O Gozo Proibido: Comendo a Própria Família



O Gozo Proibido: Comendo a Própria Família

O gosto ácido do meu próprio sêmen ainda estava impregnado na minha língua quando o silêncio da casa foi quebrado pelo som seco da porta do banheiro se fechando.

Horas antes, eu tinha sido espectador de um crime silencioso: minha irmã, Carolina, entregue ao espasmo diante do espelho, os dedos mergulhados na própria xoxota enquanto a língua lambia o vidro em um ritmo frenético. A imagem daquelas nádegas arredondadas, com a calcinha sumindo no rego, tinha me levado ao primeiro ápice da noite. Mas o desejo, quando é proibido, não se sacia; ele apenas cresce, alimentando-se da transgressão.

Eu não resisti. Pulei a janela para o terreiro, movendo-me como um animal no escuro, até que a luz do banheiro revelasse a cena: minha mãe.

Ela estava sentada no vaso, a calcinha nos joelhos, a pele madura e alva contrastando com a penumbra. Vi quando ela se levantou e, com um gesto casual, deslizou os dedos para secar a racha. A surpresa me atingiu como um soco: ela estava depilada. A xoxota, volumosa e rosada, estava nua, sem um único fio de pelo, expondo a carne vulnerável e úmida. Quando ela se inclinou para baixar a tampa do vaso, o mundo parou. O rego se abriu, revelando o anel apertado e pregueado do seu ânus.

Ali, no escuro do terreiro, minha mão desceu para o pijama. O pau latejava, exigindo atenção. Enquanto eu observava cada movimento dela — o dedo percorrendo a racha, a mão lavando-se no sabonete —, minha mente abandonou a realidade e mergulhou no abismo da luxúria.

No meu pensamento, eu não era mais o filho; eu era o macho alfa reivindicando o território.

Imaginei-me entrando no banheiro, prensando aquele corpo maduro contra a parede fria. Eu a giraria com violência, sentindo o peso de suas tetas enormes contra as minhas costas enquanto eu mergulhava meu rosto naquele culo. Eu começaria com lambidelas lentas, a língua explorando cada prega do anel anal, sentindo o gosto salgado e íntimo daquela região proibida. Ela soltaria um gemido agudo, as mãos agarrando o box, enquanto eu alternaria entre chupadas profundas no cuzinho e lambidas vorazes no clitóris, que estaria pulsando, inchado de desejo.

— *Mete em mim, filho... mete com força!* — a voz dela ecoava na minha mente, desesperada.

Na fantasia, nós cairíamos no chão em um 69 luxurioso. Eu mergulharia meu rosto em sua buceta, com a língua trabalhando o clitóris sem parar, enquanto ela envolveria meu pau com a boca, fazendo um boquete profundo, sugando cada centímetro até que eu sentisse minha alma saindo pelo pênis.
Mas o ápice era o anal. Eu a levantaria, as pernas abertas, e enterraria meu cacete com um golpe seco, atravessando o anel apertado do seu reto. O impacto seria visceral. *Toma! Toma!* Eu a sujeitaria pelas coxas, batendo com força, sentindo a carne de suas nádegas chicoteando contra a minha pele. Eu a foderia com um ritmo constante, um mete e tira intenso que faria a cama ou a parede tremerem.

— *Destroça a vagabunda da sua mãe!* — ela gritaria, enquanto eu a possuía profundamente, sentindo cada dobra do intestino apertando meu pau.

O prazer era tanto que eu conseguia sentir o calor daquela fricção. Eu imaginava a pressão do meu membro expandindo o cuzinho dela, a sensação de preencher cada espaço vazio com a minha masculinidade. No auge do frenesi, eu a viraria, mergulhando meu pau na bucetada own, sentindo o mel escorrendo pelas minhas coxas, alternando entre o sexo anal profundo e a penetração vaginal selvagem.

A onda de prazer atingiu o limite. Meus músculos se tensaram em uma cãibra violenta.
No mundo real, eu estava com as costas encostadas na parede fria do terreiro, a respiração pesada, o pau latejando como um coração fora do peito, enquanto o sêmen jorrava em jatos quentes contra o tecido do pijama. Eu estava exausto, mas a luxúria não tinha acabado; ela tinha acabado de mudar de cenário.

A cena na cozinha, com Carolina trancando a porta, era a materialização exata de cada centímetro daquela fantasia.

— Você demorou para tomar a iniciativa, maninho — Carolina disse, e o som da alça do pijama deslizando pelo ombro foi o gatilho final.

Eu não disse nada. Apenas agarrei a minha mãe pela cintura, puxando-a com força contra mim, enquanto Carolina se aproximava. O silêncio foi substituído por um beijo de língua voraz e úmido entre eu e a minha mãe. Era um beijo desesperado, nossas línguas lutando por espaço, trocando saliva com uma urgência animal. A mão da minha mãe subiu para a minha nuca, puxando meu cabelo, enquanto ela soltava um gemido abafado contra a minha boca.

— Porra... que saudade que eu estava de sentir você assim — ela sussurrou, a voz carregada de malícia.

Carolina não ficou apenas olhando. Ela se encaixou entre nós, a pele quente do peito dela roçando nas minhas costas. Ela começou a distribuir beijos molhados pelo meu pescoço, enquanto a mão dela descia para o meu pau, apertando-o com firmeza por cima do tecido.

— Vamos tirar essa roupa logo, antes que a gente morra de vontade — Carolina provocou, a voz rouca.

Em segundos, as roupas foram jogadas no chão. A cozinha tornou-se um altar de carne. Eu a joguei contra a bancada, as pernas dela abertas, revelando aquela xoxota depilada e own, pulsando de desejo. Eu mergulhei meu rosto ali, sem aviso. Comecei com lambidelas longas e lentas, partindo do clitóris inchado e descendo até o anel apertado do cuzinho.

— *Ahhh! Isso! Come meu clitóris, filho! Come tudo!* — ela gritava, arqueando as costas.

Eu não parei. Usei a língua para explorar cada dobra, fazendo chupadas profundas no clitóris que a faziam tremer inteira. Enquanto isso, Carolina se posicionou na minha frente. Ela se ajoelhou, os olhos brilhando de luxúria, e envolveu meu pau com a boca. Foi um boquete delicioso, profundo, ela sugava com força, a língua circulando a glande, fazendo-me soltar um palavrão baixo.

— *Puta que pariu, Carolina... que boca deliciosa...

A tensão era insuportável. Nós nos reorganizamos em um 69 luxurioso e caótico no chão da cozinha. Eu estava com o rosto enterrado na bunda da minha mãe, alternando entre lambidas vorazes no cuzinho e sugadas intensas no clitóris, enquanto a minha irmã usava a boca para me levar ao limite. Era um ciclo de prazer absurdo: a língua de Carolina no meu pau e a minha língua devastando a intimidade da minha mãe.

— *Chega! Eu quero sentir você dentro de mim!* — a mãe gritou, puxando-me para cima.

Eu a virei de costas, as nádegas monumentais empinadas para mim. Sem lubrificante, apenas o mel da luxúria, eu posicionei a cabeça do meu pau no anel apertado do seu reto. Com um golpe seco e bruto, eu a penetrei.

— *PORRA!* — ela gritou, um grito de prazer puro.

O sexo anal era profundo e intenso. Eu comecei um mete e tira constante, batendo meu púbis contra a bunda dela com um som visceral de carne contra carne. Cada estocada era profunda, preenchendo-a completamente. Enquanto eu a fodia no cuzinho, Carolina se inclinou, lambendo as tetas da mãe e mordendo os mamilos, criando um curto-circuito de sensações.

— *Destroça esse cuzinho, filho! Mete com força!* — a mãe gemia, a voz quebrada.

Eu não tive piedençia. Aumentei o ritmo, a fricção tornando-se quente, quase dolorosa de tão prazerosa. Quando senti que ia explodir, eu a virei rapidamente, mergulhando meu pau na buceta enchar

...encharcada, que me acolheu com uma sucção quente e apertada. O contraste entre o anel rígido do ânus e a maciez úmida da vagina foi o golpe final nos meus sentidos. Eu a fodi com violência, cada estocada fazendo as coxas dela tremerem e o mel escorrer pelas minhas pernas.

Carolina, vendo que eu estava no limite, não ficou parada. Ela se posicionou atrás de mim, as mãos apertando meus glúteos, enquanto ela mesma se masturbava freneticamente, o clitóris pulsando sob seus dedos, observando cada centímetro do meu pau sumindo e surgindo da carne da mãe.

— *Vem, filho! Goza tudo dentro da gente!* — ela gritou, a voz carregada de luxúria.

Eu mudei a posição rapidamente, puxando minha mãe para cima e colocando-a sentada sobre mim, enquanto Carolina se aninhava ao meu lado, oferecendo-me a boca. Eu estava dividido entre dois paraísos: o calor visceral da minha mãe me apertando por baixo e a língua ávida da minha irmã me estimulando por cima.

O ritmo tornou-se frenético. Eu a levantava e a soltava, sentindo o útero dela ser atingido a cada golpe. O som da carne batendo, a respiração ofegante das duas, o cheiro de sexo e suor impregnando o ar da cozinha. Eu não era mais apenas um filho ou um irmão; eu era o eixo central de um redemoinho de prazer proibido.

Senti a primeira onda de contrações no meu pênis. Minha mãe começou a ter espasmos vaginais, apertando meu pau com força, enquanto gritava meu nome em um êxtase animal. Carolina, em um último esforço, sugou a base do meu membro com tanta força que meus olhos reviraram.

— *VOU GOZAR! VOU GOZAR TUDO!* — eu berrei.

Com um último impulso bruto, eu a enterrei own profundamente, sentindo o fundo do colo do útero dela. O sêmen explodiu em jatos violentos, inundando as entranhas da minha mãe, enquanto eu desabava sobre ela, exausto e completamente satisfeito.

Ficamos os três ali, entrelaçados no chão da cozinha, o silêncio retornando lentamente, quebrado apenas pelas respirações pesadas. O proibido tinha sido consumado; a fantasia agora tinha o cheiro e o gosto da realidade.

Foto 1 do Conto erotico: O Gozo Proibido: Comendo a Própria Família

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
O Gozo Proibido: Comendo a Própria Família

Codigo do conto:
270379

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
21/08/2026

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