Sexo delicioso com vizinho



O Gozo do Vizinho: Entre Vidros e Luxúria

— Você não faz ideia do quanto eu imaginei esse teu rabo ontem à noite.

Essas foram as primeiras palavras dele. Não houve "bom dia", nem "prazer em conhecer". Apenas a urgência de um homem que tinha passado horas consumido pela imagem de uma mulher nua dançando atrás de um vidro.

Eu me mudei para este apartamento buscando luz e espaço, mas o que encontrei foi um voyeurismo mútuo que me deixou encharcada desde a primeira noite. O hábito de andar semi nua, que herdei da minha antiga casa térrea, tornou-se minha maior arma. Naquela noite, enquanto eu passava o hidratante, sentindo cada centímetro da minha pele deslizar, eu sabia que ele estava lá. Vi o volume do seu mastro, a mão dele trabalhando frenética, e o momento exato em que ele gozou olhando para mim.

No dia seguinte, quando a campainha tocou, eu estava apenas de roupão. Ao abrir a porta e dar de cara com aquele moreno, sem camisa, com as veias dos braços saltadas e aquele volume obsceno no moletom azul marinho, meu corpo reagiu instantaneamente.

— Eu precisava te conhecer — ele rosnou, a voz grave vibrando no meu peito.

Não respondi com palavras. Puxei-o para dentro e selei nossos lábios num beijo de língua voraz, desesperado, como se quisssemos devorar a alma um do outro. As mãos dele, grandes e possessivas, apertaram minha bunda com força, enquanto a outra mão abria meu roupão com uma urgência violenta. As roupas foram abandonadas no corredor, rastro de um desejo que não podia esperar.

Ele me guiou até a cama, mas antes de me deitar, me fez sentar na beira. Ele libertou aquele pau delicioso, rígido e latejante. Ele não foi direto ao ponto; ele provocou. Passou a cabeça do membro pelo meu rosto, roçando meus lábios, procurando minha língua. Eu não aguentei. Abocanhei aquele caralho com vontade, sentindo o gosto dele, lambendo cada veia, das bolas até a glande. Ele segurou meus cabelos com firmeza, ditando o ritmo do vai e vem, soltando gemidos baixos enquanto eu me entregava ao prazer de sugá-lo completamente.

— Puta que pariu, que boca deliciosa... — ele sussurrou, a respiração pesada.

Antes que ele gozasse na minha boca, ele me empurrou contra os lençóis. Ele desceu com luxúria, devorando minhas mamas com espanholadas profundas, sugando meus bicos até eu arquear as costas. A língua dele desceu pelo meu ventre, explorando cada dobra, até encontrar meu clitóris. Ele me lambeu com movimentos circulares, precisos, enquanto um dedo penetrava minha boceta encharcada.
— Porra, você está fervendo, vizinha! — ele exclamou, enquanto a língua dele descia ainda mais, explorando a entrada do meu cuzinho com lambidelas atrevidas que me fizeram tremer inteira.

O desejo atingiu o ápice. Nos posicionamos num 69 luxurioso, línguas e genitálias se encontrando num caos de prazer. Eu chupava aquele pau com vontade, enquanto ele me devorava por baixo. Quando não aguentávamos mais a tortura do oral, ele me puxou, deu um tapa sonoro na minha bunda e me virou de quatro.

— Mete gostoso! Enfia tudo dentro de mim... Não me tortura, caralho! Quero sentir esse pau delicioso agora! — eu gritava, sentindo a cabeça do membro roçar minha xaninha.

Ele não esperou mais. Entrou com um golpe seco e profundo.
— Vou te foder com vontade, sua safada!

Ele metia firme, alternando a velocidade, cada estocada fazendo minha bunda vibrar contra as coxas dele. Em um movimento brusco, ele me virou de frente, abriu minhas pernas ao máximo e me beijou com fúria, nossas línguas se enrolando num desespero animal. Ele segurava meus seios, apertando-os enquanto acelerava o ritmo.

— Goza pra mim! Goza agora! — ele pedia, a voz rouca.

Meu orgasmo veio como uma explosão, um gemido intenso que ecoou pelas paredes do quarto, reverberando no vazio do apartamento. Eu senti as paredes da minha vagina contraírem violentamente ao redor dele, apertando seu membro em ondas espasmódicas de prazer. O impacto do meu orgasmo pareceu ser o gatilho final para ele; ele soltou um rosnado gutural, enterrando-se o máximo possível, quase encostando os testículos no meu colo, e descarregou tudo dentro de mim.

Senti cada jato de seu gozo quente preencher meu interior, uma sensação de plenitude deliciosa que me deixou zonza. Ele não saiu imediatamente. Ficou ali, pesado sobre mim, com a respiração descompassada, enquanto nossos corações batiam no mesmo ritmo frenético, como se tentassem fundir-se em um só.

Lentamente, ele se afastou, deixando um rastro de luxúria deslizar pelas minhas coxas. Ele me olhou com uma possessividade que me arrepiou a espinha. Sem dizer nada, ele me pegou no colo, me carregou como se eu não pesasse nada e me levou de volta para onde tudo começou: a janela.

Ele me encostou no vidro frio, criando um contraste violento com o calor do meu corpo suado.

— Olha para fora — ele sussurrou no meu ouvido, a voz ainda rouca. — Imagina que qualquer um possa nos ver agora. Imagina que eles saibam exatamente o que eu acabei de fazer com você.

O pensamento me deixou molhada instantaneamente. Ele me virou de costas para a rua, me forçando a apoiar as mãos no vidro, expondo minha bunda para a cidade, para a luz do dia, para o risco. Ele deslizou a mão por baixo do meu rabo, sentindo o excesso de lubrificação e sêmen que escorria por mim.

— Você é minha agora, vizinha. Não importa quem esteja olhando.

Ele não se deu por satisfeito com apenas um round. O volume do seu mastro, que eu imaginei por tantas noites, estava rígido novamente, pulsando contra a minha pele. Ele me puxou pelos cabelos, forçando meu rosto contra o vidro, e entrou em mim por trás com um golpe seco, sem aviso.

— Ah! — eu gritei, a voz abafada pelo vidro, enquanto sentia a frieza da janela no meu rosto e o fogo do seu pau rasgando meu centro.

O ritmo era diferente agora: era mais lento, mais torturante. Ele deslizava por inteiro, saindo quase completamente para depois entrar com tudo, fazendo o vidro vibrar com o impacto de nossos corpos. Eu via, pelo reflexo do vidro, a imagem degradante e perfeita de nós dois: a mulher nua, entregue, e o homem dominando-a com uma fome insaciável.

— Você gostou de ser observada, não foi? — ele perguntou, dando um tapa forte na minha nádega que deixou a marca de sua mão. — Agora você sabe que eu vejo tudo. Cada centímetro. Cada movimento.

Eu não conseguia formular frases, apenas gemidos desconexos. Eu queria que ele me fodesse até que eu esquecesse meu próprio nome. Ele acelerou a cadência, as estocadas tornando-se brutais, transformando o quarto em um campo de batalha de suor e desejo. Quando chegamos ao ápice juntos pela segunda vez, ele me prensou contra o vidro com tanta força que achei que o vidro quebraria.

Gozamos em uníssono, um choque elétrico que percorreu cada nervo do meu corpo.

Minutos depois, ainda ofegantes, ele se afastou e começou a vestir o moletom. Ele parou na porta, me olhando de cima a baixo, com um sorriso predatório nos lábios.

— Amanhã, nesse mesmo horário, eu quero que você esteja esperando por mim. E da próxima vez... — ele fez uma pausa, me deixando ansiosa — ... a janela vai estar aberta.
No dia seguinte, a tensão era quase palpável. Eu não consegui trabalhar; passei a manhã inteira sentindo o eco do impacto dele no meu corpo, a sensação do sêmen secando em minha pele e a memória daquele olhar predatório. Quando o relógio marcou a hora combinada, eu não estava apenas esperando; eu estava em transe.

Eu não usei roupa nenhuma. Apenas me posicionei diante da janela, as mãos espalmadas no vidro, sentindo a brisa leve que entrava pela fresta aberta, exatamente como ele pediu. Quando ouvi a porta abrir, meu coração disparou.

Ele entrou sem dizer uma palavra. O silêncio era carregado de luxúria. Ele caminhou até mim, seus passos pesados ecoando no piso, e parou logo atrás. Senti o calor do seu corpo emanando, mas ele não me tocou de imediato. Ele apenas respirou fundo o meu cheiro, a respiração quente batendo na minha nuca.

— Você é mais gostosa do que eu imaginei no escuro do meu quarto — ele rosnou.

Ele me agarrou pela cintura, me puxando com força contra ele, e começou a explorar meu corpo com uma fome renovada. Suas mãos, grandes e firmes, apertavam meus seios, enquanto sua língua traçava um caminho úmido e voraz do meu pescoço até o meu ventre.

Ele me virou de costas novamente, mas desta vez, ele se ajoelhou. A humilhação deliciosa de estar exposta, com a janela aberta para o mundo, me deixou em chamas. Ele começou a me lamber. Primeiro, o clitóris, com lambidelas rápidas e precisas que me faziam arquear as costas e soltar gemidos agudos. Depois, ele desceu. Sua língua, experiente e ousada, encontrou a entrada do meu cuzinho. Ele começou a lamber meu rabo com vontade, explorando cada dobra, sugando a pele sensível com pequenas chupadas que me faziam estremecer inteira.

— Porra... que cheiro... que gosto... — ele sussurrava entre as lambidas, enquanto seus dedos já preparavam o terreno, massageando a entrada do meu esfíncter com lubrificante e a própria saliva.

Eu não aguentava mais. O desejo era visceral.
— Mete, por favor! Enfia tudo em mim! No cuzinho, na buceta... eu quero sentir tudo!

Ele se levantou com um sorriso malicioso. Sem aviso, ele posicionou o mastro rígido na entrada do meu rabo. Com um movimento único e poderoso, ele penetrou profundamente.

— AH! — o grito escapou own vontade.

A sensação era avassaladora. O preenchimento total, a pressão intensa do seu pau dilatando meu cuzinho, me deixou sem fôlego. Ele não parou para eu me acostumar; ele começou um mete e tira constante, frenético, visceral. O impacto da sua pelve contra a minha bunda produzia um som ritmado e obsceno que preenchia o apartamento.

Ele alternava a posição com uma agilidade animal. Em um movimento brusco, ele me puxou para frente, me jogando sobre a mesa de vidro, e mergulhou own pau na minha bucetinha, que já estava ensopada. Era um ritmo alucinante: ele entrava fundo no meu rabo, saía completamente, e no segundo seguinte já estava enterrado na minha xaninha. Esse jogo de "troca" me levava ao delírio.

— Olha pra você... toda aberta pra mim... — ele gemia, enquanto acelerava o ritmo.

O sexo anal profundo e intenso me levava ao limite da sanidade. Cada estocada no cuzinho parecia tocar meu útero, irradiando ondas de prazer que se misturavam com a fricção deliciosa na buceta. Era um caos de fluidos, suor e gemidos.

A tensão subiu como uma maré. Ele segurou meus quadris com tanta força que deixaria marcas, e começou a dar as últimas estocadas, profundas, violentas, sem deixar espaço para nem um milímetro de ar entre nós.

— Vou gozar... vou gozar tudo dentro de você! — ele gritou.

Ele enterrou o pau no meu rabo com a força de quem queria me possuir por completo. No momento exato em que ele descarregou a primeira gozada intensa, eu senti meu clitóris explodir em um orgasmo devastador. O prazer era tão agudo que meus músculos travaram, apertando o membro dele em espasmos.
violentos que quase o arrancaram de mim. Ele soltou um urro animal, o corpo todo tensionando enquanto disparava jatos quentes e profundos nas paredes do meu reto, preenchendo-me com uma intensidade que me fez perder a consciência por alguns segundos.

Ficamos ali, colados, dois animais exaustos, enquanto a respiração pesada era o único som no quarto. O cheiro de sexo, suor e luxúria impregnava o ar. Lentamente, ele retirou o membro, e eu senti o líquido quente escorrer, deslizando por minhas coxas enquanto eu tentava recuperar o fôlego, ainda trêmula.

Ele não se afastou completamente. Ele se posicionou atrás de mim, abraçando-me por trás enquanto eu ainda me recuperava, as mãos grandes possessivas apertando meus seios. Ele beijou meu ombro, deixando uma marca vermelha, um selo de propriedade.

— Você não tem noção do que você faz comigo, vizinha — ele sussurrou, a voz agora baixa, quase um ronrono perigoso. — Eu passo o dia inteiro pensando em como você fica com a minha cara enterrada nessa tua bunda.

Ele me soltou e caminhou até a janela aberta. Parou ali, olhando para a rua, depois voltou o olhar para mim, que ainda estava jogada sobre a mesa, completamente entregue.

— Sabe o que é o mais excitante disso tudo? — ele perguntou, com um brilho malicioso nos olhos. — Que a gente mal começou.

Ele tirou do bolso do moletom um pequeno objeto: um plug de metal, pesado e frio. Meu coração disparou. Ele caminhou calmamente até mim, o som dos passos ecoando no silêncio.

— Agora, você vai guardar um pouco de mim com você o resto do dia — ele disse, enquanto deslizava o plug com precisão e força para dentro do meu cuzinho, preenchendo o espaço que acabara de esvaziar. — Quero que você sinta esse peso toda vez que der um passo. Quero que você lembre, a cada segundo, que você foi possuída por mim hoje.

Ele me deu um beijo casto na testa, um contraste irônico com a brutalidade de minutos atrás, e caminhou em direção à porta.

— Não tire isso até eu voltar. Vou te mandar uma mensagem avisando a hora. Se eu chegar e você tiver tirado... a punição vai ser longa.

A porta bateu. O silêncio retornou, mas o apartamento não estava mais vazio. Eu podia senti-lo ali, dentro de mim, o metal frio contrastando com o calor do meu corpo. Caminhei até o espelho, nua, marcada por seus dedos e pelo seu gozo, e sorri.

Eu era a dona daquela casa, mas, entre aquelas paredes, eu pertencia completamente ao vizinho. E a expectativa pelo próximo encontro já estava me deixando encharcada novamente.

Foto 1 do Conto erotico: Sexo delicioso com vizinho

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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Sexo delicioso com vizinho

Codigo do conto:
270332

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
20/08/2026

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