O Despertar da Beata: Entre Terços e Toras



O Despertar da Beata: Entre Terços e Toras

— Você não pode ter feito isso, José! Como você ousa me trair depois de tudo que eu rezei por nós? — O grito de Jilda ecoou pela sala, mas a voz já estava embargada, não só de tristeza, mas de um cansaço existencial que a consumia.

Ela entrou na casa da irmã, Joana, como um furacão de indignação. Joana e Rocard, o marido, trocaram um olhar cúmplice. Eles sabiam que Jilda era a "santa" da família, a mulher que via pecado em cada curva de um corpo. Mas eles também sabiam que, por baixo daquela fachada de beata, havia um vulcão reprimido esperando por um fósforo.

— Senta aqui, Jilda. Bebe isso. Esquece aquele idiota por uma hora — disse Joana, entregando-a a taça de vinho.

Jilda não bebeu; ela devorou o líquido. A primeira taça trouxe o relaxamento. A segunda, a audácia. A terceira, o desejo. Quando a campainha tocou, ela já estava com as bochechas coradas e a respiração pesada, sentindo um calor estranho subir pelas coxas.

Rocard abriu a porta. César entrou. Ele não era apenas um homem; era um monumento de carnemorena, com olhos que devoravam a sala e um volume na calça que faria qualquer mulher esquecer as escrituras sagradas.

— Quem é ele, Joana? — Jilda perguntou, a voz arrastada pelo álcool.

— Um presente, irmã. Para você esquecer que o José existe e lembrar que você tem um corpo — Joana sorriu, maliciosa.

César não perdeu tempo. Ele começou um striptease lento, tirando a camisa enquanto mantinha o olhar fixo em Jilda. Quando a cueca desceu, o "monstro" saltou. Um membro imenso, grosso e latejante que deixou Jilda atônita. Ela sentiu a boca secar.

— Toca aqui, querida. Sente o tamanho do pecado — sussurrou César, pegando a mão de Jilda e esmagando-a contra a haste quente e rígida.

Jilda soltou um gemido que nunca tinha emitido na igreja. — Meu Deus... que coisa... o que eu faço?

— Faz o que quiser, Jilda. Aqui não tem pecado, só prazer — Rocard incentivou, aproximando-se de Joana para um beijo voraz de língua, enquanto Joana já começava a acariciar o mastro de César junto com a irmã.

— Chupa, Jilda! — ordenou Joana. — Bebe esse leite, esquece o altar!

Jilda, entregue ao desejo e ao vinho, ajoelhou-se. Ela abocanhou aquela tora com uma vontade animal, babando, sentindo a cabeça do membro preencher todo o seu canal oral. Ela chupava com vontade, fazendo sons de sucção own a cada movimento, enquanto Rocard a despiu completamente, revelando a pele alva e trêmula.

A luxúria tomou conta da sala. Rocard jogou Jilda no sofá, abrindo suas pernas. César mergulhou entre as coxas dela, dando lambidelas profundas no clitóris, enquanto Rocard fazia o mesmo com Joana. O som de línguas explorando bucetas molhadas preencheu o ambiente.

— Agora eu quero... eu quero esse pau dentro de mim! — Jilda gritou, a voz agora rouca de tesão. — Me come, seu filho da puta! Me fode com tudo!
César não hesitou. Ele se posicionou e, com um impulso único, socou aquela tora imensa na buceta de Jilda. Ela revirou os olhos, soltando um grito agudo quando sentiu as paredes do útero serem atingidas.

— Puta que pariu! — Jilda gemia, enquanto César a bombardeava com estocadas violentas. — Mais! Mais!

Rocard, vendo a cena, quis participar do banquete. Ele se posicionou atrás de Jilda, enquanto ela continuava a ser foda por César. Rocard começou a lamber o cuzinho apertado de Jilda, fazendo círculos com a língua até que ela arqueasse as costas.
— Agora o cu, Rocard! Enfia esse pau no meu cu enquanto o César me fode por cima! — gritou Jilda, completamente entregue ao êxtase, a voz vibrando de luxúria.

Rocard não precisou de segunda chamada. Com um movimento bruto e decidido, ele empurrou seu membro rígido através do esfíncter apertado de Jilda. Ela soltou um grito que misturava dor e um prazer avassalador, sentindo-se preenchida por dois lados, esticada ao limite da sua capacidade física.

— Puta que pariu, Jilda! Você é um buraco sem fundo de prazer! — exclamou Rocard, acelerando as estocadas no cuzinho dela.

César, sentindo a pressão do corpo de Jilda apertar ainda mais com a entrada de Rocard, intensificou a foda na buceta. O ritmo tornou-se frenético; o som da carne batendo contra a carne ecoava pela sala, um ritmo visceral de desejo. Jilda estava em transe, a cabeça jogada para trás, a língua para fora, sentindo-se como uma fruta sendo espremida por dois homens vorazes.

— Eu não aguento... eu vou gozar! — ela gemia, enquanto sentia o clitóris latejar violentamente.

Nesse momento, Joana, que assistia a tudo com os olhos injetados de tesão, rastejou pelo sofá. Ela se posicionou diante do rosto de Jilda, abrindo as pernas e expondo sua buceta encharcada e pulsante.

— Olha pra mim, Jilda! Olha como eu estou molhada pra você! — ordenou Joana.

Jilda, mesmo sendo bombardeada pelos dois homens, esticou o pescoço e mergulhou a língua no clitóris da irmã. Ela começou a lamber e sugar aquele pequeno botão de prazer com uma fúria animal, enquanto sugava a buceta de Joana com a mesma vontade com que antes chupava o pau de César.
— Ahnn! Isso, Jilda! Suga meu clitóris, sua safada! — Joana gemia, arqueando as costas, sentindo a língua da irmã trabalhar ali com precisão, enquanto via o cunhado e o marido transformarem sua irmã na maior puta da casa.

O cenário era de pura luxúria: Jilda, a ex-beata, agora era o centro de um banquete carnal. De um lado, a língua dela devorava a irmã; por baixo, a buceta era socada por César e o cu era massacrado por Rocard.

— Me fode mais forte! — Jilda berrou, sentindo o orgasmo começar a subir como uma onda elétrica. — Me rasga toda, seus animais! Eu quero sentir cada centímetro desse pau dentro de mim!

Os movimentos tornaram-se desesperados. Rocard e César sincronizaram as estocadas, empurrando Jilda de um lado para o outro em um vaivém violento. Joana, em êxtase total, começou a gozar enquanto Jilda sugava seu clitóris, e esse prazer compartilhado foi o gatilho final.

Jilda soltou um urro own de prazer, sentindo as paredes da buceta e do cu contraírem own violentamente ao mesmo tempo. Ela sentiu o jato quente do sêmen de Rocard preencher seu intestino e, quase simultaneamente, o jorro quente de César inundar seu útero.

Ela desabou no sofá, ofegante, com as pernas tremendo e o corpo coberto de suor e fluidos. A "beata" havia morrido; no seu lugar, restava apenas uma mulher faminta por prazer, olhando para os três com um sorriso malicioso nos lábios.

— Quem diria... — sussurrou Jilda, recuperando o fôlego — que o pecado teria um gosto tão gostoso.
Continua?

Foto 1 do Conto erotico: O Despertar da Beata: Entre Terços e Toras

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
O Despertar da Beata: Entre Terços e Toras

Codigo do conto:
270269

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
20/08/2026

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