(Deliciosa Viúva)O Altar da Carne: A Herança do Desejo



Você não faz ideia de quanto tempo eu não sinto algo duro me rasgando", ela sussurrou, a voz rouca, enquanto seus olhos devoravam o volume na minha calça.

Tudo começou com um café e um silêncio carregado. Inês, trinta e quatro anos, viúva de um homem que, embora vivo por um tempo, já tinha morrido sexualmente muito antes do infarto. Ela era uma bomba relógio de desejo, e eu, João, com meus trinta e dois anos e um corpo que pedia ação, era o pavio.

Quando ela trouxe aquela caixa de lingeries, o jogo mudou. Não era mais sobre luto ou companhia; era sobre carne. O conjunto branco de renda e tule que ela vestiu deixou a pele dela translúcida, revelando mamilos eretos que gritavam por atenção. Quando eu soltei o laço do robe e ele deslizou pelo chão, a visão daquela mulher madura, tremendo como uma novinha, me deixou possesso.

Nossos beijos não eram mais ternos; eram urgentes, babados, cheios de saliva e fome. Eu a prenssei contra mim, sentindo a bunda dela vibrar sob minhas mãos.

— Gosta que eu aperte sua bunda assim, safada? — perguntei no pé do ouvido.

— Hummm... sim... por favor, não para — ela gemeu, arqueando as costas.

Senti a calcinha dela encharcada. Enfiei o dedo naquelas profundezas molhadas e ela deu um salto.

— Ai, caralho... que gostoso! João, me fode, eu preciso de você!

Eu a fiz gozar ali mesmo, no tapete, com o dedo trabalhando freneticamente no clitóris dela, enquanto ela gritava que ia explodir. Mas aquilo era só a entrada. Eu tirei minha roupa rapidamente, expondo meu pau latejando, duro como pedra.

Ela arregalou os olhos. A falta de sexo a deixou hipnotizada.

— Nossa... que coisa linda. Meu marido nunca teve esse vigor... — Ela levou a mão ao meu membro, apertando com força. — Você é todo lisinho, que delícia de rola.

— Agora para de falar e mama, Inês. Chupa esse pau que tá doido pra entrar em você — ordenei.

Ela se ajoelhou com uma vontade animal. A boca dela envolveu a cabeça do meu cacete, sugando com uma voracidade que me fez arquear as costas. Ela babava, engolia tudo, fazia barulhos de sucção que ecoavam pela sala. Era uma bezerra faminta por carne.

— Isso, mama gostosa... engole tudo, sente o tamanho da porra que vai te preencher — eu ronei, puxando o cabelo dela enquanto ela trabalhava no meu membro.

Não aguentei. Joguei-a no tapete e, sem preliminares lentas, abri as pernas dela. Lambi cada dobra daquela buceta melada, sugando o clitóris até ela gritar "estou gozando!". E, no ápice do espasmo dela, eu meti a rola de uma vez só.

— AHN! — O grito dela foi abafado por um beijo voraz. — Mete forte, João! Me fode com força, caralho! Enche tudo, rasga tudo dentro de mim!

Eu a fodi com vontade, socando fundo, sentindo as paredes da buceta dela apertarem meu pau como se quisessem me prender lá dentro. Ela rebolava como uma cadela no cio, as unhas cravadas nas minhas costas, chorando de prazer.
— Você é muito gostosa, Inês! Essa buceta é um inferno de tão apertada! — eu gritava enquanto acelerava o ritmo.

Depois de gozarmos a primeira vez, ela não queria parar. Ela montou em mim, cavalgando com a coluna ereta e os seios balançando. De repente, ela deslizou para trás, guiando meu pau com a mão para a entrada do rabo.

— Eu sempre quis... mas ele nunca comeu meu rabo... por favor, João, fode meu cuzinho! — pediu ela, com os olhos brilhantes de luxúria.

Ela sentou devagar, soltando um gemido de dor que logo virou um prazer visceral.
O impacto inicial foi seco. Ela soltou um arquejo agudo, os olhos revirando enquanto sentia a pressão bruta invadindo aquele espaço estreito e intocado. Eu segurei a cintura dela com força, enterrando os dedos na carne macia dos quadris, ancorando-a enquanto ela tentava se ajustar ao volume.

— Respira, Inês... relaxa essa bunda pra mim — eu rosnei, sentindo meu pau latejar contra a parede apertada do rabo dela.

Ela não relaxou; ela se entregou. Com um impulso súbito, ela jogou o peso do corpo para baixo, engolindo meu membro completamente. Um grito gutural escapou da garganta dela, misturando a dor do primeiro impacto com um êxtase que ela nunca tinha experimentado. O rosto dela estava transformando-se, a máscara de viúva recatada dando lugar a uma expressão de pura luxúria animal.

— Meu Deus... que pressão... que coisa deliciosa! — ela gemia, começando a cavalgar.

O ritmo era lento no início, quase torturante. A cada descida, eu sentia o anel anal dela apertando minha rola com uma força visceral, sugando-me para dentro. Inês começou a acelerar, o suor do seu peito pingando sobre as minhas coxas, os seios balançando freneticamente enquanto ela subia e descia, buscando o ângulo exato que a fizesse explodir.

Eu não aguentava mais a passividade. Segurei-a pelos braços e a virei rapidamente, jogando-a de bruços no tapete, com a bunda empinada para o teto. O contraste da pele branca dela com a textura áspera do tapete era excitante.

— Agora você vai sentir como é ser foda por um homem de verdade — eu disse, a voz rouca de desejo.

Eu não usei delicadeza. Socas profundas, ritmadas, brutais. A cada estocada, o som da carne batendo na carne ecoava pela sala, um ritmo carnal que abafava qualquer outro pensamento. Inês enterrava o rosto no chão, gritando nomes que eu nem sabia se eram meus ou apenas sons de puro prazer, enquanto eu a castigava com vigor.

— Isso! Me quebra, João! Me fode inteira! — ela gritava, a voz já rouca de tanto gemer.

Senti que ela estava chegando ao limite. O rabo dela contraía em espasmos violentos, apertando meu pau como se quisesse arrancá-lo de dentro dela. Eu mudei a posição rapidamente, puxando-a para que a buceta dela ficasse alinhada ao meu membro, mas sem tirar o pau do rabo. Em um movimento brusco, deslizei do cu para a bota, entrando com tudo naqueles canais encharcados.

A transição foi o gatilho. Inês deu um grito longo, as costas arqueadas, enquanto o orgasmo a atingia como uma onda. Eu não segurei mais nada. Comecei a socar a buceta dela com a força de quem quer marcar território, sentindo as paredes dela pulsarem contra mim.

— Eu vou gozar... eu vou gozar tudo dentro de você, sua safada! — eu berrei.

Com um último empurrão violento, eu descarreguei tudo. Senti cada jato de porra quente preenchendo o útero dela, enquanto ela desmorronava sob mim, tremendo, completamente exausta e saciada.

Ficamos ali por alguns minutos, apenas o som da respiração ofegante preenchendo o silêncio da sala. Inês virou o rosto, com um sorriso malicioso e os olhos nublados.

— Você não faz ideia... — ela sussurrou, lambendo os lábios — ... do que eu ainda quero que você faça comigo.

O silêncio que se seguiu não era de descanso, mas de antecipação. Inês não se afastou; ela deslizou o corpo para o lado, mas manteve a pele colada à minha, o cheiro do sexo — aquele aroma metálico e doce de fluidos misturados — impregnando o ar. Ela olhou para baixo, vendo as manchas de gozo que escorriam lentamente por suas coxas, e um brilho obsessivo surgiu em seus olhos.

— Sabe, João... a penetração é deliciosa, mas eu sinto que ainda não fui totalmente sua — ela sussurrou, a voz vibrando de submissão. — Eu quero que você me marque. Não só por dentro, mas em cada centímetro da minha pele. Eu quero ser seu objeto, sua propriedade.

Ela se ajoelhou diante de mim, mas não para o boquete tradicional. Ela se posicionou de modo que eu pudesse ver a cascata de sêmen que ainda decorava a pele dela.

— Saboreia, João. Bebe de volta tudo o que você deixou em mim. Não deixa cair nem uma gota.

Eu sorri, sentindo o poder da situação. Curvei-me sobre ela, começando por seus mamilos, que ainda latejavam. Eu os mordiscava, sugava com força, enquanto minhas mãos faziam uma "punheta de mamas", apertando e moldando aquela carne macia, sentindo o calor da pele dela. Depois, desci. Comecei a lamber a barriga dela, descendo lentamente, traçando o caminho do meu próprio gozo que escorria por ela. Eu beijei a pele, lambi cada gota, sentindo o gosto salgado e intenso do nosso encontro.

— Você é minha, Inês. De corpo, alma e fluidos — eu disse, a voz grave.

— Sim... eu sou sua. Agora me diga as regras — ela pediu, tremendo. — Diga como eu devo te servir agora.

— Primeiro: deita no chão. Abre as pernas o máximo que puder e não se mexa até que eu mande.

Ela obedeceu instantaneamente, a submissão transformando o desejo em algo quase religioso. Eu me posicionei sobre ela, mas em vez de entrar, comecei a torturá-la com a língua. Fui para o clitóris, sugando com uma força que a fazia arquear as costas e implorar, mas eu parava abruptamente, lembrando-a de que ela não podia se mexer.
— Por favor, João... a língua... continua! — ela gemia, quase chorando.

Eu desci mais. Explorei cada dobra, lambi a entrada da buceta e, num movimento audaz, deslizei para trás. Encontrei o pequeno anel do rabo dela, ainda dilatado e quente. Comecei a lamber o cuzinho dela com lambidelas profundas, circulares, sentindo-a estremecer violentamente. Eu sugava aquele pequeno orifício com a mesma voracidade que ela tinha sugada meu pau, criando um vácuo que a deixava louca.

— Agora — ordenei — vira de costas. 69, agora.

Nós nos encaixamos como peças de um quebra-cabeça de luxúria. Enquanto ela mergulhava o rosto no meu membro, sugando com aquela vontade de bezerra faminta, eu me entreguei ao prazer de comer o rabo e a buceta dela ao mesmo tempo. Era um ciclo infinito de prazer: a língua dela no meu pau, a minha língua no clitóris e no cu dela. O som de sucção e saliva preenchia o ambiente, um concerto de carne e desejo.

A luxúria atingiu o ápice quando eu a virei novamente. Eu a queria sentindo tudo, de novo. Coloquei-a em quatro, a bunda empinada, e usei a saliva dela e a minha para lubrificar tudo.

— Vou te marcar agora, Inês. De verdade.

Metendo com força, alternei entre a buceta e o rabo. Era um jogo frenético: "mete e tira" constante no cuzinho, sentindo a pressão absurda, e logo em seguida, um mergulho profundo na buceta, socando o útero dela. O ritmo era insano. O impacto da minha bacia contra a dela fazia um som seco, ritmado.

— Ahhh! Isso! No cu! No cu! Me fode no rabo, João! — ela gritava, a voz já sumindo de tanto gemer.

Eu não dava trégua. O sexo anal profundo e intenso

estava transformando a Inês em um animal. Ela não era mais a dona daquela casa, a viúva respeitada do bairro; ela era apenas um corpo reagindo ao impacto bruto da minha carne contra a dela.

Senti a contração final dela chegando. O rabo dela apertava meu pau em ondas rítmicas, um espasmo que me puxava para dentro com uma força quase insuportável. Eu a segurei pelos cabelos, puxando a cabeça dela para trás enquanto eu dava as últimas estocadas, sentindo cada centímetro do meu membro deslizar por aquele canal estreito e quente.

— Goza para mim, Inês! Goza agora! — eu ordenei, a voz saindo como um rosnado.
Ela soltou um grito agudo, quase um uivo, enquanto seu corpo entrava em colapso. A buceta dela jorrou, inundando tudo, e o rabo contraiu tanto que eu senti que meu pau seria sugado para dentro dela permanentemente. No mesmo instante, eu descarreguei a segunda carga de porra, disparando jatos profundos no colo do útero dela, sentindo a vibração do orgasmo dela ecoar dentro de mim.

Nós desabamos juntos, dois corpos suados, entrelaçados em um tapete que agora estava manchado de fluidos.

O silêncio voltou, mas era um silêncio diferente. Não havia mais tensão, apenas a exaustão deliciosa do pós-sexo. Inês estava com a respiração pesada, os olhos semicerrados, o rosto ruborizado. Ela se aninhou no meu peito, sentindo a batida do meu coração, enquanto eu acariciava a curva dos seus quadris, ainda sensíveis ao impacto.

— Você me destruiu, João... — ela sussurrou, com um sorriso lânguido nos lábios. — Eu sinto que você entrou em cada célula do meu corpo.

Eu a beijei com calma, um beijo que agora tinha gosto de posse.

— Isso foi só o começo, Inês. Você disse que queria ser minha propriedade, não disse?

Ela estremeceu sob o meu toque, um novo brilho surgindo nos olhos. Ela se afastou um pouco, olhando para mim com uma entrega absoluta, a pele ainda brilhando de suor e sêmen.

— Sim... completamente sua. O que você quiser... onde você quiser... quando você quiser.

Eu sorri, sentindo que o jogo estava apenas começando. Peguei a mão dela e a guiei em direção ao quarto, mas não a levei para a cama. Parei diante do grande espelho do corredor. Fiz ela ficar de pé, nua, diante do reflexo.

— Olhe para você, Inês. Veja como você está marcada. Veja como você parece agora que foi possuída por mim.

Ela olhou para si mesma: os mamilos inchados, as coxas manchadas de gozo, os olhos nublados de luxúria. Ela tremeu, não de frio, mas de excitação. O reflexo mostrava uma mulher que tinha acabado de descobrir que a vida, a verdadeira vida, só começa quando a gente se permite ser verdadeiramente safa.

— Agora — eu disse, colando meu corpo ao dela e sussurrando no seu ouvido — vamos ver se você aguenta mais uma rodada antes do café da manhã.

A partir daquela manhã, a nossa rotina tornou-se um campo de batalha de prazer. O escritório era apenas um cenário para os nossos olhares; a verdadeira vida acontecia entre quatro paredes, ou em qualquer lugar onde pudéssemos nos esconder por dez minutos. Aquele "apoio" transformou-se numa obsessão mútua. Nós apaixonamo-nos não apenas pela carne, mas pela forma como a nossa luxúria nos libertava. Assumimos o namoro com a naturalidade de quem já tinha fundido as almas através do sexo.
Mas foi a nossa primeira transa oficial como casal — aquela em que deixamos de lado qualquer hesitação e nos entregamos ao instinto puro — que deixou marcas profundas. Não marcas na pele, mas na vida.

Eu queria sentir cada centímetro dela. Naquela noite, o sexo foi visceral. Eu a possuí com uma fome que parecia não ter fim, alternando entre a doçura de beijos lentos e a brutalidade de estocadas que a faziam perder o fôlego. O sexo anal, que se tornara a nossa assinatura, foi levado ao limite. Eu a queria aberta, exposta, sentindo a pressão do meu pau preencher aquele espaço sagrado e apertado, enquanto ela gritava o meu nome, implorando para que eu não parasse.

O resultado daquela entrega total veio algumas semanas depois: um teste positivo. Inês estava grávida.

A notícia trouxe uma nova dimensão ao nosso desejo. A gravidez não apagou a nossa libido; pelo contrário, transformou a Inês numa mulher ainda mais sensual. O corpo dela, com as curvas acentuadas e a pele irradiando um brilho quente, tornou-se um convite permanente.

Entramos numa fase de "sexo cuidadoso". Eu tinha pavor de magoar o bebé, mas a Inês era a nossa bússola do prazer.

— Não para, João... ele sente que a mãe está feliz — ela sussurrava, enquanto eu a penetrava lentamente, sentindo a barriga dela pressionar contra o meu peito.

O sexo tornou-se carinhoso, quase ritualístico. Passávamos horas em preliminares, explorando cada centímetro do corpo dela com a língua, massajando a barriga com óleos aromáticos que terminavam sempre em gemidos de luxúria. Eu beijava a pele esticada do ventre dela, sentindo os chutes do pequeno enquanto ela gozava sob as minhas carícias.

Contudo, a nossa intensidade anal nunca morreu. Era a nossa válvula de escape, o lugar onde podíamos ser intensos sem qualquer risco para a gestação.

Lembro-me de tardes em que a colocava de quatro, com os apoios nos joelhos para não sobrecarregar as costas, e deslizava para dentro do seu rabo com uma lentidão torturante. O sexo anal intenso tornou-se o nosso refúgio; era ali que a Inês se soltava, onde ela podia gritar e se contrair em espasmos violentos, sentindo a plenitude do meu membro a preencher o seu canal estreito, enquanto eu a segurava pelos quadris, sentindo a força daquela mulher que a vida tinha trazido para mim.

— Ahhh... João... fode-me assim... bem fundo... — ela gemia, a voz rouca, enquanto o ritmo acelerava, transformando o carinho da gravidez numa explosão de carne e suor.
Quando o nosso menino nasceu, a nossa união selou-se definitivamente. Casámo-nos num dia de sol, mas a celebração real aconteceu na noite de núpcias, onde recuperámos todo o tempo perdido.

O que começou como um gesto de apoio a uma colega viúva, transformou-se numa relação feliz, equilibrada e profundamente romântica. Tornámo-nos aquele casal que, para quem olha de fora, parece a imagem da serenidade e do companheirismo. Mas nós sabemos o segredo. Sabemos que a base da nossa felicidade é aquela chama voraz que nunca se apagou, e que as nossas noites continuam a ser marcadas por aquela mesma gana animal que nos uniu no primeiro tapete daquela sala.

Hoje, quando o menino dorme, olhamos um para o outro e o desejo ainda é imediato. O amor deu-nos a família, mas o sexo — aquele sexo visceral, intenso e sem tabus — deu-nos a vida.

Foto 1 do Conto erotico: (Deliciosa Viúva)O Altar da Carne: A Herança do Desejo

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
(Deliciosa Viúva)O Altar da Carne: A Herança do Desejo

Codigo do conto:
270995

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
29/08/2026

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