Minha feminina namorada Transexual



A Morena Mais Gostosa da Faculdade

"Você não tem noção do quanto eu quero te comer agora", sussurrei no ouvido de Bruna, enquanto sentia o perfume dela invadir meus pulmões. O beijo de língua era faminto, nossas línguas se enrolavam com uma urgência que beirava o desespero. Aquele era o momento. Finalmente, as paredes da minha casa nos protegiam do mundo.

Tudo começou há alguns anos, quando mudei de cidade para cursar uma nova faculdade. Eu tinha 25 anos e estava deslumbrado com a nova vida, mas nada me deixou mais hipnotizado do que Bruna. Ela era a personificação do desejo: cabelos negros que chegavam quase à bunda, uma cintura fina que contrastava com coxas grossas e malhadas que pareciam esculpidas. Quando ela entrava na sala com aquele jeans apertado, o mundo parava.

Nossa aproximação foi lenta, feita de olhares safados e SMS quentes durante as aulas. Mas havia algo nela... uma tensão constante, um medo invisível. Ela aceitava meus beijos, mas recuava quando as coisas esquentavam. Eu sentia meu pau explodir na calça cada vez que ela encostava em mim, mas eu respeitava o tempo dela.

Até que aquele dia chegou. O dia em que ela entrou na minha casa.

O clima estava carregado. Começamos com um filme, mas a pipoca foi esquecida assim que nossas bocas se encontraram. Foi um beijo visceral, com muita saliva e desejo. Eu a peguei no colo, sentindo a maciez de suas coxas apertando minha cintura, e a levei para o quarto.

Quando finalmente libertei seus seios, eu perdi o fôlego. Eram perfeitos. Comecei uma "espanholada" deliciosa, mamando aqueles mamilos com vontade, sugando-os enquanto Bruna gemia alto, arqueando as costas na cama. Eu descia com a língua, beijando cada centímetro daquela pele alva, descendo pelo ventre até chegar à calcinha.

Quando abaixei a renda, a surpresa: Bruna tinha um pênis.

Houve um silêncio. O mundo deu tela azul. Bruna começou a chorar, tentando se cobrir, implorando para que eu não a odiasse. Mas, olhando para aquela mulher — a voz, o rosto angelical, as curvas esculturais —, eu não via um homem. Eu via a mulher mais gostosa que já tinha cruzado meu caminho.

— Que porra de medo você tem, linda? — eu disse, puxando-a para um abraço apertado. — Você é maravilhosa. Eu te amo, e pouco importa o que você tem entre as pernas se você me deixa gozar assim.

O choro dela se transformou em suspiros de alívio. A tensão sumiu, e a luxúria assumiu o controle.
Eu a joguei na cama e tirei o vestido. Ela estava nua, deslumbrante. Começamos um 69 frenético, movidos por uma vontade acumulada de meses. Eu me entreguei ao prazer de lamber cada parte dela, enquanto ela usava aquela boquinha deliciosa para me dar um boquete que quase me fez desmaiar de prazer. A língua dela trabalhava meu pau com uma técnica que me deixava louco, sugando com força, me fazendo xingar de prazer: "Puta que pariu, Bruna, você é gostosa demais!"

Depois, eu a virei de costas. Aquela bunda farta, com aquelas covinhas lindas no final das costas, era um convite ao pecado. Eu beijei sua nuca, desci pelas costas e abri as nádegas com as mãos, expondo aquele botão rosado e apertado.

— Vou te lamber inteira, sua safada — sussurrei.

Comecei a dar lambidelas profundas no cuzinho dela. Bruna começou a gemer alto, empinando a bunda para mim, implorando: "Ai, Daniel, continua... por favor, continua!". Eu chupava aquele buraquinho com luxúria, sentindo ela tremer inteira.

A tensão chegou ao limite. Eu não aguentava mais. Passei o dedo com lubrificante e, com cuidado, mas com firmeza, me introduzi nela. O sexo anal foi intenso, visceral. Cada estocada era acompanhada de um grito de prazer.

— Ahhh, caralho! Assim! — ela gritava, enquanto nossas peles batiam, o som da carne se encontrando ecoando no quarto.

Nós nos fundimos em um ritmo selvagem. Eu a segurava pelos quadris, sentindo a força daquelas coxas, enquanto gozávamos juntos em uma explosão de prazer que pareceu paralisar o tempo. O orgasmo dela foi violento, ela gritava meu nome enquanto as paredes do intestino a apertavam em espasmos frenéticos, e eu descarreguei tudo dentro dela, sentindo cada centímetro do meu corpo vibrar com a intensidade daquele momento.

Ficamos ali, jogados na cama, com a respiração pesada e o suor colando nossos corpos. O silêncio que se seguiu não era mais de medo ou incerteza, mas de uma cumplicidade absoluta. Bruna se virou para mim, os olhos ainda nublados pelo prazer, e sorriu — um sorriso que carregava a libertação de anos de segredos.

— Eu nunca... nunca tinha me sentido tão aceita — ela sussurrou, a voz rouca.

Eu a puxei para perto, beijando sua testa e sentindo o cheiro de sexo e perfume que emanava dela. Naquele momento, qualquer dúvida sobre a anatomia dela era irrelevante; a química entre nós era a única verdade palpável.

Mas o desejo, quando é alimentado por tanta repressão, não se sacia com apenas um round.

Enquanto eu a acariciava, meus dedos desceram naturalmente para onde a surpresa da tarde residia. Bruna soltou um gemido baixo, um som gutural que me deixou excitado instantaneamente. Eu comecei a massagear o membro dela, sentindo-o pulsar sob meu toque, e vi a expressão de Bruna mudar para algo quase animalesco. Ela não queria apenas ser possuída; ela queria me dominar também.

— Daniel... — ela disse, a voz agora carregada de malícia. — Deita de costas. Agora.

Eu obedeci, hipnotizado. Bruna se posicionou sobre mim, as coxas grossas prendendo meus braços contra o colchão. Ela era imensa ali, com aquele cabelo negro caindo como uma cortina ao redor de nossos rostos. Ela começou a se esfregar em mim, o pau dela deslizando contra a minha barriga, enquanto ela me dava beijos vorazes no pescoço.

Ela desceu lentamente, usando a língua para mapear meu abdômen até chegar ao meu pau, que já estava ereto novamente, implorando por atenção. Bruna não hesitou. Ela envolveu meu membro com a boca, mas desta vez, ela usou a mão para guiar o próprio pênis contra a base do meu, criando um atrito duplo que me fez arquear as costas.

A sensação era surreal. A combinação da sucção deliciosa da boca dela com a pressão do corpo dela contra o meu criouva uma sinestesia de prazer. Eu sentia o calor dela, a força de seus músculos e a entrega total.
— Eu quero sentir você em mim de novo — ela implorou, subindo no meu corpo, posicionando-se para a cavalgada.

Desta vez, ela assumiu o controle. Bruna sentou sobre mim, guiando-me para dentro dela com um gemido longo e profundo. Ela começou a subir e descer, ritmando cada estocada com a batida do meu coração. O impacto de seus seios balançando, a visão daquelas coxas apertando meus quadris e a expressão de êxtase no rosto dela me levaram ao limite rapidamente.

Nós não éramos apenas dois estudantes de faculdade naquele quarto; éramos dois instintos puramente carnais, explorando cada centímetro um do outro sem julgamentos, apenas com a fome de quem finalmente encontrou a peça que faltava no quebra-cabeça.

Quando o segundo clímax nos atingiu, foi como se o mundo lá fora deixasse de existir. Gozamos juntos, em um ritmo sincronizado, transformando a cama em um campo de batalha de suor, gemidos e a descoberta de que a luxúria, quando real, não conhece regras, apenas a pele.

Aquelas primeiras semanas após aquele encontro foram como viver em um estado de transe. A faculdade tornou-se apenas um pano de fundo; o verdadeiro curso que cursávamos acontecia entre quatro paredes, experimentando cada ângulo, cada fantasia e cada maneira de nos fundirmos. A descoberta mútua era viciante. Eu descobri que Bruna tinha uma fome insaciável, e ela descobriu que eu era capaz de adorá-la em todas as suas formas.

O que começou como uma explosão de luxúria transformou-se em algo mais profundo. A cumplicidade que nascia do sexo — daquela entrega total e sem tabus — criou um vínculo que nenhum casal "comum" conseguia replicar. Nós tínhamos atravessado a barreira do medo e do preconceito juntos, e isso nos tornou inseparáveis.

Com o tempo, a vida nos levou por caminhos diferentes do que havíamos planejado. Terminamos a faculdade, enfrentamos os primeiros desafios do mercado de trabalho e, gradualmente, percebemos que não conseguíamos imaginar um futuro onde não acordássemos com o cheiro um do outro. Decidimos que precisávamos de um novo começo, um lugar onde pudéssemos construir nosso ninho longe das expectativas da família e dos olhares curiosos da antiga cidade.
Nós mudamos de cidade e até hoje vivemos juntos. Com muito amor, carinho e cumplicidade.

Mas, se você perguntasse a qualquer vizinho sobre nós, eles diriam que somos apenas um casal apaixonado e discreto. Eles não fazem ideia de que, por trás da porta do nosso quarto, a luxúria continua tão visceral quanto naquele primeiro dia. A idade trouxe maturidade, mas não apagou o fogo; pelo contrário, ela o transformou em uma chama constante.

Ainda hoje, Bruna mantém aqueles cabelos negros longos que eu amo enrolar nos dedos enquanto a possuo. E eu ainda mantenho a mesma fome de explorar cada centímetro de sua pele alva. Nossa rotina é pontuada por preliminares que começam no café da manhã e terminam em maratonas de prazer que duram horas.

O sexo anal continua sendo nosso território sagrado, onde a entrega é total. Eu adoro a sensação de sentir a força de suas coxas me apertando enquanto a faço gemer meu nome, lembrando-me de que ela é, e sempre será, a mulher mais gostosa que já conheci. E ela, com aquele olhar safado, ainda me domina, lembrando-me de que o desejo não tem regras, apenas a verdade da pele.

Vivemos em uma sintonia rara. A aceitação total que tivemos desde o início nos permitiu criar uma vida sexual sem limites. Não há "certo" ou "errado", há apenas o que nos dá prazer. Seja em posições acrobáticas que testam nossa resistência ou em momentos de ternura onde apenas nos tocamos com calma, nossa conexão é elétrica.

Olho para ela agora, descansando ao meu lado após mais uma tarde de entrega absoluta, e sinto a mesma eletricidade de anos atrás. O mundo pode ser complexo, mas entre nós, tudo é simples: somos dois seres que se descobriram na luxúria e se encontraram no amor. E, enquanto houver pele para tocar e desejo para saciar, saberemos que aquela tarde na faculdade foi o início da melhor jornada de nossas vidas.

Foto 1 do Conto erotico: Minha feminina namorada Transexual

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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Minha feminina namorada Transexual

Codigo do conto:
270111

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
18/08/2026

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