Foi essa a frase que ouvi Suzi sussurrar para si mesma, ou talvez para o vento, enquanto me media de cima a baixo no balcão da conveniência. Eu tinha 19 anos, aquele corpo de quem ainda não sabia o que era cansaço e uma "mala" que não passava despercebida. Eu era só um garoto tentando sobreviver ao cursinho e ao trabalho, mas Suzi... Suzi era um evento. Aquelas coxas grossas, marcadas na calça branca, e aquele jeito de quem sabia exatamente onde queria chegar.
As visitas dela se tornaram rotina. Cada "estou precisando de algo" era, na verdade, um "estou querendo te comer". Até que veio aquela noite de sábado, com a chuva lavando a cidade e o céu desabando.
Quando cheguei na porta dela com as carteiras de cigarro, ela me recebeu com um beijo no rosto e um baby doll verde tão transparente que parecia que ela estava nua, apenas com uma névoa de seda cobrindo a pele.
— Entra, moleque. Você tá encharcado — ela disse, a voz rouca, me guiando para dentro.
Assim que a porta bateu, ela não perdeu tempo. Começou a desabotoar minha camisa com dedos ágeis, enquanto a língua dela encontrava meu pescoço. Eu senti meu pau dar um salto, latejando contra o zíper da calça.
— Puta que pariu, João... que coisa linda você tem aqui — ela murmurou, ajoelhando-se.
Ela abriu meu zíper e sacou minha rola, que saltou pronta para o combate. Suzi ficou ali, admirando por um segundo, a língua molhando os lábios. Quando ela finalmente me engoliu, senti o mundo girar. Era a primeira vez que alguém fazia aquilo com tanta perícia. Ela sugava, deslizava a língua na cabeça do meu pau e, ao mesmo tempo, apertava minhas nádegas com as mãos firmes.
— Isso... goza tudo nessa boca gulosa, vai! — ela comandou.
Eu não aguentei. Gozei forte, jorrando dentro dela, e a vadia não desperdiçou nada; engoliu cada gota com um sorriso malicioso.
Depois, veio o banho, a toalha e a cena que mudou minha vida: Suzi deitada de bruços, abrindo as próprias nádegas para me mostrar aquele botão rosa, perfeito e convidativo.
— Enfia, João. Enfia esse mastro no meu cu agora! — ela gemeu.
Eu não pensei duas vezes. Posicionei minha pica e, devagar, fui rompendo aquela barreira apertadinha. O prazer era visceral. Eu estava enterrado até o talo, ouvindo os gemidos dela enquanto ela rebolava, pedindo mais, me apertando como se nunca quisesse me soltar.
Mas o verdadeiro choque veio no domingo.
Quando cheguei lá, achei que repetiria a dose. Mas, ao puxar a calcinha dela, vi algo que me deixou paralisado: uma rola grossa, dura, quase do tamanho da minha.
Suzi começou a chorar, o rosto lindo banhado em lágrimas.
— Me desculpa, João... eu sou travesti. Se quiser ir embora, eu entendo.
Eu olhei para ela, depois para aquele corpo maravilhoso, e a confusão sumiu. O desejo falou mais alto.
— Quem disse que eu quero ir embora? — respondi, e sem hesitar, enfiei minha língua na cunha daquela bunda lisa.
Ela soltou um grito de prazer e arrebitou o rabo. Eu lambi cada centímetro daquele cu, sentindo ela tremer. Com a mão direita, comecei a masturbar a pica dela, sentindo o calor da pele, enquanto a esquerda mantinha as nádegas abertas.
— Ah, porra, João... que delícia! — ela gritou, gozando enquanto eu a explorava com a língua.
Entramos no chuveiro, o vapor escondendo nossos corpos. O sexo tornou-se exploratório, luxurioso. Fizemos um 69 que parecia eterno: eu sugando aquele pau quente e ela me dando a melhor chupeta da minha vida, a língua dela dançando no meu mastro enquanto eu me perdia na boca dela.
— "Você não faz ideia do quanto eu queria que fosse você a me descobrir", ela sussurrou, a voz agora livre de qualquer máscara, carregada de um alívio que vibrava no peito.
A água do chuveiro batia nas nossas costas, mas o calor que emanava da pele dela era maior. Eu estava fascinado. Não era apenas o sexo; era a descoberta de que aquela feminilidade exuberante coexistia com aquela potência. Eu a queria toda, cada centímetro, cada segredo.
Suzi me puxou para fora do box, deixando-nos apenas com as toalhas enroladas na cintura, o quarto ainda impregnado com o cheiro de chuva e desejo. Ela me jogou na cama e, com um movimento fluido, montou em mim. Ela não estava usando nada. A rola dela, pulsando e rígida, roçava na minha barriga enquanto ela me olhava com olhos famintos.
— Agora eu quero sentir você dentro de mim de novo, João. Mas quero que você sinta tudo — ela comandou, inclinando-se para frente.
Ela começou a beijar meu pescoço, descendo para os mamilos, enquanto a mão dela guiava a pica dela para a base da minha. Foi ali que o jogo mudou. O contato pele com pele, pau com pau, criou uma eletricidade que me fez arquear as costas. Ela começou a deslizar a rola dela contra a minha, em um movimento rítmico, lubrificando-nos com a própria excitação.
Eu sentia o calor dela, a pressão, a fricção. Era algo que eu nunca tinha experimentado, e a sensação de ter aquela força contra a minha me deixava louco. Enquanto isso, ela deslizava a mão para trás, buscando o próprio centro, e me guiava para que eu fizesse o mesmo.
— Abre pra mim... — ela pediu, a voz rouca.
Eu a virei de costas, sentindo a curva perfeita daquelas nádegas. Eu não precisei de convite. Posicionei minha cabeça no canal apertado dela e, com um impulso firme, entrei. Suzi soltou um grito que ecoou pelo quarto, as mãos agarrando os lençóis com força.
O ritmo tornou-se frenético. Eu a fodia com força, sentindo cada contração daquele cu que parecia sugar minha rola, enquanto ela, em um movimento instintivo, empurrava a própria pica contra a minha, criando um sanduíche de prazer visceral. Éramos dois corpos, duas naturezas, fundidos em um único ritmo de carne e suor.
— Goza... goza tudo dentro de mim, porra! — ela gritava, rebolando com precisão, apertando-me como se quisesse me fundir a ela.
Quando o orgasmo veio, foi como uma explosão. Eu jorrei fundo, sentindo as paredes dela apertarem meu pau num espasmo final, enquanto ela descarregava tudo sobre a minha barriga, tremendo violentamente.
Ficamos ali, ofegantes, o silêncio do quarto preenchido apenas pela nossa respiração pesada. Suzi se inclinou e beijou minha testa, um beijo doce que contrastava com a brutalidade do que tínhamos acabado de fazer.
— Sabe de uma coisa, João? — ela sorriu, limpando o canto da boca com o polegar. — O cursinho vai ser a coisa mais fácil da sua vida, porque agora você tem para onde querer fugir todo santo dia.
Eu ri, puxando-a para perto, sabendo que aquele era apenas o começo de uma aula de prazer que nenhum livro poderia ensinar.
A partir dali, a dinâmica entre nós mudou. Não era mais apenas sobre a urgência do desejo, mas sobre a exploração minuciosa de cada zona erógena. Suzi tornou-se minha mentora no prazer, e eu, o aluno mais dedicado que ela já teve.
Nas semanas seguintes, nossas tardes de segunda-feira transformaram-se em rituais de luxúria. Ela me ensinou que o sexo começa muito antes da penetração. Às vezes, passávamos horas apenas nos tocando, sentindo a textura da pele, explorando a diferença entre a minha rigidez e a dela. Ela adorava me provocar, usando saltos altíssimos e lingeries provocantes que contrastavam com a potência da rola que ela carregava.
Lembro-me de uma tarde em que o calor de janeiro fazia o quarto parecer uma estufa. Suzi me recebeu com um copo de gelo e um sorriso malicioso. Ela me pediu para ficar de joelhos, enquanto ela se sentava na beira da cama.
— Hoje, João, você vai aprender o que é a verdadeira entrega — ela sussurrou, puxando-me pela nuca para um beijo que tinha gosto de desejo e possessividade.
Ela me virou de costas, me forçando a ficar com os braços apoiados no colchão, a bunda empinada. Senti a mão dela, fria pelo gelo, deslizar pela minha curva glútea, provocando um arrepio que percorreu toda a minha espinha. Ela não usou gel dessa vez; usou a própria saliva, lambendo a entrada do meu anel com uma lentidão torturante.
— Você está tão aberto para mim, meu lindo... — ela murmurou, e então senti a ponta daquela rola grossa, latejando, pressionando a minha porta.
Eu não precisei de comando. Arregalei o rabo com as mãos, sentindo a urgência de ser preenchido. Quando ela empurrou, senti o mundo desaparecer. Não era mais dor, era uma plenitude avassaladora. Suzi me pegou pelo cabelo, puxando minha cabeça para trás enquanto ela martelava meu cu com uma força rítmica e visceral. Cada estocada dela atingia minha próstata com a precisão de um cirurgião, fazendo meu pau, que descansava no colchão, pulsar em sincronia com os movimentos dela.
— Goza pra mim, João! Goza enquanto eu te abro inteiro! — ela gritava, a voz rouca de luxúria.
Eu me contorcia, sentindo-me pequeno e imensamente satisfeito sob aquele comando. Quando o ápice chegou, foi como se uma corrente elétrica percorresse cada nervo do meu corpo. Eu gozei ownamente, sem toque, apenas com a pressão deliciosa daquela pica me devastando por dentro.
Ao final da minha graduação, eu não era mais aquele garoto tímido do balcão da conveniência. Eu tinha sido moldado por Suzi. Ela não tinha aberto apenas o meu cu; ela tinha aberto a minha mente para a possibilidade de que o prazer não tinha regras, apenas intensidades.
No dia da minha formatura, enquanto vestia a beca, senti um aperto familiar no meu anel, uma lembrança tátil de todas as vezes que ela me reivindicou. Olhei para a plateia e vi Suzi, radiante em um vestido vermelho, piscando para mim. Eu sabia que, assim que a cerimônia acabasse, nós voltaríamos para aquele quarto, para aquele chuveiro, e para a única aula que realmente importava: a de nós dois.




