Fiz 18 Aninhos Meus Peitos Seduziram Meu Pai



"Você não faz ideia do quanto eu fico louca vendo esse seu volume no short, pai."

Essa frase, sussurrada contra o pescoço dele enquanto minha mãe dormia no cômodo ao lado, foi o ponto de não retorno. Eu tinha 18 anos, peitos que desafiavam a gravidade e uma curiosidade que já não cabia mais dentro de mim. O que começou com a timidez de esconder meus seios sob blusas largas transformou-se em um jogo perigoso de olhares e toques furtivos.

Tudo mudou naquela noite no meu quarto. Quando ele entrou e sentiu a minha entrega, a atmosfera ficou densa, carregada de eletricidade. Ele não apenas me beijou; ele me devorou. Nossa língua se encontrou em uma dança frenética, um beijo molhado, profundo, que tirava todo o meu fôlego.

— Caralho, filha... você é gostosa demais. Esses teus peitos são um pecado — ele rosnou, as mãos apertando meus mamas com uma força que me fez arquear as costas.

Ele desceu a boca para o meu colo, fazendo aquela "espanholada" deliciosa: lambendo o vale entre os meus seios, mordiscando a pele sensível, até chegar aos bicos. Ele chupava meus mamilos com tanta vontade que eu sentia o vácuo puxando tudo, fazendo meu corpo vibrar. Eu estava em êxtase. Levei a mão até o volume no short dele, sentindo aquela barra dura, pulsante.

— Eu quero saber se é tudo isso mesmo, pai. Me mostra... por favor, me mostra tudo.

Quando ele despiu, a magnitude do que vi me deixou sem palavras. Era um tronco, uma obra de arte de carne. Instintivamente, me ajoelhei. Eu queria provar aquele prazer. Comecei com beijos lentos na base, subindo com a língua, sentindo o gosto salgado e másculo. Quando envolvi a cabeça daquele membro com a boca, soltei um gemido abafado. Fiz um boquete lento, profundo, sentindo-o bater no fundo da minha garganta, enquanto ele agarrava meus cabelos e guiava meu ritmo.

— Isso, minha linda... chupa tudo, que delícia de boca.
Mas o ápice veio em Cabo Frio. O sol, a areia e a solidão de um apartamento escondido. Naquela primeira vez, a dor do hímen sendo rompido foi rapidamente substituída por uma luxúria avassaladora. Ele me preenchia por completo, cada estocada era como se ele estivesse marcando território dentro de mim.

— Porra, você é apertadinha demais! — ele gritava no meu ouvido, enquanto nós dois nos perdíamos em um 69 luxurioso, onde eu sentia o gosto dele e ele a doçura da minha intimidade, lambendo cada dobra da minha boceta até eu tremer inteira.

A experimentação não parou por aí. Em uma tarde quente, com o som do mar ao fundo, decidimos explorar o proibido.

— Pai... eu quero sentir você em todo lugar. Até onde você consegue chegar?

Com um pouco de creme e muita vontade, ele me posicionou. Quando ele empurrou aquele mastro enorme pela primeira vez no meu rabo, eu soltei um grito que ecoou pelo quarto. Foi intenso, visceral. O sexo anal era algo que eu nunca imaginei ser tão excitante. Ele me fodia com força, sem pressa, sentindo cada centímetro daquela invasão.

— Você é minha cadelinha agora, não é? — ele sussurrou, dando as últimas estocadas brutais.

Eu gozei own que parecia não ter fim, sentindo meu corpo contrair enquanto ele descarregava uma quantidade absurda de porra dentro de mim, preenchendo-me completamente.

Anos se passaram. Casei, montei minha vida, mas a chama do pecado nunca se apagou. De vez em quando, quando a saudade bate, eu volto para os braços dele. Porque não existe no mundo sensação mais deliciosa do que ser possuída por aquele homem que me ensinou tudo sobre o prazer. Quando ele enfia aquela mangueira no meu rabo, eu esqueço de tudo e volto a ser a menina de 18 anos, seduzida pelo próprio pai.
       Segunda parte:

O silêncio da casa agora tinha um peso diferente. Não era mais o silêncio do medo de ser descoberta, mas o silêncio de um pacto tácito, de um segredo que se tornou o alicerce da minha feminilidade.

Certo final de tarde, enquanto meu marido viajava a negócios, o telefone tocou. Não precisávamos de palavras; apenas o som da respiração dele do outro lado da linha já me deixava encharcada. "Estou na porta", ele disse.

Quando abri a porta, ele não me deu tempo de falar. Ele me prensou contra a parede do corredor, o corpo massivo esmagando o meu, e sua boca encontrou a minha com uma fome que parecia ter crescido nos anos de abstinência. Suas mãos, grandes e calejadas, não foram sutis; elas subiram pelas minhas coxas, rasgando a delicada renda da minha calcinha com um puxão bruto que me fez soltar um suspiro agudo.

— Você continua com esse cheiro que me deixa louco, Juliana — ele rosnou, a voz vibrando no meu peito.

Ele me levantou, minhas pernas envolvendo a cintura dele automaticamente, e me carregou para a mesa da cozinha. Ele me sentou no mármore frio, o contraste térmico fazendo meus mamilos saltarem, rígidos e implorando pelo toque. Sem tirar a roupa completamente, ele apenas baixou a calça, revelando aquele mastro que, mesmo depois de tanto tempo, ainda me intimidava e me fascinava na mesma proporção.

Eu não quis esperar. Me inclinei, lambendo a glande com a ponta da língua, sentindo o pulsar frenético daquele membro. Fiz um boquete lento, sentindo o gosto forte, masculino, enquanto ele apoiava as mãos na mesa, arqueando as costas, soltando gemidos graves que ecoavam pela cozinha vazia.

— Agora, de quatro. Agora! — ele ordenou.

Eu obedeci instantaneamente. Apoiei os cotovelos no mármore, empurrando o rabo para cima, oferecendo a ele a visão perfeita da minha intimidade aberta e pulsante. Ele não usou preliminares longas; ele queria a posse. Com um impulso único e visceral, ele entrou por trás, preenchendo-me até o limite.
— Ahhh! Pai... você ainda é tão grande! — gritei, sentindo as paredes do meu útero serem pressionadas por aquela força bruta.

As estocadas eram ritmadas, pesadas. O som da carne batendo contra a carne preenchia o ambiente, um ritmo primitivo de luxúria. Ele agarrou meus quadris com tanta força que eu sabia que teria marcas roxas amanhã — marcas que eu usaria como troféu escondidas sob as roupas.

Ele mudou o ângulo, puxando meu rabo para que ele pudesse foder a minha boceta e o meu cu quase ao mesmo tempo, alternando a entrada com uma precisão cruel. Quando ele decidiu que era hora de terminar, ele me virou de costas, me forçando a olhar para o espelho da sala enquanto ele me penetrava analmente com toda a sua força.

Eu via a imagem: a mulher adulta, elegante, sendo domada por aquele homem que era meu início e meu fim. No momento do ápice, ele apertou meu pescoço levemente, não para me sufocar, mas para me ancorar na realidade do prazer, enquanto ele descarregava jatos quentes e densos dentro de mim.

Ficamos ali, em silêncio por alguns minutos, apenas ouvindo a respiração ofegante um do outro. Ele beijou meu ombro, um gesto de carinho que contrastava com a brutalidade do sexo.

— Você nunca vai pertencer a outro homem como pertence a mim — ele sussurrou.

E, enquanto ele se vestia para partir, eu me senti completa. A herança de luxúria estava gravada em cada célula do meu corpo, e eu sabia que, não importa quantos anos passassem, eu sempre seria a cadelinha dele.

Foto 1 do Conto erotico: Fiz 18 Aninhos Meus Peitos Seduziram Meu Pai

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Fiz 18 Aninhos Meus Peitos Seduziram Meu Pai

Codigo do conto:
270080

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
17/08/2026

Quant.de Votos:
3

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5