O Pecado Gostoso da Minha Filha Safada



— Você não tem noção do quanto esse cheiro me deixa louco — sussurrei no ouvido dela, sentindo o perfume de baunilha misturado ao calor da pele jovem.

Eu não deveria estar sentindo isso. Pedro, 40 anos, pai solteiro, executivo em Cascais. Mas a verdade é que, desde que Liliana entrou por aquela porta, a imagem da menina que eu lembrava foi substituída por uma mulher devastadora. Aos 20 anos, ela era a definição de tentação: curvas que não pediam licença e um olhar que parecia saber exatamente o que eu estava pensando.

A noite da tempestade foi o gatilho. O medo dela dos trovões a trouxe para a minha cama, mas o desejo a manteve ali. No escuro do quarto, iluminado apenas pelo abajur, o silêncio era cortado pelos gemidos baixinhos que ela soltava enquanto se tocava, acreditando que eu dormia.

Eu não aguentava mais. Minha mão, guiada por um instinto animal, deslizou pela perna dela até encontrar aquele shorts curtinho e a bucetinha que já estava encharcada.

— Hummm... pai... — ela gemeu, e o som foi como gasolina no fogo.

Eu não usei mais a delicadeza. Puxei aquele shorts para baixo e enterrei meus dedos naquilo que era proibido, mas irresistível.

— Que porra, Li... você está own molhada! — eu disse, a voz rouca de tesão.

— Mete, papai! Por favor, mete esse pau em mim! — ela gritou baixinho, a voz carregada de luxúria, enquanto sua mão descia freneticamente para a minha cueca, apertando meu membro ereto.

Eu a puxei para cima de mim e a beijei com vontade, uma língua invadindo a outra em um beijo voraz, enquanto meus dedos trabalhavam no clitóris dela. Eu a levantei, exponcei seus seios perfeitos e comecei a punheta de mamas, apertando e sugando aqueles bicos rosados com força, fazendo-a arquear as costas.

— Ai, que delícia! Chupa mais, papai! — ela gemia, enquanto eu descia a língua pelo seu ventre, lambendo cada centímetro até chegar àquela flor molhada.
Eu me entreguei ao pecado. Lamba a bucetinha com vontade, sugando o clitóris dela até ela tremer inteira. E não parei por aí. Com a luxúria no ápice, deslizei a língua para trás, dando lambidelas profundas no cuzinho dela, sentindo o sabor proibido que me deixava own louco.

— Agora eu quero, papai! Me fode agora! — ela pediu, com os olhos brilhando de safadez.

Nós nos encaixamos em um 69 luxurioso. Enquanto eu sentia a boca dela me dar o boquete mais delicioso da minha vida, sugando meu pau com vontade, eu me dedicava a lamber cada gota de prazer dela.

Quando não aguentamos mais, eu a coloquei de quatro. A visão daquela bunda redondinha apontada para mim era hipnotizante.

— Você é uma safada, Li! Olha que bunda gostosa você tem para o papai comer! — gritei, segurando seus cabelos e puxando a cabeça dela para trás.

Sem preservativo, senti a entrada apertadinha e enterrei meu pau com força.
— AHN! ISSO! METE COM VONTADE! — ela gritava, batendo a cabeça no travesseiro.

O ritmo era frenético. Eu a fodi com força na bucetinha, sentindo o calor interno me apertar. Mas eu queria mais. Girei a posição e, com um pouco de lubrificação, mirei aquele anel apertado.

— Vou entrar no seu cuzinho, filha... aguenta aí! — eu disse, e penetrei o anal profundamente.

— Ai! Meu Deus, que pressão! Mete no meu cuzinho, papai! Fode esse cu safado! — ela gemia, em êxtase total.

Eu alternava entre a bucetinha e o cuzinho, um mete e tira constante, intenso, profundo. O som da carne batendo, os palavrões que trocávamos, a luxúria transbordando. Eu a senti desmoronar sob mim, o corpo tremendo em espasmos violentos enquanto eu a fodia com a fúria de quem havia guardado aquele desejo por anos. Cada estocada era um lembrete do quanto aquele pecado era delicioso.

— Eu vou gozar, papai! Eu vou gozar tudo! — ela gritava, as unhas cravando-se nas minhas costas, deixando marcas vermelhas que eram troféus daquela entrega.

Eu não conseguia mais me controlar. A pressão interna era insuportável. Com um último impulso animal, enterrei meu pau até a base, sentindo as paredes dela apertarem meu membro em um abraço quente e úmido. Eu gozei profundamente dentro dela, jorrando cada gota de sêmen enquanto sentia as contrações do orgasmo dela ecoarem nas minhas próprias tripas.

Ficamos ali, em silêncio por alguns segundos, apenas com o som da respiração ofegante e o cheiro de sexo impregnando os lençóis. O suor colava nossos corpos, e a adrenalina da transgressão ainda pulsava em nossas veias.

Lentamente, me retirei dela. Olhei para Liliana, que estava com os olhos semiabertos, a expressão de completa exaustão e prazer. Ela sorriu, um sorriso malicioso e satisfeito, sabendo exatamente o poder que exercia sobre mim.

— Você gostou do seu presente, papai? — ela sussurrou, a voz ainda rouca, enquanto deslizava a mão molhada pelo meu peito.

Eu a puxei para perto, beijando seu pescoço com força, sentindo que aquele era apenas o começo. A tempestade lá fora continuava a castigar a cidade, mas dentro daquele quarto, o clima era de um calor insuportável.

— Isso não foi um presente, Li... foi um vício. E agora que eu provei, eu não vou conseguir parar — respondi, enquanto a virava de costas novamente, sentindo meu membro, que teimava em não amolecer, pulsar contra a pele dela.

Eu sabia que, a partir daquela noite, nada mais seria igual. A linha entre pai e amante havia sido apagada por completo, substituída por uma luxúria voraz que nos consumiria inteiros. E, enquanto eu a envolvia em meus braços para a segunda rodada, a única coisa que importava era o quanto aquele pecado era gostoso.

A manhã seguinte não trouxe arrependimento, apenas uma fome renovada. O sol de Cascais entrava pelas frestas da persiana, iluminando a poeira que dançava no ar e os lençóis revirados, que ainda carregavam o cheiro acre de sêmen e suor.

Liliana estava acordada, observando-me com um olhar felino enquanto eu me sentava na beira da cama. Ela não usava nada. A nudez dela, agora familiar e reivindicada, era um convite silencioso.

— Bom dia, papai — ela disse, a voz arrastada, esticando os braços e arqueando as costas, fazendo com que seus seios firmes se projetassem para frente.

Eu não respondi com palavras. Me virei e a puxei pelos tornozelos, fazendo-a deslizar para o centro da cama. A fricção da pele dela contra o lençol de seda produziu um som que me fez vibrar. Eu a prendi contra o colchão, as mãos apertando suas coxas macias, enquanto meu rosto mergulhava entre suas pernas.

— Você não cansa, Li? — sussurrei contra a pele úmida dela.

— Nunca... quando é você que me fode desse jeito — ela gemeu, jogando a cabeça para trás e cravando os dedos no meu cabelo, me puxando para mais perto.

Eu a saboreei com urgência. Minha língua percorreu cada dobra, cada centímetro daquela intimidade que agora era meu território. Eu a lambi com voracidade, alternando entre beijos profundos no clitóris e sucções fortes que a faziam saltar na cama, gritando meu nome em um misto de prazer e luxúria.

— Ahh! Assim... continua assim, papai! — ela implorava, a respina curta, o corpo já reagindo ao estímulo.

Mas eu queria sentir a pressão. Queria sentir o aperto que só ela tinha. Levantei-me e a coloquei sentada sobre meus quadris, deixando que ela controlasse a descida. Liliana deslizou lentamente, sentindo meu pau ereto penetrá-la centímetro a centímetro. Ela soltou um suspiro longo, os olhos revirando enquanto se acomodava completamente em mim.

— Você está tão duro... — ela sussurrou, começando a quicar, num ritmo lento e torturante.

Eu a segurei pela cintura, ajudando-a a impulsionar o corpo para baixo com força. A cada descida, nossos ventres colidiam com um som úmido e visceral. O prazer era tão intenso que beirava a dor. Ela se inclinou para frente, mordendo meu ombro enquanto acelerava o ritmo, transformando a cama em um campo de batalha de desejo.

— Eu quero que você me preencha toda... — ela gemia, a voz embargada. — Me fode como se eu fosse sua cadelinha, papai!

Aquelas palavras foram o gatilho. Eu a virei bruscamente, jogando-a de bruços e levantando seu quadril. Com um movimento rápido, penetrei seu cuzinho novamente, sem aviso, sentindo a resistência apertada que me deixava own louco.

— Safada! Gosta de ser comida por trás, não gosta? — eu rosnei no ouvido dela, enquanto batia com força, o impacto da carne ecoando pelo quarto.

Liliana soltava gritos agudos, a bunda redondinha sacudindo a cada estocada profunda. Eu a fodia com uma possessividade animal, sentindo que, naquele momento, não havia lei, nem moral, apenas a necessidade bruta de possuir aquela mulher.

Quando o ápice chegou, foi explosivo. Eu a segurei pelos quadris, enterrando-me nela com toda a minha força, gozando em jorros profundos que pareciam queimar. Ela desmoronou, tremendo sob mim, enquanto nós dois buscávamos o ar, exaustos e completamente entregues ao pecado mais gostoso de nossas vidas.

Foto 1 do Conto erotico: O Pecado Gostoso da Minha Filha Safada

Foto 2 do Conto erotico: O Pecado Gostoso da Minha Filha Safada

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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
O Pecado Gostoso da Minha Filha Safada

Codigo do conto:
270786

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
26/08/2026

Quant.de Votos:
3

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