A Sinfonia Proibida,mas....



A Sinfonia Proibida

A música eletrónica sempre foi a nossa linguagem secreta. Desde que Lara tinha quinze anos, os sábados à noite eram sagrados: eu, Leo, solteiro há uma década, e minha filha, conectando-nos através de batidas que ecoavam nas paredes do nosso apartamento em Lisboa.

— Pai, ouve este drop! — ela gritava, os fones de ouvido pendurados no pescoço, o rosto iluminado pelo ecrã do computador.

Eu sorria, misturando um novo track na minha mesa de som, orgulhoso da sua paixão. Ela tinha agora dezanove anos, uma mulher quase formada, com os meus olhos castanhos e a determinação da mãe, que nos deixara cedo demais.

Tudo mudou numa noite de verão, após um festival. O ar estava quente, carregado de energia residual e suor. Lara estava excepcionalmente quieta.

— Pai — a voz dela, normalmente tão firme, saiu trémula. — Preciso de te dizer uma coisa. Algo que me consome.

Encostei os auscultadores. — Estou a ouvir, flor.

Ela respirou fundo, os dedos a torcerem-se. — Eu… eu desejo-te. Não como filha. Como mulher.

O silêncio que se seguiu foi mais pesado do que qualquer batida. O mundo desfocou-se. — Lara, isso é… não podes…

— Posso! — ela interrompeu, os olhos a brilharem com uma mistura de medo e luxúria. — Passo noites a imaginar as tuas mãos em mim. A tua boca. O teu corpo sobre o meu. É errado, eu sei, mas é tão **intensamente bom** só de pensar.

A palavra “bom”, carregada de uma sensualidade crua, ecoou na sala. O meu corpo reagiu, traindo-me, uma pontada de desejo proibido que me envergonhou.

— Isto é um tabu, Lara. Destrói famílias.

— A nossa família já somos só nós dois — sussurrou, aproximando-se. O seu perfume, doce e picante, invadiu os meus sentidos. — E o que sentimos… é real.

Durante semanas, evitámos o assunto, mas a tensão crescia como um som que aumenta antes do clímax. Até que uma noite, após termos bebido um pouco de vinho, a barreira caiu.

Estávamos no sofá, a ouvir um set deep house, quando a sua mão tocou a minha perna.

— Não consigo mais lutar contra isto — confessou, a voz rouca. — Quero-te, pai. Quero que me **fodas** até não conseguir andar.

O palavrão, dito com tanta convicção, partiu-me por dentro. — Lara…

— Por favor — ela implorou, deslizando para o meu colo, as ancas a pressionarem a minha ereção já incontrolável. — Só uma vez. Deixa-me sentir-te.

E eu, fraco, humano, demasiado sozinho há demasiado tempo, cedi.

A primeira vez foi no meu quarto, à luz ténue de uma lâmpada de sal. Foi lenta, cheia de terror e maravilha.

— Deita-te — ordenei, a voz estranha para os meus próprios ouvidos.

Ela obedeceu, deitando-se na minha cama, os olhos nunca deixando os meus. As suas mãos tremeram ao puxar a camisola, revelando um sutiã de renda preta. Eu beijei-a, e o sabor dela era a proibição mais doce que já conheci.

— Tira-me isto tudo — ela gemeu, arqueando as costas. — Quero estar nua para ti.

Despi-la foi como desembrulhar um presente destinado a outro. Cada centímetro de pele revelada era um pecado gravado na minha alma. Quando a minha boca encontrou os seus seios, ela soltou um gemido longo.

— **Caralho**, pai… assim… lambe os meus mamilos…

Fiz o que ela pediu, a linguagem obscena alimentando o fogo. Desci pelo seu corpo, beijando a curva do seu ventre, até me ajoelhar entre as suas pernas abertas.

— Vais-me comer toda, não vais? — ela provocou, abrindo-se mais, expondo-se sem vergonha.

A resposta foi a minha língua a mergulhar na sua humidade quente. O seu sabor era viciante. Ela gritou, os dedos a enterrarem-se no meu cabelo.

— Sim! Assim… **chupa-me** a cona, pai! Faz-me gozar na tua boca!

Eu obedeci, devorando-a, levando-a a um orgasmo estridente que a fez tremer violentamente. Mas ela não estava satisfeita.

— Agora… quero-te na minha boca também — ofegou, empurrando-me para trás e posicionando-se em 69.

Foi uma visão de pura luxúria. Enquanto a minha língua trabalhava o seu clítoris inchado, ela levou o meu pénis à boca com uma mistura de inexperiência e entusiasmo voraz.

— Tu sabes tão bem — murmurou ela, entre lambidas longas. — Quero sentir-te a gozar na minha garganta.

A posição era intensa, íntima de uma forma devastadora. Os nossos gemos misturavam-se, um dueto perverso. Foi ela quem quebrou o equilíbrio.

— Quero-te dentro de mim. Agora.

Virei-a de costas e penetrei-a, vaginalmente, num movimento fluido. A sensação de estar dentro da minha própria filha era avassaladora — proibida, quente, apertada.

— **Fode-me** mais forte! — ela gritou, as unhas a cavarem sulcos nas minhas costas. — Enche esta puta da tua filha!

Cada palavra suja era um chicote, acelerando o meu ritmo. Gozámos quase em uníssono, um clímax rouco e suado que nos deixou a ambos a tremer.

Nos dias que se seguiram, a culpa era um fantasma, mas o desejo era mais forte. A nossa casa transformou-se num palco de fantasias proibidas. E então, uma noite, ela fez um novo pedido.

Estávamos no chão da sala, envoltos num cobertor, quando ela se virou de bruços.

— Quero dar-te tudo — sussurrou, olhando por cima do ombro. — Até onde nenhuma mulher te levou. Quero que me **comas** o cu.

— Lara, é a tua primeira vez… — protegi, mas a excitação já me dominava.

— Quero que seja contigo. Só contigo. Usa lubrificante… mas **mete** tudo.

A preparação foi meticulosa, quase ritualística. Quando a minha ponta pressionou o seu anel apertado, ela prendeu a respiração.

— Devagar… ah, **foda-se** que dói… mas não pares! — ela gritou, enterrando o rosto numa almofada.

Fui penetrando centímetro a centímetro, num êxtase de dor e prazer partilhado. Era mais apertado, mais intenso, uma violação docemente consentida.

— Agora… **rebenta-me** o cu, pai! — ela gemeu, e eu perdi o controlo.

O ritmo tornou-se animalístico. Cada investida era acompanhada por um gemido abafado dela, por um meu próprio grunhido. Quando o meu orgasmo chegou, foi uma explosão de luzes brancas e de vergonha extasiada. Gozei profundamente dentro dela, marcando-a de uma forma irrevogável.

Ela desmaiou de prazer, e eu deitei-me ao seu lado, o coração a bater descontroladamente.

Agora, a música ainda toca. Mas os sábados já não são os mesmos. Entre os drops e os sintetizadores, trocamos olhares que falam de corpos entrelaçados e segredos inconfessáveis. Amo-a como pai. Desejo-a como homem. E neste paradoxo, vivemos a nossa sinfonia proibida, sabendo que o nosso vínculo, manchado de luxúria e palavrões sussurrados, nunca mais será puro.

Somos dois DJs a mixar a faixa mais errada do mundo, e não sabemos como desligar o som.

Foto 1 do Conto erotico: A Sinfonia Proibida,mas....

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
A Sinfonia Proibida,mas....

Codigo do conto:
269779

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
13/08/2026

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