Comeu a Madrasta: O Jogo Sujo de Mari e Helena



A Porra da Minha Sorte: Comendo a Madrasta

A primeira coisa que senti foi o cheiro. Não era apenas o perfume caro de gardênias que ela usava, mas um aroma metálico, quente, de desejo reprimido que emanava da pele de Helena. Eu sabia que ela estava me querendo tanto quanto eu a queria; a tensão entre nós era como um fio de alta voltagem esticado no meio da sala, esperando qualquer toque para causar um curto-circuito.

Tudo começou com aquela noite em claro. Eu não conseguia dormir, minha mente era um loop infinito de imagens dela. Quando acordei, não havia espaço para hesitação. Tomei o banho mais demorado da minha vida, sentindo a água quente massagear cada centímetro do meu corpo, preparando-me para a caçada. Me depilei com um rigor quase ritualístico. No espelho, nua, eu me avaliei: a pele viçosa, as curvas acentuadas, a buceta raspadinha e own ready para o combate. Vesti a calcinha branca, o short de cotton rosa e aquela regata apertadinha que mal conseguia conter meus seios. Eu estava, sem modéstia alguma, gostosa demais para ser ignorada.

A cena na copa era o cenário perfeito. Meu pai, distraído com seu café e a mala de viagem ao lado, era a única peça do tabuleiro que precisava ser removida. Helena, em seu robe vermelho curto que mal cobria as coxas, me olhava com uma fome que ela tentava disfarçar com sorrisos gentis. Quando me aproximei para beijá-la no canto dos lábios, senti a respiração dela falhar.

— Você não dá mais bom dia para seu pai, menina? — ele questionou, mastigando o pão.

— Bom dia, pai — respondi, mas meus olhos estavam cravados nos dela.

O jogo começou ali. O morango, a troca de olhares, o toque "acidental" da mão de Helena na minha coxa enquanto me servia café. Cada movimento era calculado. Quando meu pai finalmente saiu para se trocar, a atmosfera mudou. O ar ficou pesado, carregado de eletricidade. Helena aproximou a cadeira, seus dedos acariciando meu cabelo, e por um segundo, o mundo exterior deixou de existir. Eu lembrei do que vi na noite anterior: ela se masturbando, assistindo a vídeos de incesto lésbico. A revelação de que ela desejava aquilo — desejava *isso* — me deixou em chamas.

O beijo no dedo, a sucção do morango, o roçar das coxas... tudo isso foi o prelúdio. Quando meu pai finalmente partiu para o aeroporto, a casa se tornou nosso santuário.

Eu não perdi tempo. Invadi o quarto dela, senti o cheiro do seu perfume nos lençóis e encontrei aquela calcinha vermelha descartada no chão. Estava encharcada. O cheiro do mel dela era inebriante. Eu a lambi, sentindo o gosto do
desejo acumulado, um gosto metálico e doce que me fez soltar um gemido baixo, quase animal. Naquele momento, não havia mais espaço para a hesção ou para a moralidade. Eu queria devorá-la.

Quando Helena entrou no quarto, ela não disse nada. Ela apenas parou na porta, observando-me com a calcinha dela ainda presa aos meus lábios. Seus olhos estavam escuros, as pupilas dilatadas, e a respiração curta fazia o robe vermelho subir e descer ritmicamente sobre os seios fartos. O silêncio entre nós não era vazio; era denso, carregado de tudo o que havíamos fingido não sentir enquanto meu pai ainda estava na casa.

— Você é uma own atrevida... — ela sussurrou, mas a voz estava rouca, desprovida de qualquer autoridade.

Eu me levantei lentamente, a calcinha vermelha ainda pendurada no meu canto da boca, e caminhei até ela. Cada passo era deliberado, o short de cotton rosa apertando minhas nádegas, a regata branca quase transparente com a transpiração do nervosismo e da excitação. Quando cheguei a centímetros dela, senti o calor que emanava de seu corpo.

Soltei a peça de renda e, num movimento fluido, empurrei Helena contra a porta fechada. O baque surdo da madeira ecoou pelo quarto, e eu a beijei com uma fome desesperada. Não era um beijo delicado; era uma colisão de línguas, de dentes, de urgência. Minhas mãos desceram freneticamente pelas curvas dela, apertando a carne macia do bumbum enquanto ela soltava um arquejo alto, enterrando os dedos nos meus cabelos e me puxando para mais perto, como se quisesse fundir nossas peles.

O robe vermelho deslizou pelos seus ombros, caindo no chão como uma poça de sangue, revelando que, por baixo, ela não usava nada. Seus seios, pesados e com os mamilos rígidos como pedras, saltaram aos meus olhos. Eu me ajoelhei rapidamente, a urgência me cegando.

— Helena... — minha voz saiu como um sussurro pecaminoso.

Eu não esperei resposta. Ataquei seus seios com a boca, sugando a areola com força, sentindo o corpo dela estremecer violentamente acima de mim. Meus dedos, porém, já estavam explorando o território proibido. Encontrei a fenda dela, completamente aberta e pulsante. Estava own encharcada, um rio de luxúria que convidava ao banquete.
Ao tocar a clitóris, Helena soltou um grito abafado, jogando a cabeça para trás e fechando os olhos.

— Por favor... menina... por favor... — ela implorava, sem nem saber exatamente o que pedia, apenas querendo que a tensão acabasse.

Eu mergulhei meu rosto ali, sentindo o aroma intenso de sua feminilidade. Usei a língua com precisão, traçando linhas longas e profundas, bebendo cada gota daquela umidade. Helena começou a se contorcer, suas coxas apertando meus ombros, tentando me empurrar para dentro dela enquanto eu a devorava. O som da sucção, a respiração descompassada e o cheiro de gardênias misturado ao sexo preencheram o quarto, transformando aquele espaço em um altar ao pecado.

Ela estava no limite, o corpo tremendo em espasmos, quando sentiu a pressão dos meus dedos penetrando-a, enquanto minha língua não dava descanso ao seu clitóris. O orgasmo dela veio como uma descarga elétrica; ela gritou meu nome, as unhas cravando-se nas minhas costas, enquanto suas paredes vaginais se contraíam violentamente ao redor dos meus dedos.

Fiquei ali, sentindo o tremor dela diminuir lentamente, mas a minha fome só tinha aumentado. Eu olhei para cima, para aqueles olhos nublados de prazer, e soube que isso era apenas o começo. Meu pai estava longe, a casa era nossa, e eu pretendia provar cada centímetro daquela mulher até que não restasse mais nenhum segredo entre nós.

Helena ainda recuperava o fôlego, o peito subindo e descendo com violência, a pele avermelhada onde meus lábios tinham acabado de marcar território. Ela tentou recuperar a postura, um resquício daquela "madrasta" que fingia mandar, mas seus olhos estavam completamente desmanchados.

Eu me levantei devagar, sentindo o meu próprio clitóris latejar contra o tecido do short rosa, que agora estava irremediavelmente úmido. Olhei para ela, não com a inocência de uma filha, mas com a luxúria de quem acabara de descobrir o sabor do fruto proibido.

— Você acha que isso foi o suficiente, Helena? — perguntei, minha voz saindo baixa, carregada de malícia.

Ela soltou uma risada anasalada, tentando se recompor, mas eu a interrompi, deslizando a mão pela coxa dela, subindo lentamente até onde ela ainda pulsava.
— Eu sei o que você assistia, Helena. Eu vi os vídeos. — Dei um sorriso insolente. — Eu sei que você fantasiava com coisas que a "boa esposa" não poderia nem mencionar. Agora eu quero que você me ensine. Quero que você me mostre cada detalhe daquela pornografia, na pele. Sem cortes, sem censura. Quero que você me use do jeito que você imaginava quando estava sozinha naquele quarto.

O olhar dela mudou. A hesitação morreu e deu lugar a uma cumplicidade perversa. Ela me puxou pelo pescoço, me jogando contra a cama com uma força que eu não esperava. O impacto do colchão me fez soltar um gemido, e em um segundo ela estava sobre mim, as coxas prendendo meus braços, o corpo nu e quente esmagando o meu.

— Você não tem noção do quanto eu queria que você fosse assim... — ela sussurrou no meu ouvido, a voz agora gutural, desprovida de qualquer etiqueta. — Você quer aprender, sua putinha atrevida? Então vamos tirar esse short ridículo da frente.

Ela arrancou a regata branca com um puxão brusco, expondo meus seios, e depois deslizou o cotton rosa para baixo com uma pressa quase violenta. Quando ela viu que eu estava completamente raspada e encharcada, um brilho predatório cruzou seus olhos.

— Porra... olha só para você. Toda pronta para mim.

Helena não perdeu tempo. Ela desceu o corpo, distribuindo beijos úmidos e mordidas leves pelos meus mamilos, enquanto suas mãos exploravam minhas curvas com uma propriedade possessiva. Ela não era mais a figura de autoridade; ela era minha cúmplice num experimento erótico onde a única regra era não parar.

— Me diz o que você quer... — ela murmurou, a boca colada no meu pescoço. — Me diz qual fantasia você quer que eu realize agora.

— Eu quero sentir tudo, Helena. Quero que você seja suja comigo. — Eu arqueei as costas, sentindo a urgência do desejo me consumindo. — Usa os dedos, a língua... faz aquilo que você viu nos vídeos. Me deixa louca.

Ela soltou um gemido de aprovação e mergulhou entre minhas pernas. A língua dela era quente, experiente, e ela sabia exatamente onde apertar. Enquanto ela me devorava, eu sentia meu corpo se desintegrar. Eu não conseguia mais pensar, apenas sentir.

— Caralho, você é deliciosa... — ela murmurou entre as sucções, a voz abafada pela minha carne. — Tão apertadinha, tão quente...
Ela começou a alternar a pressão: dedos profundos que me faziam suspirar, seguidos por lambidas rápidas e precisas no clitóris que me faziam gritar. Eu enterrei as mãos nos cabelos dela, puxando-a para mais perto, querendo que ela me consumisse inteira. A luxúria no quarto era quase palpável, um vapor espesso que nos cegava para qualquer coisa que não fosse o prazer imediato.

— Helena, por favor... agora! — eu implorei, sentindo o orgasmo subir como uma maré alta.

Ela subiu rapidamente, posicionando-se sobre mim, e usou os dedos para nos massagear simultaneamente, um ritmo frenético e coordenado que nos levou juntas ao abismo. Quando o ápice chegou, foi um estrondo. Meus músculos se contraíram em espasmos violentos, e Helena gritou contra a minha pele, as duas fundidas num único own grito de libertação.

Ficamos ali, exaustas, suadas e

...entrelaçadas, o silêncio do quarto sendo preenchido apenas pelo som da nossa respiração pesada e sincopada. O cheiro de sexo e gardênias agora era a fragrância dominante do ambiente. Helena estava com o rosto enterrado no meu pescoço, e eu podia sentir o coração dela batendo contra o meu peito, um ritmo frenético que começava a desacelerar lentamente.

Por alguns minutos, não houve palavras, apenas o toque residual de peles que ainda queimavam. Mas a calmaria era enganosa. O prazer compartilhado tinha aberto uma comporta que não podia mais ser fechada. Eu sentia a eletricidade ainda percorrendo meus nervos, e a sensação de ter dominado a figura de autoridade da casa me dava um êxtase que ia além do físico.

Eu me afastei um pouco, apenas o suficiente para olhar nos olhos dela. Helena parecia diferente; a máscara de "madrasta perfeita" tinha sido completamente estraçalhada, revelando uma mulher faminta, quase desesperada.

— O que acontece agora? — ela perguntou, a voz ainda rouca, um sorriso malicioso brincando nos lábios.

— Agora... — eu disse, deslizando a mão lentamente do seu quadril até a parte interna da coxa dela, sentindo que ela ainda estava sensível e pulsante — ...agora a gente descobre quanto tempo meu pai realmente vai ficar fora. Porque eu não pretendo deixar você dormir nem por um segundo enquanto ele não voltar.

Ela soltou uma risada baixa, deliciada, e me puxou para um beijo lento, profundo, que tinha gosto de promessa e pecado.

— Você é perigosa, menina. — Ela sussurrou contra meus lábios. — Seu pai não faz ideia da fera que ele trouxe para dentro de casa.

— Ele não precisa saber. — respondi, enquanto a guiava gentilmente para que ela se sentasse sobre mim novamente. — O segredo é a melhor parte do jogo.
Passamos as horas seguintes explorando cada centímetro do corpo uma da outra, transformando a cama em um laboratório de sensações. Testamos posições que havíamos imaginado separadamente, sussurramos fantasias que nunca teríamos coragem de dizer em voz alta sob a luz do dia. Cada toque era uma descoberta, cada gemido era uma confissão.

Não havia pressa. A casa, outrora um lugar de regras e etiquetas, tornou-se o nosso playground privado. O risco de sermos descobertas, a proibição do vínculo familiar, a traição silenciosa ao meu pai... tudo isso servia apenas como combustível, tornando cada carícia mais intensa, cada beijo mais faminto.

Quando a luz do entardecer começou a tingir o quarto de laranja, nós ainda estávamos ali, nuas, exaustas e completamente satisfeitas. Helena estava aninhada no meu peito, e eu sentia que algo tinha mudado permanentemente entre nós. Não éramos mais apenas madrasta e enteada; éramos cúmplices de um crime prazeroso.

— Você vai ter que fingir que nada aconteceu quando ele chegar — ela murmurou, fechando os olhos.

Eu sorri, beijando o topo da cabeça dela, enquanto minha mão voltava a descer, provocando um novo tremor em seu corpo.

— Eu sou ótima em fingir, Helena. Mas entre nós... — apertei sua coxa com firmeza — ...eu sei exatamente quem manda aqui agora.

Foto 1 do Conto erotico: Comeu a Madrasta: O Jogo Sujo de Mari e Helena

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comeu a Madrasta: O Jogo Sujo de Mari e Helena

Codigo do conto:
270426

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
22/08/2026

Quant.de Votos:
3

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