O Encontro Proibido



**O Encontro Proibido**

Manuel, aos cinquenta e seis anos, carregava a idade com uma leveza que enganava os olhares. Divorciado, com a vida financeiramente estável, carregava no peito uma ferida antiga, uma sombra que moldara décadas da sua existência. Tudo remontava aos anos 90, a uma relação intensa e complicada que terminara quando ela, a mulher que amara, regressara ao marido. O rumor, a facada que nunca cicatrizou, era que ela partira grávida dele. Que uma filha, sua filha, existia por aí, no mundo.

Dois anos depois, casou, constituiu família, teve um casal de filhos. Mas a busca, essa, nunca cessou. Foi sempre honesto, primeiro com a mulher, depois com a ex-mulher e os filhos: a necessidade de encontrar essa peça faltante era um furacão dentro dele, uma ansiedade que não sabia disfarçar.

As pistas foram pingando, gotas de esperança num deserto de incerteza. Um nome: Cristiana. O paradeiro: um mistério. Trinta e cinco anos de interrogações, até que o acaso, caprichoso e irónico, bateu à porta. Ou melhor, entrou pela porta do escritório.

“Olá, sou a Cristiana, a nova colega da contabilidade.”

Ela estava ali, diante dele. Trinta e cinco anos, loira, de uma beleza que não era apenas física, era magnética, uma força que parou o ar nos pulmões de Manuel. O primeiro olhar foi um choque silencioso, um reconhecimento visceral que nem a razão entendia. Algo nos olhos dela, no contorno do sorriso… algo *dele*.

Uma semana de conversas superficiais, de cafés partilhados, de risadas que soavam estranhamente familiares. Até que, num fim de tarde, com o escritório quase vazio, ela quebrou o silêncio pesado.

“Manuel… preciso de lhe dizer uma coisa. A razão de eu estar aqui, neste emprego específico… não foi um acaso. Foi uma busca.”

Manuel sentiu o chão ceder. “Uma busca?”

Cristiana fitou-o, os olhos húmidos. “A minha mãe… ela nunca me escondeu a verdade. Sobre o homem que era o meu pai biológico. Sobre o seu nome. Sobre a sua vida. Eu… passei anos a observar à distância, através de redes sociais, de notícias da empresa. Até que decidi que chega. Precisava de *saber*. De ver. De… encontrar. Sou a Cristiana. A sua filha.”

A confissão caiu como uma bomba, seguida de um alívio tão profundo que Manuel chorou, ali, na cadeira do escritório. O que tanto quisera durante uma vida estava realizado. A filha. A sua filha.

Nos meses seguintes, recuperaram o tempo perdido com uma voracidade doentia. Encontros diários, jantares longos, conversas que iam da infância dela aos sonhos dele. A cumplicidade nasceu instantânea, total, avassaladora. Partilhavam um humor ácido, um gosto musical idêntico, uma forma de ver o mundo que era espelho. E no meio dessa intimidade vertiginosa, algo começou a germinar, algo proibido, pesado e doce como mel envenenado.

A tensão era palpável, um fio esticado ao limite do rompimento. Nos escritórios, os olhares prolongavam-se, carregados de um questionamento perigoso.

“Estás a olhar para mim de forma estranha, pai,” disse ela um dia, a voz um sussurro provocador enquanto passava por trás da sua cadeira, o perfume invadindo-lhe os sentidos.

“Não consigo evitar,” ele respondeu, a voz rouca. “És tão… deslumbrante.”

Os toques começaram como “acidentes”. A mão dela a roçar na dele ao passar o sal. O pé dela a encontrar o seu debaixo da mesa durante um jantar. Cada contacto era um choque eléctrico, uma promessa perversa.

A permissividade da vida adulta, a ausência de figuras de autoridade a ditar limites, tornou o terreno fértil para o desejo. Eles já não eram pai e filha de sangue apenas; eram dois adultos, solitários, com uma ligação anormalmente intensa, à beira do precipício.

Semanas depois, num sábado à tarde no apartamento dela, após mais uma garrafa de vinho e confidências que já não tinham fronteiras, aconteceu o impensável. Estavam no sofá, rindo de uma história antiga, quando o riso morreu. O ar ficou estático. Ela olhou para os seus lábios. Ele olhou para os dela. O espaço entre eles evaporou.

O primeiro beijo não foi suave. Foi uma explosão. Foi língua, dentes, sede e trinta e cinco anos de ausência transformada em posse. Foi proibição quebrada com um gemido.

“Cristiana… meu Deus… não podemos…” ele gemeu entre beijos, as mãos já a percorrerem as costas dela, a puxar a blusa para cima.

“Cala-te,” ela ordenou, mordendo-lhe o lábio inferior. “Sempre soube que isto ia acontecer. Desde o primeiro dia no escritório. Desde que te vi. És *meu*.”

A roupa voou, uma barreira insuportável. Na esteira do beijo, não houve hesitação, apenas a fúria do desejo contido. Ele a levou contra a parede da sala.

“Quero ver tudo de ti,” ele rosnou, as mãos a agarrarem-lhe as nádegas com força. “Toda a minha filha.”

“Então toma,” ela desafou, abrindo as pernas, guiando a sua mão para o centro húmido e ardente dela. “É tua. Sempre foi.”

O sexo foi uma tempestade de reclaiming, de posse tabu. Vaginal, primeiro, contra a parede, com ele a enterrar-se nela com uma força que fazia a divisão tremer.

“É tão apertada… Cristo… minha menina,” ele gritava, os embates brutais.

“Mais forte, pai! Enche a tua puta de filha!” ela gritava de volta, os dedos cravados nos seus ombros, as pernas apertadas na sua cintura.

Desceram para o chão, para o oral, um devorando o outro com uma luxúria faminta, como se quisessem consumir a própria essência um do outro. Os gemos eram ordens, obscenos.

“Chupa essa cona, pai, lambe toda a porra que é tua!”
“Engole-me toda, minha linda, mostra-me como uma filha devora o pai!”

A posição 69 foi uma anarquia de línguas e dedos, de gozos que se aproximavam e recuavam, torturando-se mutuamente. O quarto ficou impregnado do cheiro do sexo e do suor.

“Não aguento… vou gozar na tua boca,” ela avisou, os músculos a contraírem-se.
“Goza, minha filha, goza na boca do teu pai,” ele ordenou, e ela explodiu com um grito abafado pela sua carne, enquanto ele próprio se libertava na sua língua.

Mas a fome não estava saciada. A proibição exigia a violação final, a conquista total. Ele virou-a de quatro no sofá, cuspiu na sua mão e lubrificou o outro orifício, apertado e virgem dessa forma.

“Isto também vai ser meu,” sussurrou, a voz uma ameaça lasciva.
“Sim… por favor… rasga-me, pai,” ela suplicou, arqueando as costas numa oferta completa.

O sexo anal foi intenso, lento no início, depois brutal, um ritmo de conquista e submissão. A dor dela transformava-se em prazer puro, nos gemos tornavam-se inarticulados.

“És tão profundo… meu Deus… estás a foder a tua filha no cu!” ela gritava, as palavras alimentando a fogueira da depravação.
“O cu mais quente que já senti… é todo meu, Cristiana, toda a porra que sair de mim vai ficar dentro de ti!”

As gozadas foram múltiplas, violentas, cada uma uma afirmação do tabu consumado. Ele gozou dentro dela, no anal, uma e outra vez, marcando-a com o seu sémen como uma afirmação de paternidade pervertida. Ela gozou até ficar sem voz, o corpo sacudido por espasmos quase dolorosos.

Quando a tempestade passou, ficaram entrelaçados no sofá suado, o silêncio agora carregado do peso do que tinham feito. O ar ainda tremulava com a luxúria das palavras proferidas.

Ele acariciou o rosto dela, molhado de lágrimas e suor. “O que fizemos…”

Ela interceptou-lhe a mão, beijou-lhe a palma. “Fizemos o que ambos sempre quisemos. O passado está em dia. Agora… somos isto.”

E nos olhos dela, Manuel não viu arrependimento. Viu o mesmo fogo cúmplice, a mesma posse doentia. A busca terminara. Encontrara a filha. E, no processo, tinham-se perdido a si mesmos num abismo de desejo do qual, ambos sabiam, nunca mais conseguiriam sair. Era proibido. Era errado. E era, finalmente, deles.
                                

Foto 1 do Conto erotico: O Encontro Proibido

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
O Encontro Proibido

Codigo do conto:
269771

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
13/08/2026

Quant.de Votos:
2

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4