O Despertar do Terceiro Elemento

O Despertar do Terceiro Elemento**

— "Se você continuar olhando assim, Adair, vai acabar descobrindo que a gente não usa camisinha quando quer que doa menos."

A frase de Sandro ecoou pelo corredor, carregada de uma malícia que fez o coração do jovem de 17 anos disparar. Ele estava parado na fresta da porta, o corpo colado à parede, a respiração curta. Através da abertura semiaberta, ele via a silhueta do padrinho, um homem de 35 anos com ombros largos e músculos definidos, dominando Carla contra a cômoda. Carla, com suas curvas esculturais e pele acetinada, soltava gemidos que Adair sentia vibrar no próprio ventre.

Durante anos, a cumplicidade entre os três cresceu. Adair era o afilhado, o menino que eles criaram após a tragédia, mas a tensão sexual que se instalou na casa era palpável, quase sólida. Sandro sabia dos olhares. Sabia de como Adair devorava seu corpo com os olhos, a timidez lutando contra uma luxúria crescente. E Carla... Carla adorava a ideia de ser o gatilho para a iniciação do menino.

Naquela noite, a porta não foi apenas deixada aberta; ela foi convidativa.

— "Entra, Adair. Para de ser covarde e vem ver como a gente faz," provocou Carla, a voz rouca, enquanto Sandro a suspendia, as pernas dela envoltas na cintura dele.

Adair entrou, trêmulo. O quarto cheirava a suor e desejo. Quando Sandro o puxou para perto, o impacto foi imediato. O primeiro beijo foi um choque de línguas, faminto, úmido, exploratório. Adair soltou um gemido abafado enquanto Sandro o prensava contra a parede, a barba rala arranhando a pele sensível do jovem.
— "Sempre quis isso, não quis, seu safado?" Sandro sussurrou no ouvido dele, a voz grave enviando choques elétricos pela espinha de Adair.

Carla não ficou assistindo. Ela se ajoelhou diante de Adair, puxando a calça do menino com urgência. Quando a ereção dele saltou, ela soltou um riso malicioso.

— "Olha só que presente a gente tem aqui..."

Ela envolveu o membro dele com a boca, começando com lambidelas lentas na base, subindo com uma sucção profunda que fez Adair arquear as costas e soltar o primeiro palavrão da noite:

— "Puta merda... Carla, que delícia!"

Enquanto Carla se entregava a um oral delicioso, explorando cada centímetro com a língua, Sandro se posicionou atrás de Adair, beijando seu pescoço e apertando seus glúteos com força. O desejo era mútuo, visceral. Sandro deslizou a mão para a frente, enquanto Carla subia para beijar o rosto do jovem, criando um círculo de prazer.

A cena evoluiu para um 69 luxurioso entre Sandro e Adair, onde a entrega era total. Adair, superando a timidez, mergulhou a língua no corpo do padrinho, sentindo o sabor do homem que sempre admirou. "Senta aqui, Adair, deixa eu sentir você," dizia Sandro, enquanto a língua do jovem trabalhava com vontade, arrancando gemidos profundos do homem.

Mas o ápice veio quando Carla se deitou, abrindo as pernas generosamente. Sandro a penetrou com vigor, enquanto Adair, instigado, se aproximou. Ele mergulhou o rosto entre as coxas de Carla. A língua dele encontrou o clitóris, e ele começou a fazer chupadas intensas, ritmadas, deliciosas.

— "Isso, Adair... chupa meu clitóris, seu gostoso! Assim, bem forte!" gritava Carla, enquanto sentia o impacto de Sandro em seu interior.

O sexo vaginal era frenético, um ritmo sincronizado de gemidos e pele batendo contra pele. O prazer era tanto que a atmosfera do quarto parecia saturada de eletricidade. Foi então que Sandro, sentindo que Adair estava no limite da excitação, decidiu levá-lo ao nível máximo.

— "Vem cá, meu garoto. Vou te mostrar o que é prazer de verdade," sussurrou Sandro.

Ele guiou Adair para a posição de quatro. Com um lubrificante quente e dedos experientes, Sandro preparou o caminho. O primeiro impacto do sexo anal foi intenso, um choque que fez Adair gritar.....
.um grito que se transformou em um gemido longo e gutural enquanto o corpo do jovem se adaptava à invasão. A sensação de preenchimento era absoluta, quase violenta, mas Adair se agarrou aos lençóis com força, sentindo cada centímetro de Sandro reivindicar seu interior.

— "Relaxa, Adair... deixa o corpo levar," murmurou Sandro, a voz agora um rosnado baixo, enquanto começava a estocar com uma lentidão torturante, saboreando a resistência inicial que logo se transformou em entrega total.

Carla, vendo a cena, não conseguiu ficar parada. Ela se arrastou pelo colchão, posicionando-se à frente de Adair. Ela pegou o membro do jovem, que latejava intensamente, e começou a masturbá-lo com movimentos rápidos e firmes, enquanto beijava a boca dele, abafando seus gritos de prazer com beijos vorazes.

Adair estava preso em um sanduíche de luxúria: a potência de Sandro prechendo seu íntimo e a delicadeza faminta de Carla estimulando sua frente. O ritmo aumentou. Sandro não era mais lento; ele agora golpeava Adair com vigor, fazendo com que o corpo do jovem oscilasse para frente e para trás.

— "Isso... olha para mim, Adair!" ordenou Sandro, puxando o cabelo do jovem para que ele olhasse para trás. "Sente como você é meu agora."

A humilhação prazerosa, a quebra de todos os tabus e a intensidade do contato físico levaram Adair ao limite. Ele sentia a pressão interna de Sandro estimulando a próstata, criando ondas de prazer que se chocavam com a fricção manual de Carla.

— "Eu vou... eu vou gozar!" gritou Adair, a voz quebrada.

— "Goza, meu lindo! Goza tudo na minha mão!" incentivou Carla, acelerando o movimento.
Com um último impacto profundo de Sandro, Adair explodiu. O orgasmo foi violento, disparando jatos quentes contra a palma de Carla, enquanto ele sentia Sandro pulsar dentro de si, atingindo o próprio ápice no mesmo instante. O quarto foi preenchido por um silêncio súbito, quebrado apenas pela respiração pesada e síncrona dos três.

Eles permaneceram ali, emaranhados, a pele suada colada. O vínculo entre eles havia mudado irrevogavelmente. Não eram mais apenas padrinho, madrinha e afilhado; eram cúmplices de um segredo carnal que agora pulsava no ar.

Sandro retirou-se lentamente, depositando um beijo casto, porém possessivo, nas costas de Adair. Carla se aninhou ao lado do jovem, acariciando seu peito com as unhas.

— "Agora que você sabe o gosto," sussurrou Carla, com um sorriso malicioso, "acho que vamos ter que repetir isso todas as noites até você aprender a ser um homem de verdade."

Adair, exausto e flutuando em êxtase, apenas sorriu, sabendo que aquele era apenas o começo do seu despertar.

Foto 1 do Conto erotico: O Despertar do Terceiro Elemento

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Comentários


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nikos5 Comentou em 30/08/2026

votado fotos do tesão conto prazeroso




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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
O Despertar do Terceiro Elemento

Codigo do conto:
269924

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
15/08/2026

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
5