Essa frase foi dita enquanto ela fechava a porta do meu apartamento, jogando a bolsa de lado. O churrasco da turma tinha acabado, mas o clima entre eu e a Sra. Helena, minha professora de inglês, estava apenas começando a esquentar. Ela estava devastada por causa da briga com o marido, mas os olhos dela... aqueles olhos não estavam tristes. Estavam famintos.
— Você falou que sabia fazer massagem, né, garoto? — ela sussurrou, encostando as costas no sofá e soltando um suspiro pesado.
— Sei fazer coisas bem melhores que massagem, Helena. Só precisava que você me desse permissão — respondi, sentindo meu pau latejar dentro da calça.
Eu comecei a amassar os ombros dela, sentindo a pele quente sob o tecido fino do vestido. A conversa fluiu para a falta de sexo no casamento dela, e quando ela confessou que estava há dois meses sem sentir um homem dentro de si, o ar no ambiente mudou. Eu não aguentei. Dei aquela lambida lenta no pescoço dela, sentindo o perfume caro misturado com o cheiro de desejo.
Quando ela virou e me beijou, não foi um beijo de "professora e aluno". Foi um ataque. A língua dela invadiu a minha com uma urgência desesperada, molhando tudo, sugando minha boca como se quisesse me devorar.
— Puta que pariu, Luís... que pica dura você deve estar escondendo aí — ela gemeu entre o beijo, a mão descendo e apertando meu volume com força.
Eu a joguei no sofá e arranquei aquele vestido como se fosse um papel. Quando ela ficou pelada, o mundo parou. Os peitos médios, com os mamilos marrons e eretos, balançavam enquanto ela arqueava as costas. E lá embaixo... aquela buceta linda, carnuda, com um veludo de pelos que me deixou louco.
— Come por aqui, Luís. Agora! Me lambe toda, caralho! — ela ordenou, abrindo as pernas e empurrando a bunda no encosto do sofá.
Eu mergulhei. Enfiei minha língua naquela fenda quente, lambendo cada centímetro, sentindo o gosto salgado e doce da excitação dela. Eu foquei no clitóris, sugando aquele botãozinho com força, enquanto meus dedos entravam e saíam daquela buceta encharcada.
— Ai, meu Deus! Isso... chupa essa porra, chupa tudo! — ela gritava, as mãos enterradas no meu cabelo, me empurrando contra ela.
Ela girou o corpo, empinando aquele rabo enorme, e eu não perdi tempo. Lambi cada dobra do cuzinho dela, sentindo a pele apertadinha, enquanto ela gozava na minha boca, tremendo inteira, soltando aquele líquido cremosinho que eu engoli com prazer.
— Agora chega de preliminar, porra! Enfia esse pau em mim! — ela gritou, virando-se de novo.
Eu não esperei. Abri as pernas dela ao máximo e meti com tudo. O som do impacto da minha bacia batendo na dela ecoou na sala. A buceta dela estava apertadíssima, sugando cada centímetro do meu membro. A gente se beijava com luxúria, trocando saliva enquanto eu socava fundo, sentindo as paredes dela apertando meu pau como se quisessem me prender ali.
— Você é muito gostoso, Luís... que pica deliciosa... — ela gemia, as unhas cravadas nas minhas costas.
No meio do êxtase, ela teve um estalo. Ela virou de costas, ficando de quatro, e olhou para trás com um olhar perverso.
— E esse cuzinho aqui? Ninguém mexe nele há anos... Enfia tudo, Luís. Quero sentir você rasgando tudo aqui dentro!
Eu deslizei um pouco de saliva e, com um impulso lento e firme, comecei a abrir o caminho. O cu dela era macio, mas apertado pra cacete. Quando eu enterrei tudo, ela soltou um grito que deve ter acordado o prédio.
— Ahhh! Caralho... que aperto! Enfia mais! — ela comandava, enquanto eu socava aquele rabo gostoso sentindo a pressão absurda do esfíncter dela tentando expulsar meu membro, enquanto simultaneamente o sugava para dentro. O contraste entre a maciez da pele e a força daquela contração me deixou zonzo. Eu não estava apenas fodendo a minha professora; eu estava desmantelando cada barreira de formalidade que existia entre nós.
— Você... você é um animal, Luís! — ela gritava, a voz abafada pelo tecido do sofá, enquanto o corpo dela sacudia com cada impacto.
Eu mudei o ângulo, agarrando as coxas dela e puxando-as para cima para que eu pudesse socar ainda mais fundo. O som era visceral: a carne batendo na carne, o ritmo frenético de quem não tem mais nada a perder. A Sra. Helena não era mais a mulher elegante que corrigia meus verbos irregulares; ela era um vulcão de luxúria, arqueando as costas e implorando por mais.
De repente, ela girou o corpo com agilidade, prendendo minhas pernas com as dela e me puxando para cima, forçando-me a entrar nela novamente, mas agora pela frente. A transição foi bruta. O calor da buceta dela, agora completamente encharcada, me recebeu com um aperto que quase me fez gozar na hora.
— Olha para mim, Luís! Olha no meu olho enquanto você me fode! — ela ordenou, a respiração curta e ofegante.
Eu obedeci. Vi as pupilas dela dilatadas, o rosto corado e a expressão de quem estava finalmente encontrando algo que preenchesse o vazio de anos de negligência. Eu acelerei o ritmo, sentindo o ápice chegando. Meus quadris moviam-se como pistões, e a cada estocada, ela soltava um gemido rouco, quase um rosnado.
— Vai... agora! Goza tudo dentro de mim, caralho! Me enche!
O prazer subiu como uma onda elétrica. Eu dei a última sequência de estocadas, sentindo as paredes dela contraírem em espasmos violentos ao redor do meu pau. No momento em que eu descarreguei tudo, sentindo o calor do meu sêmen preencher a profundidade dela, Helena soltou um grito abafado e apertou minhas costas com tanta força que as marcas de suas unhas ficaram gravadas na minha pele.
Ficamos ali, ofegantes, os corpos colados e suados, sentindo o coração um do outro martelar no mesmo ritmo. O silêncio voltou a reinar na sala, interrompido apenas pelo som da respiração pesada.
Ela se afastou lentamente, um sorriso malicioso brincando nos lábios enquanto olhava para a bagunça que tínhamos feito no sofá.
— Sabe, Luís... — ela sussurrou, a voz recuperando um pouco daquela autoridade de professora, mas com um brilho de malícia nos olhos. — Acho que vamos precisar de muitas "aulas particulares" para você realmente dominar a matéria.
Ela se levantou, sem pressa de se vestir, e caminhou em direção ao quarto, deixando o rastro de desejo no ar.
— Vem. Quero ver se você aguenta o segundo tempo.
Mal tínhamos entrado no quarto e eu mal tinha sentido o colchão sob meu corpo quando o silêncio foi estraçalhado. O toque estridente do celular de Helena, esquecido sobre a cômoda, ecoou como um alarme de incêndio no quarto na penumbra.
Ela congelou, com a perna ainda envolta na minha. O visor iluminou o rosto dela, revelando o nome: **Ricardo**.
Ela atendeu com a voz trêmula, tentando controlar a respiração que ainda estava curta.
— Oi... Ricardo.
— *Oi, Helena. Olha, eu andei pensando... eu não quero que a gente termine assim. Eu estou voltando para casa agora. Quero conversar, quero tentar me reconciliar. Você está onde?*
Eu olhei para ela, esperando que ela desligasse ou desse qualquer desculpa. Mas Helena não olhou para o celular; ela olhou para mim. Um sorriso perverso, quase cruel, surgiu nos lábios dela. A adrenalina do risco pareceu despertar algo nela que eu ainda não tinha visto.
— *Estou... estou no caminho de casa, querido* — ela mentiu, a voz agora num sussurro rouco. — *Chego em dez minutos.*
Ela desligou o aparelho e jogou o celular para o lado, longe o suficiente para não ouvir, mas perto o suficiente para lembrarmos que o tempo estava correndo. Ela se inclinou sobre mim, os seios balançando, e sussurrou no meu ouvido:
— Continua, Luís. Mas agora... em silêncio.
Aquela frase mudou tudo. O sexo, que já era intenso, tornou-se frenético e desesperado. Não era mais apenas prazer; era uma corrida contra o relógio.
Eu a puxei para baixo de mim com força, sentindo a pele dela quente e úmida. Quando entrei nela novamente, o impacto foi seco, mas ela mordeu o próprio lábio inferior para não soltar aquele grito que faria as paredes tremerem. O som do nosso corpo colidindo era abafado por gemidos sufocados contra o travesseiro.
Eu a fodia com uma urgência bruta, sentindo que cada estocada era um ato de rebeldia. Ela envolvia minha cintura com as pernas, apertando-me como se quisesse me fundir ao corpo dela, os olhos arregalados, focados nos meus, transmitindo a excitação do proibido.
Era um jogo perigoso. A cada vez que ela sentia meu pau atingir o fundo, ela abria a boca para gritar, mas eu rapidamente selava os lábios dela com os meus, transformando o grito em beijos famintos e saliva trocada.
O ritmo tornou-se maníaco. Eu a virava, a jogava, a explorava em ângulos que a faziam morder as mãos para não denunciar a nossa presença. O suor escorria por nossos corpos, tornando tudo escorreguio e visceral. A urgência de quem sabe que cada gemido pode ser o começo de um escândalo transformou o ato em algo quase religioso, onde o único pecado era ser pego.
— Mais rápido... — ela sussurrou, quase num sopro, enquanto me empurrava contra ela. — Me fode como se ele estivesse na porta... agora!
Eu não precisei de segunda ordem. Dei a ela a intensidade que ela pedia, socando fundo e rápido, sentindo que a cada movimento nós estávamos rasgando o resto de normalidade que ainda restava naquela relação. No momento em que eu descarreguei tudo dentro dela, ela apertou meu pescoço, os olhos revirando, soltando um suspiro longo e mudo que vibrou contra a minha pele.
Ficamos ali, em silêncio, ouvindo o som distante do portão da frente abrindo.
Ricardo havia chegado.......




