A Puta Favorita do Filho: Comendo a Sara



A Puta Favorita do Filho: Comendo a Sara
"Sempre achei que o silêncio da nossa casa fosse apenas educação, mas agora percebo que era apenas a máscara de uma fêmea faminta."

Nunca imaginei que estaria escrevendo isso, mas há segredos que queimam demais para ficarem guardados. Meus pais sempre foram carinhosos, minhas irmãs, companheiras. Mas a Sara... a Sara é outra história. Minha mãe, aos 44 anos, não é apenas uma mulher bonita; ela é um monumento de 1,82m que deixa qualquer macho inquieto. Cabelos loiros, sedosos, e um corpo que desafia a lógica: seios fartos e firmes, uma cintura fina e aquela bunda empinada que ela adora exibir com biquínis minúsculos.

Moramos em Cascais. Eu via meus amigos inventarem desculpas para ficarem em casa só para espiá-la. Ela usava camisolas de cetim, transparentes, sem nada por baixo, desfilando aquele violão pela casa. No início, eu achava que era apenas a "beleza da mãe", mas, conforme a minha sexualidade despertava, percebi que aquela visão me deixava duro como uma pedra. E o mais excitante: ela sabia. Sara era a mãe comportada para o mundo, mas, entre quatro paredes, era uma vadia lasciva que adorava ser desejada.

Tudo explodiu numa noite em que meus pais e irmãs tinham viajado. Eu cheguei em casa tarde, com a cabeça a mil depois de algumas cervejas. Eu estava na poltrona, quase nu, apenas de short, quando ela entrou. Vestia um vestido preto, sem sutiã, com um decote que era um convite ao pecado. O perfume dela, misturado ao aroma do vinho que tinha bebido, era um afrodisíaco.

Ela me abraçou por trás, beijando meu pescoço. Senti a pressão dos seios dela contra as minhas costas. Ela riu, notando meu estado, e sussurrou no meu ouvido:
— Essas suas namoradinhas são cegas ou incompetentes, filho... Você é um gostoso.

Ela saiu para o quarto e voltou cinco minutos depois usando um robe bege, quase transparente. Ela abriu o tecido e revelou um biquíni negro, minúsculo, com lacinhos que realçavam a pele beijada pelo sol.
— Quer ver mais? — perguntou ela, deixando o robe cair.

Ela deu uma voltinha, exibindo aquela bunda maravilhosa. Eu não aguentei. Peguei-a pelo quadril, sentindo a firmeza daquela carne. O beijo foi automático, uma explosão de línguas e desejo. Ela enroscou a perna na minha, colando a buceta quente no meu pau rígido.
— Gostou, meu lindo? — ela sussurrou, descendo para os meus joelhos.
Ela arrancou meu short e minha pica de 20cm pulou na cara dela. Sara não hesitou; ela me mamou com uma técnica divina, olhando nos meus olhos enquanto sugava.
— Que pica deliciosa... — ela gemeu entre as sucções. — É muito maior e mais grossa que a do seu pai.

Eu quase gozei ali mesmo. Ela pediu para que eu enchesse a boca dela de porra, e eu não me contive. Gozei profusamente, e ela engoliu cada gota, lambendo os lábios com um sorriso malicioso.

Mas a noite estava apenas começando. Ela me levou para a cama. O strip-tease foi lento, luxurioso. Quando finalmente tirei a última peça de tecido, mergulhei na buceta dela, que estava encharcada. Ela gritava, me xingava, pedia mais.
— Quero te foder toda, sua putinha deliciosa! — gritei eu.
— Me fode, seu merdinha! Me fode agora! — ela respondeu, montando em mim.

Ela cavalgou meu pau com uma fúria animal, contando, enquanto gemia, como já tinha dado para meus amigos, para o pai deles, para conhecidos... ela era uma devassa. Aquilo me deixou louco. Inverti a posição e a prendi contra o colchão, socando com força, sentindo cada centímetro daquele corpo escultural.
A cada estocada, o som da carne batendo ecoava pelo quarto, um ritmo frenético que ignorava qualquer tabu. Sara estava em êxtase, as pernas abertas e trêmulas, as costas arqueadas enquanto eu a possuía com uma fome que vinha de anos de repressão. Ela não era mais a "mãe" naquele momento; era apenas uma fêmea em busca de preenchimento, gritando obscenidades que fariam qualquer pessoa corar, mas que para nós eram o combustível do prazer.

No auge da luxúria, ela sentiu que a vagina já não era suficiente para conter aquele desejo. Com um movimento ágil e malicioso, ela se virou, ficando de quatro, empinando aquele monumento de bunda para mim. Ela olhou para trás, com os olhos injetados de libido e a língua deslizando pelos lábios, e começou a forçar a abertura do seu rabo contra o meu membro.

Minha mãe quase implorou com ar de safada para lhe comer o cuzinho que estava piscando cheio de fome, gemia imenso e dizia:
— Fode esse cuzinho, enche de leitinho!!!

A visão era hipnotizante. Aquele pequeno orifício, rosado e pulsante, parecia clamar por mim. Sem hesitar, usei a saliva dela e o lubrificante natural da sua buceta para guiar minha pica. No momento em que a cabeça do meu pau rompeu a resistência do esfíncter, Sara soltou um grito que reverberou pelas paredes. Era um aperto visceral, quente, quase sufocante.

— Oh meu Deus... que aperto! — ela gritava, a voz rouca de tanto gemer. — Sinta como eu sou apertada aqui, filho! Me rasga toda, me usa como a puta que eu sou!
Eu a segurei pelos quadris com força, enterrando os dedos na carne firme de suas nádegas, e comecei a socar aquele cuzinho com força total. Cada estocada era profunda, atingindo o fundo, fazendo-a estremecer violentamente. Ela não queria delicadeza; queria ser dominada, queria sentir a grossura do meu pau dilatando-a completamente.

A fricção era absurda. O som do "estalo" da pele contra a pele, misturado aos gemidos viscerais dela, criou uma atmosfera de pura depravação. Sara começou a ter espasmos, a buceta jorrando água enquanto o rabo recebia cada golpe.

— Isso! Assim! Enche esse buraco de porra! — ela implorava, a voz falhando. — Goza dentro de mim, preenche tudo, deixa sua semente no meu cu!

Eu senti a pressão subir, o ápice chegando. A sensação de estar enterrado naquele lugar proibido era a droga mais potente do mundo. Dei as últimas estocadas com toda a minha força, sentindo as paredes do reto dela contraírem own meu pau em ondas de prazer. Com um grito gutural, descarreguei todo o meu leite quente, jorrando profundamente dentro do seu cuzinho, sentindo a pulsação do orgasmo dela acontecendo simultaneamente ao meu.

Ficamos ali, colados, ofegantes, enquanto o líquido branco começava a escorrer lentamente pelo pequeno orifício que, agora relaxado, parecia satisfeito. Sara soltou um suspiro longo, relaxando o corpo sobre o colchão, com um sorriso de quem tinha acabado de cometer o pecado mais delicioso de sua vida.
               2
O silêncio que se seguiu ao orgasmo foi interrompido não por palavras, mas pelo som metálico e seco de chaves girando na fechadura da porta principal.

O coração disparou. O pânico gelou meu sangue instantaneamente. Meu pai e minhas irmãs tinham avisado que voltariam apenas no dia seguinte. O som de malas sendo arrastadas pelo piso de madeira e as risadas altas das minhas irmãs ecoando pelo corredor transformaram o quarto em uma armadilha.

— Eles chegaram... — sussurrei, a voz trêmula, enquanto tentava me levantar freneticamente para vestir as roupas.

Sara, porém, não demonstrou pânico. Pelo contrário, um brilho perverso surgiu em seus olhos. Ela se levantou com a calma de quem domina a situação, vestindo seu robe bege com movimentos lentos e deliberados. Ela não parecia assustada; ela parecia excitada pelo risco.

— Fique calmo. Apenas finja que nada aconteceu — ela disse, com a voz agora recuperando aquele tom maternal e doce, embora seus olhos ainda estivessem injetados de luxúria.

Ela saiu do quarto primeiro, assumindo instantaneamente a persona da "mãe perfeita". Eu a segui segundos depois, com a respiração ainda pesada e o coração martelando contra as costelas. Na sala de estar, meu pai a abraçava, e minhas irmãs contavam as novidades da viagem.

— Oi, querido! Que bom que chegaram mais cedo — Sara disse, beijando o rosto do marido com uma naturalidade assustadora.

— Sentimos falta de casa, amor! — meu pai respondeu, sorrindo. — E você, filho? Tudo bem?

— Tudo ótimo, pai — respondi, sentindo a pica ainda pulsar, semi-ereta sob a calça, a lembrança do aperto do rabo dela ainda vibrando em cada nervo.

O jantar foi um exercício de tortura psicológica. Sentamos à mesa, a luz suave do lustre iluminando a cena familiar. Sara servia o vinho, movendo-se com a elegância de sempre. Mas, enquanto ela conversava calmamente com meu pai sobre as reservas do hotel e a viagem, ela deslizou para o meu lado.

Sob a toalha de mesa branca e imaculada, senti a mão dela.

Não foi um toque acidental. Com precisão cirúrgica, Sara deslizou a mão por baixo da mesa e encontrou o volume do meu pau. Meus olhos quase saltaram enquanto ela começou a apertá-lo, deslizando os dedos com firmeza por cima do tecido da calça, fazendo movimentos circulares e ritmados.

— ... e então o guia disse que a praia estava lotada, querido, tivemos que mudar o roteiro — ela dizia para o marido, a voz aveludada, enquanto, por baixo da mesa, ela apertava meu membro com força, provocando-me abertamente.

Eu mal conseguia respirar. O contraste era delirante: acima da mesa, a esposa dedicada e a mãe exemplar; abaixo da mesa, a putinha que, há menos de uma hora, gritava para eu foder o cu dela. Ela apertou mais forte, seus dedos brincando com a cabeça do meu pau, enviando descargas elétricas pelo meu corpo. Eu olhei para ela e vi um sorriso quase imperceptível nos lábios, um olhar que dizia: *"Eu sei que você está duro por mim agora"*.
— Você está bem, filho? Está muito calado — meu pai comentou, estranhando meu silêncio.

— Estou... só cansado, pai. Tive um dia longo — menti, sentindo a mão de Sara subir e descer, provocando-me a beira do limite.

Assim que o jantar terminou e as irmãs subiram para organizar as malas, a tensão tornou-se insuportável. Sara se levantou para levar as taças para a cozinha, mas, ao passar por mim, ela deixou a mão deslizar rapidamente pelo meu pau, um toque rápido e possessivo.

— Vou ajudar as meninas com as malas — ela anunciou para o meu pai. — Filho, pode vir me ajudar a carregar algumas coisas para o quarto?

O convite era claro. O código estava lançado.

Subi as escadas com a adrenalina no ápice. Quando entrei no quarto dela, a porta foi fechada com um estalo seco e trancada imediatamente. Sara não perdeu tempo. Ela se encostou na porta, o robe aberto, revelando que não usava calcinha.

— Você sentiu como eu te provoquei na frente do seu pai? — ela sussurrou

— Senti... eu quase gozei ali mesmo — respondi, a voz rouca, enquanto a prensava contra a madeira da porta.

Ela soltou uma risada baixa, um som gutural de satisfação.
— Você é tão previsível, meu lindo. Adora esse perigo, não adora?

Ela me puxou para dentro do quarto, mas não me levou para a cama. Sara queria algo diferente. Ela se ajoelhou no tapete felpudo, abrindo as pernas e expondo a buceta ainda úmida da nossa primeira rodada, que brilhava sob a luz do abajur. Ela me olhou de baixo para cima, com aquele olhar de devassa que transformava qualquer ambiente em um bordel particular.

— Agora, quero que você faça algo por mim — ela disse, enquanto passava a língua pelos próprios lábios. — Quero que você me use enquanto eles estão no corredor. Quero ouvir o som do seu pau batendo em mim e saber que eles estão a poucos metros, sem ter ideia de que a mãe deles é a sua puta favorita.

Eu não precisei de segunda ordem. Tirei a calça num movimento brusco e me posicionei sobre ela. A entrada foi visceral. A buceta dela estava quente, acolhendo meu membro com uma urgência desesperada. Comecei a estocar com força, cada golpe fazendo a cabeça dela bater contra a porta, um som rítmico e abafado que se misturava aos gemidos que ela tentava conter, abafando a boca com a própria mão para não gritar.

O prazer era amplificado pelo risco. Cada vez que ouvíamos a voz do meu pai ou o riso de minhas irmãs no corredor, a tensão subia, tornando o orgasmo iminente e devastador. Sara apertava minhas coxas com as unhas, enterrando a cabeça no meu abdômen, sugando minha pele enquanto eu a possuía com uma fúria possessiva.

Quando chegamos ao limite, eu a virei de costas, jogando-a sobre a penteadeira. Os perfumes e cremes de luxo dela tombaram, espalhando fragrâncias doces pelo ar. Eu a peguei pelos cabelos, puxando sua cabeça para trás enquanto socava sua buceta com a força de quem queria fundir nossos corpos. Ela gemia baixo, um som vibrante, quase um ronronar de luxúria.

— Goza... goza tudo dentro de mim... — ela implorava em um sussurro ardente.

Eu descarreguei todo o meu sêmen dentro dela, sentindo as paredes da vagina contraírem em espasmos violentos. Ficamos ali, em silêncio, apenas ouvindo nossas respirações pesadas e o eco do coração batendo.
Lentamente, nos afastamos. Sara se levantou, limpou-se com a calma de quem não tinha pressa e ajeitou o robe. Ela caminhou até o espelho, olhou para sua imagem — a mulher imponente, bela e sofisticada — e depois olhou para mim através do reflexo.

— Vamos descer. Seu pai quer saber se você quer a sobremesa — ela disse, com a voz perfeitamente normal, enquanto piscava para mim.

Descemos as escadas. O clima na casa era de total normalidade. Meu pai estava relaxado na poltrona, as irmãs conversavam sobre a viagem. Ninguém suspeitava de nada. Não houve escândalo, não houve flagrantes, nem confissões dramáticas.

O "final surpreendente" não foi uma revelação pública, mas a descoberta de um novo equilíbrio. Percebi que aquela era a nossa dinâmica agora. A máscara da família perfeita continuaria intacta para o mundo, mas, por trás das portas fechadas e sob as toalhas de mesa, Sara era minha, e eu era dela.

Enquanto eu me sentava ao lado do meu pai para ouvir sobre as belezas de Portugal, senti o pé de Sara tocar suavemente o meu sob a mesa. Um contrato silencioso havia sido assinado: a luxúria seria o nosso segredo mais bem guardado, e a casa de Cascais nunca mais seria a mesma.

Foto 1 do Conto erotico: A Puta Favorita do Filho: Comendo a Sara

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Comentários


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goreteancianatravies Comentou em 29/08/2026

Delicia de conto se eu fosse a mamãe ia querer compartilhar dessa foda deliciosa

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goreteancianatravies Comentou em 29/08/2026

Delicia de conto se eu fosse água mamãe ia querer compartilhar dessa foda deliciosa




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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
A Puta Favorita do Filho: Comendo a Sara

Codigo do conto:
270997

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
29/08/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5