Segredos proibidos Entre Paredes




“Sabe, o problema de ter uma mãe com instintos de detetive do FBI é que ela consegue farejar um fio de cabelo estranho a quilômetros de distância.”

Beth disse isso com um sorrisinho malicioso, sentada na beira da minha cama, enquanto eu ainda tentava processar o silêncio ensurdecedor dos últimos três dias. Três dias desde que ela abriu a porta do banheiro sem avisar e me flagrou no auge do prazer, com a água do chuveiro batendo nas costas e a mão trabalhando freneticamente.

Na hora, o choque cortou meu barato instantaneamente. Esperei a chacota, as piadinhas na mesa do jantar ou, pior, que ela contasse para nossa mãe. Mas Beth era diferente. Ela não queria me expor; ela queria negociar.

— Senta aqui, Beto — ela começou, a voz suave, mas carregada de intenção. — Eu preciso de um favor. Estou ficando com o filho do síndico, mas se eu levar ele para o meu quarto, a mamãe descobre no primeiro minuto. Mas o seu quarto... ela mal entra lá.

Eu ri, achando a situação absurda.
— Você quer transformar meu quarto em motel clandestino? E o que eu ganho com isso?

Ela inclinou a cabeça, os olhos brilhando.
— Você gosta de bater punheta todo dia, não gosta? E se, em troca do seu silêncio e do espaço, eu te mostrasse algumas partes do meu corpo enquanto você faz isso? Meus peitos... minha bunda...

O acordo estava selado. O que começou como uma transação banal tornou-se o combustível dos meus dias.
Naquela primeira tarde, quando ela tirou a camiseta, o mundo pareceu parar. Beth era a garota que todos os caras da rua cobiçavam, e ali estava ela, expondo a pele alva e os bicos rosados para mim. Ela não apenas mostrava; ela provocava. Alisava os próprios seios, mordia os lábios e sussurrava palavras que faziam meu sangue ferver.
— Gosta dos meus peitinhos, irmãozinho? — ela perguntou, vendo meu pau latejar no short. — Goza bem gostoso para mim. Quero ver esse leitinho jorrando.

A primeira vez que gozei olhando para ela foi quase transcendental. O prazer foi amplificado pela proibição, pelo segredo e pela beleza dela.

Com o tempo, a "moeda de troca" mudou. O namorado dela vinha, eles se escondiam no meu quarto por alguns minutos, e depois que ele ia embora, era a nossa vez. A curiosidade de Beth cresceu. Ela começou a testar os limites. Primeiro foi a calcinha minúscula, que mal cobria o cóccix, enquanto ela rebolava diante de mim no sofá. Depois, foi a descoberta do toque.

Lembro-me vividamente do dia em que ela me guiou até sua intimidade.
— Lambe, Beto. Enfia a língua e sente como eu estou molhadinha para você — ela comandou, segurando minha cabeça com firmeza.

A transição do voyeurismo para o sexo pleno foi orgânica e inevitável. O desejo acumulado explodiu na primeira vez que nos unimos na cama. Beth era insaciável, e eu, movido por uma fome que nunca imaginei ter por ela, correspondia a cada gemido.

Mas o ápice veio com a proposta do lubrificante.
— Você já comeu um cuzinho? — ela perguntou, com aquele olhar desafiador.

A primeira vez que entrei nela por trás foi lenta, cautelosa. O grito inicial de dor dela logo se transformou em um rebolar frenético, um ritmo que a gente criou juntos. O aperto era surreal, a sensação de preencher aquele espaço proibido era a droga mais forte que já experimentei. Quando gozei, senti que algo em nós tinha mudado para sempre. Não éramos mais apenas irmãos compartilhando um segredo; éramos cúmplices de um prazer clandestino.

Os anos passaram. Hoje, as circunstâncias mudaram. Ela está casada, eu estou namorando. Mas existe um fio invisível que nos liga. Sempre que surge uma oportunidade, sempre que as portas se fecham e o mundo exterior desaparece, aquele fio se tensiona até quase arrebentar.

A última vez aconteceu no Natal passado. A casa estava lotada, o cheiro de peru e a conversa fiada da família preenchiam a sala, mas nossos olhos se cruzavam com uma frequência perigosa. Beth usava um vestido de seda vermelho que mal chegava ao meio das coxas; cada vez que ela cruzava as pernas, eu sentia meu pau pulsar contra o jeans.

O momento aconteceu na despensa. Eu tinha ido buscar mais gelo, e ela, como se tivesse um radar para a minha luxúria, deslizou para dentro logo atrás de mim. Assim que a porta se fechou, o silêncio da casa foi substituído pelo som da respiração pesada dela no meu pescoço.

— Você está com aquele olhar de novo, Beto — ela sussurrou, a voz rouca, enquanto suas mãos desceram rapidamente para o meu volume. — Que pau duro, hein? Tá querendo a sua irmã, seu safado?

Eu não respondi com palavras. Apenas a prensionei contra a prateleira de mantimentos, sentindo o perfume dela misturado ao cheiro de excitação. Eu a puxei pelo cabelo, forçando-a a olhar para mim, enquanto minha mão subia freneticamente por baixo do vestido, encontrando a calcinha de renda já encharcada.

— Porra, Beth... você está own molhada! — eu rosnei, enfiando dois dedos dentro dela com força.

— Ai! Porra... continua! — ela gemeu, jogando a cabeça para trás. — Enfia esses dedos bem fundo, caralho! Eu quero sentir você me rasgando aqui dentro enquanto a mamãe está na cozinha.

O risco de sermos pegos era o tempero perfeito. Eu a virei de costas, levantando aquele vestido vermelho como se fosse um pano qualquer. Ela abriu as pernas, oferecendo-se completamente. Eu não usei lubrificante desta vez; a luxúria era tanta que a fricção bruta era o que queríamos.

— Entra, Beto! Enfia esse pau gostoso no meu cu agora! — ela implorou, a voz baixa mas carregada de urgência.
Eu entrei nela com um estalo, um golpe seco que a fez morder o lábio para não gritar. O aperto do cuzinho dela era a mesma armadilha deliciosa de anos atrás, mas agora com uma intensidade visceral. Cada estocada era um pecado, cada gemido abafado contra a madeira da prateleira era um segredo compartilhado.

— Você é minha puta, não é? — eu sussurrei no ouvido dela, acelerando o ritmo, batendo com força contra ela. — Minha puta preferida.

— Sou... ahn... sou sua, caralho! Me fode bem forte! Goza tudo dentro de mim, deixa esse cuzinho bem cheio de porra!

O orgasmo veio como uma explosão, violenta e descontrolada. Eu senti cada centímetro do meu pau pulsar dentro dela enquanto eu despejava tudo, sentindo o corpo de Beth tremer em espasmos violentos. Ficamos ali, ofegantes, por alguns segundos que pareceram horas, sentindo o suor escorrer e o coração batendo na garganta.

Ajustamos as roupas rapidamente. Ela deu um beijo rápido na minha bochecha, ajeitou o vestido e saiu da despensa com a expressão mais inocente do mundo.

— O gelo acabou, mãe! — ela gritou para a sala, enquanto me lançava um olhar malicioso por cima do ombro.

Eu fiquei ali, sozinho no escuro da despensa, tentando recuperar o fôlego e lutando para esconder o rastro daquela luxúria que, não importa o tempo ou as circunstâncias, nunca deixaria de nos consumir.

Foto 1 do Conto erotico: Segredos proibidos Entre Paredes

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Segredos proibidos Entre Paredes

Codigo do conto:
269843

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
14/08/2026

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