cristina, que ainda recuperava os sentidos, e soube que aquele "segredo do quarto" era algo que nenhum de nós três esqueceria tão cedo. O acordo estava firmado, a tensão havia sido dissipada, mas a lembrança daquela pele e daquele calor continuaria a me assombrar — da melhor maneira possível — por muito tempo.

A partir desse ponto, a dinâmica entre nós mudou completamente. O que começou como uma curiosidade ousada transformou-se em uma rotina de prazeres compartilhados. Os jantares tornaram-se o prelúdio para sessões de luxúria que desafiavam qualquer limite.

Marlon desenvolveu uma fome insaciável por mim. Não era apenas sexo; era quase um ritual. Ele se viciou na sensação do meu pau preenchendo sua boca, sugando cada gota com uma entrega absoluta, bebendo minhas gozadas como se fossem o elixir da vida. Mas o vício real estava no seu rabo. Ele implorava para ser tomado, encontrando no meu ritmo a libertação que precisava. Cada vez que eu o possuía, sentia que ele se abria não apenas fisicamente, mas emocionalmente para mim.

Cristina, por sua vez, descobriu que um único homem não era mais suficiente para saciar sua fome de preenchimento. Ela se apaixonou pela sensação da dupla penetração. Havia algo de hipnótico em sentir-se cercada por nós dois, o ritmo sincronizado de Marlon na frente e eu atrás, transformando seu corpo em um campo de batalha de orgasmos sucessivos. Ela gemia nomes, perdia a noção do tempo e do espaço, entregando-se ao êxtase de ser completamente preenchida.

Certa noite, após um encontro particularmente intenso que nos deixou exaustos e entrelaçados nos lençóis suados, o assunto surgiu naturalmente.

— JP, a gente não quer mais que você vá embora depois que a noite acaba — disse Marlon, ainda recuperando o fôlego, enquanto Cristina massageava minhas costas. — Temos aquele quartinho vazio no final do corredor. Ele é pequeno, mas é aconchegante.

— Móra com a gente, JP — completou Cristina, com aquele olhar predatório que eu já conhecia bem. — Imagine a facilidade de ter você aqui... a qualquer hora, em qualquer cômodo.

Eu não precisei de cinco minutos para aceitar. Mudei minhas coisas para lá, transformando aquele quarto vazio no meu refúgio particular dentro de um paraíso de prazer. A convivência se tornou um jogo constante: beijos roubados na cozinha, mãos que se exploravam por baixo da mesa durante o almoço e a certeza de que, ao cair da noite, o quarto seria o palco de novas loucuras.

Agora, olhando para nós três, percebo que criamos algo raro. Não é apenas a luxúria, embora ela seja o motor de tudo. É a confiança. Saber que podemos ser nós mesmos, com todos os desejos e fetches, sem julgamentos. Nossa amizade se tornou sólida, forjada no calor da pele e na sinceridade do prazer. Sinto que isso vai durar para sempre, porque descobrimos que a felicidade compartilha-se — e nós três compartilhamos tudo.


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Beijinhos e abraços a todos.

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Desejos Compartilhados:Comendo a esposa e o marido

Codigo do conto:
274397

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
11/10/2026

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