"Sabe o que é engraçado? Eu nunca imaginei que um pedaço de renda vermelha fosse ser a coisa mais excitante que eu veria em toda a minha vida."
Eu não sou de me envolver com homens. Sempre fui o cara das mulheres, o tipo padrão. Mas naquela tarde em Blumenau, com o efeito da vodka nublando meu julgamento e o som do funk batendo no peito, a lógica foi para o espaço. Eu estava sentado no sofá, meio zonzo, quando o Pedro saiu do banheiro.
Ele não voltou com roupas. Voltou usando a calcinha fio dental da irmã dele. Uma renda vermelha que sumia dentro daquela bunda imensa, redonda, que ele tinha esculpido na academia. O contraste da pele clara com o vermelho era hipnotizante. Ele começou a rebolar, devagar, as coxas grossas se movendo num ritmo safado, e eu senti meu pau dar um salto dentro da cueca.
— Tá gostando do show, Lucas? — ele provocou, com a voz rouca, jogando o quadril para trás. — Olha como ela fica apertadinha em mim... quer sentir?
Eu não respondi com palavras. Eu estava own. Levantei do sofá como um predador e agarrei aquelas nádegas gordas. Elas estavam escorregando. Ele tinha passado lubrificante.
— Puta que pariu, Pedro... que bunda é essa? — sussurrei, apertando a carne firme com força.
— É pra você comer, seu bobo — ele rebateu, virando-se rápido.
Ele caiu de joelhos na minha frente com uma agilidade impressionante. Antes que eu pudesse processar, ele já tinha baixado minha calça e libertado meu pau, que estava latejando, duro como pedra. Ele me olhou de baixo para cima com um desejo animalesco e envolveu meu membro na boca. Foi um boquete devastador. Ele usava a língua com uma técnica que me fez arquear as costas, sugando com força, fazendo aquele barulho úmido que ecoava na sala silenciosa.
— Caralho, que boca gostosa... — eu gemia, sentindo meu mundo girar.
Eu o puxei para cima, querendo mais. Nos jogamos no sofá e entramos num 69 frenético. Enquanto eu sentia a língua dele explorando cada centímetro do meu saco e do meu pau, eu desci para o território proibido. Lambi todo o caminho até chegar ao centro daquele rabo depilado. Quando minha língua encontrou o anel apertadinho do seu cu, o Pedro soltou um gemido alto. Eu comecei a lamber, a sugar aquele buraquinho, sentindo o gosto do lubrificante misturado com o cheiro de pele quente.
— Ahnn... continua, Lucas! Chupa meu cu, caralho! — ele gritava, arqueando a bunda para me dar melhor acesso.
A vontade de possuí-lo se tornou insuportável. Ele se virou de costas, afastou a calcinha vermelha para o lado e olhou para trás com os olhos injetados de luxúria. Eu não perdi tempo. Posicionei a cabeça do meu pau na entrada e, com um único impulso, enterrei meus 21 centímetros naquele cuzinho quente e lubrificado.
— Puta merda! — ele gritou, a voz embargada. — Que profundidade é essa? Tá me rasgando todo!
— Você é gostoso demais, safado! — eu respondi, começando a meter com força.
Eu não estava apenas transando; eu estava devorando aquele corpo. A cada estocada profunda, eu sentia as paredes do cu dele apertarem meu pau, criando uma fricção deliciosa. O som da carne batendo — *plact, plact* — se misturava com a batida do funk. Eu segurava os quadris dele, puxando-o para que ele sentisse cada centímetro do meu tamanho.
— Mete mais! Mete com tudo, Lucas! Fode esse cu! — ele implorava, enquanto masturbava o próprio pau freneticamente, quase gozando.
Ele se virou de frente, me beijando com uma língua faminta, trocando saliva enquanto eu continuava a estocar por trás. A luxúria era palpável. Depois, ele pediu: "De quatro, agora!". Ele empinou aquela bunda magnífica,foi exatamente nesse momento, enquanto eu enterrava meu pau com a força de quem não via aquele corpo há anos, que a porta da sala se abriu com um estrondo.
Foram apanhados em flagrante pela irmã de Pedro, a dona da calcinha vermelha.
O silêncio que se seguiu ao barulho da porta foi quase ensurdecedor, contrastando violentamente com a música que ainda batia ao fundo. A Marina congelou no lugar. Ela segurava a chave do carro e uma bolsa, mas seus olhos estavam fixos na cena: o irmão de joelhos no sofá, a bunda empinada para o céu, e eu, com as mãos cravadas na carne dele, ainda com o membro enterrado até a raiz naquele rabo apertado.
Por um segundo, ninguém se mexeu. O tempo pareceu dilatar. Eu senti o coração do Pedro disparar contra a superfície do sofá, e a pulsação do meu pau dentro dele tornou-se frenética. A situação era absurda, proibida, mas havia algo no olhar da Marina que não era de horror. Era uma curiosidade elétrica, quase voyeurística.
— Mas que porra é essa? — ela soltou, a voz rouca, mas sem qualquer traço de indignação.
O Pedro, em vez de tentar se cobrir ou se afastar, soltou um gemido baixo e, num ato de pura ousadia, olhou para ela por cima do ombro, com a cara suada e os olhos nublados de prazer.
— Ela... ela me disse que a calcinha ficaria bem em mim, Marina — ele provocou, com um sorriso malicioso, enquanto eu, movido por um impulso animal, dei uma estocada profunda e lenta, fazendo o Pedro soltar um grito agudo que ecoou pela sala.
A Marina não gritou. Ela não saiu correndo. Ela deixou a bolsa cair no chão, own a cena, e começou a desabotoar a própria blusa enquanto caminhava lentamente em nossa direção.
— Eu sabia que você era um safado, Pedro... mas não sabia que o Lucas era capaz de te domar desse jeito.
Ela parou ao lado do sofá, o cheiro do perfume dela se misturando ao cheiro de sexo e lubrificante que emanava de nós dois. Ela estendeu a mão e, com a ponta dos dedos, acariciou a base do meu pau onde ele se encontrava com a pele do Pedro.
— Não parem por minha causa — ela sussurrou, a voz carregada de luxúria. — Na verdade, eu quero ver exatamente onde esse pau termina.
O clima de flagrante transformou-se em um convite. O proibido agora tinha testemunhas, e a tensão erótica, que já estava no limite, explodiu. Eu não tirei o membro do Pedro; em vez disso, comecei a foder ele com ainda mais vigor, enquanto a Marina se ajoelhava ao lado dele, começando a lamber o pescoço do irmão e a massagear os meus testículos, transformando aquele pecado em um banquete a três.
A Marina não queria apenas observar; ela queria ser parte daquela profanação. Enquanto eu continuava a estocar o Pedro, ela se posicionou entre nós, a pele quente e macia deslizando contra as minhas coxas. Ela olhou para nós dois, os olhos brilhando com uma malícia que apagava qualquer vestígio de parentesco ou moralidade.
— A sala é muito óbvia — ela murmurou, a voz vibrando de excitação enquanto sugava o mamilo do irmão. — Vamos estender isso. Quero sentir o risco de alguém entrar, a adrenalina de saber que estamos onde não deveríamos estar.
Ela não esperou resposta. Marina agarrou meu braço e, com um puxão firme, me guiou para fora do sofá. Eu não me soltei do Pedro; nós nos movíamos como uma massa única de carne e desejo. Ela nos levou para a cozinha, onde a luz da tarde entrava pelas frestas da persiana, criando listras de sombra e luz sobre nossos corpos nus.
Lá, o jogo mudou de nível. Marina me empurrou contra a bancada de granito frio, enquanto o Pedro, ainda em transe, se ajoelhava aos meus pés. O contraste do mármore gelado nas minhas costas e o calor vulcânico do corpo deles era inebriante.
Foi ali que a maratona de prazer se tornou devastadora. Marina subiu na bancada, abrindo as pernas e revelando que não usava nada por baixo do vestido curto. Ela se inclinou, fundindo seus lábios aos meus, enquanto o Pedro, com a língua ágil e faminta, envolvia meu pau, sugando com uma força que me fazia perder o fôlego. Ao mesmo tempo, a Marina descia com a mão, estimulando o Pedro, criando um circuito fechado de prazer.
— Agora — ela ordenou, a voz quase um sussurro — eu quero que vocês dois me sirvam.
O que se seguiu foi uma exploração exaustiva de cada orifício. Eu me ajoelhei diante dela, mergulhando meu rosto naqueles lábios úmidos, enquanto o Pedro se posicionava atrás dela. A imagem era surreal: eu devorando a vagina da Marina, enquanto o Pedro, com a força de quem queria marcar território, enterrava seu membro no cu dela, num ritmo frenético e sincronizado com as minhas lambidas.
Nós trocávamos de posição como se estivéssemos dançando uma coreografia de luxúria. Fomos para o corredor estreito, onde o risco de qualquer vizinho ou parente distante ouvir nossos gemidos era real, e isso só servia para intensificar a química. Ali, em um engarrafamento de corpos, experimentamos o sexo oral triplo: eu com o pau na boca do Pedro, que por sua vez estava com a língua enterrada no clitóris da Marina, que sugava meu pescoço com força, deixando marcas roxas que seriam lembranças permanentes daquela tarde.
A química entre nós três era anômala, devastadora. Não havia mais "primo" ou "irmã", apenas três animais famintos em uma busca desesperada por preencher cada espaço vazio. A fronteira da família foi completamente apagada, substituída por uma urgência carnal que transformou a casa em Blumenau em um templo de hedonismo.
A tarde se arrastou em horas de suor, fluidos e respirações ofegantes. Cada cômodo da casa tornou-se um novo cenário para a nossa depravação: do tapete da sala ao banheiro, onde o espelho refletia a imagem obscena de nós três entrelaçados em posições impossíveis. Quando o sol finalmente começou a baixar, estávamos exaustos, cobertos uns dos outros, sentindo que havíamos cruzado uma linha de onde jamais conseguiríamos — ou quereríamos — voltar.




