Sorte de Encontrar Aquela Buceta



: A Porra da Sorte de Encontrar Aquela Buceta**

"Você não tem noção do quanto eu tô querendo sentir esse teu cheiro de perto desde que a gente começou a conversar na fila do ônibus", eu disse, sentindo minha própria calcinha — ou a falta dela, já que eu raramente uso — completamente ensopada.

O escritório estava no escuro, iluminado apenas pelos reflexos alaranjados dos semáforos do Rio e pelas gotas grossas de chuva que martelavam as janelas de vidro. O silêncio do prédio vazio só era quebrado pelo som da respiração ofegante da Paula.

Ela me olhou com aqueles olhos famintos, a blusa branca grudada no corpo, revelando tudo. O frio da chuva tinha feito os biquinhos dela saltarem, e aquilo me deixou louca.

— Puta que pariu, Fabi... achei que você tava só brincando com as palavras — ela sussurrou, a voz rouca, enquanto eu deslizava minhas mãos pelo pescoço dela, puxando-a para perto.

Eu não perdi tempo. Grudei minha boca na dela, um beijo voraz, com gosto de cerveja e desejo acumulado. Enquanto minha língua explorava a dela, minha mão desceu com urgência, sentindo o relevo daquela bucetinha por cima do tecido da calça. Estava quente. Estava molhada.

— Caralho, Paula... você tá ensopada, hein? — sussurrei no ouvido dela, dando uma mordidinha no lóbulo da orelha.

— E você não sabe a vontade que eu tô de sentir essa tua língua em mim, sua safada... — ela gemeu, arqueando as costas quando eu desci os beijos pelo pescoço dela.

Eu a ergui com força, sentindo o peso gostoso do corpo dela, e a joguei em cima da mesa de carvalho do escritório. Papéis voaram, a caneta rolou para o lado, mas nada disso importava. Com um movimento bruto e decidido, arranquei a calça dela. Quando vi aquela bucetinha linda, rosada e pulsando de tesão, senti um choque percorrer minha espinha.

— Que porra de perfeição é essa? — exclamei, abrindo as pernas dela com as minhas mãos.

Eu não esperei. Mergulhei minha língua no grelo dela, sentindo o sabor salgado e doce ao mesmo tempo. Comecei a lamber devagar, circulando a clitóris, enquanto enfiava um dedo, depois dois, sentindo a pressão apertada da parede vaginal dela.

— Ai, Fabi! Porra... assim... continua... — ela gemia, as mãos agarrando a borda da mesa, os dedos apertando a madeira enquanto se contorcia sob a minha língua.
Eu queria que ela se sentisse a maior piranha daquele escritório. Lembrei de cada toque que já recebi e apliquei nela tudo o que eu amava. Suguei aquele grelo com força, alternando entre lambidas longas e mordidinhas leves.

— Você é gostosa demais, Paula. Que delícia de bucetinha, puta que pariu! — eu dizia entre um beijo e outro, subindo para lamber os seios dela, que estavam duros como pedrinhas.

Ela gozou gritando, as pernas tremendo, e eu não parei. Continuei chupando, saboreando o próprio gozo dela, subindo para beijar a boca dela para que ela sentisse o gosto do próprio prazer.

— Agora... — eu disse, deslizando para o chão e olhando para cima, com as pernas abertas — Senta aqui. Agora. Esfrega essa buceta deliciosa na minha cara.

Ela não hesitou. Sentou-se sobre mim, gemendo alto enquanto esfregava o grelo no meu rosto, em um ritmo frenético, movida pelo puro instinto. A fricção era deliciosa, o calor emanando dela me deixando em êxtase.

Quando ela finalmente relaxou, exausta, eu arranquei meu vestido num movimento só.

— Agora é a minha vez, sua gostosa. Me mostra se você é boa de chupar tanto quanto é de receber — provoquei, puxando-a para baixo.

Paula sorriu, aquele sorriso de quem sabe exatamente o que está fazendo.

— Eu vou te deixar louca, Fabi. Vou lamber cada centímetro desse teu grelo até você esquecer onde a gente tá — ela confessou, a voz carregada de luxúria.

Ela mergulhou entre minhas pernas, a língua certeira, firme e faminta. A primeira lambida foi longa, partindo da base da minha buceta e subindo com uma pressão deliciosa, exatamente onde eu mais precisava. Soltei um grito que ecoou pelas paredes vazias do escritório, sentindo meus quadris subirem involuntariamente, buscando mais daquele contato.

Paula não era amadora. Ela usava a ponta da língua para provocar o meu clitóris em movimentos circulares, rápidos, enquanto sugava a carne ao redor, criando um vácuo que me fez arquear as costas e cravar as unhas nos ombros dela. Eu estava completamente entregue, sentindo o calor do hálito dela contra a minha pele úmida, o contraste do frio do ambiente com o incêndio que ela estava causando entre as minhas pernas.

— Puta que pariu, Fabi... você é tão apertadinha, tão molhada... — ela murmurou, a voz abafada entre minhas coxas, antes de voltar a atacar com uma intensidade renovada.

Ela começou a alternar: sugava o meu grelo com força, como se quisesse me devorar, e logo em seguida enfiava a língua profundamente, explorando cada dobra, cada centímetro da minha intimidade. Eu sentia a vibração da garganta dela contra mim, um som baixo, quase um rosnado de satisfação.

— Paula... ah, por favor... agora! — eu implorei, sentindo a onda do orgasmo começar a subir da ponta dos meus pés.

Ela percebeu que eu estava no limite. Com um movimento ágil, ela separou as minhas pernas ainda mais e começou a usar a língua e os dedos simultaneamente. Enquanto a língua trabalhava freneticamente no clitóris, ela deslizou dois dedos para dentro de mim, movendo-os em um ritmo compassado, sentindo as paredes da minha vagina apertarem seus dedos em espasmos de puro prazer.

Eu não conseguia mais pensar, não conseguia mais falar. Tudo o que existia era aquele ponto focal de prazer intenso, a sensação da língua dela me levando ao ápice e a pressão interna me completando.

— Goza para mim, Fabi... goza na minha cara! — ela comandou, a voz rouca de desejo.
E eu gozei. Um orgasmo violento, visceral, que me fez tremer inteira. Meus músculos se contraíram ao redor dos dedos dela enquanto eu soltava um gemido longo e rouco, sentindo cada gota de prazer pulsar intensamente.

Ficamos ali, por alguns segundos, apenas ouvindo a respiração pesada de nós duas, misturada ao som da chuva que agora batia mais fraco no vidro. Paula se afastou devagar, com um sorriso malicioso e os lábios brilhando com o meu reflexo.

— Sabe de uma coisa? — ela sussurrou, me puxando para cima para que nossos corpos colassem novamente, pele com pele, suadas e vibrando. — A gente ainda tem a noite inteira, e esse escritório é grande demais para a gente ficar só na mesa.

Ela me beijou com urgência, me conduzindo em direção ao sofá de couro do fundo da sala, onde a escuridão nos abraçava, pronta para transformar aquela sorte inesperada em algo que nenhuma das duas esqueceria tão cedo.

Foto 1 do Conto erotico: Sorte de Encontrar Aquela Buceta

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Sorte de Encontrar Aquela Buceta

Codigo do conto:
270470

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
22/08/2026

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