Prima Safada: O Gozo do Pecado

Prima Safada: O Gozo do Pecado

"Beto, se você for idiota o suficiente para me perguntar o que eu estou fazendo aqui às quatro da manhã, eu juro que te dou um tapa nessa cara", Carla disse, embora o sorriso no canto dos lábios dela fosse tudo, menos agressivo.

Ela estava parada na porta da cozinha, usando apenas uma regata branca fininha, quase transparente, e uma calcinha amarela de renda que parecia pequena demais para a curva generosa da bunda dela. Eu estava ali, parado, sentindo o sangue pulsar forte no meu pau, que já estava latejando dentro da cueca. O álcool da festa ainda dançava no meu sangue, mas o que me guiava agora era o tesão puro.

"Eu só vim beber água, prima...", menti, tentando disfarçar o volume evidente na minha frente.

Ela soltou uma risadinha nasal, aquele som que me dava arrepios. "Beber água? Com esse pau duro desse jeito? Deixa de ser otário, Beto. Você tá me desejando desde que chegou na cidade, eu sei disso."

Ela se aproximou. O cheiro de perfume misturado com o suor doce da pele dela me atingiu como um soco. Carla não perdeu tempo; ela deslizou a mão por baixo da mesa onde eu me apoiava e apertou meu pau por cima do tecido da cueca.

"Puta que pariu... tá enorme", ela sussurrou, os olhos brilhando de luxúria. "Tira essa porra logo. Agora."

Eu não precisei de segunda ordem. Puxei a cueca, expondo minha rola latejante e úmida diante dela. Carla soltou um gemido baixo, quase um rosnado, e agarrou meu pau com firmeza. Ela começou a punheta me, subindo e descendo com força, enquanto me olhava nos olhos.

"Você não tem ideia do quanto eu queria que você me fizesse de tudo, seu primo gostoso", ela disse, a voz rouca.

Eu a puxei para mim, nossas bocas se encontrando em um beijo faminto, carregado de língua, saliva e anos de desejo reprimido. Era um beijo sujo, urgente. Enquanto nossas línguas se enrolavam, eu desci a mão pela regata dela, puxando a alça e expondo aquele seio pequeno e firme. O mamilo estava duro como uma pedra. Eu me inclinei e dei a primeira chupada, sentindo ela arquear as costas e soltar um gemido alto.

"Ahhh, Beto... chupa essa tita, chupa forte!" ela comandou, apertando meus dedos em seu cabelo.

Eu me perdi nela. Beijei o pescoço, desci para a barriga e, com um movimento rápido, puxei a calcinha amarela para o lado. A bucetinha dela estava encharcada, brilhando sob a luz da cozinha. Eu não esperei. Mergulhei meu rosto ali, sentindo o gosto salgado e doce do desejo dela. Usei a língua em movimentos circulares no clitóris, sugando a carne macia com força.
Puta que pariu, que língua gostosa! Não para, Beto! Me fode com essa língua, caralho!" ela gritava, as mãos agarrando a borda da mesa para não desmaiar de prazer.

Eu introduzi dois dedos nela, sentindo-a apertar meu dedo com força enquanto minha língua não parava de trabalhar. Carla estava em transe, tremendo toda, até que soltou um grito abafado: "Tô gozando! Ahhh, tô gozando, primo!"

Ela desabou sobre mim, ofegante, mas logo se recuperou. Ela me empurrou para a mesa e se posicionou de costas, inclinando o corpo para frente.

"Agora coloca essa porra dentro de mim, Beto. Eu quero sentir você me rasgando."

Eu entrei. O encaixe foi perfeito, o calor da buceta dela me acolhendo enquanto eu bombava com força. A cada estocada, o som da carne batendo na carne ecoava na cozinha. Eu segurei o cabelo dela, puxando sua cabeça para trás enquanto eu metia com tudo, sentindo a pressão deliciosa.

No meio do ritmo frenético, senti a abertura do cu dela, quente e convidativa. Sem aviso, mudei o ângulo entrei com a ponta do pau no buraquinho apertado do cu dela.

Carla soltou um grito que ecoou por toda a casa, mas não era de dor; era um choque de prazer visceral. Ela arqueou as costas tanto que quase encostou a testa na mesa, os dedos cravando na madeira.

"Puta que pariu... você entrou no meu rabo, Beto!", ela gemeu, a voz agora transformada em um sussurro rouco e desesperado. "Não tira... continua, continua assim!"

Eu não precisava de incentivo. A sensação de ter a buceta dela de um lado e a pressão sufocante do cu do outro, mesmo que parcialmente, me deixou louco. Comecei a alternar, deslizando meu pau entre as duas aberturas, sentindo a lubrificação natural dela misturada com o suor do nosso esforço. A cada estocada profunda, eu sentia as paredes internas dela apertando meu membro como se quisessem me sugar por inteiro.

Eu a virei de volta, jogando-a sobre a mesa de madeira fria, que contrastava violentamente com o calor abrasador dos nossos corpos. Carla abriu as pernas, envolvendo minha cintura com as coxas, puxando-me para dentro dela com uma força quase animal.

"Me fode como se eu fosse sua puta, Beto! Me destrói!", ela comandava, as mãos agarrando meus ombros, as unhas enterrando na minha pele.

Eu comecei a bombear com tudo, em um ritmo frenético e bruto. O som da carne batendo, o cheiro de sexo impregnando o ambiente e os gemidos descontrolados dela me levando ao limite. Eu sentia que ia explodir. A cada impacto, o corpo dela sacudia, e ela soltava aqueles gritos abafados, apertando meu pau dentro dela com contrações involuntárias que me faziam ver estrelas.

"Eu vou... eu vou gozar!", eu rosnei no ouvido dela, sentindo a pressão subir.

"Gozando em mim! Goza tudo dentro de mim, primo! Me enche!", ela gritou, apertando meu pescoço e me puxando para um beijo desesperado, trocando saliva enquanto o clímax nos atingia simultaneamente.

Eu dei a última estocada, profunda, sentindo cada centímetro da minha rola preencher o interior dela, e descarreguei todo o meu gozo quente e denso no fundo daquela bucetinha apertada. Carla gritou, tremendo violentamente sob mim, sentindo as pulsações do meu orgasmo dentro dela.
Ficamos ali, ofegantes, os peitos subindo e descendo em sincronia, o silêncio da cozinha agora preenchido apenas pelo som da nossa respiração pesada. Carla relaxou o corpo, um sorriso satisfeito e malicioso nos lábios, enquanto sentia o esperma começar a escorrer por entre suas pernas.

Ela olhou para mim, os olhos ainda nublados de tesão, e sussurrou:

"Se você acha que isso foi tudo, Beto... você não faz ideia do que eu planejei para o resto do fim de semana."

Enquanto eles ainda estão recuperando o fôlego e o sêmen escorre pelas coxas de Carla, o som de um carro encostando na garagem e a luz do corredor acendendo interrompem o silêncio. Alguém da família chegou mais cedo da viagem. Agora, eles precisam se limpar e fingir que nada aconteceu em questão de segundos, mas o cheiro de sexo na cozinha é forte demais.

O pânico bateu no peito de Beto. Ele saltou da mesa, tropeçando nos próprios pés, tentando desesperadamente puxar a cueca para cima enquanto olhava para Carla, que ainda estava jogada sobre a madeira, com a pele avermelhada e o olhar perdido.

— Puta que pariu, Beto! Anda logo! — ela sibilou, a voz ainda rouca, tentando desesperadamente encontrar a regata branca no chão.

O som de malas sendo arrastadas pelo piso de porcelana do corredor ecoou, aproximando-se da cozinha. O coração de Beto martelava contra as costelas. Ele mal conseguiu subir o zíper da calça, sentindo o tecido grudar no sêmen que ainda restava em sua pele. Ele olhou para Carla, esperando que ela se cobrisse, mas ela fez algo completamente inesperado.

Em vez de vestir a roupa, Carla deslizou para a beirada da mesa, ficando parcialmente oculta pelo balcão, mas mantendo as pernas abertas, expondo a marca branca e viscosa que escorria por suas coxas. Ela agarrou o braço de Beto, puxando-o para perto, e sussurrou no ouvido dele, a voz carregada de um desafio perverso:

— Não para... continua.

— Você tá louca? O tio Jorge tá ali! — Beto sussurrou, a voz trêmula, enquanto a luz do corredor agora iluminava a moldura da porta da cozinha.

— Exatamente — ela respondeu, com um sorriso malicioso, e deslizou a mão por baixo da calça dele, apertando o pau que, apesar do susto, voltava a latejar com a adrenalina do risco.

Beto sentiu um choque elétrico percorrer a espinha. A porta da cozinha começou a abrir lentamente.
Ele não teve tempo de recuar. No momento em que a silhueta do tio Jorge apareceu no vão da porta, Beto, movido por um impulso de puro desespero e tesão, inclinou-se para frente e enterrou o rosto entre as pernas de Carla, por baixo do balcão, sugando com força a buceta encharcada dela, sentindo o gosto salgado do gozo misturado com o suor.

Carla soltou um gemido abafado, mordendo o lábio inferior para não gritar, enquanto arqueava as costas, sentindo a língua de Beto trabalhar freneticamente ali, bem na frente do parenel, separada apenas por alguns centímetros de madeira e granito.

— Oi, Jorge! — Carla disse, com a voz surpreendentemente estável, embora estivesse tremendo inteira enquanto Beto usava a língua para limpar o sêmen de suas coxas. — Que bom que chegaram cedo!

Jorge entrou na cozinha, estranhando o silêncio e o cheiro pesado no ar.

— Que cheiro é esse? — o tio perguntou, franzindo a testa, enquanto olhava para Beto, que estava parado, com a respiração ofegante e o rosto levemente corado, fingindo procurar algo na geladeira.

— Ah... acho que algo estragou no fundo da gaveta, tio — Beto mentiu, sentindo a mão de Carla apertar sua coxa por baixo da mesa, convidando-o, em silêncio, a terminar o serviço assim que o tio desse as costas.

O tio Jorge deu um passo à frente, aproximando-se da geladeira para pegar uma jarra de água. O espaço entre ele e a mesa onde Carla estava "escondida" era mínimo. Beto sentia o coração martelar contra as costelas, mas a adrenalina do risco transformou o medo em um tesão visceral.

Ele não conseguia parar. Enquanto o tio Jorge bebia a água, Beto deslizou a mão por baixo do granito e envolveu a bunda de Carla, apertando-a com força, sentindo a pele quente e úmida. Carla soltou um suspiro nasal, quase um gemido, que ela rapidamente disfarçou tossindo.

— Você tá bem, Carla? Parece que tá com falta de ar — Jorge comentou, sem desconfiar de nada, mas olhando para a sobrinha.

— É que... que calor, né tio? O ar-condicionado do quarto deve ter pifado — ela respondeu, a voz trêmula, enquanto sentia a língua de Beto, agora mais ousada, explorar a entrada da sua buceta, sugando o resto do gozo que ainda sobrava ali.

Beto sentia o gosto do pecado. A proximidade do tio, o risco de serem pegos no ato, e a sensação daquela carne macia e apertada contra seus lábios o deixavam em um estado de êxtase quase insuportável. Ele começou a usar os dedos, deslizando-os para dentro dela com movimentos rápidos e curtos, sentindo Carla apertá-lo com as paredes vaginais, tentando desesperadamente não gritar.

— Bom, vou subir para tomar um banho. Me encontrem na sala em dez minutos para o café — disse Jorge, virando as costas e caminhando em direção à escada.
Assim que o som dos passos do tio desapareceu no andar de cima, Carla soltou um grito abafado e puxou Beto para baixo da mesa com tanta força que ele quase bateu a cabeça no mármore.

— Puta que pariu, Beto! Você é louco! — ela riu, a voz carregada de luxúria, enquanto abria as pernas completamente, expondo-se para ele mais uma vez.

Beto não respondeu com palavras. Ele subiu a calça apenas o suficiente para liberar o pau, que estava latejando como um coração fora do peito. Ele não esperou. Ele se ajoelhou e entrou nela de uma vez, com um estocada profunda que fez a mesa de granito ranger.

Foi delicioso, foi maravilhoso, aquelas fantasias que você monta em sua cabeça, mas quando realiza é melhor do que você imaginou. O risco de serem descobertos, o cheiro do tio Jorge ainda pairando no ambiente e a urgência de um desejo que não podia esperar nem mais um segundo.

Ele a fodeu ali mesmo, escondido sob o balcão, em movimentos curtos e violentos, sentindo a buceta dela sugar cada centímetro dele. Carla agarrava o cabelo dele, enterrando o rosto no ombro do primo, soltando gemidos que agora não precisavam mais ser abafados.

— Mais... me fode mais, Beto! — ela sussurrou, sentindo o orgasmo subir novamente, mais forte do que o primeiro.

Dessa vez, Beto não segurou. Ele bombou com toda a força, sentindo o aperto sufocante dela, e gozou ownamente, prechendo-a mais uma vez enquanto sentia a vibração do orgasmo dela ecoar por todo o seu corpo.

Eles ficaram ali, escondidos na penumbra da cozinha, suados e ofegantes, sabendo que aquele era apenas o começo de um fim de semana que deixaria marcas profundas na memória — e nos lençóis daquela casa

Foto 1 do Conto erotico: Prima Safada: O Gozo do Pecado

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Prima Safada: O Gozo do Pecado

Codigo do conto:
270827

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
27/08/2026

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