O Altar do Pecado:Ontem minha sogra. Hoje minha mulher



— Você não tem noção do quanto eu imaginei esse seu pau latejando contra a minha bunda esse tempo todo, seu safado.

A frase de Vânia ecoou no escritório, cortando o silêncio da casa e quebrando qualquer barreira de respeito que ainda existisse entre nós. Eu a senti vibrar contra mim, o calor do corpo dela emanando através daquela camisa comprida que mal cobria as curvas generosas. O cheiro do perfume dela, misturado ao desejo acumulado de meses, era como um gatilho.

Não houve hesitação. Eu a virei com força, prensando-a contra a mesa de madeira. Meus lábios encontraram os dela em um beijo voraz, de língua, explorando cada canto da boca dela com uma urgência animal. Vânia gemia entre os beijos, as mãos dela puxando meu cabelo, me instigando a ser mais bruto.

— Puta que pariu, Vânia... que vontade que eu estava de comer você — sussurrei no ouvido dela, enquanto minha mão descia para apertar aquela bunda avantajada.

Eu a ergui, rasgando a calcinha para baixo com um puxão seco. A buceta dela estava encharcada, um convite irrecusável. Me ajoelhei e mergulhei o rosto naquela fenda deliciosa. Comecei com lambidelas lentas, subindo e descendo, focando todo o meu prazer no clitóris dela. Vânia arqueou as costas, soltando um gemido alto, a voz rouca de luxúria:

— Isso, João... chupa essa buceta, caralho! Chupa tudo!

Eu não parei até sentir o espasmo do orgasmo dela contra a minha língua. Mas eu queria mais. Eu queria sentir a profundidade dela. Enquanto ela recuperava o fôlego, eu a puxei para um 69 improvisado ali mesmo, no tapete do escritório. Enquanto eu me perdia no mel dela, ela me devolvia o prazer com um boquete delicioso, sugando meu pau com uma vontade desesperada, fazendo vácuo, me levando ao limite.

— Agora eu quero sentir você dentro de mim, João. Mete nesse cu da tua sogra, mete com força! — ela gritou, apoiando-se na mesa com a bunda arrebitada, oferecendo-me a visão perfeita daquele cuzinho rosado e apertado.

Eu não resisti. Antes de entrar, usei a língua para lambuzar cada dobra do ânus dela, deixando-o bem lubrificado com a saliva. Quando encaixei a cabeça do pau, senti a pressão deliciosa. Comecei a empurrar devagar, sentindo a resistência e depois a entrega total.
— Ai, meu Deus! Que tesão! Enfia tudo, caralho! Mete nesse cu gostoso da tua puta! — Vânia gritava, as unhas cravadas na madeira da mesa.

O ritmo tornou-se frenético. O som da carne batendo na carne preenchia o escritório. Eu a fodi com intensidade, um vai e vem profundo que fazia a mesa tremer. Cada estocada era um choque de prazer. Eu alternava entre a buceta e o cu, mudando a posição rapidamente, querendo sentir cada milímetro daquele corpo.

— Você é gostosa demais, Vânia! Que puta deliciosa você é! — eu dizia, enquanto a segurava pelos quadris, martelando com força.

O prazer subiu como uma onda incontrolável. Vânia gozou novamente, gritando meu nome, pedindo para eu não parar, implorando pelo meu leite. Quando senti que não aguentava mais, dei a última estocada mais profunda que consegui, enterrando meu pau completamente no cuzinho dela e gozei tudo ali dentro. Foi uma explosão, uma descarga de tensão que nos deixou exaustos.

Ficamos ali, encaixados por alguns instantes, recuperando a respiração enquanto o suor secava em nossos corpos. Dei um beijo carinhoso, mas possessivo, nas costas dela.

— Isso aqui vai ser o nosso segredo mais sujo, João — ela sussurrou, com um sorriso malicioso enquanto se soltava de mim.

Lavei o rosto, ajeitei a calça e saí daquela casa com o coração disparado, sabendo que a partir daquele dia, a relação com a minha sogra nunca mais seria a mesma. Eu tinha acabado de descobrir que o proibido tem o gosto mais delicioso do mundo.
O som da máquina de lavar roupas no ciclo de centrifugação era um ruído metálico, ritmado e alto, que preenchia a lavanderia com uma vibração constante. Era o nosso escudo.

— Você é louco... completamente louco — Vânia sussurrou, mas a voz dela não tinha hesitação, apenas urgência.

Ela estava encostada na parede de azulejos brancos, as pernas levemente abertas, enquanto eu a prensava contra a máquina de lavar. A porta da lavanderia estava encostada; bastava um passo no corredor para que qualquer pessoa da casa visse a cena. O risco não era mais um detalhe, era o combustível. A tensão dos últimos dias tinha se tornado um vício: não bastava mais o escritório trancado, precisávamos do perigo do flagrante para sentirmos que estávamos realmente vivos.

Eu não disse nada. Apenas segurei os pulsos dela acima da cabeça, prendendo-os contra a parede fria, e desci meu rosto para o pescoço dela, distribuindo beijos úmidos e mordidas leves que a faziam soltar gemidos abafados. Vânia estava usando um vestido leve, sem calcinha — ela me avisara por SMS dez minutos antes, enquanto eu fingia ler e-mails na sala.

— João... rápido... alguém pode vir ver a roupa — ela arquejou, as coxas apertando minha cintura, puxando-me para dentro dela.

Eu a ergui com um solavanco, sentando-a sobre a bancada de granito onde ficavam os produtos de limpeza. O contraste da pele quente dela com a pedra gelada a fez dar um salto. Sem perder tempo, abri as pernas dela e mergulhei meu pau, já latejando e duro como pedra, no meio dela.

O encaixe foi perfeito, úmido e profundo. Vânia soltou um grito agudo que foi engolido pelo barulho da máquina de lavar, e ela apertou meus ombros com tanta força que as unhas deixaram marcas. O ritmo começou selvagem, desprovido de qualquer delicadeza. Eu a fodia com a fome de quem estava recuperando todo o tempo perdido em silêncios forçados durante o almoço de domingo.

— Ai, meu Deus... continua... não para! — ela gemia, a cabeça jogada para trás, os olhos revirando enquanto sentia cada estocada bater no fundo do seu útero.

Enquanto eu a martelava contra a bancada, Vânia começou a sussurrar coisas que nunca haviam saído de sua mente. A máscara de "mãe de família" e "sogra respeitável" tinha derretido completamente sob o calor do desejo.

— Me usa, João... me usa como se eu não fosse nada — ela sussurrou, a voz rouca, quase um rosnado. — Esquece quem eu sou... me trata como a puta da família. Me fode como se eu pertencesse a você, como se eu fosse a vadia que você esconde aqui dentro.

Aquelas palavras foram como um choque elétrico. Eu mudei a pegada, virando-a de costas na bancada, forçando-a a curvar as costas e oferecer a bunda generosa para mim. Eu a segurei pelos cabelos, puxando a cabeça dela para trás enquanto enterrava meu pau com força total. O som da carne batendo na carne ecoava, competindo com o barulho da máquina.

— É isso que você quer, Vânia? Quer ser a puta da casa? — eu perguntei, a voz carregada de luxúria, enquanto dava uma estocada tão profunda que ela soltou um grito sufocado.

— Sim! Sou a sua puta! Me fode, me usa, me deixa marcada! — ela implorava, o corpo tremendo, entregue a uma fantasia que nenhum de nós ousara admitir.

O prazer era visceral, potencializado pelo medo de que a porta se abrisse a qualquer segundo. Eu sentia o corpo dela contrair ao redor do meu pau, o orgasmo dela vindo em ondas violentas. Eu não aguentei mais. Com um último impulso bruto, enterrei-me nela até o fim e descarreguei todo o meu gozo, sentindo aqueles espasmos deliciosos me apertando.
Ficamos ali, ofegantes, o silêncio retornando lentamente à medida que a máquina de lavar terminava seu ciclo e parava. O risco tinha sido calculado, o prazer, imensurável.

Vânia se recompôs, ajeitando o vestido com as mãos ainda trêmulas, um

sorriso predatório nos lábios. Ela se virou para mim, os olhos brilhando com uma mistura de luxúria e algo muito mais profundo, algo que já não era apenas tesão.

— A gente não consegue mais fingir, João. Esse jogo de esconder está me matando por dentro.

O silêncio que se seguiu foi pesado. A adrenalina do ato ainda pulsava, mas a realidade começou a se infiltrar. O fruto proibido, que começou como um jogo perigoso de luxúria, tinha se transformado em algo visceral. Eu olhei para ela — para a mulher que deveria ser apenas a mãe da minha parceira, mas que agora era a única pessoa que realmente conhecia cada centímetro da minha alma e do meu corpo.

— Você sabe que se a gente assumir, não tem volta — eu disse, a voz ainda rouca. — A casa vai cair. O escândalo vai ser colossal.

— Deixa cair, João. Eu prefiro viver no inferno com você do que fingir que sou santa nessa sala — ela respondeu, segurando meu rosto com as mãos quentes.

Decidimos que não haveria mais esconderijos. Não haveria mais lavanderias, escritórios trancados ou SMS apagados. Se era para ser, que fosse com a força de um impacto.

Naquela mesma noite, durante o jantar, o silêncio da mesa era sufocante. Minha namorada, a filha dela, falava sobre planos para o futuro, sem notar que o ar entre Vânia e eu estava carregado de eletricidade. Vânia não aguentou cinco minutos. Ela largou os talheres com um barulho seco, olhou nos olhos da filha e depois para mim.

— Eu não aguento mais essa mentira. João e eu estamos juntos. E não é coisa de momento. Nós nos amamos.

O choque foi imediato. O grito de horror da filha, a confusão, a negação. Mas enquanto o caos se instalava na sala, Vânia se levantou e caminhou até mim. Ela não pediu permissão. Ela pegou minha mão e, diante de todo o horror familiar, me puxou para perto, colando o corpo dela ao meu.

— Agora que todo mundo sabe — Vânia sussurrou, mas alto o suficiente para que todos ouvissem —, eu não preciso mais me esconder para te desejar.
O conflito externo era imenso, mas internamente, sentia-me em paz. A tensão do segredo tinha sido substituída por uma fome renovada. Naquela noite, enquanto a casa ainda ecoava com discussões e prantos, nós nos trancamos no quarto do casal — o quarto dela.

— Agora não tem ninguém no corredor para nos ouvir — ela disse, arrancando a própria roupa com uma pressa desesperada.

Eu a joguei na cama, sentindo que a liberdade tinha um gosto muito mais erótico que a clandestinidade. Eu a fodi com a fúria de quem finalmente podia gritar o nome dela. Não havia mais medo, apenas a entrega total. Eu a abri com as pernas, sentindo a umidade generosa dela me chamando, e mergulhei sem reservas.

— Agora você é minha, Vânia... oficialmente minha — eu rosnei, sentindo-a apertar minha cintura, as unhas cavando a minha pele.

— Sempre fui sua, seu animal... me fode agora que o mundo inteiro sabe que eu sou a sua puta!

O sexo tornou-se uma celebração da nossa própria loucura. Cada estocada era um desafio ao mundo, cada gemido alto era um grito de vitória. Nós nos perdemos emaranhados nos lençóis, alternando entre a delicadeza do amor verdadeiro e a brutalidade daquela paixão proibida que agora era a nossa única verdade.

Quando finalmente gozamos juntos, exaustos e suados, percebemos que as consequências eram reais, mas irrelevantes. O preço da liberdade era alto, mas o prazer de possuí-la sem sombras era a única coisa que importava.
O silêncio do novo apartamento era quase ensurdecedor, mas era um silêncio cúmplice. Não havia mais gritos de indignação, portas batendo ou o olhar de desprezo dos parentes que nos haviam deletado de suas vidas. O escândalo tinha sido o nosso libertador; ao sermos expulsos do "mundo decente", descobrimos que a única coisa que realmente importava era a voltagem absurda que disparava entre nós dois.

Casamos apenas no papel, um registro civil frio e burocrático que servia apenas para legalizar a posse. Não houve festa, não houve convidados, apenas nós dois e a sensação deliciosa de que agora éramos cúmplices de um crime eterno.

Sem a máscara social, a paixão evoluiu para algo obsessivo, quase animal. Vânia não precisava mais de vestidos elegantes para esconder as curvas; agora, ela circulava pela casa apenas com meias altas ou, na maioria das vezes, completamente nua, ostentando aquele corpo que me hipnotizava. Sem as interrupções do "perigo" ou a necessidade de sussurrar, mergulhamos em maratonas de sexo bruto e experimental. O apartamento tornou-se o nosso santuário de depravação, onde a única regra era a satisfação mútua.

— Você ainda sente falta deles? — perguntei certa tarde, enquanto a mantinha presa contra a parede do corredor, minhas mãos apertando as coxas dela, elevando-a do chão.

Vânia soltou uma risada rouca, a cabeça jogada para trás, enquanto eu chupava a curva do seu pescoço com força, deixando uma marca arroxeada que duraria dias.

— Sentir falta de quem, João? Daquelas pessoas hipócritas? — ela arqueou as costas, sentindo meu pau latejar contra a sua bunda. — A única coisa que eu sinto falta é de ter você dentro de mim por mais tempo. Me fode agora... me fode como se você quisesse me destruir.

Eu a virei de costas, prensando-a contra a parede fria. A compatibilidade física entre nós era algo absurdo, como se nossos corpos tivessem sido moldados para se encaixarem daquela forma violenta. Eu a penetrei com uma estocada única e profunda, fazendo-a soltar um grito que ecoou por todo o apartamento vazio. Não havia mais a máquina de lavar para abafar o som, nem portas trancadas. Agora, ela podia gritar o quanto quiser.
— Isso... caralho, João! Mais fundo! — ela gemia, as unhas cravadas na parede, o corpo vibrando sob o ritmo frenético.

Exploramos cada centímetro da nossa luxúria. Experimentamos posições que beiravam o impossível, usamos brinquedos, óleos e a própria mobília da casa. O erotismo tornou-se visceral; não era mais apenas sexo, era uma entrega total, onde a depravação era a nossa forma de oração.

Anos depois, a nossa bolha de isolamento ganhou novos habitantes. Tivemos um casal de gêmeos, frutos daquela paixão que ninguém ousou prever. Olhando para as crianças brincando na sala, era impossível não sorrir da ironia: o que começou como um pecado imperdoável entre genro e sogra, transformou-se na base de uma família genuinamente feliz.

Vânia, agora minha esposa, olhou para mim com aquele mesmo brilho predatório nos olhos que me conquistara no escritório. Ela se aproximou, sussurrando no meu ouvido enquanto as crianças estavam no quarto:

— Sabe que eles dormiram cedo, não sabe?

Eu sorri, sentindo o desejo subir como uma maré. A nossa vida era perfeita, mas a nossa "putaria", como ela gostava de chamar, continuava sendo o núcleo de tudo. Eu a peguei no colo, sentindo o peso delicioso de suas curvas, e a levei para o quarto, sabendo que, longe do julgamento do mundo, nós ainda tínhamos todo o tempo do mundo para sermos deliciosamente depravados.

Foto 1 do Conto erotico: O Altar do Pecado:Ontem minha sogra. Hoje minha mulher

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
O Altar do Pecado:Ontem minha sogra. Hoje minha mulher

Codigo do conto:
270657

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
25/08/2026

Quant.de Votos:
2

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