"Se você quiser que isso seja um segredo, vai ter que aceitar ser meu amante."
Essa frase, dita com um sorrisinho malicioso e os lábios ainda brilhando com o meu esperma, foi o golpe final de Rose. Eu, Mário, aos 42 anos e divorciado, achava que conhecia bem a dinâmica da minha casa. Minha filha, Carol, era a luz dos meus olhos, e Rose de 18 aninhos, era apenas a "amiga certinha" que vinha estudar. A menina que me chamava de "tio" com aquela voz doce e usava roupas que, embora discretas para alguns, para mim eram verdadeiras armadilhas de carne.
Mas naquela segunda-feira de folga, a máscara de inocência caiu.
Tudo começou com o silêncio da casa vazia e a chegada dela. Rose apareceu com um short jeans tão apertado que parecia pintado no corpo, marcando cada curva daquelas coxas jovens. Quando ela assumiu o controle da TV e colocou *50 Tons de Grey*, o ar da sala mudou. O clima ficou denso, carregado de eletricidade.
Enquanto a cena picante passava na tela, eu senti meu pau pulsar, endurecendo violentamente sob a calça. Rose não fingiu que não viu. Ela deslizou a mão por baixo da almofada, tocando a própria intimidade, os olhos fixos em mim, alternando entre a tela e a minha ereção.
O jogo começou no banho. Deixei a porta entreaberta, o vapor prechendo o ambiente. Pelo espelho, vi a silhueta dela se aproximando, a curiosidade vencendo a timidez. Ela começou a se tocar ali mesmo, escondida atrás da porta. Eu não aguentei. Comecei a bater uma devagar, deliberadamente, deixando que ela visse cada veia saltada, cada movimento ritmado, provocando-a até o limite.
Quando saí do banho, Rose estava transformada. O rosto estava ruborizado, a respiração curta. A "menina meiga" tinha dado lugar a uma mulher faminta.
— Sabe, Rose... vi você me espiando. E parece que você gostou do que viu — eu disse, a voz rouca.
Sem hesitar, eu me expus para ela. Aquele pau duro e latejante.
— Vem aqui. Segura isso agora — ordenei.
Ela obedeceu com um prazer evidente, apertando meu membro com as duas mãos. A confissão veio logo em seguida, em um sussurro pecaminoso:
— Eu sempre disse para a Carol que tinha vontade de dar para o senhor... queria saber como era foder com um homem mais velho, com pegada de verdade.
A palavra "velho" foi o gatilho. Eu a puxei pela nuca, sentindo o perfume dela.
— Agora você vai descobrir como é ser fodida por esse velho. De joelhos. Chupa essa pica agora!
Rose foi obediente e voraz. A boca dela era quente, a língua trabalhava com uma maestria que me fez arquear as costas. Quando finalmente a tirei daquele short apertado, encontrei a bucetinha encharcada, transbordando desejo. Nós nos encaixamos em um 69 frenético; enquanto eu devorava aquele sexo cheiroso e apertado, ela sugava cada centímetro de mim. Ela gemia alto, se retorcendo, gozando enquanto me chupava, em um clímax de luxúria pura.
— Meu namorado não sabe nem fazer metade disso... — ela arquejou, ainda recuperando o fôlego.
— Então ele é um idiota. Agora vira de costas.
Eu a coloquei de quatro no sofá, a bunda empinada, convidativa. Comecei a torturá-la com os dedos, sentindo-a pulsar e rebolar. Quando encostei a cabeça do meu pau na entrada daquela portinha apertada, ela empurrou o quadril contra mim, implorando.
— Ai, tio... do jeito que eu imaginei! Mete com força nessa putinha! Me arromba toda, vai, safada!
Eu entrei com tudo. O impacto foi seco, profundo. A sensação de rasgar aquele aperto era viciante. Eu a puxava pelo cabelo, dando tapas estalados na bunda branca, enquanto ela
gritava meu nome, misturando súplicas com insultos eróticos. Cada estocada era um golpe de realidade: Rose não era a menina meiga dos livros de escola, era uma vadia insaciável que encontrava prazer na minha dominação. O som da carne batendo contra a carne ecoava pela sala, um ritmo tribal e sujo que abafava qualquer resquício de moralidade.
— Isso! Me fode assim, Mário! Me quebra no meio! — ela berrava, a voz rouca de tanto gemer.
Eu não tinha piedade. A cada investida profunda, eu sentia que estava reivindicando aquele corpo jovem para mim. Minhas mãos apertavam seus quadris, deixando marcas vermelhas na pele alva, enquanto ela arqueava as costas, tentando sugar cada centímetro do meu pau. O orgasmo dela veio em ondas violentas, contraindo as paredes da vagina ao redor de mim, apertando-me tanto que quase perdi o controle naquele instante.
Quando finalmente desabei sobre ela, gozando em jatos profundos e quentes dentro do seu ventre, o silêncio voltou a reinar na sala, interrompido apenas pelas nossas respirações ofegantes.
Ficamos ali, entrelaçados no sofá, o suor colando nossos corpos. Rose tinha um olhar vidrado, a expressão de quem tinha acabado de descobrir um novo mundo. Ela se afastou lentamente, limpando um fio de saliva do canto da boca com o dedo, e me olhou com aquela malícia que agora eu conhecia bem.
— E agora? — ela perguntou, a voz aveludada, enquanto se levantava e começava a vestir aquele short jeans que, minutos atrás, era a única barreira entre nós. — Vai me mandar embora ou vai querer que eu volte amanhã para "estudar" mais um pouco?
Ela se inclinou, roçando os seios no meu peito, e sussurrou no meu ouvido, com um tom que me fez endurecer instantaneamente outra vez:
— A Carol acha que eu sou a melhor amiga dela. Imagine a cara dela se soubesse que a melhor amiga dela passa as tardes sendo aberta pelas pernas pelo pai...
Rose deu um beijo casto na minha bochecha, mas deixou a língua deslizar rapidamente pelo meu lóbulo da orelha, um lembrete do que estava por vir. Ela caminhou em direção à porta, balançando aquele quadril provocante, e antes de sair, virou-se own para trás.
— Amanhã eu venho com uma lingerie nova, Mário. Escolha o lugar da casa onde quer que eu te sirva de almoço.
A porta bateu. Eu fiquei sozinho na sala, olhando para o vazio, sentindo o cheiro dela ainda impregnado no sofá. O risco era imenso, a traição da confiança da minha filha pairava no ar, mas enquanto eu sentia o pulsar do meu desejo, percebi que o perigo era exatamente o que tornava tudo aquilo viciante.
Eu não era mais apenas o "tio" ou o pai de família. Eu era o cúmplice de um segredo sujo, e mal podia esperar pela próxima segunda-feira.


