A Putaria Sagrada daquela Tarde



: A Putaria Sagrada daquela Tarde**

— "A primeira vez a gente nunca esquece, mas a primeira vez que eu fodi a minha irmã... essa eu revivo todo santo dia na memória."

Essa frase ecoa na minha cabeça agora, aos 28 anos. Mas para entender como chegamos ali, precisamos voltar dez anos. Eu tinha 19, estava no auge da testosterona, e a Sara tinha 16. Ela não era apenas minha irmã; ela era um monumento. Tinha aquele corpo que parava o trânsito: seios médios, firmes como maçãs, e uma bunda que parecia ter sido esculpida para encaixar perfeitamente nas minhas mãos.

Naquele dia, cheguei da academia exausto, o corpo pulsando. Nossos pais tinham saído e a casa estava num silêncio cúmplice. Nem dei oi para a Sara; fui direto para o banho e, depois, desabei na cama. Dormi pelado, entregue ao cansaço, sem imaginar que o meu despertar seria o início do maior pecado da minha vida.

Acordei sentindo algo quente, úmido e ritmados. Abri os olhos e o choque: a Sara estava ali, ajoelhada entre minhas pernas, com a boca envolta no meu pau, que já estava duro como pedra. O susto durou um segundo; o prazer assumiu o comando.

— Quer que eu pare, Edu? — ela sussurrou, tirando o membro da boca por um instante, com os lábios brilhando de saliva.

— Para? Porra, Sara... chupa isso com vontade! Chupa bem gostoso que eu quero gozar tudo nessa sua boquinha deliciosa! — respondi, a voz rouca de desejo.

Ela não perdeu tempo. Voltou com tudo, fazendo um boquete de profissional, sugando a cabeça do meu pau com uma voracidade que me deixou louco. Enquanto ela mamava meu cacete, eu percebi que ela também estava pelada. Aquele corpo perfeito, a bucetinha depiladinha e rosada, estava ali, exposta para mim.

Eu a puxei para cima de mim. Nos beijamos com uma fome animal, línguas se enrolando, explorando cada canto da boca um do outro. Eu desci as mãos para os seios dela, apertando as mamas com força, brincando com os mamilos enquanto ela gemia alto.
— Ai, que delícia, Edu... putaria da boa! — ela gritou.

Nós nos encaixamos em um 69 luxurioso. Eu mergulhei o rosto naquela fenda perfeita. Lambi o clitóris dela com vigor, sentindo-a tremer e se contorcer. Eu chupava aquela bucetinha com vontade, enquanto ela, do outro lado, continuava a sugar meu pau com a mesma intensidade. Ficamos naquela posição por own tempo, um ciclo de prazer puro, até que eu explodi, gozando profundamente na boca dela. A Sara também gozou várias vezes, gritando e se arqueando enquanto eu saboreava cada gota dela.

Mas o fogo não apagou. Meu pau, teimoso, ficou duro de novo em segundos.

— Você é um animal, Edu... — ela riu, ofegante.

Eu a virei de quatro. A visão daquelas nádegas abertas era hipnotizante. Comecei a pincelar meu mastro na portinha da xoxotinha dela, fazendo ela implorar.

— Mete, Edu! Mete bem fundo, caralho! Come essa vadia aqui! — ela gritou, a voz carregada de luxúria.

Eu a penetrei de uma vez. O impacto foi seco, profundo. O cacete descomunal preenchendo cada centímetro daquele canal apertado. Eu não tinha piedade. Puxava o cabelo dela, batia na bunda com força e gritava:

— Você é minha vadia, Sara! Toma esse pau!

— Isso! Me chama de vadia! Me fode inteira! — ela respondia, se contorcendo a cada estocada.

Trepamos a tarde inteira, num vai e vem frenético, trocando a buceta pelo clitóris, gozando e recuperando o fôlego. Depois, fomos para o chuveiro, a água quente escorrendo pelos nossos corpos suados. Foi lá que ela se encostou na parede e sussurrou no meu ouvido:

— Mano safado... você quer meu cuzinho, não quer?

Eu estava cego. Ela se posicionou, abrindo as nádegas com as próprias mãos,revelando aquela entrada estreita e rosada, que nunca havia sido explorada. O contraste da pele molhada com o vapor do chuveiro tornava tudo ainda mais visceral. Eu não precisei de segunda chamada.

Usei o resto do sabonete líquido para lubrificar a ponta do meu pau, que já pulsava, exigindo entrada. Aproximei o membro daquela portinha apertada e, com um empurrão lento e firme, senti a resistência inicial do esfíncter. A Sara soltou um gemido agudo, metade surpresa, metade êxtase, enquanto as unhas dela cravavam nos meus ombros.

— Meu Deus, Edu... tá apertado demais! — ela arfou, a voz embargada.

— Relaxa, vadia... abre para o seu irmão... — sussurrei, enquanto empurrava mais um centímetro.

Quando finalmente entrei todo, o sentimento foi de preenchimento absoluto. Era um aperto diferente, mais denso, que fazia cada nervo do meu pau gritar de prazer. Comecei com estocadas curtas, sentindo as paredes do reto dela abraçando meu membro. A Sara começou a disparar gemidos rítmicos, a cabeça batendo contra o azulejo frio da parede enquanto o calor do nosso corpo subia.

Eu a peguei pelas coxas, levantando-a e prendendo-a contra a parede do box. Naquela posição, o ângulo era perfeito. Eu a fodia com força, cada estocada fazendo o som úmido da carne batendo na carne ecoar pelo banheiro. A luxúria tinha transcendido qualquer limite moral; naquele momento, não éramos irmãos, éramos apenas dois animais em puro cio.

— Fode o meu cu, Edu! Destrói tudo! — ela gritava, as pernas tremendo, quase perdendo o equilíbrio.

Eu acelerava o ritmo, sentindo que estava chegando ao limite. O prazer do anal era tanto que eu sentia meu coração martelando no peito. Em um último esforço, dei três estocadas profundas e violentas, sentindo que estava tocando o fundo dela. Gozei com uma intensidade que me deixou zonzo, sentindo o espasmo do meu pau dentro do canal apertado dela, enquanto a Sara gozava novamente na frente, molhando o chão do chuveiro.

Caímos abraçados, a água ainda escorrendo, o silêncio retornando à casa, mas agora carregado de um segredo pecaminoso. Ficamos ali por longos minutos, recuperando o fôlego, sabendo que nada mais voltaria a ser como antes.
Saímos do banho em silêncio, mas nossos olhares diziam tudo. A cumplicidade agora era sexual, visceral. Enquanto eu a ajudava a se secar com a toalha, ela me deu um beijo casto na bochecha e sussurrou:

— Amanhã, quando eles chegarem, a gente finge que nada aconteceu... mas à noite, eu quero que você faça tudo de novo.

Aquela tarde não foi apenas a primeira vez; foi a abertura de um portal. A partir daquele dia, a casa dos nossos pais tornou-se o nosso playground particular. Cada corredor, cada sala, cada oportunidade de ausência transformou-se em um cenário para a nossa putaria sagrada.

Hoje, dez anos depois, olho para trás e percebo que aquele despertar com a Sara na minha boca foi o gatilho para uma obsessão que nunca terminou. O pecado não nos consumiu; ele nos uniu de uma forma que ninguém jamais entenderia.

Foto 3 do Conto erotico: A Putaria Sagrada daquela Tarde

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
A Putaria Sagrada daquela Tarde

Codigo do conto:
270504

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
22/08/2026

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2

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