Minha tia invisual,a mulher da minha vida



Você não faz ideia do tamanho da rola que eu imagino que você tenha, Aldair."

A frase da minha tia, Carol, caiu como uma bomba no meio da sala, enquanto o resto da segunda garrafa de vinho tinto terminava de aquecer nossos sentidos. Eu travei. O silêncio que se seguiu não foi desconfortável, foi elétrico. Eu conseguia ouvir a minha própria respiração, pesada, e o som do tecido da calça apertando o meu pau, que já estava latejando, duro como pedra.

Carol estava sentada ao meu lado no sofá, a postura impecável de quem malha todo santo dia. Mesmo cega, ela tinha esse jeito de "enxergar" a gente. Ela inclinou a cabeça, o sorriso de canto de boca me provocando, e a mão dela — aquela mão macia e firme — deslizou casualmente pela minha coxa.

— Caralho, Carol... — sussurrei, a voz rouca.

— O quê, meu lindo? — ela perguntou, a voz agora mais baixa, carregada de luxúria. — Senti que você ficou duro. O papo sobre sexo te deixou excitado ou é a sua tia que é gostosa demais?

— Você sabe que é, porra. Você é deliciosa, Carol.

Ela soltou uma risadinha anasalada e, sem aviso, a mão dela subiu com força, apertando o volume na minha calça. O choque elétrico percorreu minha espinha.

— Então deixa eu ver se essa porra toda é real — ela disse, deslizando a mão para dentro da minha cueca.

Quando os dedos dela envolveram a cabeça do meu pau, eu soltei um gemido alto. Carol começou a me masturbar com uma precisão absurda, apertando e deslizando, enquanto me olhava com aqueles olhos que não viam a cor, mas viam a minha alma.

— Que tesão, Aldair... que pau gostoso você tem — ela sussurrou, enquanto eu, num impulso, puxei a blusa dela.

Tirei o sutiã e meus olhos dispararam naqueles peitos. Carol tinha peitos perfeitos: empinados, redondinhos, com mamilos que já estavam rígidos. Eu não esperei. Ataquei aquele peito com a língua, lambendo a base, sugando o mamilo com força, sentindo a pele quente e macia.

— Ah, caralho! Suga mais, Aldair! — ela gemeu, jogando a cabeça para trás e apertando meus cabelos.

Eu desci para a buceta dela, tirando a calcinha com pressa. O cheiro dela era inebriante. Comecei a lamber o clitóris dela com movimentos circulares, sentindo ela tremer inteira. Eu não parei por aí; usei a língua para explorar cada dobra, subindo e descendo, até que cheguei no cuzinho dela. Dei uma lambida profunda, sentindo a contração do esfíncter, e ela deu um grito que ecoou pela casa.

— Puta que pariu, Aldair! Você sabe onde me tocar! — ela gritou, enquanto eu alternava entre a buceta e o cu, chupando tudo com luxúria.
Ela não aguentou e me puxou para cima. Carol se ajoelhou, pegou meu pau e começou a fazer o boquete mais intenso da minha vida. Ela sugava com vontade, usando a língua para circular a glande, fazendo barulhos de sucção que me deixavam louco. Quando ela terminou, ela se sentou no meu colo, guiando meu pau até a entrada da buceta.

— Enfia essa porra em mim, agora! — ela ordenou.

Eu a encaixei de uma vez. O aperto era surreal. Começamos a nos beijar com línguas se entrelaçando, um beijo faminto, enquanto ela rebolava com força, sentindo cada centímetro do meu pau preencendo ela.

— Você é meu, Aldair... que delícia de putaria — ela sussurrou no meu ouvido, enquanto eu a virava de quatro no sofá.

De costas, com aquele rabo redondo e firme, ela ficou perfeita. Comecei a dar estocadas profundas na buceta, mas o tesão estava tão alto que decidimos ir além. Com cuidado e muito lubrificante natural, deslizei a ponta do meu pau no cuzinho dela.

— Ahhh! Vai, entra tudo! — ela gritou.
O som da carne batendo contra a carne ecoava na sala, misturado aos gemidos viscerais que Carol soltava. A transição da buceta para o cu foi lenta, sentindo a resistência inicial do esfíncter que, aos poucos, cedeu ao peso e à urgência do meu pau. Quando eu finalmente enterrei tudo, senti ela travar por um segundo, as mãos apertando o tecido do sofá com força, antes de soltar um suspiro longo e profundo.

— Porra... que preenchimento... — ela murmurou, a voz abafada contra a almofada.

Eu não dei trégua. Comecei a estocar com força, sentindo as paredes do cu dela apertando cada centímetro do meu membro. A sensação era surreal; a combinação da pele quente e a pressão absurda me faziam sentir que eu estava fundido a ela. Carol começou a rebolar, procurando o ângulo certo, empurrando o rabo contra mim para que eu fosse ainda mais fundo.

— Mais forte, Aldair! Me fode como se eu fosse a putinha mais gostosa do mundo! — ela gritou, a voz carregada de um desespero erótico.

Eu segurei a cintura dela com firmeza, as digitais afundando na pele macia, e comecei a martelar. A cada estocada, o som do impacto era seco, ritmado, visceral. Eu podia sentir o suor escorrendo pelas minhas costas, o cheiro de sexo e vinho preenchendo o ambiente. Carol estava em transe; mesmo sem ver, ela guiava cada movimento com o corpo, sentindo a vibração do meu prazer.

Num impulso, mudei a posição. Puxei-a pelos quadris, fazendo-a deitar de costas no sofá, as pernas abertas e elevadas. O contraste da pele branca dela com o vermelho do vinho derramado acidentalmente na mesa lateral criava uma moldura decadente. Eu me posicionei entre as pernas dela, sentindo a buceta latejando logo ao lado do cu, ambos inundados de lubrificação.

— Agora eu quero sentir tudo — ela sussurrou, puxando meu pescoço para perto.

Eu comecei a alternar. Uma estocada profunda no cu, seguida de duas rápidas e molhadas na buceta. O ritmo era frenético. Carol gemia alto, os olhos brancos revirando, as mãos agarrando meus ombros enquanto ela sentia a alternância de pressões. A cada ida e volta, o prazer subia como uma maré, e eu sentia que estava chegando ao limite.
— Eu vou gozar... Aldair, eu vou gozar agora! — ela gritou, as paredes da vagina contraindo-se em espasmos violentos ao redor do meu pau.

O orgasmo dela me levou junto. Senti o aperto final, a sucção desesperada de quem não queria me soltar. Dei a última estocada, a mais profunda de todas, enterrando-me completamente enquanto gozava dentro dela com jatos fortes e quentes.

Ficamos ali, ofegantes, os corpos colados e suados, o silêncio da sala retornando aos poucos, interrompido apenas pelo som da respiração pesada de nós dois. Carol soltou um riso baixo, quase um ronrono, e deslizou a mão pelo meu peito.

— Quem diria que o meu sobrinho teria tanta fome de putaria... — ela sussurrou, com aquele sorriso provocante que, agora, eu sabia exatamente o que significava.

A transição do segredo para a luz do dia não foi como um filme; foi como um acidente de carro em câmera lenta. O primeiro deslizamento aconteceu seis meses depois daquela noite no sofá, quando meu pai, em um ataque de ingenuidade, entrou no quarto de Carol enquanto nós estávamos, digamos, "practicando a anatomia" em cima da cama. O grito dele foi tão alto que quase acordou a vizinhança, e o escândalo familiar que se seguiu foi proporcional ao tamanho do tabu.

Houve choro, orações, xingamentos e tentativas frustradas de nos "curar" daquela luxúria. Mas o que eles não entendiam é que, para nós, aquilo já não era mais apenas putaria; era a única coisa que fazia sentido.

Atualmente, estamos apaixonados e vivemos como um casal dito normal. Sim, até usamos alianças. A família, depois de muita terapia e brigas homéricas, acabou aceitando — ou melhor, desistiu de lutar contra a evidência de que Carol nunca sorriu tanto quanto sorri ao meu lado. Assumimos as consequências, ignoramos os olhares tortos nos almoços de domingo e construímos nosso próprio santuário.

Mas a verdade é que a "normalidade" é apenas a nossa fachada para o mundo. Entre quatro paredes, nós somos um casal romântico, mas movido por uma luxúria que nunca esfriou. Se qualquer coisa, a aceitação pública nos deu a liberdade de sermos ainda mais depravados no privado.

Hoje, por exemplo, Carol chegou em casa do trabalho e, antes mesmo de tirar o salto alto, me empurrou contra a porta da entrada. Ela não vê a minha expressão, mas ela sente a minha respçao, sente o volume do meu pau já reagindo ao toque dela.

— Senti saudade desse volume, Aldair — ela sussurrou, a voz rouca, enquanto deslizava a mão por baixo da minha camisa, apertando meus mamilos com força.
Eu a ergui, as pernas dela envolvendo a minha cintura, e a levei para a mesa da sala — a mesma mesa onde, anos atrás, derramamos vinho e perdemos a razão. Joguei as chaves e a bolsa dela para o lado, sentindo o atrito do jeans dela contra a minha pele.

— Você não tem ideia do quanto eu queria você aqui agora — eu disse, mordendo o lóbulo da orelha dela.

Carol soltou aquele gemido visceral que me faz perder o juízo. Ela começou a desabotoar minha calça com a precisão de quem conhece cada centímetro do meu corpo, enquanto me guiava para que eu a penetrasse ali mesmo, sem pressa, mas com a fome de quem sabe que o prazer é a única religião que realmente importa.

A gente pode até ser "normal" para quem olha de fora, mas quando as luzes se apagam e as portas se fecham, nós voltamos a ser aquela putaria deliciosa, visceral e insaciável que começou com uma garrafa de vinho e um desejo proibido.

Foto 1 do Conto erotico: Minha tia invisual,a mulher da minha vida

Foto 2 do Conto erotico: Minha tia invisual,a mulher da minha vida

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha tia invisual,a mulher da minha vida

Codigo do conto:
270467

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
22/08/2026

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