O Gozo Proibido da Sogra Rabuda

O Gozo Proibido da Sogra Rabuda**

— "Davi, se você continuar me olhando assim, eu vou acabar sentando nessa sua pica agora mesmo."

A frase da Marisa ecoou na sala, cortando o silêncio pesado de um sábado sufocante em Lisboa. Eu estava parado com a lata de cerveja na mão, sem camisa, sentindo o suor escorrer pelo peito. Eu tentei ignorar, tentei focar no jogo da TV, mas a visão da minha sogra de biquíni, com aquele rabo gigante que parecia desafiar as leis da gravidade, estava me deixando louco.

— "Marisa, você tá louca? A Laura volta logo..." — eu gaguejei, mas meu corpo já tinha respondido; meu pau estava duro como uma pedra sob o tecido da bermuda.

Ela não disse mais nada. Apenas caminhou até mim com aquele rebolado lento, sentou-se no meu colo e sussurrou no meu ouvido, a voz rouca de desejo:
— "A Laura não está aqui, seu gostoso. E eu estou morrendo de vontade de sentir esse seu pauzão dentro de mim... e não quero só a frente, Davi. Eu quero que você destrua o meu cuzinho."

O jogo acabou para mim naquele momento. A tensão de sete meses explodiu. Eu a agarrei pela cintura, sentindo a maciez daquelas coxas, e a joguei no sofá. O beijo foi urgente, faminto, com as línguas se enrolando numa dança de luxúria. Eu não conseguia parar de beijá-la, descendo para o pescoço, sugando a pele dela enquanto minhas mãos apertavam aqueles peitos fartos.

— "Porra, Marisa... que peitos maravilhosos!" — eu gemi, apertando as mamas dela com força, sentindo os mamilos rígidos contra a palma da minha mão.

Ela soltou um gemido alto, arqueando as costas.
— "Tira essa roupa logo, caralho! Me fode, Davi!"

Eu arranquei a bermuda e meu pau saltou, latejando de tesão. Marisa não perdeu tempo. Ela se ajoelhou no chão e envolveu minha pica com aquela boca deliciosa. O boquete foi intenso; ela sugava com vontade, fazendo sons de prazer, olhando nos meus olhos enquanto me deixava no limite. Quando ela terminou, ela se virou de costas, empinou aquele rabo colossal e olhou para trás com um sorriso malicioso.

— "Lambe tudo, Davi. Quer que eu te dê o cuzinho, mas primeiro quero sentir sua língua aqui."
Eu mergulhei. Comecei lambendo o clitóris dela, sentindo-a pulsar, e depois desci para o rabo. Dei lambidelas profundas no cuzinho dela, sentindo o cheiro excitante da pele quente. Ela gritava, perdendo o controle.
— "Ai, porra! Isso... lambe mais, seu safado!"

Não aguentei mais. Fizemos um 69 luxurioso no sofá, cada um sugando o prazer do outro, a língua explorando cada dobra, cada orifício. Quando a vontade de penetrar tornou-se insuportável, eu a posicionei de quatro. Passei um pouco de lubrificante e, com um empurrão firme, enterrei meu pau no cuzinho dela.

— "Ahnnn! Caralho, que pressão! Tá fundo demais!" — ela gritou, as mãos cravadas no estofado do sofá.

Eu comecei a meter marcha. O ritmo era frenético, o som da carne batendo era a única música da casa. Eu a fodia com força, sentindo as paredes do ânus dela apertando meu pau. Era um sexo anal profundo, intenso, a cada estocada eu sentia que ela estava quase gozando.

— "Me fode mais, Davi! Destrói esse rabo!" — ela pedia, enquanto eu a puxava pelos quadris, metendo e tirando com violência deliciosa.

A gente transou ali mesmo, no sofá, depois fomos para a cama, e até no chão da cozinha rolou uma rodada. A cada pausa, a gente se beijava, se provocava, se punhetava. O desejo era animal.

Quando o sol começou a baixar e o cansaço bateu, Marisa se aninhou em mim, ainda ofegante.
— "O meu cuzinho já está assando, meu amor... agora quero a bucetinha."

E assim foi.
Eu não precisei de segunda ordem. Apenas a girei, sentindo a pele úmida de suor deslizar contra a minha, e a posicionei de costas para mim, com as pernas abertas e os joelhos dobrados, expondo aquela vulva carnuda e latejante que já estava completamente encharcada.

O contraste era hipnotizante: a pele clara da coxa contra o rubor do desejo. Sem hesitar, guiei a cabeça do meu pau, que ainda pulsava do sexo anal, e mergulhei na bucetinha dela. O encaixe foi perfeito, um vácuo quente que me sugou com força.

— "Aaaah! Isso... finalmente!" — ela exclamou, jogando a cabeça para trás e enterrando as unhas nos meus braços.

Eu comecei a meter com vigor, sentindo cada dobra interna dela apertar meu membro. O ritmo era diferente do anal; era mais fluido, mais visceral. A cada estocada profunda, eu sentia o clitóris dela friccionando contra a base do meu corpo, criando uma descarga elétrica que nos fazia gemer em sincronia. O som da carne batendo, aquele estalo úmido e rítmico, preenchia o quarto, misturando-se à respiração pesada e aos palavrões que ela soltava no meu ouvido.

— "Fode a sogra, Davi... fode a mãe da sua namorada, seu animal!" — ela provocava, a voz embargada, incentivando a minha luxúria a chegar ao ápice.

Aquela frase foi o gatilho. Eu a agarrei com mais força, puxando-a para cima enquanto mergulhava cada centímetro do meu pau nela. Eu sentia que estava tocando o fundo do útero dela. Marisa começou a ter espasmos, as paredes vaginais contraindo violentamente ao redor de mim, avisando que o orgasmo estava chegando.

— "Eu vou gozar! Vou gozar agora! Ai, meu Deus!" — ela gritou, o corpo todo tremendo.

Ela desmoronou em um orgasmo longo e intenso, apertando meu pau como se não quisesse me deixar sair. O prazer dela me arrastou junto; senti a pressão subir, a base da minha pica latejar e, com três estocadas brutais e profundas, eu soltei tudo dentro dela. Gozei com força, jatos quentes inundando a bucetinha da Marisa, enquanto eu grunhia, sentindo todo o estresse de meses de repressão ser expelido naquele momento.

Ficamos ali, colados, os corações batendo no mesmo ritmo frenético, o silêncio retornando lentamente enquanto o suor secava na pele.

— "Isso foi... surreal," — ela sussurrou, virando o rosto para me olhar com aqueles olhos semicerrados de prazer.

Eu sorri, sentindo-me exausto, mas completamente satisfeito. No entanto, o prazer trouxe a realidade de volta. O som distante de um carro estacionando na garagem ecoou pela casa.

— "A Laura chegou," — ela disse, a voz recuperando a compostura, mas com um brilho malicioso no olhar.

Ela se levantou com uma agilidade surpreendente, ajeitando o biquíni e dando um tapinha provocante no meu rosto antes de caminhar em direção à porta.

— "Lava esse pau, Davi. E não conta nada... mas saiba que, toda vez que ela sair, eu vou querer que você destrua esse rabo de novo."

Foto 1 do Conto erotico: O Gozo Proibido da Sogra Rabuda

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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
O Gozo Proibido da Sogra Rabuda

Codigo do conto:
270429

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
22/08/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
5