Foda no Consultório: O Prazer Urgente

Foda no Consultório: O Prazer Urgente

— Você tem uma consulta marcada, pode se dirigir ao consultório médico — a colega sussurrou, soltando uma risadinha maliciosa enquanto se afastava.

Aquelas palavras foram o gatilho. Meu coração martelava contra as costelas enquanto eu caminhava pelo corredor da empresa, imaginando cada centímetro daquela mulher. A imagem dela na calça preta colada, com aquela blusinha de alça que mal escondia as curvas, me deixava own. Eu não queria apenas "uns amassos" no arquivo; eu queria possuí-la por completo, no risco, no proibido.

Quando bati na porta de madeira branca, a expectativa estava no limite. Ela abriu a porta com um sorriso safado, um olhar que dizia que ela já estava molhada só de pensar em mim. Não houve tempo para estratégia. Assim que a porta bateu e a tranca girou, nos jogamos um nos braços do outro.

O beijo foi violento, faminto. Línguas que se duelavam, saliva escorrendo, o gosto de urgência. Minhas mãos, impacientes, agarraram a cintura dela, apertando a carne com força.

— Caralho, eu não aguentava mais esperar por isso — eu rosnei contra os lábios dela.

— Então para de falar e tira essa porra de roupa logo — ela respondeu, a voz rouca de tesão.

Lutei com a blusa e o sutiã, libertando aqueles seios exuberantes que saltaram para me provocar. Eu os agarrei, apertando as mamas com vontade, sentindo os mamilos rígidos enquanto beijava o colo dela. Quando cheguei na calça, o zíper travou. Ela riu, a respiração ofegante, e me ajudou a abrir a peça com dedos trêmulos.

A mesa de escritório foi o primeiro campo de batalha. Coloquei-a sentada ali, a tanguinha preta sendo a única barreira. Comecei a beijá-la por todo o corpo, descendo a língua pelo pescoço, ombros e barriga, até chegar no calor dela. Quando retirei a calcinha, o cheiro do sexo dela inundou minhas narízes.

— Puta que pariu, olha isso... você está encharcada — sussurrei, mergulhando meu rosto entre as pernas dela.

Minha língua encontrou o clitóris e começou a trabalhar. Eu a lambia com voracidade, sugando aquele botãozinho de prazer enquanto ela arqueava as costas, cravando as unhas nos meus ombros.

— Ahhh, caralho! Assim... continua, por favor! — ela gemia baixo, mordendo os lábios para não gritar.

Eu não parei. Fui mais fundo, alternando entre a língua no clitóris e lambidas ousadas, descendo até o cuzinho dela, dando chupadas leves e provocantes que a faziam tremer inteira. Quando ela não aguentou mais, puxou minha cabeça com força, e o gozo dela explodiu em ondas, molhando minha boca e meu rosto.
Mas o jogo estava apenas começando. Eu a carreguei até a maca.

— Fica de quatro, agora — ordenei.

Ela subiu na escadinha da maca e se posicionou. A visão daquela bunda mulata, imensa e perfeita, me deixou louco.

— Vai ficar olhando ou vai meter, seu idiota? — ela provocou, olhando para trás com um olhar de luxúria.

Eu não respondi com palavras. Encaixei meu pau nela com um estocada única e profunda, sentindo a maca ranger sob o peso do nosso desejo.

— Puta que paria, que aperto é esse! — eu gemia, metendo com força, sentindo cada centímetro dela me apertando.

A maca fazia um barulho rítmico, quase denunciando a gente para quem estivesse lá fora. Decidimos descer para o chão, onde a estabilidade era maior e a entrega, mais bruta. De quatro novamente, eu a possuía com violência, puxando seus cabelos e dando palmadas estaladas naquelas nádegas suculentas.

— Mete mais forte, caralho! Me fode inteira! — ela pedia, a voz embargada.

Nesse ritmo, decidimos mudar. Ficamos
com ela de costas para a parede, as costas dela pressionadas contra o papel de parede frio do consultório, enquanto eu a suspendia pelas coxas. O contraste do frio da parede com o calor abrasador dos nossos corpos só intensificava a sensação. Ela envolvia as pernas na minha cintura, prendendo-me a ela como se não quisesse que houvesse um milímetro de espaço entre nós.

Eu a possuía com estocadas profundas, sentindo o impacto do meu quadril batendo contra o dela a cada movimento. O som da carne colidindo ecoava no silêncio do ambiente, misturando-se aos gemidos abafados que ela tentava conter contra o meu ombro. Eu podia sentir a pressão do meu pau atingindo o fundo dela, e a cada investida, ela soltava um suspiro longo, quase um choro de prazer.

— Você... você me deixa louca desse jeito — ela sussurrou, a voz quase sumindo, enquanto apertava meus glúteos com as mãos, me puxando para dentro dela com ainda mais força.

Eu não conseguia mais pensar em nada além daquele aperto úmido e quente. Meus dedos cavavam a carne macia das coxas dela, deixando marcas que ela carregaria pelo resto do dia, um lembrete secreto do que aconteceu ali. A urgência atingiu o ápice; meus músculos estavam tensionados, a respiração curta, o suor escorrendo pelas nossas costas.

Senti a contração final dela, aquele tremor involuntário que sinaliza que o orgasmo está vindo. Eu não segurei nada. Acelerei o ritmo, martelando dentro dela com força bruta, ignorando qualquer cautela.

— Vou gozar... vou gozar agora! — ela gritou baixo, enterrando o rosto no meu pescoço.

No momento em que ela desmoronou em espasmos violentos, eu me entreguei. Senti meu sêmen disparar dentro dela em jatos quentes e potentes, preenchendo-a completamente. Fiquei ali por alguns segundos, com o rosto enterrado no cabelo dela, sentindo nossos corações batendo em uníssono, a respiração pesada preenchendo o vazio do consultório.

Lentamente, nos afastamos. O silêncio retornou, mas agora era um silêncio cúmplice. Ela deslizou do meu colo, as pernas ainda tremendo, e olhou para baixo, vendo a marca da nossa luxúria escorrer pelas coxas dela.

Um sorriso malicioso surgiu em seus lábios enquanto ela começava a vestir a calça preta, devagar, provocando-me com o olhar.

— Agora... — ela disse, ajeitando a blusa e recuperando a postura profissional, como se nada tivesse acontecido — ...você pode me dar a receita para essa urgência, ou vou ter que marcar outra consulta amanhã?

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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Foda no Consultório: O Prazer Urgente

Codigo do conto:
270487

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
23/08/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5