A Sorte de Ter uma Irmã Assim



A Porra da Sorte de Ter uma Irmã Assim**

"Se você não calar a boca, o papai vai acordar e a gente vai levar um esporro do caralho", sussurrei no pé do ouvido dela, enquanto meus dentes encontravam a curva macia da sua nuca.

A frase ficou suspensa no ar do quarto, carregada de um risco que nos deixava as duas elétricas. A verdade é que a gente não estava nem aí para o risco. O perigo era o tempero.

Minha meia-irmã tinha acabado de chegar para passar uns dias em casa. Aos 18 anos, ela era um pecado esculpido em pele morena. Aquele cabelo castanho, sempre trançado até a cintura, contrastava com a ousadia que ela tentava esconder sob a aparência de menina. Mas eu via. Eu via como ela me devorava com os olhos quando eu passava pela sala com meus 1,69m de pura provocação, sentindo o peso dos meus próprios seios e a curva da minha bunda chamando a atenção dela.

Eu já era conhecida por ser uma safadeza só. Homens e mulheres caíam no meu jogo, mas ter aquela guria em casa era diferente. Era proibido, era visceral.

Naquela primeira noite, o clima estava tão denso que dava para cortar com uma faca. Estávamos as duas de baby doll, aquelas peças de renda curtinhas que não escondiam nada, apenas moldavam. Eu a abracei por trás, sentindo o calor do corpo dela, e minhas mãos não resistiram: agarraram aqueles peitos fartos e durinhos.

— Puta que pariu, você não tem noção do quanto eu queria que você fizesse isso — ela murmurou, a voz rouca, ainda sem se virar, entregue ao toque.

Eu comecei a morder a nuca dela, sentindo-a arrepiar inteira. Meus dedos, movidos por um tesão animal, escorregaram para dentro do shortinho. Quando senti que ela estava sem calcinha e que a bucetinha estava completamente peladinha e já molhada, soltei um gemido baixo.

— Você já estava pronta para mim, sua safada? — perguntei, sentindo o mel escorrer pelos meus dedos.

— Cala a boca e me fode com a língua, caralho... — ela respondeu, a respiração curta.

Eu a virei bruscamente, selando nossos lábios em um beijo faminto, sentindo o gosto de desejo e proibição. Subi no corpo dela, sentindo a minha própria buceta latejando, encharcando a renda do meu baby doll. Puxei a blusa dela para baixo, libertando aqueles mamilos que saltavam, gritando por atenção.

Eu me agarrei àqueles peitos, chupando-os gulosamente, enquanto meus dedos desciam para massagear o grelinho que já estava protuberante e pulsando.
— Olha como você está gostosa... toda molhadinha para a sua irmã — provoquei, sentindo ela se contorcer abaixo de mim.

— Ahnn... por favor, não para... me come inteira, porra! — ela gemia, as mãos apertando os lençóis.

Eu não parei. Desci com a minha língua safada, mergulhando naquele melzinho doce e quente. Lamber a buceta dela era como provar o pecado mais puro. Eu chupava com pressão, sentindo o sabor dela, enquanto ela se mordia, perdendo a noção de onde terminava o quarto e onde começava o êxtase.

Virei-a de quatro, sentindo a bunda redonda e firme sob minhas mãos. Esfreguei meus peitos nas costas dela, enquanto minha pepeka encontrava a bunda dela, molhando tudo, fundindo nossos corpos em um atrito elétrico. Puxei o cabelo trançado dela para trás, expondo o cuzinho, e dei a primeira lambida profunda, sentindo-a dar um grito abafado no travesseiro.

— Você é deliciosa, puta que pariu... — eu disse, sentindo o tesão subir como uma onda.

Ela não aguentou mais. Virou-se, abriu as pernas com força e me olhou com olhos nublados de luxúria.

— Me faz gozar agora! Me faz gozar, caralho!

Eu mergulhei novamente, chupando, sugando, explorando cada centímetro daquele clitóris latejante até que ela arqueasse as costas, gritando meu nome enquanto gozava intensamente, tremendo sob o meu toque, com os dedos cravados nos meus ombros. Mas eu sabia que aquilo era apenas a entrada. A luxúria que nos consumia não era algo que se saciava com apenas um orgasmo; era um incêndio que precisava de combustível.

— Você acha que acabou, sua vadia? — sussurrei, sentindo o calor irradiando do corpo dela. — Eu trouxe reforços.

Abri a gaveta do criado-mudo, onde escondia meus tesouros, e tirei de lá um vibrador de silicone negro, potente e pulsante, e um dildo de duplo pênis, grosso e realista, feito para preencher cada espaço vazio. Os olhos dela se arregalaram, a respiração voltando a ficar curta enquanto ela via os brinquedos.

— Você... você trouxe isso? — ela perguntou, a voz falhando.

— Eu planejei cada detalhe da sua rendição — respondi, ligando o vibrador na potência máxima.

Eu a joguei de costas na cama, abrindo as pernas dela ao máximo. Primeiro, encostei o vibrador no clitóris dela, sentindo-a dar um solavanco. Enquanto a máquina vibrava com força, eu me posicionei entre as pernas dela, usando o pênis duplo. Com um movimento lento e deliberado, deslizei a primeira haste para dentro da buceta dela, sentindo a parede vaginal apertada e quente, enquanto a segunda haste pressionava a entrada do cuzinho.

Ela soltou um grito abafado, as mãos apertando os lençóis com força.

— Ahhh, porra! Tá... tá grande demais! — ela gemia, mas o quadril subia, pedindo mais, implorando para ser preenchida.

Eu não dei trégua. Empurrei com força, sentindo o pênis duplo deslizar simultaneamente. O impacto foi visceral; ela sentiu a pressão na vagina e a invasão no ânus ao mesmo tempo, um preenchimento total que a fez arquear as costas e morder o lábio inferior.

— Você gosta de sentir tudo, não gosta? — provoquei, começando a estocar com ritmo, sentindo o som úmido do atrito.
Enquanto o dildo ia e voltava, preenchendo-a por completo, eu mantinha o vibrador pressionado contra o clitóris dela, criando uma tempestade de sensações. O sexo vaginal e anal acontecia em sincronia, uma luxúria bruta que ignorava qualquer tabu. Ela estava completamente entregue, os olhos revirados, gemendo alto, esquecendo completamente que o pai estava no quarto ao lado.

— Me fode mais... me destrói, caralho! — ela gritava, a voz rouca de tesão.

Eu aumentei a velocidade, sentindo a lubrificação natural dela misturada com o desejo. Cada estocada do pênis duplo ecoava no quarto, um ritmo frenético de carne contra silicone. Eu sentia a pressão no meu próprio corpo, a minha própria buceta latejando contra a pele dela, enquanto eu a consumia.

O ápice chegou como uma explosão. O vibrador atingiu a frequência máxima, o dildo preencheu cada centímetro dela, e ela desmoronou sob mim, gozando tão forte que o corpo inteiro entrou em espasmo. Eu me joguei sobre ela, sentindo o suor nos unir, enquanto nós duas respirávamos ofegantes, mergulhadas no êxtase proibido de ter descoberto que, realmente, a sorte de ter uma irmã assim era um pecado delicioso.
Justo quando o silêncio volta a reinar e elas tentam recuperar o fôlego, a porta do quarto range. O pai delas não acordou, mas levantou para beber água e para no corredor, a poucos passos da porta entreaberta. Elas ficam congeladas, nuas e suadas, com os brinquedos ainda dentro dela. A excitação do risco faz a buceta de ambas latejar novamente; em vez de se esconderem, elas decidem continuar o ato em silêncio absoluto, usando a proximidade do pai como o combustível final para um segundo round desesperado e proibido.

O coração dela batia tão forte contra o meu peito que eu podia sentir a vibração no meu próprio esterno. O silêncio do corredor era cortado apenas pelo som abafado dos passos dele, o roçar do chinelo no piso de madeira. Ele estava ali, a menos de dois metros de distância, enquanto nós duas éramos um emaranhado de pernas abertas e silicone enterrado.

Eu vi nos olhos dela — dilatados, selvagens — que o medo não era de serem pegas, mas de pararem.

Lentamente, com um movimento milimétrico para não fazer o colchão ranger, eu me posicionei sobre ela novamente. A luz do corredor filtrava-se pela fresta da porta, iluminando a pele suada de nossa pele morena. Eu deslizei a mão para baixo, sentindo o dildo ainda pulsando dentro dela, e comecei a movê-lo com uma lentidão torturante.

Ela abriu a boca para soltar um gemido, mas eu rapidamente selei os lábios dela com os meus, abafando qualquer som. O beijo era desesperado, carregado de um tesão que beirava a agonia. Enquanto nossas línguas se duelavam, eu comecei a estocar o brinquedo com ritmos curtos e precisos, sentindo a pressão do vácuo e o som úmido do prazer, que agora parecia ensurdecedor diante do silêncio da casa.

Ela arqueou as costas, as unhas cravando nos meus ombros, tentando desesperadamente não gritar enquanto sentia a invasão dupla. A cada passo que o pai dava no corredor, eu acelerava o ritmo, sentindo a buceta dela apertar o silicone em espasmos involuntários. O risco de ser descoberta transformou o prazer em algo visceral, quase violento.
Eu desci o beijo para o pescoço dela, mordendo a pele macia com força, enquanto minha própria mão descia para massagear meu clitóris, que já estava em carne viva de tanto desejo. Eu queria sentir tudo: a pressão do dildo nela, o calor do corpo dela contra o meu e a tensão elétrica de saber que, a qualquer momento, a porta poderia abrir e revelar a cena obscena.

Ela começou a tremer, o corpo todo vibrando. Eu podia sentir que ela estava no limite. Com um movimento ousado, eu me inclinei e sussurrei, quase sem soltar som algum, contra a pele quente da orelha dela:

— Se você fizer barulho... ele vai entrar e ver como você está sendo foda por mim.

Aquilo foi o gatilho. Ela fechou os olhos com força, mordendo o próprio lábio inferior até sangrar para abafar o grito, enquanto gozava em ondas profundas e silenciosas, apertando o dildo com tanta força que eu quase perdi o equilíbrio. Eu a segui logo atrás, sentindo meu próprio orgasmo explodir em flashes brancos, enquanto o som dos passos do pai finalmente se afastava, voltando para o quarto.

Ficamos ali, ofegantes, com o coração martelando e a pele colada. A sorte de ter uma irmã assim não era apenas sobre o sexo, mas sobre ter alguém que estivesse disposta a brincar com o fogo até que a casa inteira queimasse.

Foto 1 do Conto erotico: A Sorte de Ter uma Irmã Assim

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
A Sorte de Ter uma Irmã Assim

Codigo do conto:
270531

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
23/08/2026

Quant.de Votos:
2

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