Eu não precisei que ela pedisse duas vezes. O clique da fechadura foi o sinal verde para o caos. Aninha estava usando um camisetão largo, sem nada por baixo. Quando ela se virou, o tecido subiu, revelando aquelas coxas grossas e a curva de um bumbum que parecia ter sido esculpido para ser apertado.
— Você não tem noção do quanto eu quis esse teu pau desde que pousei no Galeão, seu merda — ela sussurrou, me puxando pelo colarinho.
O beijo foi devastador. Não era um beijo de "primeira vez", era um beijo de quem sabe onde morder, como sugar e como provocar. Enquanto nossas línguas se embolavam, minha mão desceu para o território proibido. Quando toquei a buceta dela, senti que estava encharcada. Estava quente, pulsando, e completamente lisa.
— Puta que pariu, Aninha... você tá jorrando! — exclamei, enquanto a levantava e a sentava na cômoda do quarto.
— Então para de falar e começa a comer, caralho! Suga essa buceta, me faz gozar agora! — ela gritou baixinho, abrindo as pernas own a vontade, expondo tudo.
Eu me ajoelhei. O cheiro era inebriante, um mix de feromônio puro e luxúria. Mergulhei meu rosto naquela fenda suculenta. Comecei com lambidas longas, do fundo até o clitóris, que saltava como um coração batendo. Usei a pontinha da língua em círculos frenéticos, sentindo ela arquear as costas e cravar as unhas nos meus ombros.
— Isso! Assim! Ah, caralho, continua aí, não para! — ela delirava, a respiração curta.
Enquanto eu a chupava com fome, ela segurou meu pau, que já estava latejando, e começou a me masturbar com uma força bruta, alternando entre a mão e a boca. Entramos em um 69 frenético, onde o prazer era mútuo e egoísta. Eu sentia a língua dela massacrar meu pau enquanto eu devorava aquele clitóris inchado. Ela gozou primeiro, gritando abafado no meu ombro, tremendo inteira, enquanto eu sentia a xana dela apertar meus dedos que já estavam lá dentro, explorando cada dobra daquela vagina apertadinha.
Mas a fome era maior. Eu a virei de costas na cama, levantando aquele rabo colossal. A visão daquela buceta aberta, vermelha de tanto desejo, me deixou louco. Sem preliminares agora, só a urgência da carne.
— Enfia esse pau em mim, agora! Quero sentir tudo! — ela ordenou, olhando para trás com um olhar predatório.
Eu a possuí com força. A cada estocada, o som da carne batendo era como um metrônomo de luxúria. A Aninha era um aperto surreal, sugava o pau como se quisesse me beber inteiro.
— Você é gostosa demais, sua ninfomaníaca! Essa xana é um vício! — eu gemia, enquanto a fodia no pelo, sentindo o calor interno dela me envolver.
As noites seguintes foram uma escalada de depravação. A cada encontro, a gente testava um limite novo. Mas a última noite... ah, a última noite foi a consagração.
Estávamos exaustos, mas o tesão não baixava. Eu a tinha contra a parede, com ela de quatro. Eu já tinha comido aquela buceta tantas vezes que queríamos algo mais.
— Aninha, deixa eu entrar no teu cuzinho... deixa eu te foder por trás de verdade — pedi, a voz rouca.
Ela olhou para mim, os olhos brilhando de luxúria.
— Faz isso. Abre esse cu pra você, mas vai devagar, que eu quero sentir cada centímetro desse pau rasgando tudo.
Usei bastante lubrificante, mas a vontade era tanta que a entrada foi quase imediata. Quando minha cabeça penetrou aquele anel apertadíssimo, nós dois soltamos um gemido sincronizado. Era uma sensação de preenchimento absoluta. O aperto do ânus era own nível de pressão diferente de tudo que eu já tinha sentido; era como se a carne dela estivesse tentando me expulsar e me sugar ao mesmo tempo.
— Puta que pariu, Aninha... que aperto é esse? — eu arfei, sentindo meu pau latejar violentamente contra as paredes internas daquele canal estreito.
— Ahhh, caralho... continua! Empurra mais! — ela gritava, a voz abafada contra o colchão, enquanto ela empurrava o rabo para trás, buscando mais profundidade.
Eu comecei a estocar devagar, sentindo cada fibra do músculo dela resistindo e cedendo. A cada centímetro que eu entrava, o prazer subia como uma descarga elétrica pela minha espinha. O ritmo foi acelerando. O som do impacto da minha pélvis batendo contra as nádegas dela ecoava no quarto, um ritmo animal, visceral. Eu a segurava pelos quadris, enterrando o pau até a raiz, sentindo que estávamos fundidos em um único bloco de carne e suor.
Aninha estava em transe. Ela não conseguia mais formular frases, apenas gemidos agudos e palavras soltas: "Mais!", "Fode meu cu!", "Me rasga!". O prazer era tão intenso que ela começou a ter espasmos, e eu sentia que a pressão daquele aperto ia me fazer gozar em segundos.
Eu mudei a posição rapidamente, puxando-a para cima e me ajoelhando, trazendo-a para que ela sentasse own pau no cuzinho, enquanto ainda mantinha a mão direita enterrada na buceta dela, massageando o clitóris com força bruta. O contraste era insano: a pressão own o ânus e a estimulação own a xana.
— Eu vou gozar... eu vou gozar agora! — ela gritou, arqueando as costas, os olhos revirados.
No momento exato em que ela teve o orgasmo mais violento daquela viagem, eu não aguentei. Soltei tudo dentro dela, sentindo cada pulsação do meu gozo inundando aquele canal apertadíssimo. Ficamos ali, colados, respirando own ritmo ofegante, o cheiro de sexo impregnando os lençóis.
Ficamos em silêncio por alguns minutos, apenas ouvindo o som dos nossos corações batendo acelerados. Ela se inclinou, beijou meu pescoço com carinho e sussurrou, com aquele sotaque português que agora soava como música:
— Se você contar para alguém que eu sou assim na cama, eu te mato. Mas amanhã, depois do almoço... quero que você faça tudo de novo.
Eu sorri, ainda sentindo o tremor nas pernas. A "prima gourmet" não era apenas um banquete; era um vício do qual eu não pretendia me libertar tão cedo.




