— Fecha a boca e abaixa essa calça, garoto. Hoje você não é o namorado da minha filha, você é a nossa vadia.
A frase de Marcela ecoou no quarto do motel, reverberando nas paredes de mármore e no espelho do teto. Eu ainda estava processando a cena: minha sogra, uma mulher que exalava perfume caro e luxúria, e sua amiga, Beatriz, que me olhava com a fome de quem não via um corpo jovem e firme há meses.
Tudo começou com a raiva. Isabela tinha me deixado para trás, preferindo as festas de Búzios ao meu lado. Quando liguei para Marcela, achei que encontraria consolo ou conselhos. Encontrei um convite para o pecado.
O vinho já tinha batido, deixando meus sentidos nublados e meu pau latejando contra o jeans. Marcela, com aquele sorriso malicioso de quem domina tudo, colocou a coleira de couro no meu pescoço. O clique do fecho foi o sinal.
— Olha só que coisa linda, Bia — disse Marcela, puxando a corrente para me trazer para perto. — Um novinho bem gostoso, todo ansioso para agradar a gente.
Beatriz não perdeu tempo. Ela se aproximou, colando seus seios fartos nas minhas costas, enquanto Marcela descia a mão para o meu volume.
— Que pau duro, hein, Rafael? — sussurrou ela, a voz rouca. — A Isabela sabe fazer isso aqui, ou você precisava de uma professora de verdade?
O show de strip foi rápido e frenético. Quando fiquei nu, a luxúria tomou conta. Elas não queriam delicadeza; queriam possessão. Beatriz me agarrou pelo cabelo e me empurrou contra a cama, enquanto Marcela se ajoelhava diante de mim.
A primeira chupada foi devastadora. Marcela envolveu meu membro com uma técnica de quem domina a arte do prazer, sugando com força, fazendo aquele barulho úmido que me deixou louco. Beatriz, ao mesmo tempo, começou a beijar meu pescoço, descendo para as minhas coxas, lambendo cada centímetro da minha pele com uma vontade animal.
— Agora é a nossa vez — comandou Beatriz.
Elas se posicionaram, e eu me vi no paraíso. Começamos um 69 luxurioso, onde as línguas se encontravam em ritmos frenéticos. Eu mergulhei a face na intimidade de Marcela, sentindo o gosto doce e intenso dela. Dei linguadas profundas no clitóris, sentindo-a tremer e gritar palavrões no meu ouvido.
— Isso, caralho! Chupa tudo, Rafael! Me deixa louca, seu safadinho!
Eu alternava entre as duas, fazendo boquetes deliciosos, sentindo a pressão dos seios delas contra meu rosto. A luxúria era palpável. Eu nunca tinha sentido tanta energia. Quando Marcela decidiu que já era hora de "macetar", ela montou em mim como uma cavala.
— Você vai ver a diferença entre uma menina e uma mulher, seu gostoso — ela disse, sentando com tudo, preenchendo cada espaço.
O sexo vaginal era prazeroso, intenso. A gente se beijava com língua, trocando saliva e gemidos, enquanto Beatriz me lamberia as costas e os ombros. Em certo momento, a ousadia subiu de nível. Beatriz, com um olhar malicioso, sussurrou no meu ouvido:
— Eu quero sentir você em outro lugar, novinho. Quer experimentar algo novo?
Eu nunca tinha feito anal, mas a vontade de dar prazer àquela mulher era maior que qualquer medo. Com muito lubrificante e a guia experiente de Beatriz, eu a penetrei lentamente. O aperto era absurdo, uma sensação de preenchimento que me fez soltar um grito de prazer.
— Puta que pariu, que sensação! — eu gemia, enquanto ela cavalgava com força, fazendo a cama ranger.
O ritmo ficou frenético. Era posição para lá, posição para cá. Eu as fodia com vontade, sentindo a pressão de duas mulheres maduras que sabiam exatamente o que queriam. A pele suada, o cheiro de sexo e o som dos tapas nas bundas gordas preenchiam o quarto.
— Goza pra gente, Rafael! Goza tudo nesse buraco! — gritou Marcela, enquanto Beatriz me chupava freneticamente por baixo.
O ápice veio como uma explosão. Eu senti o mundo girar enquanto meu corpo se contraía em espasmos violentos. Gozei com uma força que eu não sabia que possuía, jorrando profundamente dentro de Marcela, enquanto a sucção de Beatriz no meu saco escrotal me levava ao limite da consciência. Por alguns segundos, o único som no quarto era a nossa respiração pesada e o eco dos gemidos que ainda reverberavam nas paredes.
Eu estava exausto, flutuando em um mar de endorfina, mas o silêncio durou pouco. Marcela não estava satisfeita apenas com o orgasmo; ela gostava do controle. Ela se afastou lentamente, deslizando por cima de mim com um sorriso vitorioso, enquanto Beatriz se aninhava ao meu lado, lambendo os lábios com malícia.
— Olhe para você, Rafael... — Marcela disse, passando a unha levemente pelo meu peito. — Completamente derrotado por nós duas. Você acha que consegue voltar para a Isabela depois disso? Acha que consegue olhar para aquela menina sabendo que a mãe dela sabe exatamente onde tocar para te fazer implorar?
A pergunta me atingiu como um choque elétrico. A realidade do que estava acontecendo — a traição, o tabu, a luxúria — tornou tudo ainda mais excitante. O perigo era o tempero.
— Eu... eu não sei — respondi, a voz ainda rouca.
— Você não sabe? — Beatriz riu, dando um beijo úmido no meu ombro. — Você agora é propriedade nossa, garoto. A Isabela é o passado; nós somos o seu vício.
Marcela se levantou, caminhou até a bolsa e tirou de lá um pequeno frasco de óleo aromático. Ela voltou para a cama, despejando o líquido morno sobre as minhas coxas e abdômen, massageando-me com movimentos lentos que reacenderam a chama instantaneamente. O pau, que deveria estar descansando, começou a pulsar e a endurecer novamente sob o toque experiente daquela mulher.
— Olha só... o brinquedinho ainda funciona — provocou Marcela. — Acho que a segunda rodada acabou de começar.
Ela me agarrou pelos pulsos, prendendo-os acima da cabeça, e se posicionou novamente, mas desta vez, ela queria que eu fosse o espectador da própria luxúria. Ela começou a se masturbar na minha frente, com os olhos fixos nos meus, enquanto Beatriz descia para as minhas pernas, usando a língua para explorar cada centímetro, subindo lentamente até chegar ao meu membro que já implorava por atenção.
— Agora — comandou Marcela, a voz carregada de autoridade — você vai ficar quietinho. Você vai assistir a gente se dar prazer e, quando eu decidir que você merece, você vai entrar em nós dois.
Eu estava hipnotizado. O contraste entre a pele madura e a urgência do desejo transformou aquele quarto de motel em um santuário de pecado. Eu não era mais apenas o namorado da filha; eu era o objeto de desejo de duas mulheres que não aceitavam "não" como resposta. E, naquele momento, eu daria qualquer coisa para nunca mais sair daquele quarto




