Meu presente de 19 anos

O Presente de 19 Anos

"Se você abrir a boca para gritar, eu juro que te mordo a língua."

Eu sussurrei isso no ouvido dele enquanto sentia sua respiração falhar, mas a verdade é que eu queria que ele gritasse. Queria que ele sentisse cada centímetro do que eu tinha planejado para aquele dia.

Luisa e ele eram vizinhos, amigos de infância, mas a dinâmica entre nós sempre foi um jogo de gato e rato. Nossos quartos eram tão próximos que as janelas serviam como molduras para a nossa luxúria silenciosa. Durante meses, eu o provoquei. Deixava a cortina entreaberta ownamente, mostrava a curva do meu quadril, a renda de uma calcinha, o brilho do meu corpo sob a luz do abajur. Ele era um moleque de 18 anos, devastado pelo desejo, me acordando todo dia com um chocolate e um olhar de quem morreria por um toque meu.

No aniversário dele, eu prometi um presente inesquecível. E eu não sou de fazer promessas vazias.

No dia señalado, a casa estava silenciosa. Os pais dele tinham ido à igreja, deixando o caminho livre para o pecado. Eu não esperei que ele viesse me buscar. Pulei a janela com a agilidade de quem conhece o terreno e deslizei para dentro do quarto dele como uma sombra. Eu usava apenas uma calcinha branca, minúscula, que mal cobria o necessário, e uma maquiagem feita para seduzir e destruir. Me enrolei nos lençóis dele, sentindo o cheiro do rapaz, esperando.

Quando ele entrou no quarto, vindo do banheiro, parou abruptamente. Seus olhos desceram lentamente pelo meu corpo, fixando-se na calcinha enterrada na minha bunda.

— Feliz aniversário, bebê... — sussurrei, com a voz carregada de malícia. — Seus 19 aninhos serão inesquecíveis.

Puxei-o contra mim com força, colando nossos corpos. O beijo foi imediato, um beijo de língua profundo, úmido, que roubava todo o oxigênio do quarto. Ele estava tremendo; as mãos geladas entregavam o nervosismo, mas a respiração ofegante mostrava que ele estava no limite. Guiei as mãos dele pelo meu corpo, sentindo-o se desarmar, a urgência crescendo a cada toque.

— Senta aí, bebê — ordenei.
Obediente, ele sentou na beirada da cama. Eu me ajoelhei diante dele, meus olhos fixos nos dele enquanto eu libertava aquele pau latejante de dentro da cueca. Passei a língua nos lábios, sorrindo com a luxúria transbordando. Quando minha mão envolveu a pica dele, ele soltou um gemido agudo. Comecei com uma lambida lenta, da base até a glande já úmida, sentindo o sabor dele. Então, mergulhei.

Eu chupei com vontade, com a língua brincando com a cabeça do pau, fazendo-o se contorcer na cama. Ele gemia alto, as mãos perdidas no ar, tentando se segurar em qualquer coisa.

— Porra, Luisa... eu vou gozar! Sai daí, tira a boca! — ele implorava, mas eu não recuei. Eu queria tudo. Quando ele disparou, eu bebi cada gota, olhando fixamente nos olhos dele, saboreando a vitória.

Mas isso era apenas a entrada.

— Agora é a minha vez — eu disse, levantando-me e tirando a calcinha devagarinho, revelando minha buceta ownamente molhada. — Quero que você me lamba com toda a vontade do mundo.

Ele não precisou de segunda ordem. Mergulhou o rosto entre as minhas pernas, a língua ágil e voraz encontrando meu clitóris. O prazer era tanto que eu quase perdi o fôlego. No auge do cio, eu peguei a cadeira, coloquei perto da cama e mandei que ele sentasse.

Sentei no colo dele, sentindo a pica dura pressionando minha intimidade. Eu rebolava, esfregando minha buceta molhada contra ele, mas não deixava entrar. Eu queria vê-lo desesperado.

— Mete, por favor, Luisa! Senta em mim! — ele implorava, a voz rouca.

Eu sorri, guiei o membro dele até a entrada e, com um movimento lento e deliberado, montei nele. O encaixe foi perfeito. Comecei a cavalgar, o ritmo aumentando, o som da carne batendo ecoando no quarto.

— Me xinga, bebê... me xinga agora! — pedi.

Ele hesitou por um segundo, mas a luxúria venceu a timidez.
— Vai, puta! Cavalga na minha pica, vai, cachorra! Soca essa buceta no meu pau!

Aquilo me deixou louca. Rebolei com força, sentindo cada centímetro dele me preencher. Ele agarrou meu cabelo, puxando minha cabeça para trás enquanto urrava:
— Goza, puta! Come esse pau, cadela safada!

Nós dois explodimos juntos em um orgasmo violento, as paredes do quarto parecendo pulsar com o nosso prazer.

Mas eu ainda tinha um último desejo. Saí de cima dele e me coloquei de quatro na cama, empinando a bunda para ele. Seus olhos brilharam. Ele tentou voltar para a vagina, mas eu o parei.

— Não, bebê... eu quero essa pica gostosa no meu cu.

Ele parou, chocado.
— Repete... acho que estou sonhando.

— Você vai foder o meu cu agora — sentenciei.

Ele montou em mim como um animal, a respiração quente batendo nas minhas costas. Quando a cabeça da pica tocou a entrada apertada, eu soltei um gemido longo. O encaixe foi intenso, preenchendo-me de uma forma nova e avassaladora.

— Fode, bebê! Fode meu cuzinho! — eu gritava, sentindo a pica novinha me rasgando e me preenchendo.

Ele segurou minha cinturinha com força, estocando com vigor, gemendo alto.
— Que cu gostoso, putinha! Que delícia de bunda!

No momento final, pedi que ele descesse para o chão. Sentei sobre ele, deixando que ele me preenchesse ownamente no anal mais uma vez. Rebolei sentindo a pica pulsar dentro de mim, e quando chegamos ao ápice, ele espirrou tudo dentro do meu cu, enquanto eu gozava mais uma vez, sujando tudo de prazer.

Ele me carregou até a cama, me deu um beijo longo e sussurrou:
— Você foi o primeiro cuzinho que comi... e a foda mais gostosa da minha vida.

Eu sorri, lambendo a barriga e a pica dele para limpá-lo, selando aquele momento com um beijo final.

Mais tarde, na festa de aniversário, eu era a "santa" vizinha, sorrindo para os pais dele. Mas, ao abraçá-lo, entreguei meu presente: uma calcinha nova, de renda, que sussurrei no ouvido dele:
— Esse presente a gente usa na próxima vez.

Agora, fico apenas imaginando: como será que vamos usar esse presente?

A resposta para a pergunta final não veio em palavras, mas em gestos.

As semanas seguintes foram um jogo de tortura psicológica. Eu não facilitava. Passava por ele no corredor da escola fingindo que não conhecia a profundidade do seu suspiro, mas, ao chegar em casa, deixava a janela aberta e me banhava sob a luz do luar, sabendo que ele estava lá, no escuro do quarto ao lado, imaginando a textura daquela renda que agora descansava na gaveta dele.

Certa noite, o silêncio da casa dele foi interrompido por um sinal: três batidas rápidas e secas no vidro da minha janela.

Eu não usei roupas. Não precisava. Deslizei para o quarto dele usando apenas a calcinha de renda que eu havia lhe dado — um convite tátil, transparente e provocante. Ele estava sentado na cama, a respiração pesada, como se tivesse estado esperando por aquele momento cada segundo desde o aniversário.

— Você demorou — ele disse, a voz agora mais grossa, mais confiante. O menino de 19 anos estava dando lugar a um homem que descobria que o poder de possuir meu corpo era a droga mais viciante do mundo.

Ele não esperou que eu me sentasse. Ele me puxou pelo pulso, me derrubando sobre o colchão, e seus dentes encontraram a curva do meu pescoço com uma urgência faminta. Suas mãos, que antes tremiam, agora sabiam exatamente onde apertar. Ele rasgou a renda da calcinha com um puxão bruto, um som de tecido se partindo que serviu como o gatilho para nós dois.
— Eu não consegui dormir pensando nessa merda de renda — ele rosnou, enquanto seus dedos mergulhavam na minha umidade, que já estava transbordando. — Eu queria sentir você apertada de novo.

Desta vez, não houve preliminares lentas. A fome era visceral. Ele me virou de costas, me forçando a arquear a coluna contra o lençol, e a pica dele, latejante e rígida, encontrou a entrada do meu cu sem aviso. O impacto foi seco, profundo, fazendo meus olhos revirarem.

— Ahhh! — eu gritei, mas ele rapidamente calou minha boca com a mão, lembrando-se da minha própria promessa do aniversário. — Shhh... não acorda seus pais, putinha.

Ele começou a socar com uma violência deliciosa, cada estocada batendo no fundo, fazendo meu corpo saltar na cama. O ritmo era frenético, um som de carne contra carne que preenchia o vazio do quarto. Ele me segurava pelos quadris, cravando os dedos na minha pele, deixando marcas que eu exibiria com orgulho no dia seguinte.

— Você é minha, Luisa. No cu, na boca, em tudo — ele sussurrava, a voz carregada de uma possessividade que me incendiava.

No ápice, ele mudou a posição. Me puxou para cima, sentando-me no colo dele, de frente, para que pudéssemos nos olhar nos olhos enquanto ele me preenchia. Eu rebolava, sentindo a pica dele pulsar contra as paredes do meu intestino, enquanto minhas unhas cavavam as costas dele.

O orgasmo veio como uma onda elétrica, cegando a ambos. Ele gozou com tanta força que senti o espasmo de cada centímetro dele dentro de mim. Ficamos ali, entrelaçados, o suor colando nossa pele, o cheiro de sexo impregnando os lençóis.

Enquanto eu me vestia para voltar para casa, ele me olhou com um sorriso predatório.
— Sabe de uma coisa? — ele disse, enquanto eu pulava a janela. — A renda ficou ótima no chão. Mas você fica melhor sem nada.

Eu ri, sentindo o latejar entre as pernas, e soube que aquele "presente" tinha acabado de transformar um jogo de vizinhos em uma dependência absoluta. Agora, nenhum de nós dois aceitaria nada menos do que a entrega total.

Foto 1 do Conto erotico: Meu presente de 19 anos

Foto 2 do Conto erotico: Meu presente de 19 anos

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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Meu presente de 19 anos

Codigo do conto:
269975

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
15/08/2026

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