"Não sei se é a fome de fome ou a fome de você, mas eu não aguento mais olhar para esse vestido sem querer rasgar ele no meio", murmurou Ricardo, a voz rouca, quase um rosnado, enquanto me prensava contra a parede do corredor.
Eu senti o volume rígido do pau dele pressionando a minha coxa, e aquele calor me fez molhar a calcinha instantaneamente. Eu, Marlene, aos 40 anos, com curvas que eu sabia que eram hipnotizantes, estava finalmente parando de fingir que não notava o desejo faminto do meu filho.
— Você é muito abusado, Ricardo... — sussurrei, sentindo a língua dele traçar a linha do meu pescoço, subindo para a orelha. — Quem te deu permissão para falar assim com a sua mãe?
— A sua buceta está gritando por mim, Marlene. Eu sinto o cheiro do seu gozo daqui.
Ele não esperou resposta. Atacou minha boca com um beijo de língua profundo, voraz, como se quisesse sugar minha alma. As mãos dele, grandes e firmes, desceram para os meus seios, apertando-os por cima do tecido floral do vestido, sentindo as tetas já duras e erectas. Eu soltei um gemido abafado, sentindo o mundo girar.
Levamos aquilo para o quarto, num ritmo frenético. No momento em que as roupas caíram, eu vi: aquele pau era uma obra de arte. Grosso, pulsante, com veias marcadas que prometiam um preenchimento absoluto.
— Olha para isso, filho... que coisa maravilhosa você tem — suspirei, ajoelhando-me diante dele.
Comecei a lamber a cabeça do pau dele, sentindo o gosto salgado e excitante. Fiz um 69 luxurioso, onde nossas línguas se perdiam, eu explorando cada centímetro daquele membro, e ele, com a língua habilidosa, mergulhando na minha buceta. Ele chupou meu clitóris com tanta força e precisão que eu arqueei as costas, gritando:
— Ah! Esse pau... esse pau lindo... fode a sua mãe, Ricardo! Me estupra com esse tamanho!
Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e, com um movimento firme, enfiou a cabeça do pau na minha porta molhada. Quando ele empurrou todo, eu senti meu útero ser tocado. Foi um choque de prazer.
— Você é minha, Marlene... a buceta mais deliciosa que eu já vi — ele gemia, estocando com força, fazendo a cama ranger.
O sexo vaginal foi intenso, visceral. A cada estocada, o som da carne batendo na carne ecoava. Eu gozei três vezes, sentindo o sêmen dele inundar meu interior em jatos quentes e abundantes.
Mas a casa ainda guardava a tensão da terceira peça. Sheila, minha filha, não conseguia mais ficar de fora.
No dia seguinte, o grito dela no quarto me chamou. Cheguei a tempo de ver a cena: Ricardo, de quatro, com o pau enterrado no cu da irmã. Ela chorava, mas era um choro de êxtase e dor.
— Ai, Ric! Vai devagar, caralho! Tá rasgando tudo! — gritava Sheila, com o rosto amassado no travesseiro.
— Quer que eu pare, putinha? Hein? Quer que eu tire esse pau daqui agora? — Ricardo provocou, dando uma estocada profunda que fez Sheila soltar um grito agudo.
— Não tira! Enfia tudo! Me fode nesse cu, me faz sentir cada centímetro!
Eu estava ali, de lingerie, assistindo a foda mais visceral da minha vida. A luxúria tomou conta de nós três. Ricardo, ainda duro, olhou para mim e depois para ela.
— Agora a gente vai fazer isso do jeito certo. Os três. Agora.
Ele se posicionou entre nós. Enquanto Ricardo me possuía vagamente por trás, Sheila se ajoelhou na minha frente. A cena era divina: eu sentia o pau do meu filho me rasgando por dentro, enquanto a língua da minha filha trabalhava no meu clitóris, chupando-me com uma voracidade que me fazia flutuar.
— Olha para a gente, mamãe... olha como a gente te deixa louca — sussurrou Sheila, a voz abafada contra a minha pele, enquanto a língua dela traçava círculos frenéticos no meu clitóris, sugando-me com uma precisão que me fazia perder o fôlego.
Eu estava presa em um paradoxo de prazer. Por trás, Ricardo era uma força da natureza; ele não estava apenas me fodendo, ele estava me reivindicando. Cada estocada profunda, sentindo a parede do meu útero, era acompanhada por um estalo seco de pele contra pele que ecoava no quarto. O ritmo era bruto, visceral, e a sensação de ser preenchida por ele enquanto era devorada por ela criava um curto-circuito nos meus nervos.
— Mais... por favor, mais! — eu gemia, as mãos agarrando os lençóis, os dedos cravados no tecido enquanto meu corpo tremia.
Ricardo, sentindo que eu estava no limite, mudou a posição. Com um movimento ágil, ele me girou, jogando-me de costas na cama e me puxando pelas coxas para que eu ficasse com o quadril elevado. Ele não perdeu o ritmo; deslizou para fora por um segundo apenas para mergulhar novamente, desta vez com mais força, buscando o ponto G com uma precisão cirúrgica.
— Você gosta assim, não gosta? Gosta de sentir o pau do seu filho te rasgando enquanto a sua filha te lambe como uma cadela? — ele rosnou no meu ouvido, a respiração quente e pesada.
Sheila, vendo a minha entrega, subiu o corpo, posicionando-se acima do meu peito. Ela começou a morder meus mamilos, sugando-os com força, enquanto continuava a alternar a língua entre o meu clitóris e a entrada da minha vagina, que agora transbordava o sêmen de antes e a minha própria lubrificação.
Eu estava em chamas. O contraste entre a delicadeza da língua de Sheila e a brutalidade do pau de Ricardo me levou ao ápice. Senti as paredes da minha vagina contraírem em espasmos violentos, apertando o membro dele com tudo o que eu tinha.
— Eu vou gozar! Eu vou gozar tudo! — gritei, arqueando as costas, sentindo o orgasmo começar na ponta dos dedos e explodir no centro do meu corpo.
Ricardo não recuou. Ele acelerou as estocadas, o rosto contraído pelo esforço, os músculos das costas saltando. Ele queria sentir cada contração minha.
— Goza para mim, Marlene! Goza para o seu filho! — ele comandou, dando a última estocada, a mais profunda de todas, enterrando-se completamente.
Um rugido escapou da garganta dele enquanto ele descarregava jatos quentes e abundantes dentro de mim, inundando-me com seu sêmen. Eu senti cada pulsação dele, cada gota prechendo o espaço, enquanto Sheila, em êxtase, soltava um gemido agudo e se colava ao meu corpo, tremendo junto comigo.
Ficamos ali, os três, em um silêncio pesado, apenas o som da respiração ofegante preenchendo o quarto. O cheiro de sexo e suor era inebriante. Ricardo não saiu de dentro de mim imediatamente; ele ficou ali, pulsando, sentindo a conexão visceral que agora nos unia.
Ele se afastou devagar, o pau deslizando molhado para fora de mim com um som úmido. Olhou para nós duas — eu, desfeita e satisfeita, e Sheila, com os lábios brilhando com o meu gozo.
— Agora — disse Ricardo, com um sorriso malicioso nos lábios, enquanto olhava para a porta do quarto aberta — acho que a gente precisa de um banho. E eu quero ver quem de vocês duas vai me lavar primeiro.
A atmosfera de luxúria ainda pairava no ar, densa e elétrica, quando o som da campainha ecoou pela casa. O susto nos fez saltar, mas não houve pressa em se vestir. O desejo tinha aberto uma comporta que não podia mais ser fechada. Quando abri a porta, ainda com o corpo quente e a lingerie desalinhada, dei de cara com eles: Mário e Fany.
Meus pais, aos 58 anos, exalavam uma vitalidade que beirava o pecaminoso. Meu pai tinha aquele olhar faminto que eu conhecia desde a minha juventude — aquele olhar que dizia que ele não via apenas uma filha, mas uma mulher. Minha mãe, Fany, estava radiante, com um vestido justo que mal conseguia conter os seios fartos e um sorriso malicioso nos lábios.
— Que recepção... — Mário murmurou, os olhos descendo lentamente pelo meu corpo, ignorando completamente as convenções sociais. — Você está exalando sexo, Marlene. O que aconteceu aqui dentro?
Ricardo e Sheila apareceram logo atrás de mim, nus, sem qualquer pingo de vergonha. A surpresa nos rostos de Mário e Fany durou apenas um segundo; logo, foi substituída por uma cobiça voraz. Eles não estavam horrorizados; estavam excitados.
— Ora, vejam só que família maravilhosa — Fany riu, a voz rouca, enquanto seus olhos devoravam o corpo atlético de Ricardo. — Que specimens magníficos você criou, Marlene.
O jantar foi apenas um pretexto. A tensão começou na mesa, com perguntas maliciosas e toques "acidentais". Mário deslizou a mão pela minha coxa por baixo da mesa, enquanto Fany, com um olhar atrevido, começou a lamber os lábios observando Ricardo beber vinho.
— Sabe, Marlene... — Mário sussurrou, inclinando-se para perto do meu ouvido, enquanto a mão dele já apertava minha bunda com força. — Eu sempre achei que a nossa conexão fosse especial. Mas ver você assim, com esses filhos... me faz querer provar tudo de novo.
A luxúria explodiu quando Mário se levantou e, sem aviso, puxou-me para um beijo bruto, visceral, que cheirava a vinho e desejo. Fany não perdeu tempo; ela se lançou sobre Ricardo, arrancando a camisa dele com os dentes, soltando um gemido de prazer.
— Caralho, que pau é esse, menino? — Fany exclamou, ajoelhando-se diante do neto sem hesitar, agarrando o membro pulsante de Ricardo com as duas mãos. — Vou te mostrar como a sua avó sabe tratar um homem.
A sala tornou-se um campo de batalha de carne e sêmen. Sheila, excitada ao ver a avó devorar o irmão, jogou-se sobre o avô, Mário.
— Você é um velho gostoso, vovô... me fode agora! — gritou Sheila, puxando a calça dele para baixo, revelando que Mário, apesar da idade, estava duro como uma pedra, pronto para a guerra.
A orgia tornou-se um caos organizado de prazer. Eu me vi no centro de tudo, sendo possuída por Mário por trás, enquanto meu filho, Ricardo, me beijava a boca com ferocidade, e minha mãe, Fany, chupava meu clitóris com uma técnica magistral que me fazia gritar.
— Fode a sua filha, Mário! Fode a sua menina! — eu gritava, sentindo o pau do meu pai me preenchendo completamente, enquanto eu sentia a língua da minha mãe me levando ao delírio.
— Você é minha, Marlene! Sempre foi! — Mário rugia, estocando com uma força surpreendente, fazendo meus seios balançarem enquanto Ricardo me apertava contra ele.
Sheila, meanwhile, estava entregue a Mário em outros momentos, e Fany se perdia nos abraços de Ricardo. Era um ciclo infinito de fluidos, gemidos e palavrões excitantes.
— Putas! Somos todos putas nesta casa! — Ricardo exclamou, enquanto me jogava na mesa de jantar, abrindo minhas pernas para que Mário e ele pudessem alternar quem me penetrava.
A sensação de ser preenchida por gerações diferentes, a transgressão absoluta de sangue e desejo, levou-nos a um clímax coletivo. O som da carne batendo, os gritos de "mais" e "fode com força" preenchiam cada canto da sala. Quando o orgasmo
...chegou, não foi um evento isolado, mas uma onda devastadora que nos atropelou a todos.
Mário rugiu, cravando as unhas nas minhas coxas enquanto descarregava jatos profundos dentro de mim. No mesmo instante, Ricardo, que me beijava com urgência, soltou um gemido gutural e gozou violentamente sobre o meu peito, o sêmen quente e espesso escorrendo pelos meus seios. Sheila e Fany, que se entregavam em carícias frenéticas ao lado, arquearam as costas simultaneamente, soltando gritos agudos de prazer que ecoaram pelas paredes da casa, selando aquele momento de luxúria absoluta.
O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas por respirações pesadas e o som úmido de corpos se desprendendo. Estávamos todos nós, emaranhados, cobertos por fluidos, suor e a marca indelével de um desejo que ignorava qualquer regra.
— Que porra de família... — Mário sussurrou, com a voz rouca, enquanto passava a língua pelos lábios, ainda com os olhos fixos em mim. — Nunca senti tanta vida correndo nas veias.
Fany, com o cabelo bagunçado e o rosto ruborizado, riu baixinho, encostando a cabeça no ombro de Ricardo.
— A gente não é só uma família, Mário... somos um culto ao prazer. E eu quero mais.
Ela não precisou dizer a frase duas vezes. O desejo, longe de ter sido saciado, havia sido apenas despertado. A tensão recomeçou a pulsar, lenta e perigosa.
Ricardo, sentindo a excitação voltar a subir, agarrou Sheila pela cintura e me puxou para mais perto.
— A noite está apenas começando — ele declarou, com um olhar predatório. — Agora eu quero ver quem de vocês aguenta mais.
Levamos a festa para o quarto principal, onde a cama king-size mal conseguia comportar a nossa fome. Ali, a coreografia do sexo tornou-se ainda mais ousada. Enquanto eu sugava o clitóris da minha filha, sentindo o sabor doce e úmido dela, ela, em um movimento de entrega total, explorava a buceta da avó, Fany, com a língua, criando um círculo de prazer feminino que nos deixava em transe.
— Olha para elas, Mário... — Ricardo provocou, enquanto se posicionava atrás de Fany, preparando-se para penetrar a avó com a mesma ferocidade que usara em mim. — Olha como a sua mulher e a sua neta se devoram.
Mário não ficou apenas olhando. Ele se ajoelhou diante de mim, pegando meu pau — que agora era o foco de sua atenção — e começou a me lamber com uma voracidade que me fazia tremer. O cenário era surreal e divinal: gemidos, gozadas, lambidelas e diálogos carregados de luxúria.
— Me fode, Ricardo! Me rasga inteira, seu moleque abusado! — gritava Fany, enquanto o neto a possuía com estocadas brutais.
— Come a minha buceta, vovô! Me faz sentir esse seu pau velho e duro! — Sheila clamava, enquanto Mário alternava entre mim e ela, transformando a cama em um altar de sêmen e suor.
A casa não era mais um lar, era um santuário de pecado. Palavrões suaves, mas excitantes, eram sussurrados nos ouvidos, promessas de depravação que nos levavam a explorar cada orifício, cada zona erógena, sem tabus, sem medo.
Naquela noite, descobrimos que o sangue que nos unia não era um impedimento, mas o combustível perfeito para a chama mais intensa que já havíamos sentido. Éramos cinco corpos, uma única vontade: a de nos perdermos uns nos outros até que não sobrasse nada além do êxtase puro e visceral.
A atmosfera no quarto já estava saturada, o ar pesado com o cheiro de sexo e a eletricidade de quem não tinha mais nada a esconder. O desejo tinha transcendido qualquer limite moral; agora, era apenas a busca pelo preenchimento absoluto.
Ricardo, com os olhos injetados de luxúria, decidiu que era hora de levar a entrega ao nível máximo. Ele me jogou de quatro na cama, com o rosto enterrado nos lençóis, expondo minha raba completamente para ele. Com um rosnado, ele se posicionou atrás de mim, enterrando seu pau grosso e pulsante na minha buceta com uma estocada que me fez soltar um grito abafado.
— Sente isso, Marlene... sente o seu filho te possuindo inteira! — ele gemia, o ritmo aumentando, a carne batendo com um som úmido e ritmado.
Enquanto Ricardo me devorava por trás, ele não estava sozinho em sua fome. Mário, meu pai, estava ajoelhado ao meu lado, mas seus olhos não estavam em mim. Ele olhou para o neto, Ricardo, e depois para o próprio corpo, sentindo a excitação transbordar. Num movimento coordenado pelo desejo, Mário se posicionou, e a cena tornou-se um quadro de depravação divina.
O que faltava para completar aquele altar de prazer aconteceu então: enquanto Ricardo me comia de quatro, com estocadas brutais que faziam meu corpo saltar, Mário, movido por uma vontade ancestral, aproximou-se de Ricardo. Com a língua habilidosa e faminta, Mário começou a lamber minha buceta que, no calor do momento, estava em total sintonia com a luxúria do avô — e, simultaneamente, sua língua começou a explorar o pau do neto, que pulsava entre nós dois.
Mas o ápice da transgressão estava guardado para o momento seguinte. Ricardo, sentindo a língua do avô, arqueou as costas, e Mário, em um impulso de dominação e entrega, começou a lamber o cú do avô — não, melhor: Ricardo, sentindo a urgência, virou a posição. Agora, era o avô, Mário, quem estava de quatro, expondo-se ao neto.
Ricardo, com a língua ávida, lambeu o cú do avô, sentindo a textura, preparando o caminho com precisão. Ele começou a pincelar o buraco com a ponta da língua, provocando, torturando o prazer de Mário que gemia alto, pedindo para ser preenchido.
— Entra, Ricardo... entra nesse velho, caralho! — gritou Mário, a voz rouca de desejo.
Sem hesitar, Ricardo enterrou sua verga no cú do avô devagar, sentindo a resistência inicial ser vencida pela lubrificação e pela vontade. Ele empurrou até o fundo, sentindo o aperto quente e visceral daquele canal. O impacto foi imediato. O que começou devagar transformou-se num vai e vem frenético.
Ricardo não tinha piedade; ele estocava com força, fazendo o corpo de Mário tremer sob o impacto. O som era visceral, a imagem era proibida, e o prazer era devastador.
— Você é meu agora, vovô! — Ricardo rugia, cada estocada sendo um golpe de prazer puro.
Mário soltava gritos agudos, a face amassada no colchão, sentindo cada centímetro daquele pau jovem e vigoroso rasgando suas defesas. A tensão subiu ao limite máximo. Ricardo, em um último esforço, deu três estocadas profundas e violentas, e então, com um urro de triunfo, encheu aquela raba de manto de esperma, despejando jatos quentes e abundantes dentro do avô.
Ficamos todos ali, emaranhados, cobertos de sêmen e suor, em um silêncio que só era quebrado por nossas respirações ofegantes. O pecado tinha sido consumado por completo; a família agora estava unida não apenas pelo sangue, mas pelos fluidos mais íntimos que poderiam trocar.
Fim.




