Essa frase, dita com aquela voz rouca e carregada de malícia, ecoou no banheiro estreito enquanto o vapor do chuveiro ainda pairava no ar. Eu tinha 19 anos e a ingenuidade já tinha sido substituída por uma curiosidade voraz. A casa do meu avô, Dário, ficava a apenas seis passos da nossa, mas dentro daquele terreno, as leis do mundo lá fora não existiam. Ali, o que mandava era o desejo.
Vovô Dário não era um homem de meias palavras. Desde que a vovó partira, ele carregava uma solidão que se transformava em fome. E ele sabia exatamente onde tocar.
Ele me abraçou por trás, as mãos grossas e calejadas descendo pelas minhas costas, apertando minha bunda com uma força que me fez soltar um gemido baixo. Eu, sentindo o volume rígido pressionando a minha lombar, não resisti: deslizei a mão para baixo e envolvi aquela piroca latejante.
— Porra, Sara... você sabe como deixar um velho vivo — ele rosnou no meu ouvido, a respiração quente me arrepiando toda.
Eu não aguentei. Agachei devagar, sentindo o cheiro de pele e desejo, e envolvi aquela mangueira com a boca. Comecei a mamar com vontade, sentindo a grossura preencher minha garganta.
— Adoro essa sua safadeza, minha netinha... chupa! Faz essa porra ficar bem dura pra entrar na sua bundinha!
A palavra "bundinha" me deu um choque elétrico. Involuntariamente, travei o ânus, a imaginação disparando com a ideia daquela tora me invadindo.
— Mas vovô... não quer deixar a bundinha pra outro dia? — perguntei, tentando fingir uma timidez que já não existia.
Dário não aceitou a desculpa. Ele puxou meu rosto para cima, forçando-me a olhar para ele enquanto continuava a me foder a boca com estocadas curtas e precisas.
— Ah meu anjo... vai negar sua bundinha igual sua mãe fez no começo? — Ele riu, um sorriso predador.
— Tá bom, vovô... então eu deixo! — respondi, já molhada, sentindo o coração disparar.
Eu achei que teríamos tempo, mas Dário queria tudo agora. Ele me jogou contra a parede do banheiro, fazendo meu corpo reclinar. O som do vidro de óleo abrindo foi o gatilho. Ele espalhou o líquido viscoso no bilau e, com dedos ávidos, massageou a entrada do meu rabo.
— Você tem a bunda mais linda que eu já vi, sua safada... — ele sussurrou, a voz vibrando de luxúria.
Apoiei as mãos na parede fria, sentindo o contraste com o calor do corpo dele atrás de mim. Dário arqueou o corpo e, com uma empurradinha firme, a cabeça daquela rola enorme rompeu a minha resistência.
— Aaaaaaiiiiii! Aaaaaiiiiiii! — gritei, sentindo meu corpo se abrir.
Ele não esperou. De baixo para cima, deu uma estocada violenta, enterrando mais da metade daquela grossura no meu rabo. O impacto foi seco, visceral.
— Puta que pariu, vovô! Quer me matar é?! — exclamei, arqueando as costas, sentindo cada centímetro dele preencher meu vazio.
Ele agarrou minha cintura com as duas mãos, cravando os dedos na minha pele, e deu outra estocada ainda mais forte. Senti a virilha dele bater com força contra a minha bunda, um som úmido e excitante. Naquele momento, tive a impressão de que aquele pau ia me atravessar inteira e sair pela minha boca.
Dário começou a socar. Primeiro lento, sentindo meu aperto, e depois cada vez mais rápido e bruto. Meus gritos de dor se transformaram em gemidos de puro prazer.
— Toma, sua vadia! Comeu a rola do vovô agora, não comeu? — ele xingava, a voz carregada de tesão, enquanto me fodia sem piedade.
Quando meu cuzinho já tinha se acostumado com aquela tora, senti que ele travou no fundo, segurando o pau com força, e despejou uma quantidade enorme de esperma quente dentro de mim. Desabamos juntos, exaustos e satisfeitos.
Algumas horas depois, minha mãe, Cátia, voltou para casa. Ela entrou com aquele sorriso doce, mas havia algo no olhar dela que eu agora conseguia decifrar.
— Como foram os dias com o vovô, Sara? — ela perguntou, mas logo em seguida, com um tom inquisitivo: — Ele tentou fazer alguma coisa com você?
Eu olhei para ela, ainda sentindo o latejar do meu rabo.
— Por que, mamãe? Ele tenta com você também?
Cátia travou. O silêncio tomou conta da sala. Ela me olhou sem saber o que responder, mas eu vi o brilho de luxúria nos olhos dela.
— Pode falar, mamãe! Do mesmo jeito que eu não consegui resistir, você também não, não é?
— Do que você está falando, filha? — ela tentou disfarçar, mas um sorriso malicioso começou a surgir nos seus lábios.
— De sexo, mamãe. O vovô tem um belo pinto, não tem?
Cátia sorriu abertamente, soltando um suspiro longo. A partir daquele dia, o segredo daquela casa tornou-se a nossa maior diversão. Passamos a revezar. Minha mãe começou a participar das nossas fodas, transformando as tardes em um banquete de prazer onde valia tudo: beijos, mãos bobas e a dominação absoluta de Dário sobre nós duas.
A dinâmica da casa mudou completamente. Não era mais apenas sobre a vontade de Dário, mas sobre a luxúria que florescia entre nós duas, alimentada pela cumplicidade de sermos "propriedades" do mesmo homem. Cátia e eu começamos a notar que o desejo não precisava de um mediador masculino para existir; na verdade, a presença do vovô era o catalisador que liberava nossos instintos mais profundos.
Certa tarde, enquanto Dário cochilava na poltrona da sala, a tensão entre mim e minha mãe tornou-se insuportável. Estávamos no quarto, fingindo organizar algumas roupas, mas nossos olhares se cruzavam com uma eletricidade perigosa. Cátia usava um robe de seda que mal escondia as curvas do seu corpo maduro.
— Você não imagina o quanto eu quis fazer isso desde que te vi crescer com esse corpo tão parecido com o meu, Sara — ela sussurrou, aproximando-se.
Não houve mais hesitação. O beijo foi voraz, um choque de línguas que carregava anos de repressão. Minhas mãos deslizaram pelo tecido liso do robe dela, encontrando a pele quente e macia. Cátia me guiou para a cama, e ali, no silêncio do quarto, exploramos o amor lésbico com uma entrega absoluta.
Eu me perdi naqueles seios fartos, mas foi quando desci para a intimidade dela que o mundo parou. Encontrei a sua buceta pulsante e quente. Comecei a lamber com vontade, focando todo o meu prazer naquele pequeno botão. A "chupada de grelo" era intensa; eu sugava com força, sentindo-a tremer violentamente acima de mim. Cátia gemia alto, as unhas cravadas no meu cabelo, enquanto eu explorava cada dobra daquele paraíso úmido.
— Ah, Sara! Assim... não para! — ela gritava, enquanto eu alternava entre lambidas longas e sucções profundas.
O prazer era tanto que não conseguíamos mais ficar sozinhas. Chamamos Dário. Ele entrou no quarto com aquele olhar de predador, vendo as duas mulheres da vida dele entregues ao desejo. Ele não disse nada, apenas se posicionou entre nós.
O que se seguiu foi uma orgia de sentidos. Enquanto Dário me fodia com a mesma brutalidade de sempre, Cátia se posicionou ao meu lado. Começamos a "esfregar as bucetas", unindo nossas intimidades em um ritmo frenético. Era um contato pele com pele, o calor de nossas vulvas se fundindo enquanto o vovô nos dominava.
A sensação de ter o pau dele me preenchendo enquanto eu sentia a clitóris de minha mãe contra o meu era devastadora. O atrito era perfeito, úmido e elétrico. A esfrega tornou-se cada vez mais rápida, acompanhando as estocadas violentas de Dário.
— Olhem para mim, suas vadias! — Dário rugia, a voz rouca, enquanto nos apertava contra si.
O ápice veio como uma onda. Cátia soltou um grito agudo enquanto gozava intensamente contra mim, e eu, sentindo o espasmo dela, atingi meu próprio orgasmo. Foi uma "gozada intensa", visceral, que deixou nossos corpos trêmulos e suados. No mesmo instante, Dário descarregou todo o seu sêmen dentro de mim com um último impacto seco.
Ficamos ali, as três respirações sincronizadas, envoltas em um cheiro de sexo e suor. O Legado de Dário não era apenas sobre sangue ou herança, mas sobre a libertação de uma luxúria que não conhecia tabus. Naquela casa, éramos apenas três seres famintos por prazer, prontos para recomeçar tudo assim que o primeiro espasmo passasse.




