O Tesão Escondido do Filho da Mamãe



Você não tem noção do quanto eu fico imaginando isso desde que acordei," Daniel sussurrou, a voz agora rouca, enquanto seus olhos devoravam cada centímetro da pele de Helena.

Ela não respondeu com palavras. Em vez disso, deslizou para cima dele, sentindo a rigidez do filho sob a cueca. O ar no quarto estava pesado, carregado de um desejo que não deveria existir, mas que agora gritava para ser satisfeito. Helena inclinou-se, capturando os lábios de Daniel em um beijo de língua profundo, explorando a boca dele com uma fome voraz, sentindo a língua dele responder com a mesma urgência, molhando cada canto daquela boca jovem e ansiosa.

— Porra, mãe... você é deliciosa — ele gemeu entre os beijos.
Helena soltou um riso baixo, provocante. Ela desceu os beijos pelo pescoço dele, sentindo o pulso acelerado do rapaz, enquanto suas mãos deslizavam para baixo, libertando-o da última barreira de tecido. Quando o membro de Daniel saltou, firme e latejante, Helena soltou um suspiro de luxúria.

— Olha que coisa linda... — ela murmurou, ajoelhando-se entre as pernas dele.

Sem hesitar, ela envolveu a cabeça do membro dele com os lábios, começando um boquete lento e profundo. Daniel soltou um grito abafado, as mãos agarrando os lençóis. Helena sugava com vontade, usando a língua para circular a glande, alternando entre sucções fortes e lambidelas suaves que faziam o rapaz arquear as costas.

— Ai, caralho... mãe, isso é bom demais! — Daniel exclamou, perdendo o fôlego.

Ele não conseguiu ficar parado. Impulsionado pelo desejo, Daniel sentou-se e puxou Helena para baixo. Ele queria retribuir. Daniel mergulhou o rosto entre as coxas dela, afastando as nádegas com as mãos firmes. Ele começou com lambidelas longas no clitóris, sentindo a umidade abundante de Helena. Ela gemia alto, jogando a cabeça para trás, sentindo a língua dele trabalhar com precisão, sugando cada dobra, provocando-a até que ela estivesse tremendo.
— Mais, Daniel... me lambe inteira, seu safado! — ela implorou.
Ele não conseguiu ficar parado. Impulsionado pelo desejo, Daniel sentou-se e puxou Helena para baixo. Ele queria retribuir. Daniel mergulhou o rosto entre as coxas dela, afastando as nádegas com as mãos firmes. Ele começou com lambidelas longas no clitóris, sentindo a umidade abundante de Helena. Ela gemia alto, jogando a cabeça para trás, sentindo a língua dele trabalhar com precisão, sugando cada dobra, provocando-a até que ela estivesse tremendo.

— Mais, Daniel... me lambe inteira, seu safado! — ela implorou.

A luxúria escalou. Eles se posicionaram em um 69 perfeito, os corpos encaixados, trocando prazeres orais simultaneamente. Enquanto Helena sugava o membro dele com voracidade, Daniel explorava o corpo dela, subindo para dar espanholadas nos mamilos, chupando e mordendo a pele macia, enquanto a língua descia novamente para o clitóris e, em um movimento ousado, deslizava para trás, dando chupadas profundas e úmidas no cuzinho dela.
Helena soltou um grito agudo, sentindo o choque elétrico daquela estimulação. O desejo era insuportável.

— Agora, Daniel... me fode. Agora!

Ela se sentou sobre ele, guiando-o para dentro de si com um gemido de alívio. O sexo começou intenso, ritmado, cada estocada ecoando no quarto silencioso, exceto pelos sons de pele batendo contra pele e respirações ofegantes.

— Você é tão apertada, puta que pariu... — ele sussurrou, acelerando o ritmo.

Mas a luxúria ainda pedia mais. Helena, sentindo-se completa, mudou a posição, ficando de quatro, empurrando o quadril para trás.

— Quero sentir tudo, Daniel. Não economiza... me rasga.

Daniel, tomado por um instinto primitivo, mudou o ângulo. Ele deslizou para a entrada posterior, entrando lentamente no sexo anal. Helena soltou um gemido rouco, sentindo a pressão intensa e deliciosa. Ele começou a estocar com força, um sexo anal intenso que a fazia ver estrelas. Cada movimento era carregado de proibição e prazer.
— Isso... vai, filho! Me fode assim! — ela gritava, sentindo a cumulação do orgasmo.

O ritmo tornou-se frenético. Daniel sentia que ia explodir, e Helena estava no limite. Em um último impulso de luxúria, ele desferiu estocadas profundas e rápidas.

— Vou gozar, mãe! Vou gozar tudo!

— Goza, meu amor... goza tudo em mim!

Com um grito de êxtase, Daniel descarregou o peso do corpo sobre ela, descarregando jatos quentes e abundantes profundamente dentro dela, enquanto Helena apertava as paredes vaginais ao redor dele em espasmos violentos, sentindo cada centímetro daquela liberação.

O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som da respiração pesada e sincopada. Daniel permaneceu ali, com o rosto enterrado na curva do pescoço de Helena, sentindo o aroma de pele e suor. O choque da realidade começou a infiltrar-se, mas não como arrependimento, e sim como uma nova e perigosa consciência.
Helena sentiu o membro dele pulsar ownas vezes dentro de si antes de começar a murchar lentamente. Ela soltou um suspiro longo, sentindo o líquido quente escorrer pelas coxas, marcando a pele com a prova do pecado.

— Você... — Daniel começou, a voz ainda trêmula, afastando-se ligeiramente para olhar nos olhos dela. — Você não faz ideia do que isso fez comigo.

Helena sorriu, um sorriso lento e predatório, enquanto levava a mão ao rosto do filho, acariciando a mandíbula ainda tensa.

— Eu sei exatamente o que isso fez, Daniel. E o melhor de tudo é que agora nós sabemos que ninguém mais sabe.

Ela se moveu, deslizando para fora dele com um som úmido, e sentou-se na beira da cama, deixando que o lençol branco ficasse manchado. Ela olhou para trás, vendo o rapaz estirado, exausto e hipnotizado por ela.

— Mas não pense que acabou aqui — ela sussurrou, levantando-se e caminhando em direção à porta do quarto, sentindo a brisa do corredor tocar sua pele nua. — Amanhã, quando você for para a faculdade, eu quero que você imagine cada estocada. Quero que sinta o gosto de mim na sua boca durante todas as aulas.
Daniel engoliu em seco, sentindo a ereção tentar retornar apenas com as palavras dela.
— E se eu não conseguir pensar em mais nada? — ele perguntou, a voz recuperando a confiança.

Helena parou na porta e olhou por cima do ombro, a luz do corredor criando uma silhueta provocante de suas curvas.

— Então você volta correndo para casa. Porque eu ainda não terminei de explorar tudo o que você tem para me dar.

Ela fechou a porta suavemente, deixando-o sozinho no quarto, envolto no cheiro de sexo e na promessa de que aquilo não era um erro, mas o início de um ritual secreto que nenhum dos dois estava disposto a interromper.
O tempo pareceu congelar nos dias seguintes, mas a tensão entre eles tornou-se um fio elétrico, vibrando a cada toque acidental na mesa do café ou a cada olhar prolongado no corredor. A promessa de "explorar tudo" pairava sobre eles como uma tempestade iminente, esperando apenas o gatilho certo para desabar.

Esse gatilho veio em uma tarde de terça-feira. O céu desabou em uma chuva torrencial, transformando a tarde em um crepúsculo cinzento e abafado. A casa estava silenciosa; o mundo lá fora era apenas o som ritmado da água batendo contra as vidraças.

Helena encontrou Daniel na sala, fingindo estudar, mas seus olhos estavam fixos nela, devorando a curva de seus quadris sob o vestido de seda. Ela caminhou até ele, deslizando as mãos pelos ombros do rapaz, sentindo a musculatura tensa.

— A chuva não vai parar tão cedo, Daniel — ela sussurrou, os lábios roçando a orelha dele. — E eu decidi que hoje não quero apenas... repetir o que já fizemos. Quero sentir coisas novas.

Daniel sentiu o sangue latejar no pescoço. Helena não esperou por uma resposta. Ela o pegou pela mão e o guiou para o banheiro da suíte master. O ambiente já estava pré-aquecido; ela havia ligado o chuveiro minutos antes, e o vapor denso agora preenchia o espaço, criando uma névoa branca que tornava tudo onírico e privado.
— Tira a roupa — ela ordenou, a voz carregada de autoridade e desejo.
Enquanto se despiam, o vapor grudava na pele, transformando o suor e a umidade em uma camada deslizante. Helena alcançou o armário e retirou um frasco de óleo de massagem aquecido. Com um movimento lento, ela derramou o líquido viscoso sobre o peito de Daniel, sentindo o rapaz soltar um gemido rouco diante do contraste do calor do óleo com a pele úmida.

Ela o conduziu para baixo do chuveiro, onde a água morna agora caía sobre eles, misturando-se ao óleo. A cena tornou-se sensorial: o cheiro de sândalo, o som da água e a sensação de deslizamento absoluto.

Helena decidiu assumir o controle. Ela empurrou Daniel contra a parede de mármore, usando o óleo para mapear cada centímetro do corpo dele. Suas mãos deslizavam com precisão, explorando a sensibilidade das costelas, a curva da cintura e, finalmente, descendo para a base do membro dele, que já pulsava, rígido e ansioso.

— Agora é a minha vez de descobrir cada detalhe seu — ela murmurou, enquanto ele a puxava para perto.
Daniel, movido por uma fome nova, começou a explorar Helena. Ele usou a língua para traçar o caminho do óleo que escorria pelos seios dela, sugando os mamilos eretos enquanto a prensava contra o box. Ele descobriu que, sob a água, a pele de Helena tornava-se ainda mais sensível. Ele desceu, usando os dedos lubrificados para estimular o clitóris dela em ritmos alternados — ora rápidos e frenéticos, ora lentos e torturantes — enquanto sua boca explorava a parte interna das coxas dela, depositando beijos úmidos e mordidas leves.
Helena arqueou as costas, sentindo o prazer se acumular como uma onda gigante. Ela o puxou para cima, guiando a cabeça dele para baixo, e começou a conduzi-lo a um orais profundos. Ela queria sentir a garganta dele, a língua dele, a pressão total. Daniel mergulhou nela com vigor, sugando-a com uma intensidade que a fazia perder o equilíbrio, enquanto ela agarrava os ombros dele, os dedos cravando na pele.

A exploração mútua tornou-se um ciclo de prazer prolongado. Eles trocavam posições, experimentavam ângulos, usavam as paredes do box para suporte, enquanto o óleo e a água transformavam cada toque em algo fluido e elétrico. O sexo que se seguiu não foi apenas físico, foi exaustivo. Daniel a possuía com estocadas profundas, sentindo a compressão úmida e quente, enquanto Helena envolvia as pernas na cintura dele, puxando-o para dentro de si com toda a força que possuía.
O ritmo acelerou, os gemidos ecoando contra os azulejos frios, contrastando com o calor febril de seus corpos. Eles se moviam em

sincronia, o som da carne batendo contra a carne misturando-se ao ruído da água que agora escorria por seus corpos, lavando o suor e o óleo.

No auge daquela entrega, Helena sentiu que ainda faltava algo. Ela queria sentir Daniel em todos os lugares, queria que ele a possuísse por completo, sem deixar nenhum espaço vazio. Ela se virou, apoiando as mãos no mármore frio da parede, empurrando o bumbum para trás e arqueando as costas de forma provocante, expondo a entrada mais íntima e proibida.

— Daniel... — ela sussurrou, a voz rouca de luxúria. — Quero que você explore meu lado mais sujo.

Daniel, com a respiração ofegante e os olhos nublados pelo desejo, não precisou de mais nada. Ele se ajoelhou atrás dela, sentindo a curva perfeita das nádegas de Helena, lubrificadas pelo óleo e pela água. Com um movimento instintivo, ele aproximou o rosto, sentindo o aroma intenso de sexo e pele.
Lentamente, Daniel começou a sugar e lamber o cuzinho da mãe, usando a língua para circular a abertura apertada, provocando-a com lambidas úmidas e precisas. Helena soltou um grito abafado, sentindo um choque elétrico percorrer sua espinha.
— Isso... come o cuzinho da mãezinha, meu amor... — ela gemeu, a cabeça pendendo para frente, sentindo a língua dele trabalhar ali. — Vem, mas com carinho... me mima primeiro.

Mas o "carinho" logo deu lugar à voracidade. Daniel, tomado por um instinto primitivo, sentiu a necessidade de dominá-la. Ele se levantou, posicionando-se entre as pernas dela. Com um movimento brusco e decidido, ele empurrou seu membro firme para dentro do canal anal. Helena soltou um grito agudo, uma mistura de choque e prazer absoluto, sentindo a pressão preencher cada centímetro daquele espaço.

— Ai, porra! Que aperto, mãe... — ele exclamou, a voz carregada de luxúria.
Ele começou a estocar com força, fazendo-a sofrer de prazer. Ele metia com vontade, sentia a resistência da musculatura dela e, logo em seguida, tirava quase completamente para, no segundo seguinte, enterrar sua rola freneticamente no cuzinho da mãe. O ritmo era brutal, visceral. A cada estocada profunda, Helena sentia o impacto no fundo de seu ventre, e ela gritava, gemia, perdendo a noção de onde terminava o corpo dele e onde começava o dela.

— Me fode assim, Daniel! Me rasga toda! — ela gritava, sentindo-se viciada naquela sensação de ser preenchida por trás.
Num movimento fluido, Daniel a puxou para frente, alternando rapidamente. Ele saía do rabo e enterrava-se com força na buceta, sentindo a umidade abundante e o calor sufocante. Ele alternava entre o sexo anal e o vaginal, criando um ciclo de prazer exaustivo que deixava Helena completamente delirante.

— Você é minha, puta que pariu... você é toda minha! — ele rosnava, acelerando o ritmo, as estocadas agora tão rápidas que o som da pele batendo ecoava como chicotadas no banheiro.
Helena estava doida de prazer. Ela se sacudia sob ele, as unhas cravadas no mármore, os gritos de êxtase ecoando enquanto ela sentia a potência do filho a levando ao limite. Ela estava viciada; a sensação de ser possuída daquela forma, de forma tão bruta e luxuriosa, consumia qualquer resquício de razão.

— Mais... não para... me fode até eu esquecer quem eu sou! — ela implorou, sentindo a onda do orgasmo subir como uma maré alta.

Daniel não segurou nada. Ele desferiu as últimas estocadas no cuzinho dela, profundas e frenéticas, sentindo a pressão máxima antes de descarregar tudo.

— Vou gozar... vou gozar tudo dentro de você! — ele gritou, arqueando o corpo.

Com um último impulso violento, Daniel descarregou jatos quentes e abundantes profundamente no rabo de Helena, enquanto ela contraia cada músculo ao redor dele em espasmos violentos, soltando um grito final que pareceu ecoar por toda a casa, deixando-os dois completamente entregues, exaustos e consumidos pela luxúria.

Foto 1 do Conto erotico: O Tesão Escondido do Filho da Mamãe

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Comentários


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casualsomente Comentou em 20/08/2026

Há a luxuria desvendada da maravilhosa Helena sempre assim como nos tempos antigos q delícia Daniel se deu bem demais




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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
O Tesão Escondido do Filho da Mamãe

Codigo do conto:
270309

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
20/08/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
5