Luxùria Proibida: Comendo a Sobrinha

A Putaria Proibida: Comendo a Sobrinha**

— Você é um velho tenso pra caralho, tio. Precisa aprender a relaxar.

Essa frase, dita com um sorriso malicioso e um brilho predatório nos olhos, foi o gatilho para a tarde mais depravada da minha vida. Eu ainda sentia o efeito daquela "bala" que a Isadora, com a maior malícia do mundo, tinha jogado no meu vinho. Meu coração batia num ritmo frenético, meu corpo suava frio, mas meu pau estava duro como uma pedra, pulsando contra o tecido da bermuda.

Eu era o analista de sistemas metódico, o marido frustrado, o homem de 40 anos que seguia as regras. Mas, naquele momento, enquanto a música eletrônica martelava na sala e a Isadora levantava aquela saia curta, revelando a calcinha de renda que mal cobria a buceta, as regras simplesmente deixaram de existir.

Ela se jogou no meu colo no sofá, esfregando a bunda com força, e eu senti aquele calor subir. Quando ela me beijou, não foi um beijo tímido. Foi um beijo de língua voraz, úmido, com gosto de vinho e luxúria. Minhas mãos, que antes só digitavam códigos, agora apertavam com força aquela bunda branquinha e redonda.

— Puta que pariu, Isadora... o que você fez comigo? — eu gemia, enquanto a língua dela explorava a minha boca.

— Eu te libertei, seu gostoso. Agora cala a boca e sente o que eu quero.

Ela desabotoou minha bermuda com pressa e puxou meu pau para fora. O contraste da pele dela, tão jovem e macia, com a minha ereção latejante era excitante demais. Ela se posicionou, guiou minha cabeça para baixo e, sem aviso, começou a me dar um boquete delicioso, sugando com vontade, fazendo aquele barulho de sucção que me deixou louco.

Eu não aguentei. Segurei a cabeça dela e a empurrei para cima, querendo mais. Nós nos embolamos no sofá, trocando beijos profundos, enquanto eu descia as mãos para as mamas dela. Apertei os mamilos com força, sugando-os enquanto ela soltava gemidos altos, me chamando de "meu velho gostoso".

— Quero sentir tudo, tio... quero que você foda essa buceta apertada até eu esquecer quem eu sou — ela sussurrou no meu ouvido, com a voz rouca de tesão.

Ela se virou, ficando de quatro no sofá, levantando a saia e jogando a calcinha para longe. A visão daquela raba branca, com a buceta rosada e o cuzinho apertadinho, me deixou cego. Eu não perdi tempo. Encaixei meu pau naquela xota úmida e dei a primeira estocada profunda.

— AH! Puta que pariu! Mete marcha, velhote! — ela gritou, arqueando as costas.

Eu comecei a foder com intensidade, dando tapas estalados na bunda dela, ouvindo o som da carne batendo na carne. A cada penetrada, eu sentia como aquela buceta era apertada, me prendendo, me sugando. Eu estava possuído.

— Você é uma vadia deliciosa, Isadora! — eu gritava, enquanto a possuía sem dó.

a luxúria subiu de nível. Mudamos de posição e decidimos fazer um 69 frenético. Enquanto eu lambia aquele clitóris pulsante, sentindo o gosto do seu prazer, ela sugava meu pau com a mesma intensidade. A sensação de dar e receber prazer simultaneamente, sob o efeito daquela droga e do desejo proibido, era transcendental.

Depois, eu quis explorar cada centímetro. Desci para o cuzinho dela, lambendo a entrada com a língua, fazendo ela tremer inteira. Isadora gemia, pedindo para eu entrar ali também.

— Entra no meu cu, tio... fode o meu cuzinho, faz eu sentir você todo lá dentro!

Eu não hesitei. Com um pouco de lubrificação natural e a vontade bruta, penetrei o canal anal dela. Foi um sexo anal profundo e intenso. Eu metia e tirava, sentindo a pressão deliciosa daquele anel apertado. Ela gritava, chorava de prazer, enquanto eu a castigava com estocadas violentas.

— Fode minha bunda! Fode sua sobrinha, seu safado! — ela
— Fode minha bunda! Fode sua sobrinha, seu safado! — ela gritava, as mãos cravadas no estofado do sofá, a voz já falhando de tanto gozar.

Eu não conseguia mais pensar em lógica, em parentesco ou em consequência. O efeito da substância misturado ao tesão proibido criou um curto-circuito na minha mente. Eu a virei de costas, jogando-a contra o encosto do sofá, deixando as pernas dela abertas e vulneráveis. A visão daquela vulva latejando, encharcada, logo acima do ânus ainda contraído da penetração anterior, era o combustível final.

Eu mudei para a buceta novamente, mas agora com uma fúria diferente. Eu a segurei pelos quadris, levantando-a levemente do sofá para que cada estocada fosse mais profunda, mais bruta. Meus dedos apertavam a carne macia das coxas dela, deixando marcas vermelhas que serviriam como troféu daquela tarde.

— Você é minha, Isadora... você é minha vadia agora! — eu rugia, perdendo a compostura de "tio certinho".

— Sou! Sou sua putinha! Me rasga, tio! Me fode até eu não conseguir mais andar!

O ritmo tornou-se frenético. O som dos nossos corpos colidindo ecoava pela sala, misturando-se à batida da música. Eu sentia que estava no limite. A pressão no meu pau era insuportável, o aperto dela era como um vácuo tentando sugar tudo de mim. Isadora começou a ter espasmos, a buceta contraindo e relaxando em ondas que me levavam ao delírio.

— Vou gozar! Eu vou gozar! — ela berrava, jogando a cabeça para trás, os olhos revirados.

No momento em que ela atingiu o orgasmo, soltando um grito agudo que preencheu o ambiente, eu senti a última gota de controle sumir. Dei três estocadas violentas, enterrando meu pau até a base, e descarreguei tudo dentro dela. Senti cada jato de sêmen pulsando, inundando o útero dela, enquanto eu tremia inteiro, sentindo meu coração quase saltar pela boca.
Ficamos ali, colados, arquejando, o suor misturando as nossas peles. O silêncio voltou a reinar na sala, quebrado apenas pela nossa respiração pesada. Eu ainda estava enterrado nela, sentindo o calor interno daquela jovem que acabara de destruir toda a minha moralidade.

Isadora virou o rosto para mim, com um sorriso vitorioso e os lábios inchados. Ela passou a língua pelos dentes e sussurrou, com uma malícia que me deu calafrios:

— Viu só? O "velho tenso" sumiu... Agora me diz, tio: quem de nós dois é que está precisando relaxar agora?

Ela começou a se mexer lentamente, provocando um novo atrito enquanto eu ainda estava semi-ereto, lembrando-me de que, embora a primeira rodada tivesse acabado, a tarde ainda era longa e a droga ainda corria nas minhas veias.
A sensação de letargia pós-orgasmo durou apenas alguns segundos. A droga, que ainda pulsava no meu sangue, transformou o cansaço em uma fome insaciável. Olhei para Isadora e percebi que ela não estava satisfeita; ela estava apenas começando. O brilho nos olhos dela não era de cansaço, era de desafio.

— Você acha que já acabou, tio? — ela provocou, deslizando o corpo para fora de mim com um som úmido que ecoou no silêncio da sala. — Eu ainda sinto você latejando dentro de mim. Você é mais homem do que eu pensava.

Ela se levantou do sofá com uma elegância felina, a saia descartada num canto, a calcinha esquecida no chão. Ficou ali, parada na minha frente, com as pernas ligeiramente abertas, deixando que o sêmen escorresse lentamente por entre as coxas brancas. A imagem era tão obscena e visceral que senti meu pau dar um salto, recuperando a rigidez quase instantaneamente.

Eu me levantei, a mente nublada, e a empurrei contra a parede da sala. O impacto foi seco, e ela soltou um gemido de prazer, jogando a cabeça para trás. Minhas mãos agarraram os seios dela, apertando-os com força, enquanto eu enterrava meu rosto no pescoço dela, sentindo o perfume misturado ao cheiro de sexo.

— Você quer mais, sua vadia? — eu rosnei, a voz agora completamente diferente, despojada de qualquer formalidade.

— Quero que você me trate como a puta que eu sou para você, tio. Me leva para o quarto... ou me fode aqui mesmo, no meio da sala, para a gente correr o risco de alguém entrar.

A ideia do risco, a possibilidade de sermos pegos naquele estado de depravação, foi o combustível final. Eu a peguei no colo, as pernas dela envoltas na minha cintura, e a carreguei até o quarto, mas não para a cama. Joguei-a sobre a mesa de escritório, derrubando papéis, pastas de projetos e o notebook que, horas antes, era o centro do meu mundo metódico.
Agora, o centro do meu mundo era a pele dela.

Eu a abri completamente, separando as pernas com a força de quem não quer mais saber de regras. Acomodei-me entre elas e, sem preliminares, enterrei meu pau na buceta dela com um golpe seco. Isadora soltou um grito que deve ter acordado a vizinhança, mas nós dois estávamos além de qualquer preocupação social.

Desta vez, o ritmo era diferente. Não era apenas luxúria, era posse. Eu a fodia com a raiva de quem tinha reprimido desejos por décadas, e ela respondia com a voracidade de quem sabia exatamente o poder que tinha sobre mim. Eu a virava, a colocava de joelhos, a fazia sugar meu pau enquanto eu puxava seus cabelos, obrigando-a a olhar para mim.

— Olhe para mim, Isadora! — eu ordenava. — Olhe para o homem que você corrompeu!

— Eu amo você assim... — ela gemia, com a boca cheia, os olhos brilhando de luxúria. — Amo ver você perder a linha por mim...

A tarde se transformou em um ciclo infinito de posições, suor e gemidos. Exploramos cada orifício, cada zona erógena, transformando aquele quarto em um santuário de pecado. O sexo anal, a penetração profunda, as lambidas insistentes no clitóris que a faziam tremer e gritar meu nome.

Quando finalmente desabamos na cama, exaustos e completamente drenados, o sol já começava a baixar, tingindo o quarto de laranja. Ficamos ali, em silêncio, sentindo a respiração um do outro. Eu sabia que, a partir daquele momento, nada seria a mesma coisa. A relação de "tio e sobrinha" tinha sido aniquilada, substituída por um pacto secreto de luxúria e dependência.

Isadora se aninhou no meu peito, desenhando círculos com o dedo no meu abdômen, e sussurrou:

— Amanhã... a gente faz de novo?

Eu não respondi com palavras. Apenas a puxei para perto e a beijei com a mesma fome de quem acabou de descobrir que a vida, quando proibida, é muito mais saborosa.

Foto 1 do Conto erotico: Luxùria Proibida: Comendo a Sobrinha

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Comentários


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Comentou em 24/08/2026

Comer a sobrinha é muito bom.. já fiz isso..




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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Luxùria Proibida: Comendo a Sobrinha

Codigo do conto:
270498

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
23/08/2026

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
5