Comendo a emprega (A Lição Particular da Suzy)



"Cuidado onde coloca as mãos, menino, que eu não sou de brincadeira."

Essa frase, dita com um sorriso malicioso e um tom de voz rouco, foi o que Suzy soltou enquanto mexia a panela, sem nem precisar olhar para trás para saber que eu estava parado, hipnotizado, observando a curva perfeita daquela bunda empinada sob o shortinho justo. Eu tinha 19 anos, estava em uma cidade nova, sentindo-me um estranho no mundo, mas naquele momento, na cozinha da minha própria casa, eu me sentia o dono do jogo.

Suzy tinha 27 anos e uma beleza que beirava o pecado: morena jambo, coxas que prometiam apertar qualquer coisa que ficasse entre elas e um olhar que, embora discreto na frente dos meus pais, gritava luxúria quando estávamos a sós.

Nos dias que se seguiram, a tensão entre nós virou um fio elétrico prestes a arrebentar. Eu não conseguia mais focar nas aulas; meu pensamento era um loop infinito daquela mulher cozinhando, do jeito que ela ria dos meus elogios e de como ela me olhava de cima a baixo quando eu descia para a cozinha apenas de short.

Naquela quinta-feira, o silêncio da casa era absoluto. Meus pais tinham saído. O cheiro do tempero no fogão se misturava ao perfume doce dela. Eu não aguentei. Caminhei até ela e, sem aviso, envolvi sua cintura com meus braços, colando meu peito nas costas dela. Senti o corpo dela estremecer.

— E aí, tudo certo? — ela perguntou, a voz vacilante, mas não tentou me afastar.

— Tudo ótimo... — sussurrei, encostando meus lábios no pescoço dela.

Senti que ela estava excitada; a respiração dela ficou curta. Quando senti meu pau endurecer contra a bunda dela, Suzy soltou uma risadinha gostosa.

— Que isso, menino? Já se aqueceu todo? — ela brincou, mas a voz estava carregada de desejo.

— O que foi? Não gostou de sentir que eu quero você? — perguntei, deslizando as mãos para as coxas grossas dela, apertando a carne firme.

— Não é que não gostei... é que eu não sabia que você tinha tanta coragem...

Eu não respondi com palavras. Comecei a beijar sua nuca, descendo para os ombros, enquanto minhas mãos subiam para desabotoar aquele shortinho. Quando meus dedos tocaram a intimidade dela, senti que ela estava ensopada.

— Puta que pariu, Suzy... você tá molhadinha demais — murmurei.

Ela soltou um gemido alto, empinando a bunda contra a minha mão. Tirei o sutiã dela com pressa, libertando aqueles seios perfeitos e durinhos. Eu me perdi ali, lambendo cada centímetro, sugando os mamilos com força enquanto ela arqueava as costas, soltando suspiros pesados.

Nós nos viramos e nos fundimos em um beijo de língua voraz, aquele beijo que parece que a gente quer comer a alma um do outro. Ela me jogou contra a mesa, ajoelhou-se e baixou minha cueca com uma pressa desesperada.

— Estava doidinha para você tomar a iniciativa, seu safado — ela disse, antes de envolver meu pau com a boca.

O oral dela foi divino. Ela chupava com fome, fazendo movimentos profundos, os olhos fixos nos meus. Eu delirava. Quando não aguentei mais, avisei que ia gozar e esporrei tudo na cara dela. Suzy, com um olhar de luxúria, lambeu cada gota, engolindo tudo com um sorriso malicioso.
Mas o fogo não tinha acabado.

— Pro quarto, agora! — eu ordenei.

No quarto, a entrega foi total. Ela montou em mim, cavalgando com força, as unhas cravando no meu peito.

— Nossa, que cacete gostoso! Você me fode tanto com esse tamanho, menino! — ela gritava, delirando no ritmo.

Nós fizemos um 69 luxurioso na cama; eu me perdi no clitóris dela, lambendo com vontade, sentindo o gosto do desejo dela enquanto ela fazia o mesmo comigo. A luxúria era palpável.

— Me fode de quatro, Suzy! Agora! — eu pedi.

Ela obedeceu na hora. Ficou de quatro,
com a bunda empinada, oferecendo-se a mim da maneira mais visceral possível. Eu não tive piedade. Segurei seus quadris com força, cravando os dedos naquelas coxas fartas, e entrei nela com um estalo seco.

Suzy soltou um grito abafado no travesseiro, as costas arqueando enquanto eu a preenchia completamente. O ritmo era frenético, quase animal. A cada estocada, o som da carne batendo contra a carne ecoava pelo quarto, um metrônomo de luxúria que regia aquele momento. Eu sentia cada centímetro dela apertando o meu pau, e ela, em resposta, gemia meu nome como se fosse uma prece profana.

— Isso... continua... não para, seu safado! — ela gritava, a voz já rouca, enquanto balançava a cabeça freneticamente.

Eu a puxei pelos cabelos, forçando seu rosto contra o colchão, e mudei o ângulo, penetrando ainda mais fundo, buscando aquele ponto que a fazia tremer inteira. Quando senti que ela estava chegando ao limite, comecei a acelerar. O prazer era uma corrente elétrica que subia pelas minhas pernas e explodia na cabeça.

Suzy começou a ter espasmos, as paredes internas dela contraindo-se ao redor de mim em ondas deliciosas. Ela gozou first, soltando um grito longo e agudo, enquanto eu dava as últimas estocadas, sentindo meu próprio limite chegar. Com um último impulso, enterrei-me own ao máximo e esporrei tudo dentro dela, sentindo o calor do seu interior acolher meu gozo.

Ficamos ali, colados, a respiração pesada, o suor misturando nossos corpos. O silêncio voltou a reinar na casa, mas agora era um silêncio cúmplice.

Lentamente, me afastei dela. Suzy se virou, os olhos semicerrados, o cabelo todo bagunçado e um sorriso de quem tinha acabado de descobrir um tesouro. Ela passou a mão pelo meu peito, deslizando as unhas levemente.

— Sabe... — ela sussurrou, a voz ainda trêmula — eu acho que a gente vai precisar de muitas "lições particulares" daqui para frente.

Eu sorri, sentindo a adrenalina ainda pulsar. Aquele era apenas o começo de um jogo perigoso, onde a regra principal era não deixar ninguém saber o que acontecia quando as portas se fechavam.

— Amanhã meus pais saem mais cedo — eu disse, beijando-a com calma.

Ela soltou uma risadinha maliciosa e me puxou para mais um beijo, já planejando, naquelas mãos que apertavam meu corpo, exatamente onde queria que eu a tocasse da próxima vez.

A partir daquele dia, o quarto deixou de ser o nosso único refúgio. A adrenalina do risco tornou-se o tempero indispensável da nossa luxúria. Suzy, que inicialmente parecia apenas a sedutora, revelou-se uma arquiteta do prazer, sugerindo cenários onde o medo de sermos pegos elevava a excitação a níveis insuportáveis.

Lembro-me de uma tarde na faculdade. Ela me atraiu para o banheiro masculino, trancando a porta com um estalo que ecoou como um tiro no corredor silencioso. Sem tirar a saia, ela me prensou contra a parede fria de azulejos, puxando meu pau para fora da cueca com uma pressa desesperada. Enquanto o som de passos de outros alunos passava do lado de fora, ela se ajoelhou, chupando-me com uma voracidade que me fazia apertar os dentes para não gritar. O contraste entre o pânico de ser descoberto e a sensação da língua dela percorrendo cada nervo do meu membro era inebriante.

Depois, passamos a usar o carro. No banco de trás, com os vidros embaçados e a música alta para abafar os gemidos, exploramos cada centímetro um do outro. Ela adorava quando eu a jogava sobre o banco, levantando sua lingerie e penetrando-a por trás, enquanto ela olhava pelo retrovisor, rindo da loucura que estávamos vivendo.
Mas o ápice do perigo acontecia em casa. Quando meus pais estavam na sala, assistindo televisão ou conversando na cozinha, nós nos aventurávamos em "encontros rápidos". Era um jogo de precisão. Um beijo roubado na despensa que terminava com ela de costas na prateleira, sentindo meu corpo contra o dela por apenas cinco minutos de puro êxtase, antes de nos separarmos e voltarmos à normalidade, com os rostos corados e o coração batendo na garganta.

A relação evoluiu para um vício mútuo. A "lição particular" deixou de ser um passatempo para se tornar a única coisa que importava na minha vida. Eu não estudava mais para as provas; estudava o corpo de Suzy. A química escalou para fetiches mais profundos. Começamos a experimentar brinquedos, amarras e jogos de dominação onde ela, com sua experiência e maturidade, me ensinava a arte de dar e receber prazer de formas que eu nem sabia que existiam. Ela me pedia para ser bruto, para marcá-la, para possuí-la sem pudores, e eu respondia com a fúria de um jovem que descobriu o paraíso nos braços de uma mulher proibida.
Com o tempo, o segredo tornou-se pesado demais para ser carregado, mas a conexão entre nós tinha se transformado em algo que ia além do sexo; era uma dependência emocional e física absoluta. Quando finalmente assumimos o namoro, para nossa surpresa, a aceitação da família foi natural. Talvez eles já tivessem notado a eletricidade que emanava de nós dois, ou talvez a felicidade genuína que estampávamos no rosto fosse impossível de ignorar.

Os anos passaram e aquele fogo, que começou com a adrenalina do risco, nunca se apagou. Pelo contrário, ele se transformou na base da nossa cumplicidade.

Hoje, olho para o lado na cama e vejo a mulher que me ensinou tudo sobre o prazer. Casados, com a estabilidade de um lar e a alegria de dois filhos que dormem no quarto ao lado. Mas, mesmo após anos de matrimônio, a dinâmica não mudou. Suzy continua sendo a minha professora particular.

Sempre que as crianças dormem e a casa silencia, nós voltamos a ser aquele jovem de 19 anos e a morena jambo de 27. O cenário mudou, mas a luxúria permanece intacta. Às vezes, enquanto ela cozinha, eu a abraço por trás e sinto aquele mesmo tremor de anos atrás. Ela sorri, olha para mim com aquele mesmo brilho malicioso nos olhos e sussurra no meu ouvido:

— Cuidado onde coloca as mãos, menino... que a lição de hoje vai ser bem longa.

Foto 1 do Conto erotico: Comendo a emprega (A Lição Particular da Suzy)

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Comendo a emprega (A Lição Particular da Suzy)

Codigo do conto:
269960

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
16/08/2026

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