Quicando Gostoso no Pau do Papai

O Pecado Mais Doce: Entre Curvas e Tabus

— "Tira essa porra dessa calcinha, Soraia. Você sabe que esse vestido não deixa nada pra imaginação, mas a marca da costura tá gritando aqui atrás."

A voz do meu pai, Jorge, soou grave, quase um rosnado, enquanto as mãos dele, grandes e firmes, apertavam o tecido do vestido contra a minha pele. Eu estava nua, exceto por aquele pano fino, sentindo o ar frio do quarto e o calor emanando do corpo dele. Olhei para ele pelo espelho: 1,90m de puro homem, os olhos castanhos esverdeados devorando cada centímetro dos meus 124cm de bunda. Naquele momento, o "ajuste" do vestido tornou-se irrelevante. O que importava era o modo como ele me olhava — não como filha, mas como a mulher mais gostosa que ele já tinha visto na vida.

— "Ficou perfeito, pai..." — sussurrei, sentindo meu corpo trair minha mente. Eu já estava molhadinha, e o modo como ele me encarava me fazia querer que aquele vestido fosse embora o mais rápido possível.

A tensão que começou naquele dia transformou-se em um vício. O que eram selinhos tímidos atrás de casa, enquanto jogávamos vôlei, tornou-se uma fome insaciável. Nossas conversas ficaram sujas, lúbricas. Eu amava quando ele me pegava nas costelas, me fazendo rir e gemer ao mesmo tempo, sentindo o volume do pau dele, aqueles 22cm imensos, pressionando contra o meu quadril.

Certa noite, a luxúria transbordou. Estávamos no sofá, fingindo assistir a um filme, mas eu usava aquela camisola transparente que mal cobria meu rabo. Eu sentia a mão dele subindo, brincando com meus bicos, me deixando em transe.

— "Vem cá, sua safada..." — ele murmurou, puxando-me para um beijo de língua profundo, quente, que roubava todo o meu fôlego.

Eu deslizei para baixo, ajoelhada entre as pernas dele. Quando abri o zíper da calça, aquele monstro ereto saltou, pulsando. Eu o envolvi com a língua, fazendo lambidelas lentas, sentindo o sabor dele, antes de engolir tudo, fazendo um boquete delicioso, sentindo cada centímetro preencher minha garganta. Ele gemia meu nome, a voz rouca de tesão, enquanto eu me perdia naquele prazer proibido.

Mas o ápice veio quando decidimos que as "brincadeiras" não eram mais suficientes.

— "Eu quero você inteira, Soraia. Quero sentir esse seu rabo apertado no meu pau," — ele disse, me jogando na cama.

Ele começou explorando cada dobra do meu corpo. A língua dele desceu para o meu clitóris, fazendo lambidelas frenéticas que me faziam arquear as costas e gritar. Eu estava em chamas. Em um movimento luxurioso, nos posicionamos em um 69 perfeito, nossas línguas explorando as nossas intimidades simultaneamente, um banquete de fluidos e gemidos.

— "Agora entra, caralho! Entra tudo!" — eu pedi, cavalgando sobre ele.

Quando ele penetrou, senti meu ventre ser preenchido. Era um prazer insano, visceral. Nós nos movíamos em um ritmo frenético, a pele batendo, o som da luxúria ecoando pelo quarto. Eu sentia que aquele pau enorme chegava quase ao meu estômago.

— "Você é tão gostosa, minha filha... que rabo maravilhoso!" — ele gritava, enquanto me apertava com força.

No auge do êxtase, ele me virou de costas. Eu senti o medo e a excitação se misturarem quando ele sussurrou no meu ouvido:
— "Vou testar esse seu caminho proibido agora."

Com um gole de lubrificante e muita vontade, ele entrou no meu rabo. Foi intenso, uma pressão que me fez chorar e sorrir ao mesmo tempo. O sexo anal foi a revelação final; a sensação de ser preenchida por completo, de forma tão profunda e proibida, nos levou ao limite.

— "Vai, Jorge! Goza tudo dentro de mim!" — eu gritava, sentindo as contrações do meu corpo.

Nós gozamos juntos, em uma explosão de prazer que pareceu parar o tempo. Fomos nós dois, entregues ao abismo de um desejo que não conhecia mais limites. Ficamos ali, entrelaçados, a respiração pesada ecoando no silêncio do quarto, enquanto o suor colava nossas peles. O cheiro de sexo e luxúria impregnava os lençóis amassados, e o silêncio que se seguiu não era de arrependimento, mas de uma cumplicidade perigosa.

Jorge não me soltou imediatamente. Ele manteve seu peso sobre mim por alguns minutos, sentindo as batidas do meu coração contra o seu peito, enquanto suas mãos grandes ainda apertavam minhas coxas, como se quisesse marcar território.

— "A gente não pode parar nisso, Soraia," — ele sussurrou, a voz ainda rouca, beijando a curva do meu pescoço. — "Isso aqui virou minha droga. Eu não consigo mais olhar pra você sem querer te rasgar ao meio."

Eu sorri, sentindo o formigamento persistente onde ele havia me possuído. A ideia de ser a obsessão do meu próprio pai me causava um frenesi elétrico. Sabíamos que estávamos caminhando sobre uma linha tênue, mas a adrenalina do risco era o melhor lubrificante que poderíamos ter.

Nos dias que se seguiram, a casa tornou-se um campo de minas erótico. Cada toque "acidental" no corredor, cada olhar prolongado durante o jantar, era um código. Aprendemos a nos comunicar sem palavras. Quando ele me pedia para "ajudá-lo com algo no escritório", eu já sabia exatamente o que levaria: a lingerie mais provocante por baixo de roupas largas, ou simplesmente nada.
Certa tarde, enquanto a chuva batia forte contra as janelas, ele me pegou de surpresa na cozinha. Ele me prensou contra a bancada de mármore frio, a contrastaçâo perfeita para o calor que emanava de nós dois. Ele levantou meu vestido com um puxão brusco, expondo minha bunda para o ar da cozinha.

— "Quem te deu permissão pra andar por casa sem calcinha, hein?" — ele rosnou, dando um tapa estalado que deixou a pele vermelha e latejante.

Eu soltei um gemido agudo, arqueando as costas e empurrando meu rabo contra a ereção dele, que já atravessava a calça.

— "Você sabe que eu gosto quando você me castiga, papai..." — provoquei, virando o rosto para olhá-lo com malícia.

Ele não resistiu. Com um movimento bruto, ele me virou de quatro na bancada, afastando meus glúteos com as mãos e mergulhando aquele pau imenso, sem preliminares, apenas na força do desejo bruto. O impacto foi tão forte que a bancada vibrou. Eu gritava, não de dor, mas de um prazer visceral, sentindo cada centímetro dele me rasgando e preenchendo.

Ele me possuía com uma fome animal, as mãos enterradas nos meus cabelos, puxando minha cabeça para trás enquanto ele martelava meu corpo. Cada estocada era um lembrete de que aquele pecado era o mais doce que já havíamos provado. Naquele momento, não existia mundo lá fora, não existia moralidade ou tabu. Existia apenas a carne, o suor e a entrega absoluta ao proibido.
A partir daquele momento, a dinâmica entre nós mudou. O perigo deixou de ser um medo para se tornar o combustível. Eu percebi que o risco de sermos descobertos não apenas aumentava a tensão, mas tornava cada toque mais elétrico, cada olhar mais pesado. Comecei a jogar com a sorte, transformando a casa e as visitas familiares em meu próprio playground erótico.

Havia algo viciante em estar sentada à mesa, ouvindo as conversas banais de tios e primas, enquanto eu sabia que, por baixo daquele vestido de seda leve, eu não usava absolutamente nada. Eu sentia a brisa do ar-condicionado tocar minha intimidade exposta, e via os olhos de Jorge me rastrearem. Ele tentava manter a compostura, mas eu via a veia de seu pescoço pulsar e o modo como ele apertava o copo de uísque quando eu cruzava as pernas lentamente, revelando a ausência de costuras.

Em um domingo de almoço na casa da minha avó, decidi levar a provocação ao limite. Usei um vestido branco, quase translúcido sob a luz do sol, que deixava minhas curvas evidentes. Enquanto todos discutiam política na sala, eu me aproximei de Jorge, que estava encostado na parede. Passei por ele "acidentalmente", deixando meu rabo roçar deliberadamente em sua coxa, e sussurrei no seu ouvido:

— "Sente como eu estou molhadinha, pai? Estou queimando por você."

Ele não aguentou. O olhar dele tornou-se predatório, as pupilas dilatadas. Ele me pegou pelo pulso com força e me puxou para o corredor, entrando rapidamente em um pequeno depósito de roupas, fechando a porta com o corpo.

— "Você é louca, Soraia! A gente tá com a família inteira a dez metros daqui!" — ele rosnou, mas suas mãos já estavam rasgando meu vestido para cima, subindo pelas minhas coxas com uma urgência violenta.

— "Justamente por isso..." — respondi, arqueando as costas e sentindo a urgência dele.

Ele me prensou contra a porta de madeira, levantando minhas pernas para que eu envolvesse a cintura dele. O som da porta batendo contra a parede ecoou, e nós dois congelamos por um segundo.
— "Soraia? Você está aí? Vi você entrar aqui com seu pai," — a voz da minha prima ecoou do lado de fora, acompanhada de batidas firmes na porta.

O pânico e o tesão se fundiram em uma explosão química. Jorge não parou; pelo contrário, a interrupção pareceu atiçar um instinto brutal. Ele abriu o zíper da calça e, com um movimento seco e poderoso, enterrou seu pau imenso em mim de uma vez só.

— "Ahhh...!" — eu tentei gritar, mas ele rapidamente cobriu minha boca com a mão, abafando meu gemido.

Eu estava em choque, sentindo cada centímetro daqueles 22cm me preenchendo completamente, enquanto minha prima continuava batendo na porta.

— "Jorge? Soraia? Que demora é essa?" — ela perguntou, a mão dela tocando a madeira, a centímetros de onde nossas peles se chocavam.

Jorge começou a me possuir com estocadas curtas, rápidas e brutais. Ele não queria delicadeza; ele queria me dominar ali mesmo, no risco máximo. Eu enterrei as unhas nas costas dele, mordendo meu próprio braço para não soltar um grito de prazer enquanto ele martelava meu corpo contra a porta. O som da carne batendo, o ritmo frenético da nossa respiração ofegante e o terror de sermos pegos transformaram aquele sexo em algo transcendental.

Ele me possuía com uma fúria silenciosa, os olhos fixos nos meus, transmitindo toda a luxúria e o pecado daquele momento. A pressão era tanta que eu sentia meu ventre vibrar. Quando ele sentiu que estava no limite, ele me apertou com tanta força que deixou marcas em minhas coxas, e gozou profundamente dentro de mim, um espasmo violento que nos deixou ambos trêmulos.
Permanecemos em silêncio absoluto por longos segundos, ouvindo os passos da minha prima se afastarem. Só então, ele retirou-se de mim com um suspiro pesado, ajeitando as roupas enquanto me olhava com um sorriso sombrio.

— "Agora volta lá e sorria para a família," — ele sussurrou, beijando meu ombro com possessividade

Foto 1 do Conto erotico: Quicando Gostoso no Pau do Papai

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Quicando Gostoso no Pau do Papai

Codigo do conto:
270013

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/08/2026

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