"Se a vovó abrir essa porta agora, a gente tá fodido," sussurrei, sentindo o calor do corpo de Mário contra o meu.
Ele não respondeu com palavras. Em vez disso, deslizou a mão grande e pesada por baixo da minha camisola de seda, apertando a minha bunda com uma força que me fez soltar um gemido abafado. Aquele aperto era o sinal. O perigo de sermos pegos no corredor, enquanto o chuveiro da casa ainda ecoava o som da água da minha avó, era o combustível que transformava meu tesão em algo insuportável.
Entramos no meu quarto e, assim que a porta bateu, o mundo lá fora deixou de existir.
Mário me prensou contra a madeira da porta, os 1,90m de altura dele me fazendo sentir pequena e completamente dominada. Ele não perdeu tempo. Suas mãos agarraram meu rosto e a boca dele colidiu com a minha em um beijo de língua voraz, profundo, como se ele quisesse devorar cada centímetro da minha boca. Eu retribuía com a mesma fome, as mãos puxando a camiseta dele, querendo sentir a pele quente daquele homem que, apesar de ser meu pai, agora era o dono do meu prazer.
— Porra, Paula... você não tem ideia do quanto eu desejei te comer hoje — ele rosnou entre os beijos, a voz rouca de desejo.
— Então para de falar e me fode, papai... — provoquei, sentindo minha buceta pulsar, completamente encharcada.
Ele me jogou na cama com delicadeza, mas com urgência. Com movimentos ágeis, ele me despiu, admirando cada curva, parando o olhar naquelas minhas curvas de 124 cm de bunda que ele tanto cobiçava. Ele começou a beijar meu pescoço, descendo para os meus peitos médios, que estavam eretos. Mário começou uma punheta de mamas deliciosa, enrolando os bicos entre os dedos enquanto sugava a aréola com uma intensidade que me fazia arquear as costas.
— Você é gostosa demais, caralho... que corpo é esse? — ele exclamou, enquanto descia para as minhas coxas.
Ele abriu minhas pernas e mergulhou. Primeiro, a língua dele encontrou meu clitóris, fazendo movimentos circulares, sugando com força, enquanto seus dedos exploravam a minha entrada. Eu gritava, me perdendo naquelgo oral delicioso. Mas ele não parou por aí. Ele me virou de costas, empurrando meu rosto no travesseiro.
— Sente isso, Paula... — ele sussurrou, enquanto a língua dele explorava a fenda do meu cuzinho, dando lambidelas lentas e profundas, me preparando para o que viria. Eu estava em êxtase, sentindo a língua dele deslizar por onde poucos ousariam tocar.
Quando ele me virou novamente, nós nos entregamos a um 69 luxurioso. Enquanto eu me perdia na boca dele, sentindo aquele pau de 22 cm pulsar contra a minha língua, dando um boquete delicioso que o fazia gemer de prazer, ele se dedicava a me lamber inteira. A troca de fluidos, o cheiro de sexo preenchendo o quarto, a luxúria de saber que aquilo era proibido e, por isso, infinitamente melhor.
— Agora... chega de brincadeira — ele disse, ficando de costas e me puxando para cima dele.
Eu montei nele, sentindo a cabeça daquele pau enorme e duro tocando a entrada da minha buceta. Eu não queria apenas a "cabecinha". Eu queria tudo. Com um movimento lento e deliberado, eu me abaixei, sentindo-o abrir caminho, preenchendo cada espaço, esticando-me, chegando quase ao meu estômago.
— Ah, meu Deus... que pau gigante... — eu gemia, sentindo a pressão deliciosa.
Mário começou a me empurrar para cima, um mete e tira constante, vigoroso. O som da pele batendo, o ritmo frenético. Mas o desejo pediu mais. Ele me virou de novo, me colocando de quatro, expondo minha bunda avantajada para ele.
— Vou te dar o que você quer, minha menina... — ele sussurrou, e com um impulso firme, ele penetrou meu cuzinho.
O sexo anal foi profundo, intenso. Cada estocada de Mário parecia tocar minha alma. Eu sentia a potência daquele membro preenchendo o espaço mais apertado, forçando as paredes do meu ânus a se moldarem ao redor dele. Eu soltei um grito abafado no travesseiro, não de dor, mas de um prazer visceral que me fazia tremer as pernas. O ritmo era bruto, quase animal, e a cada impacto daquelas coxas grossas contra a minha bunda, eu sentia meu clitóris latejando, implorando por mais.
— Você gosta assim, né? Gosta que eu te trate como minha vadia? — a voz dele estava carregada de luxúria, quase um rosnado.
— Sim... ai, sim! Me fode mais forte, papai! — eu implorei, sentindo meu corpo entrar em colapso.
Mário não deu trégua. Ele mudou a posição rapidamente, me puxando para cima e me jogando de costas na cama, as pernas abertas e elevadas, apoiadas nos ombros dele. Ele se posicionou entre minhas coxas, o pau pulsando, vermelho de tanto sangue, e com um golpe seco e certeiro, ele mergulhou na minha buceta.
A profundidade era surreal. Ele me preenchia por completo, cada centímetro daqueles 22 cm me esticando, me dilatando. O som era hipnótico: a carne batendo, a respiração ofegante, o som da minha própria lubrificação espumando a cada vaivém frenético. Eu sentia o útero sendo tocado, uma pressão que me fazia ver estrelas.
— Eu vou gozar... eu vou gozar agora! — eu gritava, sentindo as ondas do orgasmo começarem a subir do meu ventre para o resto do corpo.
Mário acelerou. Ele não estava mais apenas me fodendo, ele estava tentando se fundir a mim. As mãos dele agarraram meus quadris com tanta força que eu sabia que ficariam marcas, mas era exatamente isso que eu queria. Eu queria sentir a marca daquele homem em mim.
— Agora, Paula! Goza para mim! — ele ordenou, dando as últimas estocadas mais profundas e rápidas que pude suportar.
O ápice veio como uma explosão. Eu senti as paredes da minha vagina contraírem violentamente ao redor dele, apertando-o em espasmos incontroláveis. No mesmo instante, Mário soltou um gemido gutural, arqueando o corpo e descarregando todo o seu gozo dentro de mim, jatos quentes de sêmen que preencheram cada canto do meu interior.
Ficamos ali, ofegantes, os corpos colados, o suor nos misturando enquanto o silêncio do quarto era quebrado apenas pelo som da nossa respiração recuperando o ritmo. Ele não saiu de dentro de mim imediatamente; ele permaneceu ali, sentindo a pulsação do meu orgasmo, enquanto beijava meu pescoço com ternura, um contraste gritante com a brutalidade de instantes atrás.
— Agora... — ele sussurrou, começando a se retirar lentamente, deixando o excesso de sêmen escorrer pelas minhas coxas — ... a gente precisa limpar tudo antes que a vovó saia do banho.
A porta do quarto rangeu levemente, e por um segundo, o coração de nós dois disparou. Não era a vovó, mas o silêncio da casa parecia agora ter se tornado um cúmplice atento, quase zombando da nossa audácia. Mário se afastou, o corpo ainda quente, e eu senti o líquido viscoso dele escorrer lentamente, marcando a minha pele.
Ele me olhou com aquele olhar de posse, um misto de orgulho e desejo que só ele conseguia ter. Sem dizer nada, ele pegou uma toalha branca e, com uma delicadeza que contrastava com a força de minutos atrás, começou a limpar meu corpo. Cada toque da toalha era como um lembrete do que tínhamos acabado de fazer — e de tudo o que ainda faríamos.
— Você é minha, Paula. Só minha — ele murmurou, a voz voltando ao tom paternal, mas carregada de uma malícia que me fazia estremecer.
Eu me sentei na cama, sentindo meu corpo flácido e satisfeito, mas a mente já começou a arquitetar a próxima vez. Aquele era o nosso segredo, a nossa bolha de luxúria onde as leis do mundo não entravam. Enquanto ele se vestia, eu observei a musculatura das costas dele, a imponência do homem que me deu a vida e que agora me dava o prazer mais visceral que eu já conhecera.
— Vou descer para ver se ela já saiu — Mário disse, dando-me um beijo rápido e úmido nos lábios. — Fica aqui cinco minutos. Não quero que ela sinta o cheiro de sexo no corredor.
Quando ele fechou a porta, eu me arrastei até o espelho. Olhei para o meu reflexo: os lábios inchados, a pele rosada, o olhar de quem tinha acabado de pecar e amado cada segundo disso. Eu não sentia culpa; a culpa era para quem não tinha o que nós tínhamos.
Lavei-me rapidamente, sentindo a água morna levar o resto do sêmen dele, mas mantendo a sensação daquela pressão profunda gravada na minha memória. Vesti a camisola novamente, ajeitando o cabelo, e sorri para mim mesma.
Lá embaixo, ouvi a voz da vovó chamando:
— Paula? Mário? Estão aí? O café está na mesa!
Caminhei até a porta, sentindo a buceta ainda latejar levemente e o segredo pulsando entre nós dois. Desci as escadas, encontrei o olhar de Mário na mesa de café — um olhar cúmplice, voraz e secreto — e soube que, assim que a porta da frente se fechasse para a vovó sair para a missa, nós voltaríamos para o quarto para terminar o que havíamos começado.
Afinal, o mundo podia até explodir, mas enquanto eu tivesse aquele pau me preenchendo, nada mais importava.




