“Você não tem noção do quanto esse seu rabo me deixou louco, Dona Laura.”
Essa frase foi o ponto de virada. Eu não sabia que, ao aceitar cuidar da avó do meu amigo por uma semana, eu estaria abrindo a porta para a maior descoberta sexual da minha vida. Eu tinha 22 anos, estava com o pau latejando de vontade há semanas e, de repente, me vi sozinho com uma mulher de 74 que, por trás daquela aparência de vovó doce, escondia uma fêmea sedenta que só precisava de um empurrão para despertar.
Tudo começou naquela noite. O silêncio da casa era absoluto, cortado apenas pelo som do banho dela. Eu saí do chuveiro pelado, com o pau batendo na barriga de tão ereto, e a tentação falou mais alto. Entrei no quarto dela, vi aquela camisola de seda e a pele alva. Quando subi na cama e ela me viu nu, não houve gritos, nem sustos de reprovação. Houve um olhar de reconhecimento. Ela queria aquilo.
— Meu Deus, João... que coisa linda você tem aí — ela sussurrou, a voz rouca de desejo.
Eu não perdi tempo. Arranquei aquela calcinha de senhorinha e dei de cara com um bucetão liso, carnudo e fechado. Parecia que ela tinha sido guardada num cofre por anos. Eu mergulhei a língua naquele grelo com toda a fome do mundo.
— Ai, meu filho! Que língua gostosa! — ela gemia, arqueando as costas. — Soca esse clitóris, João! Chupa tudo!
Eu não dava descanso. Enquanto lambia aquele bucetão, eu enfiava o dedo no cu dela, sentindo a resistência e a maciez. Eu queria saber de tudo. Subi para o rosto dela e enfiei meu pau na boca dela.
— Toma, sua putinha gostosa! Suga esse pau todo, engole tudo! — eu dizia, enquanto ela fazia o boquete mais delicioso da minha vida, com os lábios macios apertando cada centímetro da minha cabeça.
A luxúria tomou conta. Fizemos um 69 frenético, eu sugando aquele clitóris e ela se deliciando com o meu pau, nós dois nos perdendo no cheiro um do outro. Quando eu não aguentei mais, abri as pernas dela e enfiei meu pau com força bruta.
— Puta que pariu, como é que você tá tão apertada, Dona Laura?! — eu gritava enquanto socava aquele bucetão. — Você é uma putona! Ama levar esse pau, não ama?
— Amo, João! Soca mais! Arrebenta essa velha! Me deixa sentir esse pau grosso dentro de mim! — ela gritava, as unhas cravadas nas minhas costas.
Eu não peguei leve. Foi uma fodeção bruta, estocando até sentir o fundo do útero, fazendo ela tremer inteira. Gozei aquele bucetão com uma força absurda, sentindo cada gota de porra inundar a profundidade dela.
Mas eu não tinha acabado. Levei ela para o banho e, ali, encoxei ela contra a parede fria. Sem aviso, afundei meu pau no cu dela. O grito dela foi de puro êxtase e surpresa.
— Que rabo apertado, caralho! Vou judiar desse cuzinho agora! — eu dizia, enquanto batia as bolas na bunda dela, metendo e tirando com violência, sentindo o anel anal apertar meu pau como se quisesse me estrangular. — Toma esse pau no cu, sua putinha! Sente como esse cuzão é gostoso!
Eu a deixei arrombada, gozando na cara dela com um jato potente que deixou ela zonza de prazer.
Aquela semana foi um festival de luxúria. A gente se pegava em todo lugar: na cozinha, enquanto o almoço fervia; na lavanderia, entre as roupas sujas; no sofá, com ela de quatro, me deixando lamber cada dobra do cuzinho dela enquanto eu massageava as mamas com força. A gente experimentava tudo: de ladinho, de bruços, ela sentando na minha cara para esfregar aquele bucetão liso nos meus olhos, me sufocando com tanto prazer.
Quando a família voltou, o clima na casa era de uma tensão elétrica que só nós dois conseguíamos sentir. O filho dela, meu amigo, entrou pela porta rindo, falando sobre o trânsito, sem imaginar que a mãe dele tinha passado os últimos sete dias sendo usada como a minha puta particular.
Dona Laura estava sentada na poltrona, com aquele vestido floral comportado, a expressão serena de quem nunca quebrou um prato. Mas eu sabia. Eu via o brilho malicioso nos olhos dela e o jeito que ela cruzava as pernas, deixando transparecer que, por baixo daquela seda, a buceta ainda estava latejando e úmida da minha última socada.
— Como ela ficou, João? Deu muito trabalho? — perguntou meu amigo, enquanto abraçava a mãe.
Eu olhei para ela. No exato momento em que ele a beijava no rosto, Dona Laura deslizou a mão por baixo do vestido e, com um movimento rápido e certeiro, apertou meu saco com força, me dando um aviso silencioso. Eu senti meu pau dar um salto sob a calça, quase saltando para fora.
— Ficou ótima, cara. Muito bem cuidadinha — respondi, com a voz rouca, enquanto sustentava o olhar dela.
A partir dali, o jogo mudou. O perigo de sermos pegos tornou a luxúria ainda mais insuportável. A rotina virou um campo minado de prazer. Enquanto meu amigo estava no escritório ao lado, Dona Laura me chamava para a cozinha sob o pretexto de "ajudar com o café". No instante em que a porta batia, ela se jogava contra a mesa, levantava a saia e gritava:
— Tira esse pau agora, João! Me fode enquanto ele está ali do lado!
Eu a pegava com violência. Não havia mais espaço para delicadeza. Eu a suspendia pela cintura, encostando as costas dela na geladeira fria, e enfiava meu pau naquele bucetão carnudo com estocadas profundas e silenciosas. Ela mordia o próprio lábio para não gritar, mas os gemidos escapavam entre os dentes, transformando-se em suspiros desesperados.
— Você é louca, Dona Laura... — eu sussurrava no ouvido dela, enquanto sentia as paredes daquela buceta apertarem meu pau como se ela quisesse sugar cada gota da minha essência. — Imagina se ele entra aqui e vê você com esse rabo aberto pra mim?
— Então faz mais rápido... soca mais forte... — ela implorava, arqueando o corpo.
O auge aconteceu numa tarde de domingo. A casa estava cheia de parentes. O barulho de conversas e risadas preenchia a sala. Eu estava na cozinha preparando as bebidas quando senti uma mão pequena e firme puxar minha camisa, me arrastando para a despensa. Era ela.
Lá dentro, no escuro, entre sacos de arroz e latas de conserva, ela se ajoelhou. Sem dizer uma palavra, ela baixou meu zíper e envolveu meu pau com aquela boca experiente, sugando com uma voracidade que me fez quase perder o equilíbrio. Ela olhava para cima, com os olhos arregalados de luxúria, enquanto engolia cada centímetro, fazendo aquele vácuo que me deixava louco.
— Laura? Você está aí? — a voz do filho ecoou do corredor, aproximando-se da porta.
O coração disparou. O risco era absoluto. Eu não tirei o pau da boca dela; pelo contrário, empurrei com força, fazendo-a engasgar levemente enquanto ela continuava a sugar, sentindo o calor do corpo dela contra as minhas pernas.
— Estou aqui, querido! Só procurando o açúcar! — ela respondeu, a voz abafada, com o meu pau ainda enterrado na garganta.
Ela me deu um último aperto no clitóris, um sorriso cúmplice, e saiu da despensa como se nada tivesse acontecido, deixando-me ali, pulsando, com o gosto do pecado ainda impregnado nos lábios.
Eu percebi que não era mais apenas um favor para um amigo. Eu tinha desenvolvido um vício. O vício naquele corpo maduro, naquela entrega sem tabus e, principalmente, naquele bucetão de velha que, na verdade, era a fonte da maior fonte de prazer que eu já tinha provado.




