"Você não imagina o tamanho do volume que esse garoto está carregando na calça", ela sussurrou, a voz carregada de uma luxúria que não condizia com a maquiagem impecável e o sorriso de madame.
O baile em Pinheiros tinha sido apenas o prelúdio. O encontro no banheiro, onde eu salvei aquele senhor de um conflito com um moleque folgado, tinha sido a isca. A recompensa veio na forma de um depósito bancário generoso e de um convite para entrar em uma garagem no Alto de Pinheiros. Mas o verdadeiro prêmio não estava no dinheiro, e sim naquelas curvas esculpidas por cirurgias caras e mantidas por um desejo insaciável.
Assim que entramos na sala vasta, com um sofá que parecia uma nuvem de couro, a atmosfera mudou. O marido, um homem que parecia curtir mais observar do que liderar na cama, serviu-me um whisky. Eu ainda estava processando a cena: ela subindo as escadas, sumindo por um momento, para voltar apenas de lingerie, com aquele silicone firme saltando do sutiã e uma calcinha que mal cobria a buceta lisinha.
— Fica tranquilo, amigo. Aproveita a vista e aproveita a mulher — disse o marido, sentando-se numa poltrona com um sorriso cúmplice.
Ela veiomente em minha direção, o perfume caro misturado com o cheiro de excitação. Sem pedir licença, ela me agarrou, a língua quente invadindo minha boca num beijo de língua voraz, enquanto a mão direita descia com precisão cirúrgica. Quando ela apertou meu volume, soltou um gemido baixo:
— Puta que pariu, amor... acho que desta vez você acertou em cheio. Que pau colossal!
Ela abaixou minha calça com pressa, libertando meu membro que já pulsava, duro como pedra. O marido soltou um "Puta que pariu!" ao ver o tamanho, enquanto ela se ajoelhava. A boca dela, quente e úmida, envolveu a cabeça do meu pau. Ela começou a mamar com vontade, fazendo aquele barulho de sucção que me fez arquear as costas. Eu tirei a camisa num movimento bruto, sentindo a urgência do momento.
O marido, já excitado, pegou um pote de gel e começou a masturbar o próprio pau, que ainda estava meio mole, mas pulsando.
— Deita no sofá, amor. Quero ver esse novinho te engolindoCora — comandou o marido.
Ela se jogou no couro do sofá, abrindo as pernas generosamente. Eu não esperei. Mergulhei o rosto naquela buceta judiada, mas cheirosa e macia. Comecei a lamber o clitóris dela com movimentos circulares, sentindo-a tremer. Meus dedos entraram nela, explorando a profundidade enquanto minha língua trabalhava. Ela segurava minha cabeça com força, gemendo alto:
— Ahh, caralho! Chupa tudo, garoto... come esse clitóris que eu tô louca por você!
Subimos para um 69 luxurioso. Enquanto eu me perdia na buceta dela, ela se dedicava a me dar o melhor boquete da minha vida, sugando cada centímetro, alternando entre a língua e a pressão dos lábios. Era um banquete de fluidos e desejo.
O marido se aproximou, lambuzando a buceta e o cuzinho dela com gel, e depois passou o lubrificante na minha camisinha.
— Agora soca tudo nessa puta, vai! — ordenou ele.
Ela entrelaçou as pernas nas minhas costas, me puxando para dentro. Quando eu dei a primeira estocada profunda, ela soltou um grito que ecoou pela sala:
— Ai, caralho! Esse pau me arromba toda! Olha aí, corninho, olha como ele me fode!
Eu segurei aqueles seios perfeitos, apertando-os com força enquanto metia e tirava, sentindo a pressão deliciosa da parede vaginal dela. A cada estocada, o som da carne batendo era como música.
— Vou gozar! — gritei, sentindo o ápice chegar.
— Ainda não, porra! — ela gritou, saindo de baixo de mim e me empurrando para o sofá. — Agora você vai me sentir cavalgar!
Ela subiu, sentando com tudo, movendo o quadril num ritmo frenético, o rosto transfigurado pelo prazer.
O rosto dela estava vermelho, as veias do pescoço saltadas enquanto ela cavalgava com uma fúria quase animal. Cada descida era um impacto seco, o som do meu quadril batendo no dela ecoando como tiros naquela sala silenciosa, exceto pelos gemidos dela. O marido, agora completamente ereto e frenético na masturbação, aproximou-se para beijar o pescoço da esposa, enquanto observava a visão daquela buceta apertada sendo esticada ao limite pelo meu volume.
— Olha esse pau sumindo dentro dela... — ele sussurrou, a voz rouca de excitação. — Soca mais, garoto! Não deixa ela respirar!
Cora não queria apenas prazer, ela queria ser dominada. Ela inclinou o corpo para trás, apoiando as mãos no couro do sofá, e começou a girar o quadril, buscando cada centímetro da minha glande. A pressão era insuportável, deliciosa. Eu agarrei a cintura dela com força, enterrando meus dedos na carne macia, e comecei a estocar de baixo para cima, num ritmo violento que a fazia saltar.
— Ai! Ai, meu Deus! — ela gritava, as unhas cravando nos meus ombros. — Me arromba, me fode como se eu fosse sua puta!
A luxúria ali era palpável, um campo elétrico de fluidos e suor. O marido, vendo que ela estava no limite, ajoelhou-se à frente dela e começou a lamber o mamilo que saltava do sutiã, enquanto eu continuava o trabalho pesado por baixo. A combinação do estímulo oral do marido e a profundidade do meu pau estava levando Cora ao delírio.
De repente, ela travou. Os músculos da vagina apertaram meu pau como se fossem dedos de aço, sugando cada gota de sensibilidade. Ela começou a tremer violentamente, os olhos revirando enquanto o orgasmo a atingia em ondas sucessivas.
— Agora! Goza em mim! Goza na minha cara, porra! — ela gritou, deslizando rapidamente para fora de mim num movimento fluido.
Antes que eu pudesse processar, ela já estava de joelhos novamente, mas desta vez ela não queria me mamar. Ela abriu a boca, esperando. Eu não perdi tempo. Com a mão firme na nuca dela, comecei a descarregar.
O primeiro jato atingiu o fundo da garganta dela, fazendo-a engasgar e rir ao mesmo tempo. O segundo e o terceiro cobriram seus lábios, o nariz e parte daquelas bochechas perfeitamente maquiadas. Ela bebia cada gota, sugando o resto com uma voracidade que me deixou exausto e satisfeito.
O silêncio voltou à sala, interrompido apenas pela respiração ofegante dos três. O marido, com um sorriso satisfeito, limpou o gel de suas mãos num pano de seda.
— Bom trabalho, garoto. — ele disse, levantando-se e me estendendo a mão. — Acho que você acabou de salvar meu casamento e a sanidade da minha mulher.
Cora limpou o canto da boca com o dedo, olhando para mim com um desejo que não havia diminuído, apenas mudado de frequência.
— Não pense que isso acaba aqui, novinho. — ela sussurrou, a voz rouca. — Agora que eu sei o que você carrega nas calças, você é meu brinquedo oficial.
O convite para o "jantar" veio no dia seguinte, via WhatsApp, com a mensagem de Cora: *"Traz a disposição, o marido quer ver se você aguenta o segundo round"*.
Quando cheguei na casa do Alto de Pinheiros, o clima não era de jantar formal. A mesa da sala de jantar estava posta com iguarias caras, mas ninguém estava interessado na comida. Assim que atravessei a porta, fui recebido por Cora, que usava apenas um roupão de seda aberto, revelando que, por baixo, não usava absolutamente nada. O marido, com um olhar de quem já sabia exatamente o que ia acontecer, me deu um beijo no rosto e apontou para o sofá.
— O jantar está servido, garoto. E a entrada é por conta dela — ele disse, com a voz carregada de malícia.
Cora não perdeu tempo. Ela me empurrou para o sofá e ajoelhou-se entre minhas pernas. Com a agilidade de quem domina a arte da sedução, ela baixou minha calça e libertou meu pau, que já pulsava de antecipação. O que aconteceu a seguir foi um frenesi de fluidos e luxúria.
Eu a virei de costas, forçando-a a ficar de quatro sobre o couro do sofá. A visão era hipnotizante: as nádegas fartas, empinadas, e aquele cuzinho rosado e apertado, brilhando com o lubrificante que ela mesma já havia passado. Eu mergulhei ali, sentindo o cheiro de desejo e perfume caro. Comecei a comer o cu dela com uma fome animal, alternando entre lambidas longas e sucções profundas, sentindo-a arquear as costas e soltar gemidos que ecoavam por toda a casa.
— Ai, caralho... chupa esse cuzinho, garoto! — ela gritava, as mãos agarrando o sofá com força.
Enquanto eu me perdia na profundidade daquela bunda, o marido, movido por um desejo que misturava voyeurismo e submissão, ajoelhou-se à minha frente. Com um olhar devoto, ele abriu a boca e envolveu a cabeça do meu pau, chupando-me com uma intensidade que me fez soltar um ro
...soltar um rosnado baixo, sentindo a pressão da boca dele enquanto minha língua explorava a intimidade dela. Era um ciclo perfeito de prazer: eu dava a ela o que ela queria, enquanto recebia o estímulo que me mantinha no limite.
— Agora... — Cora gaguejou, a voz quase sumindo num suspiro — ...agora me fode por trás, por favor... me arromba toda!
Eu me posicionei. A visão do meu pau, latejando e duro, contra a pele alva das nádegas dela era quase hipnótica. Sem pressa, mas com precisão, guiei a ponta do meu membro até a entrada da buceta, que já estava inundada. Com um movimento bruto e decidido, eu empurrei.
O grito dela não foi de dor, mas de êxtase. Eu a preenchi completamente, sentindo as paredes dela apertarem meu pau como se estivessem tentando me sugar para dentro. Comecei a estocar com força, cada impacto fazendo o corpo dela deslizar para frente no sofá. Eu segurei seus quadris com força, cravando as unhas na pele, enquanto ela gritava o nome do marido, mas implorava para que *eu* não parasse.
— Olha pra mim, Cora! — eu ordenei, a voz rouca. — Olha pro seu marido enquanto esse pau te destrói!
Ela virou o rosto, os olhos nublados de luxúria, vendo o marido assistindo a tudo, masturbando-se freneticamente, o rosto iluminado pelo reflexo da luz da sala. Ele estava em transe, vendo a esposa ser tomada por um membro que ele jamais conseguiria emular.
O ritmo acelerou. A fricção era intensa, o som da pele batendo na pele ecoava como batidas de um coração acelerado. Eu sentia a pressão subindo, o calor irradiando de cada poro. Cora começou a tremer, as pernas cedendo enquanto ela chegava ao ápice.
— Vou... vou gozar! — ela gritou, apertando-me com tanta força que quase me tirou o fôlego.
Eu não recuei. Dei as últimas estocadas, profundas e violentas, sentindo o orgasmo dela pulsar ao redor do meu pau. No momento exato em que ela desmoronou no couro do sofá, em um espasmo de puro prazer, eu descarreguei tudo dentro dela. Senti cada jato de sêmen preencher a profundidade daquela vagina, um transbordar de prazer que nos deixou os dois exaustos.
Fiquei ali, por alguns segundos, ainda enterrado nela, sentindo a respiração dela voltar ao normal. O marido se aproximou, beijando o ombro de Cora e olhando para mim com um respeito genuíno.
— Você é um animal, garoto — ele sussurrou.
Cora, com um sorriso malicioso nos lábios e os olhos ainda vidrados, olhou para mim e depois para o marido.
— Acho que vamos precisar de mais dois jantares na próxima semana... — ela comentou, a voz carregada de promessas.
A respiração de todos estava pesada, o ar da sala saturado com o cheiro de sexo, suor e perfume caro. Mas, enquanto eu me afastava lentamente de Cora, percebi que o marido ainda não tinha terminado. Ele estava com o olhar fixo no meu pau, que ainda pulsava, e depois olhou para a esposa, que agora recuperava o fôlego, deitada como uma boneca desmantelada sobre o couro do sofá.
Foi então que ele se aproximou de mim, com um brilho diferente nos olhos. Não era mais apenas o voyeur satisfeito; havia um desejo latente, uma curiosidade que ele não conseguia mais esconder.
— Você cuidou muito bem dela, garoto — ele sussurrou, a voz rouca, enquanto deslizava a mão pelo meu peito suado. — Mas agora... eu quero sentir esse volume em mim.
Eu não precisei de mais nenhum convite. O jogo mudou de direção com a naturalidade de quem flui como o próprio desejo. Eu o empurrei contra o sofá, invertendo as posições. Cora, agora recuperada e com um sorriso malicioso, sentou-se ao lado, agindo como a maestrina daquela orquestra de prazer.
— Ele quer, não quer, meu amor? — ela provocou, passando a língua pelos lábios. — Ele quer sentir como é ser dominado por esse pau colossal.
O marido não respondeu com palavras; ele apenas se abriu, expondo-se para mim. Ele já estava preparado, lubrificado pelo gel que usara anteriormente.
**O marido pediu para eu enrabalá-lo, e eu comi aquele cuzinho, torturando-o gostosamente.** Comecei com a língua, explorando cada dobra daquele esfíncter apertado, sentindo-o tremer sob o meu toque. Eu não tinha pressa; queria que ele sentisse a expectativa, a tortura deliciosa de saber o que viria a seguir. Usei a ponta da língua com precisão, provocando-o até que ele começasse a gemer alto, as mãos agarrando o couro do sofá com força.
— Por favor... agora... soca esse pau em mim! — ele implorou, a voz embargada.
Eu me posicionei, sentindo a pressão do meu membro latejando contra a entrada dele. Com um movimento lento e firme, comecei a entrar. A resistência era deliciosa, o aperto era muito mais intenso do que o de Cora. Ele soltou um grito abafado, arqueando as costas, enquanto eu deslizava centímetro a centímetro.
**E ele podia mais fundo e gemia muito**, sentindo cada milímetro do meu volume preencher o seu interior. Era uma sensação de completude bruta. Eu comecei a estocar, num ritmo lento e profundo, sentindo a parede anal dele apertar meu pau como se estivesse tentando me prender ali para sempre.
Cora, vendo a cena, não conseguiu ficar parada. Ela se inclinou sobre o marido, beijando-o com fervor, enquanto eu continuava o trabalho pesado por trás. O som da carne batendo, os gemidos sincronizados do casal e a pressão absurda daquele cuzinho me levaram ao limite rapidamente.
— Goza em mim! Goza fundo! — ele gritou, num espasmo de puro êxtase.
Eu dei a última estocada, enterrando-me completamente, e descarreguei tudo dentro dele, sentindo o calor intenso do orgasmo dele envolver meu membro. Ficamos ali, os três entrelaçados no sofá, num silêncio confortável, onde apenas a respiração ofegante dizia que, naquela casa do Alto de Pinheiros, as regras da normalidade tinham sido completamente esquecidas.





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