"Que porra de churrasco chato!", resmunguei para mim mesmo enquanto estacionava o carro longe da empresa. Eu não aguentava mais fingir conversa fiada com colegas enquanto meu pensamento estava em um único lugar: no rabo daquela morena.
Minha mulher é linda, um espetáculo, mas a vontade de comer um cu gostoso estava me matando, e ela tinha desistido daquela região. Eu precisava de luxúria. Precisava da Vanessa.
Dei a primeira volta no ponto habitual e nada. O coração já batia acelerado. Na segunda volta, lá estava ela. Porra, que visão! Vanessa estava com uma bermuda branca curtíssima, um top branco que mal segurava os peitos e um salto alto que deixava as pernas grossas e bronzeadas ainda mais irresistíveis. Aquela boca carnuda me chamava.
— Oi, gostoso... tava me procurando? — ela disse com aquele sorriso malicioso.
— Tava sim, sua puta deliciosa. Vamos agora pro motel.
Mal fechamos a porta do quarto, eu já estava nu. Puxei ela contra a parede, sentindo o perfume dela misturado com o cheiro de pele quente. Comecei a devorar aquele pescoço, beijando com vontade, descendo para a boca. A língua dela se enrolava na minha num beijo voraz, úmido, enquanto meu pau latejava, duro como pedra, querendo entrar nela.
Ela tirou o top e a bermuda, revelando aquela tanquinha branca minúscula. O corpo dela era lisinho, bronzeado, um pecado. Deitei ela na cama e comecei a lamber cada centímetro daquela pele. Quando cheguei na bunda, aquele bundão redondo, eu perdi a linha. Puxei a calcinha de lado e mergulhei a língua no rego dela.
— Ahnn... que delícia, gato! Lamber assim... que gostoso! — ela gemia, arqueando o corpo.
Eu sentia o pau dela vibrar dentro da calcinha enquanto eu limpava aquele cuzinho cheiroso com a língua. Estava own a coisa. Tirei minha cueca e nos posicionamos no 69. A Vanessa caiu de boca no meu pau, chupando com uma vontade absurda, enquanto eu me dedicava ao cu dela e ao pau dela, que batia no meu pescoço, com o saco encostando no meu queixo.
— Chupa meu pau, Vanessa! Come esse pau agora! — eu pedia, enquanto passava a língua no cu dela.
Ela não perdeu tempo. Me empurrou e começou a lamber meu saco, subindo para o pau de 18 cm que ela começou a sugar com força. Aquele boquete era surreal. Ela envolvia a cabeça do meu pau com aquela boca carnuda e metia até o talo, fazendo aquele vácuo que me deixava louco. Enquanto isso, ela usava o dedo para estimular meu cu, me deixando em transe. Gozei na boca dela, um jato quente que ela chupou todo, saboreando cada gota antes de cuspir com um olhar safado.
— Agora é a minha vez de comer você, seu safadão — ela sussurrou.
Coloquei a camisinha e mandei ela tirar a calcinha. Ela sentou no meu pau com um impacto seco. *Plaft!* Entrou tudo. Ela começou a rebolar, pulando em cima de mim, socando o cu no meu pau. Eu segurei os peitos dela, apertando e chupando os mamilos enquanto ela gritava de prazer.
— Rebola esse cu no meu pau, Vanessa! Isso, soca com força! — eu gritava.
Ficamos uns dez minutos naquele ritmo frenético, com o pau enterrado no cuzinho dela, até que eu não aguentei mais e gozei fundo.
Depois de me lavar, me senti relaxado, mas o desejo não tinha acabado. Ela me abraçou, roçando o pau dela na minha perna. Ficamos de frente, nossos paus duros se batendo, babando de tesão. Ela me virou, me deixando de bruços, e começou a beijar minhas costas, descendo lentamente até chegar na minha bunda.
Quando senti a língua dela lamber o meu rego e entrar no meu cuzinho, eu estremeci. Era uma sensação elétrica.
— Quer que eu coloque meu pau no seu cu agora, gostoso? — a voz dela saiu rouca, um sussurro quente contra a minha pele.
Eu nem consegui responder com palavras, apenas soltei um gemido gutural, apertando os lençóis com força. O desejo de ser possuído por ela, de sentir aquele pau duro invadindo meu espaço, tornou-se a única coisa que importava no mundo.
Vanessa não esperou por confirmação. Ela sentiu minha entrega. Com um movimento ágil e decidido, ela posicionou a cabeça do pau dela bem na entrada do meu cuzinho. Senti a umidade do lubrificante que ela tinha passado rapidamente, e então, com um impulso firme e lento, ela começou a entrar.
— Ahhh... porra! — gritei, sentindo meu corpo esticar.
A sensação era avassaladora. O preenchimento era total, uma pressão deliciosa que parecia tocar meu centro. Ela não foi bruta; ela foi cirúrgica. Empurrou centímetro a centímetro, sentindo minha bunda apertar o pau dela em volta, enquanto ela sussurrava no meu ouvido que eu era a putinha dela agora.
Quando ela entrou totalmente, ficou um silêncio de dois segundos, apenas a nossa respiração ofegante. Então, ela começou a estocar.
*Tump. Tump. Tump.*
O som da carne batendo na carne ecoava no quarto. A cada estocada, ela apertava meus quadris com força, cravando os dedos na minha pele, me puxando para que ela entrasse ainda mais fundo. Eu estava em transe. A sensação do pau dela batendo na minha próstata me fazia arquear as costas, perdendo o fôlego.
— Isso... soca esse cu, Vanessa! Me rasga no meio! — eu implorava, a voz falhando.
Ela acelerou o ritmo. O movimento tornou-se frenético, animal. Eu sentia o calor do corpo dela contra o meu, o suor nos unindo. Ela começou a morder meu ombro enquanto me foda com vontade, cada golpe era como uma descarga elétrica que subia pela minha coluna.
Eu não aguentava mais. O prazer acumulado, a pressão interna e a luxúria daquele momento me levaram ao limite. Sem nem precisar tocar em mim mesmo, apenas com a força daquelas estocadas brutais no meu cu, eu senti meu pau pulsar.
— Vou gozar! Vou gozar, Vanessa! — gritei, enquanto ela dava a última sequência de socos rápidos e profundos.
Eu gozei em um jato violento, disparando no lençol, enquanto ela soltava um rugido de prazer e descarregava tudo dentro de mim, preenchendo meu cuzinho com o gozo quente dela.
Ficamos ali, colados, tremendo, sentindo o coração um do outro batendo contra as costas. O silêncio voltou ao quarto, mas o cheiro de sexo e a sensação de preenchimento ainda estavam lá, tornando aquele encontro a coisa mais real e visceral que já tinha vivido.




