— Puta que pariu, que calor do caralho hoje, né? — ela disse, enquanto me entregava o copo d'água, com aquele sorriso que me desmontava inteiro.
Eu a observava. A professora, a "amiga da família", a mulher que morava a poucas quadras da minha casa na Zona Norte. Ela tinha aquele corpo que me tirava o sono: seios que transbordavam o sutiã e uma bunda monumental, firme, que parecia pedir para ser apertada. Eu era um adolescente movido a hormônios, e cada favor que ela me pedia para carregar um móvel ou organizar o quintal era, na verdade, um pretexto para eu me perder naquelas curvas.
O jogo de sedução começou nos detalhes. No dia em que a vi no banheiro, com a saia levantada e a calcinha abaixada, enxugando aquela xoxota peludinha e carnuda, senti meu pau dar um salto contra o tecido da bermuda. Naquele momento, eu soube que não tinha volta.
Passamos por várias etapas de tensão. O susto com o gato no jardim, onde nossos corpos se colaram e ela sentiu meu pau estourando de tesão contra a coxa dela. A limpeza do quarto entulhado, onde fiquei prensado contra a bunda dela, sentindo a pressão do meu pau no canal entre as nádegas, enquanto ela suspirava, com o rosto vermelho, sentindo que eu estava no limite.
Mas a explosão veio no dia da briga dos vizinhos. Estávamos escondidos na cerca, observando o caos, quando ela deslizou o braço sobre o meu pau duro. O olhar dela mudou. Não era mais a professora; era a fêmea querendo ser possuída.
Eu não aguentei. A agarrei pela nuca e a beijei com uma fome animal, nossas línguas se enrolando em um beijo úmido e desesperado. Joguei-a no chão do quintal, rasgando a calma da tarde.
— Puta que pariu, eu quero esse pau agora! — ela gemeu, a voz rouca de luxúria.
Tirei a roupa dela com pressa, expondo aqueles seios fartos. Ataquei as mamas, apertando-as com força, sugando os bicos enquanto minha mão descia para a buceta, que já estava jorrando suco. Ela se abriu para mim, e eu me ajoelhei. Comecei a lamber o clitóris dela com vontade, fazendo-a arquear as costas. Desci mais, mergulhando a língua no cuzinho dela, provando cada centímetro daquela região proibida.
— Ai, caralho! Lambe mais, seu safado! — ela gritava, as unhas cravando nos meus ombros.
Ela me puxou para cima e, com um movimento ágil, engoliu meu pau. O boquete foi visceral. Senti a garganta dela apertar meu cacete, a saliva escorrendo enquanto ela sugava com força, querendo tirar cada gota de tesão dali. Não aguentei. Viramos a posição, ficamos em um 69 luxurioso, onde eu podia lamber a buceta dela enquanto ela se dedicava ao meu pau. O cheiro de sexo impregnava o ar.
Quando finalmente encaixei meu pau naquela xoxota molhadíssima, entrou até o talo com um estalo úmido.
— Puta, que delícia! Enfia tudo, enfia esse pau todo em mim! — ela gemia, as pernas envolvendo minha cintura.
Eu estocava com força, batendo as coxas contra a bunda dela, fazendo aquele barulho sujo de carne com carne. Mas eu queria mais. Virei-a de bruços, abrindo aquelas nádegas maravilhosas. Passei o suco da buceta no anuzinho dela e, sem aviso, empurrei.
— Ahhh! Porra! — ela urrou quando senti meu pau rasgando a entrada do cuzinho dela.
Era um sexo selvagem. Eu a segurava pelos cabelos, metendo e tirando do anal com uma intensidade profunda, sentindo cada centímetro daquela parede apertada. O prazer era tão agudo que beirava a dor, e isso só nos excitava mais.
— Mete mais forte, caralho! Destrói esse cu! — ela gritava, sacudindo o quadril em sintonia com as minhas estocadas.
Eu explodi. Uma gozada violenta, litros
de sêmen jorrando nas paredes do reto dela. Eu sentia meu pau pulsar dentro do cu dela, esvaziando-me completamente enquanto ela contraía o esfíncter em espasmos violentos, gritando meu nome enquanto o orgasmo a consumia.
Ficamos ali, ofegantes, o cheiro de sexo e suor misturado ao aroma da grama cortada do quintal. O silêncio voltou a reinar, interrompido apenas pelos nossos batimentos cardíacos acelerados. Ela se desligou de mim lentamente, deixando o sêmen escorrer por entre as nádegas, uma marca líquida e quente da nossa transgressão.
Ela se virou, com o rosto congestionado de prazer e os lábios inchados, e me deu um sorriso malicioso. Não havia arrependimento, apenas a fome de quem descobriu um vício.
— Você não tem noção do quanto eu desejava que você fizesse isso — ela sussurrou, enquanto se levantava com dificuldade, as pernas ainda tremendo. — Aquele seu pau... é a coisa mais deliciosa que já entrou em mim.
Ela não se vestiu imediatamente. Caminhou até mim, nua, deixando que eu admirasse a visão daquela mulher poderosa, agora marcada pelo meu prazer. Ela se ajoelhou novamente, mas desta vez não para me dar um boquete, e sim para lamber a parte interna da minha coxa, subindo lentamente com a língua até a base do meu pau, que ainda pulsava, recusando-se a murchar completamente.
— Agora a gente vai entrar — ela disse, a voz baixa e carregada de promessa. — Mas não vamos para a sala. Vamos para o quarto, e você vai me mostrar que esse vigor todo não foi só um começo.
Ela me pegou pela mão e me guiou para dentro da casa. Cada passo que dávamos, eu sentia o peso do segredo que agora compartilhávamos. A "amiga da família" tinha acabado de se tornar a minha amante, e a dinâmica de poder tinha mudado. Eu não era mais apenas o menino que carregava móveis; eu era o dono daquele corpo.
Assim que cruzamos a soleira do quarto e a porta bateu com um estalo seco, ela se jogou na cama, abrindo as pernas sem qualquer hesitação, revelando a xoxota ainda brilhando de sêmen e suco.
— Vem logo, seu animal. Me fode de novo. Me fode até eu esquecer quem eu sou.
Entrei nela sem qualquer preliminar, com a fúria de quem tinha acabado de descobrir um paraíso proibido. O impacto do meu pau atingindo o fundo do útero dela arrancou um grito abafado que ela engoliu com um beijo voraz. Estávamos no ápice da segunda rodada, o ritmo era frenético, a cama rangeu sob a força das nossas batidas, e o suor fazia nossos corpos deslizarem um no outro em um ritmo visceral.
— Puta que pariu... que delícia... — ela sussurrava entre os dentes, as unhas cravando nas minhas costas, me puxando para mais perto, querendo que eu a atravessasse.
Foi nesse exato momento, quando eu sentia que ia explodir de novo, que o som estridente da campainha ecoou por toda a casa. O som cortou o clima como uma navalha. Congelamos por um segundo. O coração disparou.
— É a minha mãe... — sussurrei, o pânico subindo pela garganta. — Porra, ela não avisou que vinha!
Eu tentei me afastar, a urgência de me vestir e de esconder a nudez dela gritando nos meus ouvidos. Mas a professora teve uma reação diferente. Ela sentiu meu pau pulsar dentro dela e, em vez de recuar, ela apertou as pernas na minha cintura, prendendo-me em um abraço sufocante de luxúria. Um sorriso malicioso e perigoso surgiu nos lábios dela.
— Não para. Continua, seu idiota — ela ordenou, a voz baixa, mas firme.
— Ficou louca? Ela vai entrar aqui! — eu sussurrei, desesperado.
— Exatamente por isso. O risco é o melhor afrodisíaco, caralho. Agora cala a boca e me fode enquanto eu falo com ela.
Ela se levantou da cama com uma agilidade impressionante, sem vestir absolutamente nada, apenas jogando um robe de seda curto e aberto que mal cobria a frente da xoxota. Ela caminhou até a porta do quarto, que dava para o corredor, e abriu apenas uma fresta, mantendo o corpo escondido atrás da madeira, mas a voz projetada para a sala.
— Oi, mãe! Já estou indo aí! Só estou terminando de organizar umas coisas aqui no quarto do menino! — ela gritou, fingindo uma naturalidade absoluta.
Nesse instante, ela se virou para mim e fez um sinal com a cabeça. Eu não pensei duas vezes. Avancei sobre ela, prensando-a contra a parede ao lado da porta. Ergui a perna dela, prendendo-a no meu quadril, e mergulhei meu pau com tudo naquela carne quente e molhada.
— Ahhh... — ela soltou um gemido agudo que precisou morder o próprio lábio para não transformar em um grito.
— Você é louca... puta... — eu sussurrei no ouvido dela, estocando com força, sentindo o impacto do meu quadril contra a bunda dela.
— Continua... continua, seu safado... — ela sibilou, a voz tremendo. — Mete com força... a gente não pode... ahnn... a gente não pode parar agora.
Lá embaixo, a voz da minha mãe ecoava, perguntando se estava tudo bem, se ela queria um café. A professora respondia com a voz firme, mas os olhos dela estavam revirados, a respiração curta, enquanto sentia cada estocada profunda rasgando o seu silêncio.
— Está tudo ótimo, querida! Só um minutinho! — ela disse para a mãe, enquanto eu dava uma estocada tão violenta que a fez arquear as costas, a cabeça batendo levemente na parede.
O prazer era torturante. O medo de sermos pegos, o som da voz da minha mãe a poucos metros de nós, e a sensação daquela xoxota apertando meu pau como se quisesse me sugar inteiro. A luxúria tinha se tornado algo visceral. Eu a fodia com urgência, sentindo o suco dela escorrendo pelas minhas coxas, enquanto ela lutava para manter a compostura na conversa, soltando pequenos gemidos anasalados a cada batida.
— Porra, que tesão... — eu gemia baixinho, acelerando o ritmo. — Olha pra mim... olha pro seu aluno te fodendo enquanto você mente pra minha mãe...
— Ai, caralho... sim! — ela sussurrou, a voz carregada de luxúria, os olhos brilhando de excitação. — Me fode mais... termina logo... termina




