Pecados em Família: O Banquete da Luxúria

"Você não imagina o quanto eu quis foder você nesse sofá, Silvana."

A voz do André não era um sussurro; era um comando, rouco, carregado de um desejo que ele não conseguia mais esconder. Eu estava parada na cozinha, de costas, sentindo o vento gelado da tempestade bater nas janelas, mas o calor que emanava do corpo dele, parado logo atrás de mim, era capaz de incendiar o apartamento inteiro.

Eu estava usando aquela camisola nova que a Tatiane comprou — curta pra cacete, de seda, que mal cobria a curva da minha bunda e deixava meus mamilos, livres de sutiã, marcados contra o tecido. Eu sabia que ele estava me devorando com os olhos. Eu sentia o volume do pau dele, duro como pedra dentro daquele short largo, quase encostando na minha pele.

— E quem disse que eu não queria que você me fodesse, André? — respondi, virando-me lentamente, sentindo meu clitóris pulsar, completamente encharcada.

O blackout aconteceu num estalo. A luz sumiu, e o apartamento mergulhou num breu absoluto, iluminado apenas pelos relâmpagos que rasgavam o céu. No escuro, senti as mãos dele, grandes e firmes, agarrando minha cintura e me puxando contra ele.

— Caralho, você está tão gostosa... — ele murmurou, a respiração quente no meu pescoço.

Ele não perdeu tempo. A boca dele encontrou a minha em um beijo de língua voraz, profundo, como se quisesse sugar minha alma. A mão dele subiu, apertando meus seios pequenos com força, fazendo-me soltar um gemido alto. Ele começou a fazer uma punheta deliciosa nas minhas mamas, girando os mamilos entre os dedos enquanto me beijava com luxúria.

— Vamos para o quarto, agora. — ele comandou.

Assim que caímos na cama, o jogo mudou de nível. André me jogou de costas e desceu o corpo, a língua dele explorando cada centímetro da minha pele. Ele abriu minhas pernas com vontade e mergulhou o rosto na minha buceta, lambendo meu clitóris com uma precisão que me fez arquear as costas e gritar:

— Ah, porra, André! Chupa, chupa essa porra!
Ele não parou. Enquanto me dava um oral delicioso, ele subiu para me dar um beijo de língua enquanto a mão descia para explorar meu cuzinho. Senti a língua dele, quente e úmida, fazendo lambidelas precisas na entrada do meu ânus, me provocando, me levando ao limite.

— Você é uma vadia deliciosa, Silvana — ele sussurrou, enquanto me girava para ficarmos em posição de 69.

Eu me joguei sobre o pau dele, que estava latejando. Comecei a fazer um boquete profundo, sentindo o gosto dele, sugando a cabeça da rola com vontade, enquanto ele, por sua vez, devorava minha buceta. Era um ciclo de luxúria, línguas e fluidos.

— Agora, senta nessa porra! — ele gritou, virando-me de costas, me colocando de quatro.

Ele não teve piedade. Primeiro, ele me penetrou na buceta, estocadas fortes, profundas, fazendo a cama ranger.

— Gostou, gostosa? Gostou desse pau duro dentro de você?

— Goza em mim, André! Fode essa velha aqui com vontade! — eu gritava, sentindo o prazer explodir.

Mas ele queria mais. Ele mudou o ângulo, deslizou a rola para o meu cuzinho e, com um impulso único, me penetrou no anal. Eu soltei um grito agudo, sentindo o preenchimento total, a pressão intensa do sexo anal profundo. Ele começou a meter e tirar constantemente, alternando entre a buceta e o cu, me levando ao êxtase absoluto.

— Vou gozar, vou gozar tudo dentro de você! — ele gemia, acelerando o ritmo, as mãos apertando minha bunda com força.

— Goza, caralho! Goza tudo!

Senti o pau dele pulsar violentamente dentro de mim, esguichando jatos quentes enquanto ele cravava a rola no fundo do meu ventre. Eu gozei junto, um orgasmo gigante que me deixou trêmula, sentindo cada gota do sêmen dele me preencher.
"O problema de brincar com fogo é que, eventualmente, a gente descobre que gosta de queimar."

Eu disse isso para mim mesma enquanto olhava para o teto do quarto, sentindo o cheiro de sexo e suor impregnado nos lençóis. A adrenalina daquela primeira vez com o André tinha sido como um choque elétrico, mas o que veio depois foi um incêndio planejado.

Resumindo, dias depois eu contei para Tatiane tudo que aconteceu entre André e eu. Não foi por culpa, mas por necessidade. A tensão entre nós tinha escalado; as provocações de André ficaram mais ousadas e quase fomos flagrados no ato na sala, com ele me prensando contra a parede enquanto eu sentia a rola dele latejando contra a minha coxa. Eu não aguentava mais guardar segredo; o prazer era grande, mas a ansiedade de ser descoberta estava me consumindo.

Quando abri o jogo, esperando a reação de choque ou raiva, Tatiane soltou uma risada anasalada e me olhou com um brilho cúmplice nos olhos.

— Você demorou, Silvana — ela disse, calmamente.

Ela me contou que já sabia de tudo. André não só tinha contado, como tinha planejado cada passo. Foi por isso que ele começou a me provocar daquela forma, me olhando com a mão na rola enquanto ela estava no cômodo ao lado; foi por isso que ela insistiu nas camisolas transparentes e curtas, sabendo exatamente onde cada centímetro de pele seria explorado. Tatiane queria que André me tomasse, queria que eu sentisse o desejo dele e, acima de tudo, queria ver até onde a gente chegaria.

— Eu só estava esperando você ter coragem de admitir que é uma vadia deliciosa — Tatiane sussurrou, aproximando-se de mim.

A conversa foi longa naquele dia. Descobrimos que o silêncio de André era parte do jogo, uma forma de me deixar desesperada por ele. Mas a revelação abriu portas que nem imaginávamos.

Hoje, nossa casa não tem mais portas trancadas. Nossa rotina se tornou um banquete de carne e fluidos. Não há mais segredos, apenas a urgência do prazer. Muitas vezes, nós três nos fundimos em um emaranhado de pernas e gemidos. É indescritível a sensação de sentir o pau do André me preenchendo enquanto a língua da Tatiane explora meu clitóris, ou de ver André gozando na cara da minha filha enquanto eu sinto a mão dela apertando meus seios.

Mas a descoberta mais surpreendente não envolveu o André.
Aconteceu numa tarde chuvosa, enquanto ele estava fora. Eu e Tatiane estávamos no sofá, conversando sobre a noite anterior, quando o clima mudou. Havia algo ali, um magnetismo que ia além da cumplicidade de dividir o mesmo homem. Foi um toque acidental, depois um beijo roubado, e então percebemos que a luxúria que sentíamos pelo André também nos atraía mutuamente.

— Você é tão linda, mãe... — ela murmurou, deslizando a mão por baixo da minha camisola.

O amor lésbico entre mãe e filha floresceu como algo visceral e proibido. Descobrimos que nossos corpos falavam a mesma língua. Quando Tatiane se abriu para mim, senti um desejo que nunca experimentara com homem nenhum. Eu me perdi na maciez da buceta dela, sentindo o calor úmido e a entrega total. Nós nos fodemos com uma fome desesperada, trocando beijos profundos e lambidas vorazes, explorando cada dobra, cada orifício, em um ritmo que só nós duas conhecíamos.

Agora, minha vida é um ciclo constante de prazer. Entre as estocadas brutas do André e a delicadeza voraz da Tatiane, eu finalmente entendi que a moralidade é um conceito chato para quem descobriu como é bom ser possuída por quem se ama.
O problema de quem morde a maçã proibida é que a fome nunca mais passa; ela só aumenta."

Eu disse isso para mim mesma enquanto observava, através do reflexo do espelho do corredor, a cena que se desenrolava na sala de jantar. Eram três da tarde de um domingo ensolarado, mas dentro daquela casa, o clima era de tempestade elétrica.

André estava sentado na cabeceira da mesa, com a camisa aberta, bebendo um whisky puro. Ele não olhava para o copo; ele olhava para nós. Eu e Tatiane estávamos usando apenas roupões de seda, propositalmente abertos na frente, caminhando lentamente ao redor dele, como duas predadoras que sabiam que a presa já estava rendida.

O jogo agora era diferente. A novidade do ménage já tinha se tornado nossa rotina, e para manter o fogo aceso, precisávamos de perigo. O perigo, no nosso caso, era a proximidade.

— Vocês estão muito quietas hoje — André comentou, a voz rouca, o olhar fixo na minha buceta que escapava pelo vão do roupão a cada passo. — Estão tentando me seduzir ou estão decidindo quem de vocês vai me servir primeiro?

Eu sorri, sentindo um calafrio percorrer minha espinha. Aproximei-me dele por trás, deslizando minhas mãos pelos ombros largos, enquanto a Tatiane, com a malícia de quem conhece cada centímetro daquele homem, ajoelhou-se entre as pernas dele.

— A mamãe está egoísta, André — Tatiane sussurrou, já desabotoando o cinto da calça dele com os dentes. — Ela acha que manda no brinquedo.

Eu soltei uma risada baixa e, num movimento rápido, puxei o roupão de Tatiane, expondo-a completamente. O contraste da pele dela, jovem e firme, com a minha, madura e moldada pelo desejo, era o combustível que André precisava.

— Chega de conversa — ele rosnou, levantando-se abruptamente e me jogando sobre a mesa de carvalho.

O impacto do meu corpo contra a madeira fria me fez soltar um gemido. Ele não perdeu tempo. Enquanto Tatiane se encarregava de sugar a base do pau dele, preparando-o com a língua, André me abriu com brutalidade. Ele não queria delicadeza; ele queria posse.

Ele me penetrou por trás, sem preliminares, sentindo a mesa ranger sob o peso do impacto. As estocadas eram profundas, viscerais, me fazendo bater a cabeça contra a superfície da mesa enquanto eu gritava o nome dele.

— Chupa, Tatiane! Chupa enquanto eu fodo a sua mãe! — ele comandou, a voz carregada de luxúria.
A cena era um caos de fluidos e pele. Enquanto André me devastava por trás, Tatiane subiu na mesa, posicionando-se na minha frente. Ela não queria apenas observar. Com um olhar cúmplice, ela deslizou a mão para baixo, encontrando meu clitóris já latejando, e começou a me masturbar com uma intensidade frenética.

Eu estava presa entre dois fogos: o pau duro e impiedoso do André me preenchendo, e os dedos ágeis da minha filha me levando ao ápice. Era uma sinfonia de gemidos e pele batendo contra pele.

— Agora, Silvana! Agora, Tatiane! — gritou André, mudando a posição e me puxando para que eu ficasse deitada, com as pernas abertas, enquanto ele me penetrava de frente, nos olhos, com uma força que parecia querer me fundir ao corpo dele.

Tatiane se inclinou sobre mim, unindo nossas bocas em um beijo úmido e profundo, enquanto sentíamos, juntas, o ritmo acelerado do André. O ápice veio como uma explosão. Ele gozou fundo dentro de mim, enquanto eu e Tatiane atingíamos o orgasmo simultaneamente, num tremor que pareceu sacudir as fundações da casa.

Quando o silêncio finalmente voltou, restou apenas a respiração ofegante e o cheiro inebriante de sêmen e suor. Ficamos ali, amontoados sobre a mesa, como sobreviventes de um naufrágio de prazer.

O silêncio que se seguiu não era de paz, mas de expectativa. André se afastou lentamente, o pau ainda pulsando, e olhou para nós duas com um sorriso predatório. Ele sabia que, embora tivéssemos alcançado o ápice, a fome que ele despertara em nós era insaciável.

— Isso foi só a entrada — ele murmurou, levantando-se e pegando o copo de whisky. — Mas acho que a gente está ficando muito confortável nesta casa. O risco está sumindo, e quando o risco some, o sexo começa a esfriar.

Eu e Tatiane nos olhamos. O brilho nos olhos dela era o mesmo que eu sentia: a necessidade de testar os limites, de levar esse jogo para onde ninguém poderia nos julgar, mas onde o perigo de sermos descobertos fosse real.

— O que você tem em mente, André? — perguntei, deslizando para fora da mesa, sentindo o sêmen dele escorrer pelas minhas coxas.

— Um fim de semana. Um chalé isolado, mas com vizinhos curiosos. Nada de portas abertas para o vento, mas sim janelas que convidam o olhar de quem passa.

A sugestão dele foi como um gatilho. Dois dias depois, estávamos na estrada. O carro cheirava a couro e excitação. O destino era uma casa de campo em uma região serrana, um lugar onde a natureza era bruta e a privacidade era apenas uma ilusão.

Assim que chegamos e as portas do carro se fecharam, a tensão acumulada na viagem explodiu. Não chegamos sequer a descarregar as malas. No corredor estreito da entrada, André me prensou contra a parede de madeira, enquanto Tatiane, num movimento ágil, rasgava a minha blusa de seda, expondo meus mamilos ao ar gelado da montanha.

— Aqui não tem sofá, Silvana — ele sussurrou, a voz como um trovão. — Aqui só tem madeira bruta e a vontade de ouvir vocês duas gritarem até a vizinhança inteira acordar.
Ele me virou de costas, me forçando a me apoiar na parede, e me penetrou com uma força que me tirou o fôlego. Era um sexo visceral, quase selvagem. Enquanto ele me fodia com estocadas que faziam a parede de madeira estalar, Tatiane se posicionou atrás de André, abraçando-o, as mãos explorando o peito dele enquanto ela lambia meu pescoço e mordia minha orelha.

— Sente isso, mãe... — Tatiane sussurrou, a voz carregada de malícia. — Sente como ele está duro por você... e como eu estou molhada só de ver vocês dois.

Ela deslizou para baixo, posicionando-se entre as pernas de André, enquanto ele continuava a me devastar por trás. O ritmo era frenético. Eu sentia o pau dele me preenchendo completamente, enquanto a língua de Tatiane encontrava meu clitóris, criando um curto-circuito de prazer que me fazia arquear as costas e gritar para as florestas ao redor.

— Goza para o mundo ouvir, vadia! — André ordenou, acelerando as estocadas, a respiração pesada fundindo-se aos meus gemidos.

Eu não consegui segurar. O orgasmo veio como uma avalanche, me deixando cega e trêmula. Senti o jato quente do sêmen dele me preenchendo, enquanto Tatiane soltava um grito abafado contra a minha pele, gozando junto comigo, num espasmo de pura luxúria.

Ficamos ali, os três, ofegantes, no silêncio daquela casa isolada. Mas, enquanto eu olhava para a janela da sala, vi a silhueta de alguém caminhando pela trilha externa.

O risco agora era real. E, pela primeira vez em anos, eu me senti verdadeiramente viva.

Foto 1 do Conto erotico: Pecados em Família: O Banquete da Luxúria

Foto 2 do Conto erotico: Pecados em Família: O Banquete da Luxúria

Foto 3 do Conto erotico: Pecados em Família: O Banquete da Luxúria

Foto 4 do Conto erotico: Pecados em Família: O Banquete da Luxúria

Foto 5 do Conto erotico: Pecados em Família: O Banquete da Luxúria


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


270829 - : O Pau delicioso do Meu Pai - Categoria: Incesto - Votos: 1
270827 - Prima Safada: O Gozo do Pecado - Categoria: Incesto - Votos: 0
270808 - A safada da Diretora e o Preço da Minha Diplomação - Categoria: Confissão - Votos: 1
270804 - O Pau do Meu Velho é Uma Delícia - Categoria: Incesto - Votos: 4
270800 - A foda com a Minha Chefe: O Segredo Mais Gostoso do Escritório - Categoria: Bissexual - Votos: 2
270786 - O Pecado Gostoso da Minha Filha Safada - Categoria: Incesto - Votos: 5
270699 - Foda-se o Mundo: O Prazer Proibido de Carla e Rui - Categoria: Incesto - Votos: 2
270657 - O Altar do Pecado:Ontem minha sogra. Hoje minha mulher - Categoria: Confissão - Votos: 2
270531 - A Sorte de Ter uma Irmã Assim - Categoria: Incesto - Votos: 3
270526 - Comendo a Puta da Minha Enteada: O Segredo Mais Gostoso da Casa - Categoria: Bissexual - Votos: 3
270504 - A Putaria Sagrada daquela Tarde - Categoria: Incesto - Votos: 5
270498 - Luxùria Proibida: Comendo a Sobrinha - Categoria: Incesto - Votos: 9
270494 - O Gozo do Meu Cuzinho na Boca da Vanessa - Categoria: Bissexual - Votos: 6
270487 - Foda no Consultório: O Prazer Urgente - Categoria: Fetiches - Votos: 2
270470 - Sorte de Encontrar Aquela Buceta - Categoria: Lésbicas - Votos: 2
270467 - Minha tia invisual,a mulher da minha vida - Categoria: Incesto - Votos: 4
270461 - A Putaria da Professora - Categoria: Coroas - Votos: 2
270456 - Comendo a Bunda da Rebecca: O Treino Mais Gostoso da Minha Vida** - Categoria: Bissexual - Votos: 2
270451 - O Gozo Proibido: Comendo o Cuzinho do Meu Primo - Categoria: Bissexual - Votos: 2
270448 - Fodendo a Velha Safada da Cozinha - Categoria: Confissão - Votos: 1
270429 - O Gozo Proibido da Sogra Rabuda - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
270426 - Comeu a Madrasta: O Jogo Sujo de Mari e Helena - Categoria: Confissão - Votos: 3
270379 - O Gozo Proibido: Comendo a Própria Família - Categoria: Confissão - Votos: 5
270332 - Sexo delicioso com vizinho - Categoria: Fetiches - Votos: 2
270328 - A Putinha da Casa: O Segredo Ardente de Carla - Categoria: Bissexual - Votos: 3
270319 - Transa deliciosa(A Lição Particular de Prazer) - Categoria: Confissão - Votos: 1
270309 - O Tesão Escondido do Filho da Mamãe - Categoria: Incesto - Votos: 7
270269 - O Despertar da Beata: Entre Terços e Toras - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
270192 - A Prima Gourmet: Degustando a Xana de Portugal - Categoria: Incesto - Votos: 9
270188 - Enrabei a minha sogra. Minha perdição. - Categoria: Confissão - Votos: 6

Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Pecados em Família: O Banquete da Luxúria

Codigo do conto:
270831

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
27/08/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
5