: O Pau delicioso do Meu Pai

: O Pau do Caralho do Meu Pai

"Você é muito folgada, Mara. Se quer beber, mexe a bunda e pega a porra do copo", ele disse, com aquele sorriso de canto de boca que me desmontava inteira.

Eu não respondi com palavras. Apenas ri, sentindo o vento gelado bater na minha buceta nua sob a camisa longa. Eu sabia que ele estava me olhando. Sabia que ele notava cada centímetro da minha pele exposta enquanto eu fingia estar irritada.

Meus pés, descalços, deslizaram pelo piso da cozinha até que eu estivesse colada nele. Ele não se mexeu do armário. Ficou ali, encostado, com aquele corpo de quem ainda treinava como um atleta, a pele bronzeada e a cueca samba-canção pendurada num quadril largo.

— Sai da frente, papai... — sussurrei, provocando.

— E se eu não quiser? O que você vai fazer, hein?

Eu não dei tempo para ele pensar. Usei as mãos para me apoiar no peito dele e comecei a escalar seu corpo, como se ele fosse uma árvore, tentando alcançar o armário superior. Senti as mãos dele, grandes e firmes, apertando minha cintura com força, me segurando ali, no meio do caminho. A fricção foi inevitável. Meus pés, buscando apoio, acabaram enganchando no elástico da cueca, puxando-a para baixo num movimento brusco e instintivo.

O pau dele saltou. Um membro grosso, latejante e quente, que bateu contra a minha pele.

Eu escorreguei. Não foi um tombo, foi um deslize lento, milimétrico, onde a cabeça do pau dele roçou a minha fenda já encharcada. Soltei um gemido que ecoou pela cozinha vazia.

— Puta que pariu, Mara... você tá molhada pra caralho, não tá? — ele sussurrou, a voz rouca de desejo, apertando minha bunda com as duas mãos.

— Tô, papai... tô encharcada por causa desse pau lindo... — respondi, sentindo a ereição dele pulsar contra mim.

Sem aviso, ele me içou, me encaixando perfeitamente. Senti a ponta grossa forçando a entrada, abrindo caminho. Eu me agarrei ao pescoço dele, enterrando meus dedos nos músculos dos ombros, e desci com tudo.

— Ahnn! Caralho, que pau gostoso! — gritei, sentindo-o preencher cada espaço vazio dentro de mim.

Ele não perdeu tempo. Me carregou para a sala, me jogando no sofá com uma urgência selvagem. A roupa sumiu em segundos. Ele começou a beijar meu pescoço, descendo a língua para as minhas mamas, sugando os mamilos com uma força que me fazia arquear as costas. Suas mãos apertavam meus peitos, moldando-os, enquanto ele murmurava:

— Você é a puta mais deliciosa que eu já tive na vida.

Ele me virou de costas, me colocando de quatro no sofá. Senti a língua dele, quente e experta, traçando o caminho entre minha buceta e meu cuzinho. Ele começou a lamber meu clitóris com voracidade, alternando com chupadas profundas no meu rabo, me fazendo tremer e gritar de prazer.

— Papai, por favor... mete logo! Me fode inteira!

Ele mudou a posição, nos colocando num 69 luxurioso. Enquanto eu me perdia no sabor do pau dele, sugando cada veia, sentindo o gosto salgado da pele, ele me devorava por baixo. Era uma troca de fluidos, de línguas e de tesão bruto.

Então, ele me puxou para cima de si. O olhar dele estava escuro, faminto.

— Agora eu vou te levar ao céu, sua safada.

Ele me virou novamente, mas desta vez, o ângulo era diferente. Ele posicionou a ponta do pau no meu cuzinho. Eu senti a pressão, a amplitude. Com um impulso firme e profundo, ele entrou.

— Ai! Caralho... que fundo! — gritei, sentindo a intensidade do sexo anal.

Ele começou a meter e tirar, num ritmo constante, violento e prazeroso. A cada estocada no meu rabo, ele alternava para a minha buceta, me preenchendo por completo. O som da carne batendo, o cheiro de sexo e o suor misturado nos deixavam loucos.
— Goza pra mim, Mara! Goza enquanto eu te rasgo no meio! — ele rugiu, a voz vibrando contra a minha pele.

O ritmo mudou. Ele não estava mais apenas me fodendo; ele estava me reivindicando. Cada estocada era um soco de prazer que reverberava por todo o meu ventre. Eu sentia a espessura dele expandindo minhas paredes, preenchendo cada milímetro, alternando entre a pressão deliciosa do meu cu e a sucção quente da minha buceta.

Eu comecei a tremer, as pernas perdendo a força enquanto eu me agarrava ao tecido do sofá, sentindo meus dedos afundarem no estofado. Meu clitóris estava em chamas, pulsando num ritmo frenético que me fazia arquear as costas e soltar gemidos desconexos.

— Eu vou... eu vou, papai! Ahnn! — gritei, sentindo a primeira onda do orgasmo me atingir como um choque elétrico.

No exato momento em que eu comecei a contrair, ele mudou o ângulo, enterrando-se profundamente na minha buceta com um impulso final e bruto, enquanto a mão dele, grande e quente, apertava meu pescoço com suavidade, apenas para me manter presa ao momento.

— Goza, puta! Goza tudo pra mim!

Eu desmoronei. Meu corpo entrou em espasmos violentos, apertando o pau dele com uma força que me fez ver estrelas. Senti as paredes da minha vagina apertarem em ondas, sugando-o para dentro enquanto eu gritava o nome dele, perdendo a noção de onde eu terminava e onde ele começava.

Ele soltou um rosnado gutural, os músculos das costas saltando enquanto ele dava as últimas três estocadas, profundas, lentas, sentindo cada contração minha. Então, com um solavanco que me tirou do chão, ele descarregou tudo dentro de mim.

Senti o jato quente do gozo dele inundando minha profundidade, preenchendo-me com uma intensidade que me fez soltar um suspiro longo e trêmulo. Ele não saiu imediatamente; ficou ali, enterrado, com a testa encostada na minha, a respiração pesada e sincopada, ambos suados e exaustos.

Lentamente, ele deslizou para fora, deixando o excesso de sêmen escorrer pelas minhas coxas, criando uma trilha brilhante na pele bronzeada. Ele me olhou, aquele sorriso de canto de boca voltando, agora carregado de satisfação.

— Agora sim, Mara... — ele sussurrou, beijando a ponta do meu nariz. — Agora você pode pegar o seu copo.

O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som da nossa respiração tentando voltar ao normal. Eu continuei ali, jogada no sofá, sentindo o calor do gozo dele escorrer lentamente, lembrando-me de cada centímetro daquela invasão. Olhei para ele, que agora se afastava com aquela calma arrogante, como se não tivesse acabado de me desmontar inteira.

— Você é um animal, papai — murmurei, a voz ainda rouca, sentindo meus músculos da vagina pulsarem, sentindo o rastro do sêmen quente me preencher por dentro.
— E você é a minha puta favorita — ele respondeu, dando um tapa estalado na minha bunda, que ainda estava vermelha da fricção.

A partir daquele dia, a dinâmica da casa mudou. Não era mais apenas sobre provocações no corredor ou toques acidentais. Tornamo-nos cúmplices de um segredo sujo e viciante. Eu me tornei a amante dele nas sombras daquela casa, a menina que sabia exatamente como despertar o monstro nele. Sempre que a porta da frente batia e ele entrava, eu já sabia o caminho: direto para o quarto, ou para a cozinha, ou qualquer lugar onde pudéssemos nos esconder da realidade.

Mas a casa, às vezes, ficava pequena demais para o tamanho do nosso desejo.

— Vamos sair — ele disse numa sexta-feira, a voz carregada de uma intenção que me fez molhar a calcinha instantaneamente. — Pegue a bolsa. Agora.

Ele não me levou para um restaurante ou para o cinema. Ele me levou para o motel da esquina, aquele com luzes de neon e entrada discreta. Assim que a porta do quarto fechou, o mundo lá fora deixou de existir. No motel, não havia a cautela de ser pego ou o medo de fazer barulho. Ali, éramos apenas dois corpos famintos.

Ele me jogou na cama com uma violência deliciosa, arrancando minha roupa como se ela fosse um obstáculo irritante.

— Aqui não tem regra, Mara. Aqui eu te fodo do jeito que eu quiser — ele rosnou, montando em cima de mim e prendendo meus pulsos acima da cabeça.

Ele começou a me devorar, explorando cada centímetro da minha pele com dentes e língua, enquanto eu arqueava as costas, implorando pelo peso dele. Quando ele finalmente deslizou aquele pau imenso, latejando de tesão, para dentro de mim, senti que meu corpo inteiro vibrava.

No motel, o sexo era bruto, visceral. Ele me colocava em posições que me deixavam sem fôlego, me usava como se eu fosse um brinquedo feito sob medida para o prazer dele, e eu retribuía com a mesma intensidade, sugando cada gota do seu leite, sentindo o cheiro de sexo impregnar os lençóis.

Sempre que saíamos dali, exaustos e com as pernas tremendo, ele me olhava no espelho do carro, com aquele sorriso de quem sabe que me possui completamente. E eu, encostada no banco do passageiro, sentia o resto do gozo dele secando na minha pele, sabendo que, não importa onde estivéssemos, eu sempre seria a amante preferida do homem que me chamava de filha, mas me fodia como a rainha do inferno.

Foto 1 do Conto erotico: : O Pau delicioso do Meu Pai

Foto 2 do Conto erotico: : O Pau delicioso do Meu Pai

Foto 3 do Conto erotico: : O Pau delicioso do Meu Pai

Foto 4 do Conto erotico: : O Pau delicioso do Meu Pai

Foto 5 do Conto erotico: : O Pau delicioso do Meu Pai


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


270831 - Pecados em Família: O Banquete da Luxúria - Categoria: Confissão - Votos: 0
270827 - Prima Safada: O Gozo do Pecado - Categoria: Incesto - Votos: 0
270808 - A safada da Diretora e o Preço da Minha Diplomação - Categoria: Confissão - Votos: 1
270804 - O Pau do Meu Velho é Uma Delícia - Categoria: Incesto - Votos: 4
270800 - A foda com a Minha Chefe: O Segredo Mais Gostoso do Escritório - Categoria: Bissexual - Votos: 2
270786 - O Pecado Gostoso da Minha Filha Safada - Categoria: Incesto - Votos: 5
270699 - Foda-se o Mundo: O Prazer Proibido de Carla e Rui - Categoria: Incesto - Votos: 2
270657 - O Altar do Pecado:Ontem minha sogra. Hoje minha mulher - Categoria: Confissão - Votos: 2
270531 - A Sorte de Ter uma Irmã Assim - Categoria: Incesto - Votos: 3
270526 - Comendo a Puta da Minha Enteada: O Segredo Mais Gostoso da Casa - Categoria: Bissexual - Votos: 3
270504 - A Putaria Sagrada daquela Tarde - Categoria: Incesto - Votos: 5
270498 - Luxùria Proibida: Comendo a Sobrinha - Categoria: Incesto - Votos: 9
270494 - O Gozo do Meu Cuzinho na Boca da Vanessa - Categoria: Bissexual - Votos: 6
270487 - Foda no Consultório: O Prazer Urgente - Categoria: Fetiches - Votos: 2
270470 - Sorte de Encontrar Aquela Buceta - Categoria: Lésbicas - Votos: 2
270467 - Minha tia invisual,a mulher da minha vida - Categoria: Incesto - Votos: 4
270461 - A Putaria da Professora - Categoria: Coroas - Votos: 2
270456 - Comendo a Bunda da Rebecca: O Treino Mais Gostoso da Minha Vida** - Categoria: Bissexual - Votos: 2
270451 - O Gozo Proibido: Comendo o Cuzinho do Meu Primo - Categoria: Bissexual - Votos: 2
270448 - Fodendo a Velha Safada da Cozinha - Categoria: Confissão - Votos: 1
270429 - O Gozo Proibido da Sogra Rabuda - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
270426 - Comeu a Madrasta: O Jogo Sujo de Mari e Helena - Categoria: Confissão - Votos: 3
270379 - O Gozo Proibido: Comendo a Própria Família - Categoria: Confissão - Votos: 5
270332 - Sexo delicioso com vizinho - Categoria: Fetiches - Votos: 2
270328 - A Putinha da Casa: O Segredo Ardente de Carla - Categoria: Bissexual - Votos: 3
270319 - Transa deliciosa(A Lição Particular de Prazer) - Categoria: Confissão - Votos: 1
270309 - O Tesão Escondido do Filho da Mamãe - Categoria: Incesto - Votos: 7
270269 - O Despertar da Beata: Entre Terços e Toras - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
270192 - A Prima Gourmet: Degustando a Xana de Portugal - Categoria: Incesto - Votos: 9
270188 - Enrabei a minha sogra. Minha perdição. - Categoria: Confissão - Votos: 6

Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
: O Pau delicioso do Meu Pai

Codigo do conto:
270829

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
27/08/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
5