A safada da Diretora e o Preço da Minha Diplomação



A Porra da Diretora e o Preço da Minha Diplomação**

"Você tem noção do tamanho da merda que fez, Leandro?"

A voz de Carmen não era doce. Era rouca, carregada de um desdém que me fazia estremecer, não de medo, mas de uma tensão que eu ainda não sabia nomear. Eu estava parado no centro daquela sala abafada, sentindo o cheiro de papel velho e perfume barato de gardênia. Ela estava sentada atrás daquela mesa de carvalho, os óculos na ponta do nariz, me olhando como se eu fosse um inseto que ela estava decidindo se esmagava ou se guardava num pote.

Eu tinha 18 anos e a arrogância de quem achava que o mundo era um playground. Mas ali, naquela quinta-feira, às dez da manhã, o playground estava fechando. A expulsão era certa. Meus pais me matariam, o carro sumiria da garagem e minha vida social viraria um deserto.

— Eu faço qualquer coisa, diretora. Qualquer coisa mesmo para não ser expulso — eu disse, a voz falhando, os olhos fixos no decote do vestido dela, onde a carne branca e farta saltava, apertada.

Carmen soltou um risinho anasalado, levantou-se lentamente e caminhou até a porta. O clique da tranca ecoou como um tiro. Quando ela se virou, o olhar tinha mudado. Não era mais a diretora; era uma predadora.

— "Qualquer coisa", hein? — ela sussurrou, vindo em minha direção. — Vamos ver se esse pau mole aguenta a pressão de uma mulher que sabe exatamente o que quer.

Ela se ajoelhou com uma agilidade que eu não esperava. As mãos gordinhas, mas firmes, abriram minha calça e puxaram meu membro para fora. Carmen não era bonita — tinha o rosto redondo, a pele marcada e um corpo que transbordava por todos os lados — mas havia algo na luxúria bruta dela que começou a me ligar.

— Olha só... está com medo ou está excitado, seu moleque? — ela perguntou, com os lábios carnudos quase roçando a ponta do meu pau.

— Estou excitado, porra! — exclamei, sentindo o sangue bombear.

Ela não perdeu tempo. Abriu o zíper do vestido, libertando aqueles peitos enormes e naturais, que balançavam enquanto ela se acomodava. Carmen envolveu meu pau com a boca, começando com uma sucção lenta, profunda, sentindo cada veia. Eu soltei um gemido, sentindo a língua dela explorar a cabeça do meu membro com uma técnica de quem já tinha feito aquilo mil vezes.

— Gosta da minha boca, Leandro? — ela murmurou, soltando o pau por um segundo para me olhar com malícia.

— Gosto pra caralho, Carmen! — respondi, enterrando meus dedos naquelas mamas gigantes, apertando a carne macia enquanto ela voltava a mamar com força.

De repente, ela mudou a estratégia. Ela me empurrou levemente para trás e, com um movimento coordenado, posicionou meu pau entre as tetas enormes. Começou a fazer uma espanhola deliciosa, deslizando a pele quente e macia contra a minha, enquanto usava a mão para dar punhetas rápidas. O contraste daquela pele branca, o cheiro de desejo e a pressão dos peitos me levaram ao limite.

— Goza, Leandro! Goza tudo na minha cara, seu safado! — ela comandou.

Eu não aguentei. Descarreguei um jato forte de leite que espalhou pelo rosto dela, pelos lábios e até no chão de porcelanato. Eu estava ofegante, mas o tesão não tinha acabado; ele tinha acabado de evoluir.

— Agora é a minha vez — ela disse, levantando-se e caminhando até a poltrona.

Com um movimento brusco, ela levantou o vestido, ficando de quatro. O que eu vi foi um monumento: um rabo enorme, redondo, com a pele lisinha e convidativa. Eu senti meu pau endurecer instantaneamente, ignorando qualquer cansaço.

— Cai de boca aqui, agora! — ela ordenou.

Eu me ajoelhei e mergulhei. Primeiro, explorei a buceta carnuda, lambendo cada dobra, sentindo o gosto salgado e excitante. Subi a língua para o clitóris, sugando-o com força, ouvindo os gemidos dela ecoarem pela sala. Mas eu queria mais. Desci a língua para o cuzinho,dando lambidas profundas, sentindo a resistência daquele esfíncter apertado que pulsava contra a minha língua. Carmen soltou um grito abafado, as mãos enterradas no estofado da poltrona, o corpo inteiro tremendo enquanto eu explorava cada centímetro daquela retaguarda generosa.

— Ah, porra... você sabe onde bater, Leandro! — ela arqueou as costas, empurrando o rabo contra o meu rosto, querendo sentir mais a pressão da minha língua.

Eu não precisei de segunda ordem. Levantei-me, sentindo o sangue pulsar com uma força primitiva. Olhei para ela, ainda de quatro, com as mamas balançando e o olhar perdido de prazer. Eu não era mais o aluno acuado; eu era o dono daquela sala.

Peguei o tubo de lubrificante que ela mantinha discretamente numa gaveta da mesa — um detalhe que me provou que Carmen estava preparada para esse tipo de "negociação" há muito tempo. Passei o gel gelado no meu membro, que já latejava de vontade de entrar, e depois espalhei generosamente na entrada daquela buceta úmida e quente.

— Entra, Leandro... Entra com tudo, me fode como se eu fosse a dona da porra do mundo! — ela comandou, a voz agora um rosnado de luxúria.

Eu me posicionei atrás dela, sentindo o calor que emanava de suas coxas grossas. Apoiei as mãos nos quadris largos de Carmen, sentindo a pele macia ceder sob meus dedos, e empurrei. O encaixe foi lento, denso. Eu senti a resistência da carne dela, a pressão absurda de um corpo que me apertava como se quisesse me sugar inteiro.

— Puta que pariu... — eu gemi, sentindo a temperatura subir.

Comecei a estocar. Primeiro devagar, sentindo cada dobra, cada contração involuntária do corpo dela. A cada impacto, o som da carne batendo na carne ecoava pela sala, um ritmo visceral que abafava qualquer pensamento sobre notas ou diplomas. Carmen gemia alto, jogando a cabeça para trás, sentindo meu pau rasgar a barreira do prazer dela.

Eu acelerei. Meus movimentos tornaram-se frenéticos, as estocadas profundas fazendo a poltrona de couro ranger sob o peso de nós dois. Eu sentia o suor escorrer pelas minhas costas, o cheiro de sexo e gardênia prechendo o ambiente. Carmen começou a apertar meu membro com as paredes vaginais, em espasmos rítmicos que me levaram ao limite.

— Goza... goza dentro de mim, seu moleque abusado! — ela gritou, apertando-me com toda a força que tinha.
Eu dei a última estocada, enterrando-me ao máximo, e descarreguei tudo dentro dela, sentindo o calor visceral daquele abraço apertado. Ficamos ali, ofegantes, o silêncio da sala sendo quebrado apenas pelo som da respiração pesada e do líquido deslizando entre nós.

Carmen se endireitou lentamente, soltando um suspiro de satisfação. Ela se virou para mim, os cabelos bagunçados, o olhar agora calmo, mas carregado de uma promessa perigosa.

— Agora, Leandro... — ela disse, limpando o canto da boca com o dedo, com um sorriso malicioso. — A gente precisa conversar sobre a sua frequência escolar. Mas acho que você já sabe que, a partir de hoje, as aulas extras serão obrigatórias.

Ela caminhou até a mesa, sentou-se na cadeira e, com a ponta dos dedos, deslizou o papel da minha expulsão para a lixeira.

— Está perdoado. Por enquanto. Agora, limpa a minha bagunça e sai da minha sala antes que alguém entre.

No dia seguinte, o jogo mudou. Carmen não queria apenas a repetição do prazer; ela queria a entrega total. Assim que a porta da sala foi trancada e as cortinas fechadas, ela me empurrou contra a parede e, com um olhar de comando, ordenou que eu me ajoelhasse.

— Hoje você vai aprender a servir, Leandro. Lamba a minha raba e explore bem gostoso esse meu anel traseiro — comandou ela, levantando o vestido com um movimento brusco e empurrando aquele rabo imenso e alvo contra a minha face.

Eu não hesitei. Mergulhei com a língua naquela fenda quente, sentindo o aroma forte de desejo e pele. Comecei a circular o esfíncter, usando a ponta da língua para provocar a abertura, sentindo-a pulsar contra mim. Carmen soltou um gemido rouco, as mãos apertando meus ombros enquanto ela se inclinava para frente, expondo-se completamente.
— Mais... usa a língua com força, seu safado! — ela gemia, sentindo a saliva deslizar por entre as nádegas.

Quando ela sentiu que eu estava no ápice da excitação, ela se virou, abriu bem as nádegas com as próprias mãos, expondo o canal rosado e apertado, e ordenou com a voz carregada de luxúria:

— Agora enterra esse seu cacete bem fundo nesse cuzão! Me rasga, Leandro!

Eu não precisei de mais incentivo. Posicionei meu membro, já latejando, na entrada daquele anel apertadíssimo. Com um empurrão firme e lento, eu rompi a resistência, sentindo a pressão absurda daquela carne me apertando por todos os lados. Carmen soltou um grito que ecoou pelas paredes da sala, arqueando as costas enquanto eu me enterrava completamente.

Ela começou a rebolar como uma doida, movendo o quadril em círculos para que cada nervo do meu pau fosse estimulado. Eu metia e tirava repetidamente, sentindo o vácuo do cuzão sugando meu membro, alternando a posição para entrar na buceta, que já estava encharcada. A transição era deliciosa: o aperto seco e visceral do rabo, seguido pelo calor úmido e deslizante da vagina.

— Ah, porra... que delícia de pau! — ela gritava, os peitos gigantes balançando freneticamente enquanto ela cavalgava no meu colo, alternando os canais, querendo sentir tudo.

Aquilo se tornou nossa rotina secreta. Entre uma aula e outra, entre um relatório e uma reunião de conselho, eu deslizava para a sala da diretoria. O preço da minha diplomação tornou-se o combustível de um desejo insaciável.

Acabei de passar de ano em todas as disciplinas, com notas que nem eu mesmo sabia que era capaz de tirar, mas o diploma foi apenas o detalhe. O verdadeiro prêmio foi ter me tornado o amante secreto da Carmen durante muitos meses. Ela me ensinou que o poder pode ser exercido de muitas formas: no chicote da disciplina, no rigor das notas, ou na entrega total de um corpo que, por trás daquela postura rígida de diretora, era puro fogo e luxúria.

Foto 1 do Conto erotico: A safada da Diretora e o Preço da Minha Diplomação

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
A safada da Diretora e o Preço da Minha Diplomação

Codigo do conto:
270808

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
26/08/2026

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