— Se você continuar me olhando desse jeito, moleque, eu vou acabar te dando um tapa na cara ou um beijo na boca.
Eu não sabia que aquela frase da Valéria seria o gatilho para a melhor tarde da minha vida. Naquele momento, eu estava no limite. Vinte dias sem tocar no meu pau, acumulando uma vontade visceral de foder que me deixava tonto. Meus pais tinham saído, e a casa estava aquele silêncio ensurdecedor, interrompido apenas pelo som do pano de prato dela batendo na bancada da cozinha.
A Valéria não era a "mina perfeita" dos meus sonhos de escola. Ela tinha 50 anos, era baixinha, morena, com aquele corpo de mulher madura — peitos fartos, quadris largos e uma bunda que parecia querer saltar do uniforme de empregada. Mas, naquele estado de abstinência, ela parecia a mulher mais gostosa do mundo.
Eu não aguentei. Caminhei até ela e a agarrei por trás, sentindo a maciez daquela bunda enorme contra a minha ereção que já rasgava a calça. Dei um beijo úmido e quente no seu pescoço, sentindo o cheiro de sabonete e pele.
— Para com isso, moleque! Ficou maluco? — ela reclamou, mas não se soltou.
— Tô louco de tesão, Valéria. E você é a única que pode me salvar agora — sussurrei, mordendo a orelha dela.
— Eu sou casada, garoto! Tenho idade pra ser sua mãe...
Eu não deixei ela terminar. A virei de frente com força e a prendi contra a parede, atacando a boca dela com um beijo faminto, de língua, explorando cada canto daquela boca madura. Minhas mãos desceram direto para os peitos dela, apertando aquelas mamas pesadas através do tecido. Ela soltou um gemido baixo, e a resistência dela derreteu.
— Você é um safado... — ela arfou, me olhando com luxúria. — Já que me atiçou, agora vou te mostrar como uma mulher de verdade faz.
Ela me empurrou para a cadeira da mesa de jantar. Com um olhar malicioso, ela se ajoelhou entre as minhas pernas e puxou meu pau para fora da cueca. Ele saltou, latejando de vontade. Valéria não perdeu tempo: abriu a boca e engoliu quase tudo, começando um boquete delicioso, lento, sugando a cabeça do meu pau com uma vontade que me fez arquear as costas.
— Puta que pariu, Valéria... que boca gostosa! — eu gemia, enquanto ela olhava para cima, fazendo aquele movimento de sucção que me deixou louco.
Ela parou o sexo oral por um momento, tirou a blusa e revelou aqueles peitos imensos e moles. Eu agarrei as mamas dela, apertando com força enquanto ela se levantava e tirava a calça e a calcinha, revelando uma bucetinha bem molhadinha.
— Olha como eu tô pra você, seu putinho... — ela provocou.
Nós nos entregamos ao desejo ali mesmo, em um 69 frenético e luxurioso. Eu lambia o clitóris dela com vontade, sentindo o gosto do seu desejo, enquanto ela trabalhava o meu pau com a língua e a garganta. A luxúria tomou conta da cozinha. Ela virou de costas, apoiou as mãos na mesa e quicou com força na minha pica, fazendo aquele som de carne batendo com carne.
— Caralho, que bunda deliciosa! — eu gritava, dando tapas estalados na bunda dela e apertando as mamas que balançavam enquanto ela quicava.
— Fazia três semanas que eu não fodia... e meu marido é um lixo que não dura dez minutos! — ela gemia, virando o rosto para me beijar enquanto continuava a sentar com vontade. — Me fode, Rafael! Me fode com esse pau novo!
Eu a peguei no colo e a levei para o quarto. A luxúria não dava trégua. Assim que chegamos na cama, ela se jogou de quatro, empinando aquele rabo enorme e piscando o cuzinho para mim. Eu senti meu coração disparar. Comecei a lamber tudo: a buceta, o períneo e, finalmente, o cu.
— Quer que eu foda o seu cu, Valéria? — perguntei, com a voz rouca, enquanto minha língua explorava cada dobra daquela região proibida.
Ela soltou um grito abafado no travesseiro, arqueando as costas e apertando os lençóis com as mãos.
— Sim! Por favor, Rafael! Enfia esse pau todo dentro de mim, me rasga, seu safado! — ela implorou, a voz carregada de uma urgência que me deixou cego de tesão.
Não precisei de mais convites. Posicionei a cabeça do meu pau bem na entrada daquele anel apertadíssimo e, com um impulso firme e lento, comecei a entrar. Ela soltou um gemido agudo, uma mistura de choque e prazer visceral, enquanto eu sentia a pressão deliciosa do cu dela abraçando cada milímetro da minha pica. Era um aperto surreal, mil vezes mais intenso que qualquer coisa que eu já tivesse sentido.
— Puta que pariu... que aperto... — eu rosnei, enterrando-me completamente nela.
Fiquei parado por alguns segundos, sentindo a pulsação dela contra mim, antes de começar a estocar. Primeiro devagar, sentindo ela se acostumar, e depois com toda a força que eu tinha acumulado naqueles vinte dias de abstinência. A cada estocada, o som do impacto da minha pelve contra a bunda dela ecoava pelo quarto, um ritmo animal, bruto.
Valéria estava em êxtase. Ela jogava a cabeça para trás, soltando gemidos altos, sem se importar se alguém pudesse ouvir. Eu segurei a cintura dela com força, cravando os dedos na carne macia dos quadris, e comecei a foder com violência, buscando o fundo dela.
— Isso! Assim! Me fode como se eu fosse a sua puta! — ela gritava, a voz embargada.
O prazer estava acumulando, subindo como uma onda elétrica. Eu sentia que estava prestes a explodir. Mudei a posição rapidamente, puxando-a para que ficássemos frente a frente, as pernas dela enroladas na minha cintura. Olhei nos olhos dela — olhos que brilhavam com a luxúria de quem finalmente estava sendo possuída por alguém com vigor.
Eu a fodi naquela posição, sentindo os peitos dela balançando e batendo contra o meu peito a cada investida. O suor misturava nossos corpos, o cheiro de sexo preenchendo o quarto. Quando senti que não aguentava mais, dei três estocadas profundas e violentas, enterrando o pau até onde dava.
— Eu vou gozar! Valéria, eu vou gozar tudo dentro de você! — gritei.
— Goza! Goza tudo, meu amor! Enche a velha aqui de porra! — ela berrou, apertando minhas costas com as unhas.
Eu dei o último impulso e senti meu corpo tremer enquanto jorrava jatos quentes e abundantes dentro dela. Foi uma explosão visceral, que me deixou sem fôlego, sentindo o aperto do corpo dela sugando cada gota do meu gozo.
Ficamos ali, ofegantes, colados um ao outro, o silêncio voltando a reinar na casa, mas agora carregado com a eletricidade do que tínhamos acabado de fazer. Valéria sorriu, ainda recuperando o fôlego, e me deu um beijo lento, com gosto de pecado.
— Você é um perigo, Rafael... — ela sussurrou, enquanto se afastava devagar, deixando um rastro de lubrificação e gozo escorrendo pelas coxas. — Mas se quiser repetir, sabe onde a "velha" estará te esperando na cozinha.




