O Cuzinho Apertado da Putinha Trans



O Cuzinho Apertado da Putinha Trans

O coração batia forte no meu peito, um misto de ansiedade e tesão incontrolável. Sempre tive esse fetiche, essa vontade de experimentar algo mais intenso. Adoro um cu quente, adoro uma bunda grande, e minha esposa, embora me desse o rabinho dela com gosto, nem sempre aguentava. Doía. Era no máximo duas vezes por mês. Eu queria mais. Queria algo diferente. Um cu que fosse feito para isso. A ideia de foder uma trans, de meter num cuzinho que me deixava louco só de pensar, tinha se tornado uma obsessão.

Naquela noite, a desculpa foi perfeita. “Vou na casa do Ricardo buscar aquele livro, amor. E já ponho o papo em dia, deve demorar uma horinha”. Ela aceitou, sem desconfiar. O Ricardo era meu melhor amigo, e essas visitas eram comuns. Em vez disso, dirigi-me até a casa de massagens mais conhecida da cidade, aquela que, segundo os rumores, também atendia travestis.

O nervosismo tomou conta quando entrei. O lugar era discreto, iluminação suave. E então a vi. Uma loirinha cavalona, pernas longas, um decote que deixava pouco à imaginação. Seus olhos me encontraram, e um sorriso safado surgiu em seus lábios. Meu pau já latejava dentro da calça.

— Oi, gato. É a primeira vez aqui? — sua voz era um pouco mais grave que a de uma mulher, mas suave, sedosa.

— É… é sim — respondi, tentando disfarçar a tremedeira.

— Relaxa, vem comigo. Vou te dar um atendimento que você nunca vai esquecer.

Segui-a por um corredor até um quartinho privativo, com uma cama de massagem, música ambiente baixa e um cheiro suave de incenso. Ela fechou a porta.

— Pode tirar a roupa, gostoso. Deita aí de bruços, vamos começar com uma massagem relaxante.

Tirei a roupa, as mãos trêmulas, e deitei. Meu pau estava mole, mas a expectativa era enorme. Ela começou a massagear minhas costas, as mãos habilidosas, deslizando pelo meu corpo.

— Você tem um corpo bonito… — sussurrou ela, suas mãos descendo pelas minhas costas, até as nádegas. — E uma bunda firme… gostei.

Seus dedos brincaram na entrada do meu cu, e eu dei um salto.

— Calma, gato… só um toque. Gosta?

— Gosto… — soltei, a voz embargada.

Ela me fez virar de frente. Meu pau já começava a ficar duro. Ela sorriu, maliciosa.

— Olha só o que temos aqui… que delícia. Vamos cuidar direitinho dele.

Pegou um lubrificante com cheiro de cereja e começou a esfregar em minhas coxas, depois na minha pica, com movimentos lentos e circulares. Meu pau ficou completamente ereto, pulsando.

— Que pauzão lindo… grosso e veiudo. Adoro.

Ela então tirou o sutiã. Seus peitos siliconados eram enormes, redondos, com mamilos rosados e eretos. Esfregou-os no meu pau, envolvendo-o com a pele macia.

— Isso é uma espanhola, gostoso… sente a maciez? — ela sussurrou, balançando os seios para frente e para trás. Eu gemi, perdido no prazer.

— Quero mais… — pedi, ofegante.

— Tudo a seu tempo, meu rei.

Ela então tirou a calcinha, revelando um cuzinho rosado, lisinho, convidativo. Subiu em cima de mim, no estilo cowboy, e se posicionou. Pegou mais lubrificante e passou uma boa quantidade no meu pau e no seu cu.

— Vai com calma, gato… é apertadinho, mas vai caber direitinho.

Ela começou a descer, muito devagar. A ponta do meu pau encontrou a resistência, depois cedeu, entrando num canal quente, apertado, que me fez ver estrelas.

— Ahhh, porra… que delícia… — ela gemeu, sentando mais um pouco. — É enorme… enche todo o meu cuzinho…

Eu a beijei, com fúria, nossa línguas se encontrando. Ela sabia beijar, com luxúria, sugando minha língua, mordendo meus lábios. Enquanto isso, seus peitos estavam na minha boca. Eu os chupava, mordia os mamilos, perdido.

— Chupa essas tetas, gostoso… são suas… — ela gemia, começando a mover os quadris para cima e para baixo, num ritmo lento e profundo. — Assim… mete devagar… tira… mete de novo… ah, assim é bom demais…

Eu segurei sua cintura e comecei a ditar o ritmo. Meti e tirei, constantemente, sentindo cada centímetro do seu interior se moldar ao meu pau. O som úmido, os gemidos dela, tudo me excitava ainda mais.

— Quero te lamber… — eu disse, em um surto de desejo.

Ela sorriu, safada, e desceu da cama. Ficou de quatro, sua bunda enorme empinada para mim, o cuzinho ainda brilhando de lubrificante.

— Vem, meu rei. Lambe esse cu. Deixa ele todo molhadinho pra você.

Me ajoelhei atrás dela. O cheiro era suave, limpo. Comecei com beijos leves nas nádegas, depois na entrada. Ela estremeceu.

— Isso… com a língua… devagar…

E eu obedeci. Passei a língua de leve, em círculos, lambendo aquele buraquinho apertado. Ela gemeu alto.

— Ah, caralho… que língua gostosa… lambe mais… enfia a língua, porra!

Eu enfiei a ponta da língua, sentindo o músculo se contrair. Lambi demoradamente, como se estivesse saboreando a coisa mais deliciosa do mundo. Chupava, beijava, perdia-me naquele sabor salgado e único.

— Agora eu quero chupar você — ela disse, virando-se.

Empurrou-me para trás na cama e ajoelhou-se entre minhas pernas. Sem pressa, começou a lamber minhas bolas, depois a base do meu pau, subindo com a língua até a cabeça.

— Que pauzão delicioso… — murmurou, antes de abrir a boca e engolir quase tudo de uma vez.

O boquete era úmido, quente, perfeito. Ela usava a língua na cabeça, sugava com força, descia até as bolas e voltava. Era demorado, guloso, cheio de olhares safados.

— Tá gostoso, seu gostoso? Quero sentir você gozar na minha boca depois…

— Vou gozar muito… — prometi, os dedos entrelaçados em seus cabelos loiros.

Depois de um tempo, ela parou.

— Agora eu quero de novo. Quero você me comendo por trás, com força.

Ela voltou à posição de quatro. Eu me posicionei atrás, guiei meu pau para aquele cuzinho já bem aberto e lubrificado, e entrei com um só movimento profundo.

— AI, PORRA! ISSO! ENCHE O MEU CU! — ela gritou, e eu comecei a meter.

Era sexo anal profundo, prazeroso, cuidadoso no ritmo, mas intenso na sensação. Metia e tirava, constantemente, sentindo a fricção deliciosa. Dava tapas fortes na sua bunda enorme, que ficava vermelha e marcada.

— Bate mais, seu safado! Adoro! Me dá mais forte! Esse cuzinho é seu! — ela gritava, gemendo a cada investida.

Os gemidos eram intensos, guturais. O quarto ecoava com o som dos nossos corpos se encontrando, dos tapas, das palavras de baixo calão que só aumentavam o tesão.

— Vou gozar, puta! Vou encher seu cu de porra! — gritei, sentindo a pressão subir.

— Goza, meu rei! Goza dentro desse cuzinho! Eu quero sentir quentinho!

E eu não aguentei. Com um último empurrão profundo, explodi dentro dela, jatos e mais jatos de prazer, meu corpo tremendo incontrolavelmente. Ela gemeu junto, contraindo o cu em volta do meu pau ainda pulsante.

Ficamos assim por um minuto, ofegantes. Eu me deitei ao seu lado, exausto e extasiado. Ela se virou e me beijou, um beijo lento, sujo, cheio de cumplicidade.

— Foi bom, gato? — perguntou, com um sorriso cansado.

— Foi a melhor foda da minha vida, putinha — respondi, sinceramente.

Tomei um banho rápido lá mesmo, vesti-me e sai, ainda com o cheiro dela e do sexo na pele. Em casa, entrei direto no banheiro, liguei o chuveiro e lavei tudo. Minha esposa estava vendo TV na sala.

— Demorou, amor! — ela chamou.

— É, o Ricardo não parava de falar! — respondi, o coração acelerado novamente, mas agora por uma razão diferente.

Deitei na cama ao lado dela, fechei os olhos e revivi cada segundo: o beijo, as lambidas, o cuzinho apertado, os gemidos, a gozada intensa. Um sorriso de satisfação surgiu em meu rosto. O fetiche estava realizado. E que delícia tinha sido.

Foto 1 do Conto erotico: O Cuzinho Apertado da Putinha Trans

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
O Cuzinho Apertado da Putinha Trans

Codigo do conto:
273090

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
24/09/2026

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