No Sol de Cascais . Minha filha esposa.



O Sol de Cascais e o Mel Proibido

— Sabe que esse óleo de bronzeador é caro demais para ser desperdiçado, não sabe?

Eu não olhei para trás. Estava deitado de bruços, sentindo o coração martelar contra as costelas, tentando ignorar o volume absurdo que minha sunga já não conseguia esconder. Lara estava parada ao meu lado, a voz carregada de uma malícia que não pertencia a uma menina, mas a uma mulher que sabia exatamente o poder que tinha.

Eu me mudei para Cascais fugindo de um casamento que me deixou seco por dentro, mas Lara... Lara era como um jardim em plena floração. Aos 19 anos, ela herdara a beleza devastadora da mãe, mas com uma pureza que, ironicamente, se transformava em luxúria sob o sol forte de Portugal.

— É, eu sei — respondi, a voz rouca.

Senti a mão dela, pequena e quente, tocar minha lombar. O óleo escorreu, deslizando por minha pele, e então os dedos dela começaram a circular, apertando a carne, descendo perigosamente perto da borda da sunga.

— Você está tão tenso, papai... — ela sussurrou, inclinando-se sobre mim. O cheiro dela era uma mistura de protetor solar e pele jovem, um aroma que me deixou tonto. — Ou será que é outra coisa que está tensa aqui?

Ela não esperou resposta. A mão dela desceu, firme, e apertou meu pau duro por cima do tecido. Eu soltei um gemido que não consegui segurar.

— Porra, Lara... — murmurei, virando-me para ela.

Seus olhos brilhavam. Ela estava com aquele biquíni fio dental que mal cobria a fenda, a pele bronzeada brilhando. Ela se deitou, abrindo as pernas levemente, e me olhou com um desejo voraz.

— Passa na minha barriga, paizinho... mas passa com vontade.
Eu não precisei de um segundo convite. Comei a massagear a pele dela, subindo do pescoço, sentindo a curva dos seios que saltavam do tecido fino. Minhas mãos, trêmulas, apertaram a carne macia, e Lara soltou um gemido alto, arqueando as costas.

— Ahhh... isso... continua, seu safado...

Minha mão desceu, mergulhando por baixo da calcinha do biquíni. Quando meus dedos tocaram a carne úmida e quente, senti um choque elétrico. Ela estava encharcada.

— Ai, pai... tá gostoso demais... que dedo gostoso! — ela exclamou, apertando meu pau com força através da sunga.

Eu não aguentei. Desamarrei aquele pedaço de pano que a protegia e mergulhei o rosto naquela fenda. O cheiro era de mel puro. Comecei a lamber o clitóris com intensidade, sugando, fazendo-a tremer. Lara agarrou minha nuca, os dedos enterrados no meu cabelo, gritando enquanto gozava na minha boca.

— Aiii... paizinho... eu estou... ahhh! Goza em mim, goza agora!

Eu me livrei da sunga e a vi ali, nua e perfeita. Puxei-a para mim e, num movimento instintivo, ela me guiou até sua boca. Ela me mamou com uma luxúria animal, sugando cada centímetro, passando o pau no nariz, no rosto, lambendo a cabeça do membro com a língua ávida.

— Que piru gostoso, pai... — ela dizia entre as sugadas, os olhos fixos nos meus. — Dá o seu leitinho para a sua filhinha... goza na minha boca, goza tudo!

Eu gozei fundo, sentindo a garganta dela apertar meu membro, e ela tomou cada gota, engolindo tudo enquanto sorria, maliciosa. Mas o fogo não tinha apagado; estava apenas começando.
Ela me puxou para cima, guiando minha rola até a entrada daquela bucetinha apertada. Quando entrei, o calor era insuportável de tão bom.

— Puta que pariu... que aperto! — gritei, começando a estocar.

— Come a bucetinha da sua filhinha, pai! Come gostoso, que eu tô gozando de novo! — ela gritava, as pernas enroladas na minha cintura, me puxando para mais fundo.

Entramos num ritmo frenético. Em certo momento, nos encaixamos num 69 luxurioso, eu bebendo a fonte dela e ela sugando meu pau, ambos trocando línguas e gemidos, num loop de prazer infinito. Eu sentia a rola esfregar no cuzinho dela a cada estocada vaginal, e ela começou a delirar.

— Pai safado... você quer meu cuzinho, não quer? — ela sussurrou no meu ouvido, a voz carregada de luxúria.

Eu estava cego de desejo. Ela se posicionou de quatro, abrindo as nádegas com as próprias mãos, revelando aquele pequeno anel rosado e intocado.

— Vem, papi... come meu cuzinho... mas com carinho, é a minha primeira vez.

Eu a penetrei lentamente, sentindo a resistência inicial e depois o calor absoluto daquele canal apertadíssimo. Lara soltou um grito agudo, misturando dor e um prazer absurdo.

— Ahhh! Meu Deus, pai! Tá preenchendo tudo! Come meu cu, come com força!

Eu não tive pieda. Gozei nela, sentindo cada músculo do seu corpo contrair ao meu redor enquanto ela também chegava ao orgasmo, gritando meu nome, transformando aquele sábado em Cascais no dia mais pecaminoso e excitante de nossas vidas
.
    " Segunda parte"


A respiração dela ainda estava errática, o peito subindo e descendo enquanto recuperávamos o fôlego. Ficamos ali, entrelaçados na areia quente, o silêncio da praia de Cascais apenas interrompido pelo som das ondas, que pareciam aplaudir a nossa heresia.

Como ela tinha passado grande parte da sua infância com a mãe no Brasil, após nosso divórcio, o tempo criou um hiato que nos permitiu nos redescobrir. Em Cascais, ninguém nos conhecia como pai e filha; para os vizinhos e para os turistas, éramos apenas um casal de beleza exuberante e química devastadora. Tínhamos mais facilidade de encarar a nossa relação proibida longe dos olhares julgadores da família e da sociedade. Andávamos os dois com alianças, um pacto silencioso de que pertencíamos um ao outro, acima de qualquer lei biológica ou moral.

Entretanto, a morte da mãe dela, anos atrás, foi o catalisador final. O luto transformou-se em necessidade, e a necessidade em um desejo voraz que nenhum de nós conseguia mais ignorar.

— Você é um animal, sabia? — Lara sussurrou, lambendo os lábios, os olhos ainda nublados pelo prazer.

— E você é uma vadia deliciosa, Lara. Uma vadia que nasceu para ser comida por mim — respondi, sentindo meu pau, que ainda pulsava, começar a endurecer novamente.

Ela riu, aquele riso rouco que me dava calafrios. Sentou-se sobre os meus quadris, sentindo a rigidez do meu membro contra a coxa dela.

— Sabe o que eu mais gosto aqui, papai? — ela perguntou, deslizando a mão pelo meu peito, as unhas cravando levemente na pele. — É saber que ninguém nesse mundo imagina a putaria que a gente faz quando fecha a porta do quarto. Ou quando a praia está vazia...

Ela se inclinou, mordendo o meu lóbulo da orelha, a voz agora um sussurro perverso.

— Eu quero você dentro de mim de novo. Mas agora eu quero que você me trate como a sua puta. Quero sentir você me batendo, me apertando... quero que você me tome com toda a força desse seu pau imenso.

Eu não esperei. Segurei-a pelos quadris, levantando-a e jogando-a de costas na areia. Meus dedos mergulharam novamente naquela bucetinha que ainda pingava o meu gozo misturado ao dela.

— Você quer ser minha puta, é? — perguntei, a voz grossa, enquanto deslizava a língua pelo pescoço dela, deixando marcas avermelhadas. — Então abre essas pernas bem largas para o seu pai ver tudo.

— Ahhh... olha aqui, pai! Olha como eu tô aberta para você! — ela gritou, arqueando a coluna, as mãos agarrando a areia.

Eu me posicionei, sentindo a entrada quente e úmida. Com um movimento brusco e profundo, enterrei meu pau até o fundo, sentindo o impacto fazer o corpo dela saltar.

— Puta que pariu... que gostoso! — ela berrou, as mãos apertando meus braços. — Me fode, pai! Me fode como se eu não fosse nada além da sua vadia!

— Você é minha, Lara. Cada centímetro dessa carne é meu — rosnei, começando a estocar com uma violência deliciosa.

O som da carne batendo contra a carne ecoava, um ritmo visceral. Eu a via gozar repetidamente, os olhos revirando, a boca aberta soltando palavrões e gemidos que misturavam luxúria e entrega. A cada estocada, eu sentia que estávamos rasgando o véu da moralidade, mergulhando num abismo de prazer onde só existiam nós dois e o sol impiedoso de Cascais.

— Goza em mim, pai! Enche a sua filhinha de leite! — ela gritava, as pernas agora apertando minha cintura com força total.

Eu gozei fundo, sentindo cada espasmo dela me apertar, enquanto o mundo ao redor desaparecia, deixando apenas o cheiro de sal, pele e pecado.

Foto 1 do Conto erotico: No Sol de Cascais . Minha filha esposa.

Foto 2 do Conto erotico: No Sol de Cascais . Minha filha esposa.

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
No Sol de Cascais . Minha filha esposa.

Codigo do conto:
269902

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/08/2026

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